► SMTUC com horários em tempo real no Google Maps. ►Travessia fluvial do Douro entrou em funcionamento. ►Porto: transportes gratuitos para portadores do cartão Porto. ►Plataforma Navegante com informação em tempo real de todos os transportes da de Lisboa. ► STCP e UNIR com horários em tempo real no Google Maps. ► Navegante mobile já disponível na Carris Metropolitana.
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05/02/2026

Troço suburbano do Metro do Mondego encerrado

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Devido às condições climatéricas que se registam na região de Coimbra, a operação suburbana do Metro do Mondego está encerrada.

A empresa assegura transportes alternativos nas principais estações, como Serpins, Lousã, Miranda do Corvo e Vale de Flores. O Metro está a efetuar todos os esforços para providenciar transporte nas restantes estações. No entanto, as condições climatéricas existentes cortaram vários acessos que impedem a circulação de veículos, o que condiciona a oferta de transportes.

20/12/2025

Região de Coimbra apresenta novo cartão para todos os transportes

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autocarro do Metro do Mondego 

A Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra apresentou ontem o novo cartão Move-C que dará acesso a todos os transportes da região.

O cartão Move-C permite num único cartão utilizar diferentes operadores de transporte público de uma forma integrada e simples.

Numa primeira fase estará disponível para os utilizadores dos SMTUC e do Metro do Mondego. Mas durante o próximo ano vai integrar a rede do SIT Metropolitano e os comboios urbanos da CP de Coimbra.

Os utilizadores dos SMTUC que já possuem o cartão não precisam fazer nada. Os utilizadores dos transportes alternativos do Ramal da Lousã deverão solicitar a emissão gratuita de um novo cartão mediante a apresentação do cartão atual. Para os novos utilizadores, a emissão do Move-C tem um custo de 6€ nas bilheteiras do Metro do Mondego de Lousã e Miranda do Corvo, e nas bilheteiras dos SMTUC em Coimbra.

O passe mensal para utilizar num único concelho tem um custo de 30€. Dois municípios custa 35€, e 40€ para três ou mais concelhos.

Relativamente ao tarifário pré-pago, terá um custo de 1 a 3€ consoante o número de municípios abrangidos, estando também prevista a implantação de títulos de 1, 3 e 7 dias. 

14/12/2025

Metro do Mondego chega a Serpins a partir de dia 16

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A ligação Portagem no concelho de Coimbra a Serpins na Lousã é inaugurada a 16 de Dezembro.

São 36 km's e 27 estações que ligam 3 concelhos (Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã) a partir do próximo dia 16, mantendo-se a gratuitidade até ao final do ano. Desde 29 de Agosto que o sistema funciona entre a Portagem e a estação Vale das Flores, sendo agora alargado até Serpins.

Nas horas de ponta a frequência será de 5 minutos no troço urbano e de 7,5 minutos entre as horas de ponta. Para Miranda do Corvo o intervalo de passagem será de 10 minutos nas horas de ponta e de 30 minutos nos restantes períodos. Finalmente a ligação a Serpins será de 15 minutos em períodos de ponta e de 30 minutos fora desse horário.

O Sistema de Mobilidade do Mondego conta com 35 autocarros articulados de piso rebaixado com cerca de 18 metros e capacidade para transportar 136 passageiros, incluindo com mobilidade reduzida.

A circulação faz-se em canal dedicado, com prioridade nas interseções e com paragem em estações para embarque e desembarque de passageiros.

A segunda fase do metrobus que se perspetiva estar concluída em 2027, a linha Serpins/Portagem será prolongada próximo à estação de Coimbra B, e será inaugurado o troço urbano até ao Hospital Pediátrico.

A partir de Janeiro quando a utilização for paga, haverá um passe combinado com os SMTUC: 30€ na área urbana e 40€ para toda a rede. Até ao final de 2026 será incluída a utilização dos autocarros do SIT Metropolitano e dos comboios urbanos da CP sem custos acrescidos. Os utilizadores dos SMTUC deverão solicitar novo cartão de passe até ao início do ano.

Consulte aqui os horários no troço urbano e suburbano.

01/08/2025

Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra tem novo operador de transportes

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A Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra tem um novo operador de transportes.

