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18/12/2025

Espanha lança passe nacional por 60€

www.facebook.com/autocarrosBus
autocarro ao serviço da Tussam
Sevilha 

O governo espanhol aprovou o lançamento de um passe nacional de transportes por 60€/mês para adultos e 30€ para quem tem até 26 anos.

A medida deverá entrar em vigor em Janeiro do próximo ano, e vai incluir todas as viagens em comboios suburbanos e de média distância, bem como nos autocarros de média e longa distância. 

O governo desafia as autoridades locais e regionais a incluir os transportes locais como autocarros e metro no passe nacional.

A medida do governo espanhol insere-se numa estratégia nacional de promoção do uso dos transportes públicos.

21/02/2019

Autocarros de Madrid vão permitir pagamento com cartão bancário

facebook.com/transportesonline
linha Aerobus
Os autocarros da capital espanhola vão permitir o pagamento com cartão bancário com tecnologia contactless e/ou com recurso ao telemóvel.

Apesar de uma primeira experiência iniciada em 2016, a EMT, empresa gestora de transportes de Madrid, vai adotar esta tecnologia inicialmente na linha que serve o aeroporto sendo posteriormente alargada às restantes 212 linhas e mais de 2000 autocarros,teleférico e estacionamento.
Para os responsáveis da EMT, trata-se de uma a transformação radical de todo o sistema de bilhética tornando mais fácil e apelativo o uso do transporte público.
Em Portugal já é possível utilizar o cartão bancário para clientes CGD em alguns operadores de transporte da região de Lisboa, o "Caixa VIVA". Na região do Porto já é possível validar a viagem com uma aplicação mobile o " Anda". 


14/09/2018

Greve da Ryanair a 28 de Setembro

facebook.com/transportesonline
O Sindicato de Pessoal de Voo de Aviação Civil (SNPVAC) em consertarão com outros Sindicatos europeus, marcou uma greve para o próximo dia 28 de Setembro.

A greve deverá afetar voos em Portugal, mas também na Holanda, Bélgica, Itália e Espanha, países onde está marcada a greve de trabalhadores da Ryanair que lutam pela aplicação da lei laboral de cada um dos países de acordo com a nacionalidade de cada trabalhador, em vez da lei irlandesa que é aplicada a todos os funcionários da transportadora.
A empresa promete reduzir ao máxima a perturbação causada por esta paralisação, admitindo contudo, poder alterar a data de alguns voos.

29/06/2013

Novo serviço Porto-Vigo da CP a partir de 2ª-feira

A partir de 2ª-feira, a CP em parceria com a Renfe introduzem um novo serviço entre Porto e Vigo com ligações diretas entre as duas cidades.

A nova ligação faz reduzir o tempo de viagem entre as duas cidades para as 2h15, com duas ligações a partir do Porto-Campanha às 8h15 e 19h15. No sentido Vigo » Porto partem dois comboios diários, às 9h02 e às 19h54, hora espanhola.

O novo serviço denominado "comboio Celta" passa a fazer o percurso direto, sem qualquer paragem. Esta é a primeira medida entre as empresas dos dois países para tornar mais atrativa as ligações de comboio entre as duas regiões, prevendo-se uma intervenção na linha entre o Minho e Valença que se prevê terminada em 2017, de forma a tornar mais rápida e eficiente a viagem de comboio.

Consulte os horários da ligação Porto «» Vigo!

08/07/2011

CP continua com ligação a Vigo

Depois do anúncio da supressão da ligação entre Valença e Vigo a partir do dia 10 de Julho, e depois da empresa ferroviária ter decidido que a mesma ligação seria feita até Tui, a CP agora confirma que as duas ligações diárias entre o Porto e Vigo se vão manter.

Em causa estava um prejuízo mensal de 19.600€ registados no troço Valença-Vigo devido à baixa procura. Sem que alguém assumisse os custos do lado espanhol, a CP anúnciou o fim da ligação para além de Valença. Depois das criticas e dos apelos de um e de outro lado da fronteira, a CP decidiu que a ligação seria feita até Tui, a cidade espanhola que fica a dois km's da fronteira portuguesa.
A Renfe, a congénere espanhola da CP que até à data recusou suportar qualquer custo com a operação, vem assegurar à empresa portuguesa a totalidade dos custos decorrentes da operação do lado espanhol. Assim sendo, a CP continuará a ligar o norte de Portugal à cidade galega de Vigo nos actuais moldes.

