A TAP Air Portugal ocupa o quarto lugar entre as companhias de aviação mais seguras do mundo, segundo o 'ranking' anual divulgado hoje pelo Jet Airliner Crash Data Evaluation Center (JACDEC), que analisou as quotas de segurança das 60 maiores transportadoras aéreas do mundo.
A companhia de bandeira portuguesa alcançou a pontuação máxima, 30 pontos, na lista liderada pela Qantas australiana, que surge à frente da Finnair (Finlândia) e da Air New Zeland (Nova Zelândia).
Segundo o relatório da JACDEC, a TAP só não subiu ao pódio porque a sua frota tem mais anos do que a média das frotas europeias, o que se deve, sobretudo, à aquisição da Portugália, que tinha algumas aeronaves de modelos mais antigos.
Outro fator desfavorável são algumas das rotas da TAP para aeroportos em ilhas, com condições de aterragem difíceis, de acordo com a mesma agência.
Todas as companhias referidas e ainda a Cathay Pacific Airways (China/Hong-Cong), a All Nipon Airways (Japão) e a Air Berlin (Alemanha), obtiveram 30 pontos, o que significa que não tiveram qualquer acidente nos últimos trinta anos, desde 1980.
O último acidente grave com aviões da TAP, em que morreram 131 pessoas, foi há mais de 33 anos, a 11 de novembro de 1977.
Um Boeing 727-200 da companhia portuguesa caiu no mar, no Aeroporto do Funchal, na Madeira, depois de ter aterrado sob forte chuva e vento na antiga pista, mais curta do que a atual, e não ter conseguido levantar voo de novo.
Entre as grandes companhias aéreas europeias, a britânica British Airways surge no vigésimo lugar, seguida pela alemã Lufthansa, enquanto a KLM fica-se pela 23. posição.
A Easyjet, companhia 'lows cost' criada em 1995, que tem aumentado a sua actividade em Portugal, surge à frente das grandes transportadoras do velho Continente, em 18. lugar.
A italiana Alitalia só aparece no 37. lugar da escala do JACDEC, mesmo assim à frente da gaulesa Air France (41. lugar) e da espanhola Ibéria (47. lugar).
O último posto é ocupado pela brasileira TAM, que há três anos perdeu uma aeronave num acidente em que morreram 199 pessoas, o mais grave da história da companhia.
in: sic.sapo.pt secção "dinheiro" de 14 Jan/11
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15/01/2011
23/07/2009
Myair proibida de voar
A companhia aérea low-cost, Myair não voará mais a partir desta noite. A decisão foi tomada pela Enac (Autoriadade de aviação civil italiana), que retirou a licença à companhia vicentina depois de várias indisposições dos passageiros que tem vindo a registar-se desde os últimos dias. A Meridiana tem tentado encontrar soluções para os passageiros retidos em Cagliari e Olbia (Sardenha).
A Alitalia e a Airone estão a oferecer soluções para estes passageiros. Por exemplo, quem adquiriu bilhetes para voar hoje, amanhã, ou depois de amanhã na Myair, pode adquirir um novo bilhete por apenas 39 euros válido para todos os voos directos entre Veneza e Palermo, Bari e Cagliari, ou vice-versa, e a 59 euros para voos só ida para um destino nacional ou internacional prevista na rede Alitalia-Airone.
Para já, a Guardia di Finanza de Vicenza está a tomar as deliberações necessárias para o plano de insolvência da companhia, que em 2008 perdeu cerca de 100 milhões de euros.
*informação disponivel no sítio: www.la7.it/news
16/01/2009
AirFrance compra 25% da CAI
O grupo franco-holandês AirFrance-KLM comprou 25% da CAI (ex-Alitalia) por cerca de 300 milhões de euros.
O restante capital, está disperso por um grupo de empresários italianos, que salvou a Alitalia da falência.
O restante capital, está disperso por um grupo de empresários italianos, que salvou a Alitalia da falência.