Após duas décadas com operação da Transdev, a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra dá as boas vindas a um novo operador de transportes. O SIT Metropolitano, ou Sistema Intermunicipal de Transportes da Região de Coimbra, começa hoje a operar com uma nova rede de autocarros com uma imagem única, autocarros novos e amigos do ambiente, acessíveis a pessoas de mobilidade reduzida, e equipados com ar condicionado e wifi. Os horários e percursos podem ser consultados em tempo real no site e na app.

Até 31 de Agosto deverá solicitar a alteração do cartão de transporte, tendo um custo de 6€.

Haverá também uma rede de transportes a pedido para as zonas de baixa densidade populacional, com tarifas que vão dos 1,05€ aos 4,60€ por viagem. Basta ligar o 800200201 e agendar o transporte.

A Busway vai operar uma rede com 240 autocarros  e 270 linhas em 18 concelhos da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra e as ligações à cidade de Coimbra onde os SMTUC mantêm a operação.

Há um passe valido em toda a rede SIT, que no futuro incluirá os autocarros dos SMTUC e do Sistema de Mobilidade do Mondego.

Conheça aqui os horáriostarifas e transporte a pedido!

A Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra é composta pelos municípios de Arganil, Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Góis, Lousã, Mealhada, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Mortágua, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penacova, Penela, Soure, Tábua, Vila Nova de Poiares.

27/09/2018

Comunidade Intermunicipal de Coimbra quer bilhete único de transporte para toda a região

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autocarro da empresa Joalto Mondego
A Comunidade Intermunicipal de Coimbra (CIM Coimbra) quer introduzir um bilhete único transversal a todos os transportes que integram os 19 municípios da região.

Ainda sem data oficial para o lançamento, o novo sistema tarifário transversal a todos os operadores existentes na CIM Coimbra deverá ser acompanhada de um novo sistema de informação ao público comum aos 19 municípios, e um reforço da intermodalidade.
Os utilizadores vão pagar apenas em função do trajeto independentemente do operador e do número de transbordos a efetuar.
A CIM de Coimbra integra os municípios de Arganil, Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Góis, Lousã, Mealhada, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Mortágua, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penacova, Penela, Soure, Tábua e Vila Nova de Poiares.   

02/06/2017

Governo avança com sistema “metrobus” para o ramal ferroviário da Lousã

O governo anunciou hoje a construção de um sistema de autocarros de grande capacidade em via dedicada,
denominado de “metrobus”, para o Sistema de Mobilidade do Mondego, que previa a construção de um sistema metropolitano ligeiro no antigo ramal ferroviário da Lousã encerrado em 2010, para servir os concelhos de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo.
O projecto de metro ligeiro que nunca saiu do papel é agora substituído por um sistema de autocarros de grande capacidade, que circulará em via própria e prioridade nos cruzamentos tal como o sistema de metro.
De acordo com o governo, o sistema terá um custo de 89,5 milhões de euros, um terço do custo projectado para a construção do metropolitano, e com uma duração de construção prevista de três anos e meio.
Está prevista a aquisição de 43 veículos movidos a electricidade, dos quais 30 terão capacidade para 55 lugares sentados, e que circularão no troço suburbano Serpins-Coimbra  B com ligação à Baixa da Cidade e Hospitais. Fora da cidade será feita em via única. Já no percurso urbano os veículos terão capacidade para 130 lugares sentados e circularão em via dupla.
foto: Transportes em Revista

Vai ser desativado o percurso ferroviário entre a estação de Coimbra B e a estação de Coimbra na baixa da cidade, sendo substituído pelo “metrobus”.