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13/12/2008
Alitalia vendida por 10,05 mil milhões
A Alitalia foi vendida à CAI (Companhia Aérea Italiana), uma sociedade constituida por um grupo de empresários italianos, por cerca de 10,05 biliões de euros.
O acordo prevê a cedência de todos os bens da companhia para a nova sociedade, e os contractos referentes às actividade de voo.
«A partir de hoje a CAI é proprietária da Alitalia», afirmou Augusto Fantozzi presidente da sociedade.
Os investimentos nos próximos anos rondarão os 4,2 mil milhões de euros, que compreende o aumento da frota para os voos em rotas europeias e intercontinentais, e estruturas de logistica. Serão cerca de 670 voos diários, ou seja, cerca de 4700 frequências semanais.
A partir de 13 de Janeiro de 2009, toda a estrutura da AirOne será integrada na nova Alitalia.
O acordo prevê a cedência de todos os bens da companhia para a nova sociedade, e os contractos referentes às actividade de voo.
«A partir de hoje a CAI é proprietária da Alitalia», afirmou Augusto Fantozzi presidente da sociedade.
Os investimentos nos próximos anos rondarão os 4,2 mil milhões de euros, que compreende o aumento da frota para os voos em rotas europeias e intercontinentais, e estruturas de logistica. Serão cerca de 670 voos diários, ou seja, cerca de 4700 frequências semanais.
A partir de 13 de Janeiro de 2009, toda a estrutura da AirOne será integrada na nova Alitalia.
19/11/2008
Governo italiano dá luz verde para a compra da Alitalia
O ministro italiano do Desenvolvimento Económico, Claudio Scajola, deu hoje luz verde à venda da Alitalia ao consórcio de investidores CAI (Companhia Aérea Italiana) por mil milhões de euros.
O ministro "autoriza o comissário extraordinário da Alitalia, Augusto Fantozzi, a proceder à venda dos activos reclamados pela sociedade CAI a um preço não inferior a 1.052 mil milhões de euros", refere um comunicado do governo italiano.
Esta pode ser a última etapa de um processo de negociações que já dura há meses, cujo objectivo é salvar a companhia italiana da falência.
A semana passada, a Comissão Europeia aprovou, ainda que sob restrições, a aquisição da Alitalia por um grupo de empresários italianos.
Depois de resgatada pela CAI, a nova Alitalia deve encontrar um parceiro de negócio estrangeiro.
A imprensa italiana apontava para a Air France-KLM mas na terça-feira o primeiro-ministro Silvio Berlusconi fez saber que via "muito favoravelmente" uma colaboração com a Lufthansa.
A CAI oferece mil milhões de euros pelas actividades de transporte de passageiros da Alitalia e uma parte das dívidas.
O plano de resgate que prevê o corte de 3250 postos de trabalho, baseia-se na fusão da Alitalia com a Air One, a segunda maior companhia italiana, para criar uma nova companhia de 12 500 trabalhadores.
in: www.oje.pt secção "Negócios" de 19 Nov/08
O ministro "autoriza o comissário extraordinário da Alitalia, Augusto Fantozzi, a proceder à venda dos activos reclamados pela sociedade CAI a um preço não inferior a 1.052 mil milhões de euros", refere um comunicado do governo italiano.
Esta pode ser a última etapa de um processo de negociações que já dura há meses, cujo objectivo é salvar a companhia italiana da falência.
A semana passada, a Comissão Europeia aprovou, ainda que sob restrições, a aquisição da Alitalia por um grupo de empresários italianos.
Depois de resgatada pela CAI, a nova Alitalia deve encontrar um parceiro de negócio estrangeiro.
A imprensa italiana apontava para a Air France-KLM mas na terça-feira o primeiro-ministro Silvio Berlusconi fez saber que via "muito favoravelmente" uma colaboração com a Lufthansa.
A CAI oferece mil milhões de euros pelas actividades de transporte de passageiros da Alitalia e uma parte das dívidas.