31/08/2015

Metrobus poderá ser solução para Metro do Mondego

O Governo apresentou à Comissão Europeia uma solução para o Sistema de Mobilidade do Mondego (Metro do Mondego), que consiste num Metrobus. Definida pelo ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Poiares Maduro, uma solução alternativa “metropolitana rodoviária”, que poderá beneficiar de financiamento através de fundos comunitários. O responsável adiantou à agência Lusa que o estudo desenvolvido pelo LNEC "está praticamente concluído e que será apresentado nos próximos dias, mas que já existem conclusões preliminares". Sem avançar detalhes, Poiares Maduro garantiu que não se trata de um normal autocarro elétrico: "É uma coisa diferente, as pessoas julgam que é um autocarro normal e não é. Do ponto de vista de funcionamento e de acessibilidade para as pessoas não é diferente do metro", afirmou.
O ministro adiantou que o estudo do prevê a inclusão da zona urbana de Coimbra na solução a ser adotada e não apenas a ligação entre aquela cidade e os municípios de Miranda do Corvo e Lousã, "para garantir a sustentabilidade global do projeto" do Metro Mondego.
Caso seja adotada, a solução Metrobus permitirá manter e utilizar os investimentos já realizados no projeto, não os desperdiçando: "É isso que entendemos que pode levar a que, realmente, a Comissão Europeia aceite que fundos europeus possam ser utilizados para financiar esta solução", disse Poiares Maduro à Lusa.
O ministro lembrou que a Comissão Europeia (CE) "tinha recusado financiar com fundos europeus o sistema de mobilidade original, constituído por um metropolitano sobre carris, considerando-o "inaceitável por não ser minimamente sustentável, minimamente viável". Nas negociações com Bruxelas, o Governo conseguiu que a CE "aceitasse a possibilidade de poderem vir a ser utilizados fundos europeus para financiar o Sistema de Mobilidade do Mondego, desde que Portugal apresentasse uma solução alternativa e demonstrasse a sua sustentabilidade económica e financeira" e que essa sustentação estivesse assente num estudo técnico "credível e independente".

in: transportesemrevista.com de 31 Ago'15

03/01/2014

Coimbra quer juntar empresa municipal de transportes com o Metro do Mondego

facebook.com/transportesonline
A Câmara Municipal de Coimbra quer juntar a empresa de transportes municipal (SMTUC) com o Metro do Mondego.

Para a Câmara de Coimbra, accionista único dos SMTUC, a fusão da empresa de transportes municipais com o Metro do Mondego, cuja construção se encontra em suspenso, traria ganhos de eficiência, e tornaria mais fácil a candidatura a fundos europeus.
O Movimento cívico da Miranda e Lousã que pugna pela construção do metro ligeiro, já fez saber que apoia a pretensão da edilidade coimbrã, cuja fusão traria no entender do Movimento, "melhores transportes, com menos custos".
A administração do Metro do Mondego nada disse sobre a proposta da Câmara de Coimbra, mas o governo já foi informado sobre pretensão da Câmara. O Estado é o principal acionista da empresa Metro do Mondego.

11/01/2011

Governo garante sistema de mobilidade do Mondego

A informação veiculada pelo Ministério dos Transportes através do seu portal na internet garante alternativas à mobilidade das populações até há pouco servidas pelo ramal da Lousã.

O Governo, baseando-se em estudos, concluiu que o investimento no projecto que serviria os concelhos de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo não é justificado pelo número de passageiros que viriam futuramente a utilizar este meio, sendo que se atingiria um prejuízo anual na ordem dos 20 milhões de euros, mais do triplo do prejuízo do antigo ramal da Lousã.
Assim sendo, o Governo garante encontrar no mais curto espaço de tempo, e em colaboração com as respectivas autarquias, alternativas de mobilidade que satisfaçam os critérios económicos e ambientais definidos pelo Governo no Plano de Estabilidade e Crescimento.

12/07/2010

PEC pode levar a suspender Metro Mondego, um projecto com obras já em curso

O presidente da Metro Mondego, Álvaro Maia Seco, diz esperar nas próximas semanas uma decisão do Governo sobre o futuro do projecto de metro ligeiro de superfície entre Serpins e Coimbra, admitindo que em cima da mesa estão vários cenários que vão do adiamento do calendário de obras à própria suspensão do projecto.


Esta é a hipótese mais radical para cumprir os limites ao endividamento do sector empresarial do Estado, e obrigará ao pagamento de indeminizações ao empreiteiro já no terreno.


Apesar de admitir a necessidade de se ajustarem os investimentos públicos à situação financeira do país, Maia Seco diz que no âmbito da reprogramação das obras do Metro Mondego "há soluções aceitáveis" e outras "que não são defensáveis". E em função da opção que for tomada pelo Governo, decidirá também se se mantém à frente da sociedade. "Se eu em alguma altura achar que as condições em que tenho que exercer as minhas funções como presidente da Metro entram em conflito com as minhas convicções como cidadão, sei muito bem o que terei que fazer", afirmou ao PÚBLICO.