O plano de resgate que prevê o corte de 3250 postos de trabalho, baseia-se na fusão da Alitalia com a Air One, a segunda maior companhia italiana, para criar uma nova companhia de 12 500 trabalhadores.
in: www.oje.pt secção "Negócios" de 19 Nov/08
25/09/2008
Acordo entre CAI e sindicatos
O acordo para o nascimento da nova Alitalia foi conseguido hoje entre a CAI (Companhia Aérea Italiana), que reúne um grupo de empresários italianos (Atlantia, Intesa Sanpaolo, Aponte, Immsi, Riva, Toto, Fratini, FonSai, Clessidra, Equinox, Marcegaglia, Caltagirone Bellavista, Gavio, Fossati, Maccagnani e Tronchetti Provera), e os sindicatos CISL, UIL, UGL, e também a CGIL que tinha há alguns dias atrás regeitado as propostas da CAI, colocando em causa a sobrevivência da companhia.
Hoje com a intermediação do governo, a CAI e sindicatos assinaram o acordo que prevê a aquisição de sessenta novos aparelhos aéreos até 2013, dezasseis dos quais já em 2009, baixando a idade média da frota dos actuais 12,4 anos para os 8 em 2013, num investimento total de 1,7 biliões de euros.
Em 2013 a CAI terá cento e cinquenta e oito aviões, tendo também em conta a fusão com a companhia aérea AirOne, e abrirá cinco novas rotas intercontinentais (Rio de Janeiro, Dakar, Pequim, Xangai e Seúl), num total de cento e trinta e sete rotas nacionais e internacionais.
Contudo, falta o sim dos pilotos e dos assistentes de voo, que prometem dar uma resposta ao plano da CAI nas próximas horas.
Em aberto está também a participação de uma companhia estrageira, que terá uma participação minoritária de 10 a 20%, entre as interessadas poderão estar a AirFrance, a Lufthansa e a Britishairways.
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23/09/2008
Fim da Alitalia pode estar por horas
O comissário da Alitalia Augusto Fantozzi fáz o aviso: se até 30 de Setembro não chegar uma proposta de salvação da empresa, esta fechará.
Depois de falhado o acordo entre a CAI e os sindicatos, a Alitalia tenta uma nova solução para a empresa com uma parceria estrangeira.
O primeiro-ministro Silvio Berlusconi que em campanha eleitoral prometeu a salvação da companhia, acusou a CGIL (um dos principais sindicatos) de ser a responsável pelo fracasso das negociações. Esta por sua vez, admite voltar a negociar com a empresa.
Contudo, depois de declarada a falência da Alitalia, esta continua a voar com uma licença especial, que pode caducar já na quinta-feira, deixando toda a frota da companhia em terra.
*A IpsisNet aconselha todos os utentes que tenham adquirido um bilhete para voar na Alitalia, a pedir a devolução do dinheiro junto dos balcões da companhia, ou nas agências de viagens, e não adquirir bilhetes para voar nos próximos dias, com risco dos aviões ficarem em terra!
18/09/2008
CAI retira oferta pela Alitalia
Em assembleia realizada esta quinta-feira, a CAI decidiu por unanimidade retirar a oferta para a aquisição das actividades da Alitalia, pelo facto de não se ter chegado a acordo com os sindicatos.
A CAI nota que lamenta a falta de acordo para a implementação de uma empresa forte, e a integração com a AirOne, ao ponte de criar condições para uma maior cobertura internacional, e intercontinental, e em dois anos dotar a empresa com uma das frotas mais modernas do mundo.
Às 16:36 (hora de Lisboa), quando se soube da retirada da proposta da CAI, mais de mil trabalhadores da actual Alitalia mostraram no Aeroporto de Fiumicino em Roma, a sua satisfação pelo desfecho.
A oposição de esquerda culpa Berlusconi pelo falhanço. O governo por seu turno, através do ministro do trabalho Sacconi culpa os sindicatos pela falta de acordo.
A Codacons aconselha todos os utentes que tenham adquirido bilhetes para voar pela Alitalia, a requererem o reembolso dos mesmos, dado que, nos próximos dias o mais certo será o fecho da companhia.