Após a aprovação do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC), a Secretaria de Estado dos Transportes solicitou às empresas tuteladas uma proposta de reprogramação dos planos plurianuais de investimentos. De acordo com Álvaro Maia Seco, foram apresentados três cenários: "um com um deslizamento de prazos mais intenso, um cenário menos intenso e um intermédio. Mas todos os cenários que propusemos prevêem que, na pior das hipóteses, em 2015 teríamos a primeira fase do metro já em funcionamento".

O presidente da Metro diz ser impossível suspender ou anular de imediato um conjunto de trabalhos que estão a ser realizados no âmbito das duas empreitadas que estão em curso, sob risco de prejuízos "ainda maiores no futuro". "Estamos por exemplo a fazer o tratamento de um talude que tem que ser levado até ao fim, sob perigo de no primeiro Inverno todo o trabalho que foi feito se estragar e eventualmente ainda haver prejuízos adicionais", afirma, admitindo que se outras componentes das empreitadas forem suspensas então haverá lugar a "indemnizações" das empresas que estão a realizar os trabalhos.

Um conjunto de cidadãos está a promover uma petição contra a suspensão do Metro Mondego que recolheu até ontem 1417 assinaturas. No texto da petição os signatários lembram que o "projecto do metro ligeiro de superfície no distrito de Coimbra já tem mais de três décadas" e consideram "inadmissível que a obra pare agora, numa altura em que já foram retirados os carris da antiga linha". E apelam: "Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã precisam deste projecto para potenciarem o seu desenvolvimento e, principalmente, porque o Governo tem de honrar os seus compromissos e a sua palavra numa lógica de respeito pelos cidadãos".

in: publico.clix.pt secção "local" de 12 Jul/10

19/01/2010

Segunda fase do metro a todo o gás

A segunda fase do projecto Metro Mondego, que liga a Baixa aos Hospitais da Universidade de Coimbra, deverá arrancar em breve. A convicção é do secretário de Estado dos Transportes, Carlos Correia da Fonseca, que esteve, ontem, em Coimbra.

O governante aguarda as conclusões dos estudos de procura e de viabilidade económica em curso, que deverá conhecer em finais de Fevereiro, para dar luz verde à segunda etapa. E está "optimista". "Assim que vierem, estou certo de que vamos avançar com toda a rapidez", disse, finda a apresentação do projecto de Implementação do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) e Requalificação Urbana no Troço entre a Beira Rio e a Câmara, da autoria de Gonçalo Byrne.

O presidente da Metro Mondego (MM), Álvaro Maia Seco, partilha daquela opinião: "Se a linha [do Hospital] não tiver uma procura razoável, então nenhum eixo, em Coimbra, terá". E crê que, se a decisão for tomada no curto prazo, a linha poderá estar a funcionar entre o final de 2014 e o início de 2015.

Mas antes, alerta Maia Seco, é essencial que se retome o processo de demolições, na Baixa, interrompido há cerca de três anos. Sem isso, garante, "não há concurso para a linha do Hospital".

"A cidade sai muito valorizada"

O secretário de Estado - que visitou a zona de intervenção da MM na Baixa - acredita que o metro "vai ser quase um símbolo de Coimbra". "A cidade sai muito valorizada. Tudo iremos fazer para não faltar com o apoio [superior a 400 milhões de euros]", referiu.

Antes, Carlos Correia da Fonseca havia presidido à cerimónia de assinatura do Auto de Consignação da Empreitada de Reabilitação das Infra-Estruturas do Ramal da Lousã, no troço entre Alto de S. João e Miranda do Corvo, nesta última localidade.

in: jn.sapo.pt secção "Coimbra" de 19 Jan/10

22/06/2009

Metro do Mondego prepara transporte alternativo

Com o início da primeira empreitada marcado para meados de Agosto e devido ao inevitável encerramento do ramal ferroviário da Lousã, o Metro do Mondego anunciou que já deu início aos trabalhos de planeamento de serviços de transporte alternativos e que já entregou as propostas às três Câmaras Municipais envolvidas: Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo. Em declarações à Transportes em Revista, Álvaro Seco, presidente do Concelho de Administração do Metro do Mondego, revelou: «Já submetemos às três Câmaras uma proposta de intervenções naqueles que vão ser os locais de paragem dos transportes alternativos rodoviários. A Lousã já nos respondeu e estamos à espera das outras respostas».
«Vamos fazer circuitos rodoviários alternativos que vão basicamente acompanhar o trajecto da linha da Lousã», explicou o responsável, avançando ainda que em alguns casos não faz sentido o transporte rodoviário ir até aos apeadeiros, pelo que poderá ficar na estrada. Nestes casos, Álvaro Seco sublinha que «não vamos despejar as pessoas para o meio da valeta», pelo que o Metro do Mondego está «a tratar não apenas de preparar os circuitos e os horários, mas também vamos fazer pequenos investimentos», referentes à construção de abrigos e paragens e à instalação de iluminação. Estas intervenções têm previsto um orçamento de 150 mil euros. «Não é um investimento gigante, mas é um investimento importante, porque não se tratam de serviços alternativos que vão durar 15 dias», revela o presidente do Metro do Mondego, reforçando a importância de um bom serviço alternativo: «não queremos que as pessoas abandonem o sistema, porque se as pessoas deixarem de usar os serviços alternativos, daqui a dois anos vai ser muito mais difícil convencê-las a voltar para o comboio». «Por outro lado, as pessoas não têm que sofrer mais do que aquilo que é estritamente necessário. A intenção não é dar um serviço alternativo de luxo, mas é dar um serviço alternativo digno e com conforto razoável», explica Álvaro Seco.

in: www.transportesemrevista.com de 19 Jun/09

18/11/2008

Câmara de Coimbra aprova traçado do metro

Com as abstenções de três vereadores socialistas e o voto contra de Pina Prata, eleito na listas do PSD mas que há cerca de dois anos faz oposição, foi aprovado hoje à tarde o traçado urbano final do projecto, que vai incluir a variante à Solum, ao contrário da variante pela Fernão de Magalhães que foi recusada pela maioria PSD/CDS/PPM.
De acordo com o calendário de obras, o prazo para a conclusão da linha, que ligará a Baixa aos Hospitais da Universidade de Coimbra, é nos finais de 2013 ou início de 2014.
A primeira fase da obra, correspondente à intervenção no Ramal da Lousã, entre Serpins e Coimbra B, está programada iniciar-se em 2009, prevendo-se que esteja concluída em 2011.
A construção da variante à Solum será incluída nesta primeira fase.
O metro (no sentido Lousã-Coimbra) que seguia da zona da Casa Branca directamente para a actual paragem de S. José, faz uma incursão pela zona da Solum, continuando depois em direcção a Coimbra B.
A instalação de um metro ligeiro de superfície do tipo "tram-train" - com capacidade para circular nos eixos ferroviários, urbanos, suburbanos e regionais - no Ramal da Lousã e na cidade de Coimbra, integra-se no Sistema de Mobilidade do Mondego, anunciado em 2006 pelo Governo.
Em Janeiro deste ano, teve início a primeira fase de implantação do projecto SMM, com o arranque das obras de construção das interfaces rodo-ferroviárias de Miranda do Corvo, Lousã e Ceira (Coimbra), que se encontram concluídas.

in: ww1.rtp.pt/noticias secção "Economia" de 17 Nov/08

07/11/2008

Soluções para Portugal!


Portugal tem várias carências ao nível dos transportes, sobretudo na Área Metropolitana de Lisboa, e nalgumas cidades médias, como Braga, Aveiro e Coimbra. Em relação a esta última, tem sido feito um esforço considerável na modernização dos meios, com a adopção de novos autocarros, novas linhas, e a construção do metropolitano que se iniciará dentro de poucos meses, e que servirá não só Coimbra, como também Miranda do Corvo e Lousã.
Aveiro e Braga reclamam igualmente a construção de um modelo de eléctrico moderno, ou de metro de superfície, que complemente a acção dos autocarros. Quanto a Braga, chegou a haver uma petição que exigia o regresso do eléctrico à cidade. Entretanto, considerou-se a hipótese da implementação de um metropolitano ligeiro, ou do eléctrico moderno.
A mesma posição tem Aveiro, mas tudo depende da decisão da administração central.
Na maíoria dos países europeus, a decisão passa pelas administrações regionais e locais, mesmo que parte do financiamento venha do Orçamento de Estado, sem dependerem portanto, de quarelas partidárias que poderão bloquear decisões que deveríam ser urgentes.
Com o preço elevado do petrólio, e dada as especifidades destas cidades, a IpsisNet deixa uma solução: a implementação de um sistema de metro ligeiro com pneus, concebido para cidades médias.
É um meio moderno, não exige grandes investimentos, não é poluente, tem uma grande capacidade de transporte de passageiros, e é eficáz.
A título de exemplo, o "metrotram" de Pádua, Itália. Uma cidade pequena, cuja construção deste meio veio solucionar os problemas de mobilidade da cidade.
Braga e Aveiro, ou mesmo outras cidades portuguesas bem que poderíam seguir o exemplo, mas neste país: tudo depende do governo central!