Tudavia, a Lufthansa observa o desenvolvimento deste dossier com atenção, podendo vir a manifestar o interesse de compra da companhia de bandeira italiana.
Futuro da Alitalia resolvido hoje
É hoje que fica definido o futuro da Alitalia. Em causa está o acordo entre governo e sindicatos que à data não tinham aceite o plano relativo ao número de despedimentos (3250), nem quanto à redução de direitos sociais, o mesmo é dizer: menos férias, ordenados mais baixos, mais horas de trabalho.
Roberto Colaninno administrador-delegado da Companhia Aérea Italiana (CAI) fez saber que, ou se chega a acordo com os sindicatos, ou a companhia tomará unilateralmente uma decisão.
Cgil, um dos principais sindicatos não se mostrou aberto a um possivel acordo, a UIL por sua vez mostra-se mais receptiva.
Hoje é o dia D para o futuro da companhia de bandeira italiana. Mais logo na sede do governo em Roma, governo e sindicatos retomarão as negociações com vista a um acordo amigavel entre as partes.
Ontem, trabalhadores da Alitalia manifestaram-se quer no Aeroporto Fiumicino em Roma, quer no Aeroporto de Malpensa em Milão.
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14/09/2008
Alitalia pode encerrar dentro de horas

A Alitalia pode deixar de voar nas próximas horas dada a falta de acordo entre a empresa e os sindicatos. Quem o diz é o administrador-delegado da companhia Rocco Sabelli, que admite a falta de dinheiro para manter os aparelhos no ar. Contudo, durante o dia de hoje, não se verificou qualquer atraso nas partidas e chegadas, nem o cancelamento de nenhum voo.
Tudavia, durante o dia de hoje os sindicatos reúniram com o governo, afim de chegar a um acordo para evitar o fecho da companhia.
Em causa estão os novos contratos colectivos de trabalho para pilotos, pessoal técnico e administrativo, e assistentes de bordo, no qual que é previsto a redução do número de dias de férias, o aumento do número de horas de trabalho, e a redução dos vencimentos, para além da anúnciada redução do número de trabalhadores em cerca de quatro mil.
Os sindicatos ameaçam com trinta mil pessoas nas ruas.
Maurizio Sacconi, ministro do Trabalho convocou os sindicatos para uma nova ronda de negociações para o dia de 18.
05/09/2008
Negociações entre Alitalia e sindicatos díficeis

Estão díficeis as negociações entre o Conselho de Administração (CA) da Alitalia e os nove sindicatos representantivos dos trabalhadores. Em causa está a reestruturação da empresa, que culminará com a falência técnica da actual companhia, e o nascimento de uma nova formada por uma aliança de empresários italianos, e que provocará o despedimento de cerca de três mil trabalhadores, dos cerca de dezassete mil e quinhentos que actualmente estão ao serviço da Alitalia.
Cerca de catorze mil e quinhentos serão admitidos na nova companhia, que se chamará Companhia Aérea Italiana (CAI) e que poderá entrar em funcionamento com as novas cores já a 1 de Novembro. Os restantes três mil duzentos e cinquenta, segundo o ministro do Trabalho italiano Sacconi, serão dispensados,
Por seu turno, Rocco Sabelli administrador-delegado da CAI, fez saber que em 2009 a companhia terá cento e trinta e sete aparelhos, e em 2013: cento e cinquenta e oito, dos quais dezasseis destinados a ligações inter-continentais.
Nas ligações a Roma a partir de Milão, será usado o aeroporto de Linate.
26/08/2008
Nova Alitalia prestes a nascer
Está para nascer a nova Alitalia!
Depois de falhadas as negociações com o grupo AirFrance-KLM para a venda da companhia de bandeira italiana, um grupo de 16 empresários na maíoria talianos, estarão para dar vida a uma nova empresa, mas também a francesa Benneton que poderá vir a deter a maíoria do capital.
O investimento poderá ascender a cerca de 100 milhões de euros divido entre os vários accionistas.