J.A.

29/10/2008

Metro sem propostas para carruagens

A três dias do fim do prazo, ainda nenhuma empresa entregou propostas para o material circulante do Metro Mondego, embora ainda o devam fazer algumas das seis empresas internacionais que levantaram o caderno de encargos.
"Não sei se todas vão concorrer, mas tenho a expectativa de que algumas apresentem propostas", disse ontem à agência Lusa o presidente da sociedade Metro Mondego, Álvaro Maia Seco, referindo que é normal as empresas apenas apresentarem as propostas no final dos prazos.
A Metro Mondego confirmou que levantaram o caderno de encargo as empresas Bombardier (Canadá), Alstom Transporte (França), CAF (Espanha), Vossloh (Alemanha), Siemens(Alemanha) e a Ansaldobreda (Itália).
O concurso, que termina esta sexta-feira, prevê o fornecimento de 20 a 22 veículos para o serviço suburbano, com um prazo de entrega de 26 meses, assim como mais 16 a 20 composições que circularão na cidade de Coimbra, num investimento que ronda os 60 milhões de euros.
Os veículos, com 43 metros de comprimento máximo, são "modernos, de design atraente e confortáveis" e têm capacidade de aceleração e velocidades máximas compatíveis com os dois serviços.
A aquisição do material circulante destina-se ao Sistema de Mobilidade do Mondego(SMM) que prevê a instalação de um metro ligeiro de superfície do tipo "tram-train" -com capacidade para circular nos eixos ferroviários, urbanos, suburbanos e regionais - no Ramal da Lousã, entre Coimbra e Serpins (Lousã), e na cidade de Coimbra.
Luís Ramos, director da Bombardier, garantiu à agência Lusa que "estão a trabalhar na elaboração de uma proposta", salientando que a empresa "tem tecnologia e várias soluções para diferentes situações".
Sem adiantar mais sobre o assunto, o responsável sublinhou que a Bombardier é "líder mundial no transporte de metro", com vários tipos de soluções em muitas cidades da Europa e no metro do Porto, onde concebeu dois tipos de veículos.
A Siemens confirmou também à Lusa o levantamento do caderno de encargos do concurso, mas escusou-se a prestar mais esclarecimentos.
"A única coisa que posso dizer é que estamos em fase de preparação de proposta", referiu uma fonte oficial da empresa.
De acordo com Álvaro Maia Seco, deverão existir algumas diferenças técnicas ao nível do "desenho interior" dos veículos, com as carruagens destinadas ao transporte suburbano a apresentarem maior número de lugares sentados.
"O aspecto visual deverá ser muito semelhante, com os veículos a pertencerem à mesma família mas com características um pouco diferentes. É dada uma margem de liberdade aos fabricantes que será depois analisada pela equipa de avaliação técnica", frisou.
A adjudicação do material circulante, segundo o presidente da Metro Mondego, deverá ocorrer ainda no primeiro trimestre de 2009.
Álvaro Maia Seco adiantou ainda que falta apenas a autorização da tutela para lançar o concurso relativo ao troço Serpins-Miranda do Corvo, no Ramal da Lousã, que vai constituir a primeira intervenção naquele canal ferroviário.
"Tenho a expectativa de que, no máximo, dentro de uma ou duas semanas seja lançado o concurso", garantiu o responsável, acrescentando que o mesmo está também dependente de um entendimento com a Câmara de Coimbra que "está por dias".
O projecto do SMM, que representa um investimento global da ordem dos 285 milhões de euros, deverá estar a funcionar entre Serpins e a cidade de Coimbra (junto à Portagem) em Fevereiro de 2011, prevendo-se a ligação a Coimbra B em Outubro do mesmo ano.

in: jn.sapo.pt secção "Coimbra" de 29 Out/08

01/07/2008

Lançado concurso público para o Metro do Mondego

A Metro do Mondego lançou o concurso público internacional para aquisição do material circulante para o Sistema de Mobilidade do Mondego. A opção técnica recaiu na solução “tram-train” que tem como objectivo promover a requalificação do Ramal da Lousã permitindo responder de forma eficiente às necessidades da população urbana, suburbana e regional. De acordo com o caderno de encargos, o tram-train será um veículo eléctrico com tracção monocorrente a 750 V cc e terá características estruturais semelhantes quer no serviço urbano quer no serviço suburbano, mas com adpatações às diferentes necessidades mobilidade da população. Serão veículos modernos, de design atraente e confortáveis, que garantam segurança e fiabilidade nas deslocações. As obras do metro do Mondego, como é conhecido o projecto do sistema de mobilidade debatido há 15 anos para a região de Coimbra, deverão arrancar em 2009 e demorar pelo menos dois anos, prevendo a empresa que os primeiros veículos tram-train comecem a circular em 2011. A Metro Mondego, empresa de capitais exclusivamente públicos, criada em 1994 para resolver o problema do sistema de transportes do Ramal da Lousã - com composições a diesel, já obsoletas – tem como accionistas o Estado (53 por cento), os municípios de Coimbra, Miranda e Lousã (cada um com 14 por cento), além da CP e da REFER, estas com participação minoritária.

in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 1 Jul/08

30/06/2008

Metro longe de avançar em Coimbra

Alvo de polémicas desde que, em 1993, começou a ser falado como aposta na mobilidade em Coimbra, o metro permitiu já algumas renovações urbanísticas, mas está ainda longe de circular e ser um projecto consensual na região.

A Câmara de Coimbra, após ter rejeitado o futuro traçado urbano do metro na Solum, acaba de aprovar a localização das paragens no único troço do projecto que não pode suscitar dúvidas na cidade: o centenário ramal ferroviário da Lousã, que liga as estações de Coimbra B, na Linha do Norte, e Serpins, com cerca de 35 quilómetros. Carlos Encarnação, presidente da Câmara de Coimbra, a principal autarquia envolvida no projecto, reclama que o Governo garanta por escrito que a electrificação será realizada, de uma só vez em todo o trajecto.

A Câmara, de maioria PSD-CDS-PPM, quer que a electrificação, a 750 voltes, não pare em Coimbra-Parque, reivindicando que chegue em simultâneo a Coimbra B. O presidente da Metro Mondego, Álvaro Maia Seco, tem afirmado que a electrificação da via-férrea em toda a extensão não está em causa. As obras devem arrancar em 2009 e demorar pelo menos dois anos, prevendo a empresa que os primeiros veículos "tram-train" comecem a circular em 2011.

No passado dia 16, 48 horas depois de uma visita do primeiro-ministro a Coimbra, Encarnação voltou a exigir que o executivo de José Sócrates assuma aquele compromisso "preto no branco". A Câmara Municipal aprovou, nesse mesmo dia, as paragens urbanas e suas designações. Encarnação recusa ainda que sejam as câmaras a cobrir os défices de exploração do metro, como acontece em Coimbra com os Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos (SMTUC).

Em Maio, os SMTUC inauguraram um novo itinerário de trólei, ligando a Alta e a Solum, zona onde deverá passar também o metro, segundo o traçado chumbado há três meses pela autarquia.

Numa revista editada para assinalar os 100 anos da municipalização dos transportes urbanos, Encarnação realça que, apesar do "difícil equilíbrio entre serviço público e sustentabilidade", os SMTUC "tratam de modo especial os cidadãos com maior fragilidade económica".

Na Baixa, a Cooperativa Agrícola quer construir um novo edifício, mas espera pelo licenciamento há seis anos, já que a Câmara faz depender a sua decisão do futuro do metro, que ali ligará em "T" à ferrovia. Favorável a um transporte urbano do tipo metro de superfície, o gerente da instituição, Joel Figueiredo, afirma à Lusa que a Câmara "não tem demonstrado vontade" de atender a pretensão da cooperativa e lembra que, ali ao lado, o prédio da Loja do Cidadão foi construído prevendo a passagem do metro.

in: www.jn.pt secção "Coimbra" de 30 Jun/08
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