Nos próximos dias a nova companhia será convertida em sociedade por acções, com um novo conselho de administração.
Certo é que, serão despedidos entre cinco mil e sete mil funcionários.
08/04/2008
AirFrance desite da Alitalia
A AirFrance-KLM desiste da compra da Alitalia.
Depois do estado italiano e decidir pela privatização da companhia de bandeira à AirFrance, iniciou-se uma longa marcha de negociações com os sindicatos representativos dos trabalhadores, que não aceitam o plano da operadora franco-holandesa para a recuperação da operadora italiana. O plano previa o despedimento de mais de 2000 trabalhadores, reduzir a frota, e terminar com o serviço de carga. Pretenções que os sindicatos não aceitaram. Falhadas as tentativas de um acordo, depois de mais de duas semanas de negociações, a AirFrance desiste da companhia italiana.
Contudo, a AirFrance-KLM não fecha totalmente a porta a uma possivel compra da companhia. Cabe agora ao governo italiano tentar um acordo com os sindicatos. Porém, realizar-se-ão eleições legislativas nos dias 13 e 14 de Abril, a solução para a Alitalia poderá ficar decidida depois de investido um novo governo.
Caso vença o centro-esquerda, actualmente no governo, continuarão as tentativas para vender a operadora à AirFrance, caso vença o centro-direita de Berlusconi, resterá dificil esta solução dado, que os partidos que compoêm a aliança de centro-esquerda querem manter o controlo italiano sobre a companhia.
Recorde-se qu actualmente a Alitalia regista um prejuizo de 2 milhões de euros ao dia.
Depois do estado italiano e decidir pela privatização da companhia de bandeira à AirFrance, iniciou-se uma longa marcha de negociações com os sindicatos representativos dos trabalhadores, que não aceitam o plano da operadora franco-holandesa para a recuperação da operadora italiana. O plano previa o despedimento de mais de 2000 trabalhadores, reduzir a frota, e terminar com o serviço de carga. Pretenções que os sindicatos não aceitaram. Falhadas as tentativas de um acordo, depois de mais de duas semanas de negociações, a AirFrance desiste da companhia italiana.
Contudo, a AirFrance-KLM não fecha totalmente a porta a uma possivel compra da companhia. Cabe agora ao governo italiano tentar um acordo com os sindicatos. Porém, realizar-se-ão eleições legislativas nos dias 13 e 14 de Abril, a solução para a Alitalia poderá ficar decidida depois de investido um novo governo.
Caso vença o centro-esquerda, actualmente no governo, continuarão as tentativas para vender a operadora à AirFrance, caso vença o centro-direita de Berlusconi, resterá dificil esta solução dado, que os partidos que compoêm a aliança de centro-esquerda querem manter o controlo italiano sobre a companhia.
Recorde-se qu actualmente a Alitalia regista um prejuizo de 2 milhões de euros ao dia.
18/03/2008
Alitalia vendida ao grupo AirFrance-KLM
O governo italiano decidiu vender a sua participaçção de 49.9% da companhia aérea Alitalia ao grupo franco-holandês por cerca de 140 milhões de euros. Na prática o grupo AirFrance-KLM trocará uma acção do seu grupo por cento e sessenta da companhia italiana.
Esta decisão é uma resposta aos prejuízos sucessivos da transportadora que apênas tem sobrevivido graças à injecção de capital estadual.
Contudo, as caracteristicas da companhia como nome, cores dos aparelhos e bufet continuam italianos.
O objectivo imediato é a consolidação financeira da companhia através da injecção de capital, e a compra de novos aparelhos para fazer face às suas concorrentes nas rotas mais importantes.
Esta decisão é uma resposta aos prejuízos sucessivos da transportadora que apênas tem sobrevivido graças à injecção de capital estadual.
Contudo, as caracteristicas da companhia como nome, cores dos aparelhos e bufet continuam italianos.
O objectivo imediato é a consolidação financeira da companhia através da injecção de capital, e a compra de novos aparelhos para fazer face às suas concorrentes nas rotas mais importantes.
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