07/07/2011

Ligação a Vigo encurtada para Tui

A decisão da CP em eliminar a ligação de Portugal até à Galiza foi revista. A operadora vai continuar a ligar Portugal até à Galiza, embora a ligação seja encurtada para Tui, a 2 km's da fronteira.

Durante o dia a CP faz 5 ligações entre o Porto e Viana do Castelo, com ligação a Valença, e 6 ligações directas entre o Porto e Valença, 2 das quais com extensão a Vigo. A companhia ferroviária portuguesa havia decidido eliminar a ligação entre Valença e Vigo por esta registar uma baixissima procura, cerca de 15.500 passageiros/ano, e ter um prejuízo mensal de 19.600€ só no troço entre Valença e Vigo.
Depois de contactar a congénere espanhola Renfe para suportar esses custos, e sem uma resposta favorável do outro lado da fronteira, a CP decide acabar com a ligação a Vigo.
Depois das criticas de empresários e autarcas de um e do outro lado da fronteira, a CP decidiu continuar com as ligações à Galiza embora, terminando a marcha em Tui, uma cidade que fica apenas a 2 km's da fronteira portuguesa. Por sinal, Tui não tem qualquer ligação ferroviária com o resto de Espanha. A estação mais próxima é a de Porrio a cerca de 12 km's.
A CP promete 4 ligações diárias à cidade de Tui, com possibilidade de aumentar de acordo com os níveis de procura registados. Caso a Renfe, decida suportar os custos de operação da ligação entre Valença e Vigo, a CP está disponível para retomar a ligação aquela cidade.

04/07/2011

CP suprime ligação a Vigo

A CP irá suprimir a ligação a Vigo a partir de dia 10 de Julho.

A CP que ligava a cidade do Porto à cidade espanhola de Vigo duas vezes por dia anunciou que a linha irá ser descontinuada por questões financeiras. Segundo a empresa, o número de passageiros estava aquém do mínimo exigido para justificar a ligação diária entre aquelas cidades.
No entanto, associações de passageiros de comboios, bem como a Associação de Autarquias do Alto Minho já vieram lamentar a decisão da transportadora, manifestando que a desactivação da ligação irá prejudicar as relações entre os dois lados da fronteira.
O alcaide de Vigo também já lamentou a decisão. Por parte das entidades espanholas, é manifestada compreensão pela decisão da CP mas acusam que, a falta de viabilidade económica da linha se prende com a falta de investimento na modernização do troço nos últimos anos. A ligação entre as duas cidades era feita praticamente em três horas, o que justificava a preferência pela auto-estrada.
A CP no entanto, manterá as ligações diárias entre o Porto e Valença.

04/03/2011

Comboios mais baratos em Espanha 5%

O Governo espanhol aprovou a redução do limite de velocidade em auto-estrada para 110 km's/hora. A crescente escalada do preço do crude levou o executivo espanhol a tomar medidas para a redução da despesa com o "ouro negro".
Outra das medidas aprovadas, estabelece a redução do preço do bilhete dos comboios de pequena e média distância em cerca de 5%, como medida de incentivo ao uso dos transportes.
Ambas as medidas vigoram a partir da próxima semana.

08/11/2010

Parar a alta velocidade obriga a fazer muitas contas

A lista é grande e dificilmente quantificável, pois mistura despesas com perda de receitas e não há histórico de indemnizações em projectos tão caros, mas o PÚBLICO encontrou um valor - 890 milhões - que, englobando despesas potenciais e receitas que ficam por obter, poderá aproximar-se do que seria a factura mais imediata a pagar pelo Estado português por causa da paragem total do projecto TGV.


Que aconteceria se o Estado desistisse de construir a linha Poceirão-Caia? Em primeiro lugar, perdia 247 milhões de euros de fundos comunitários. E arriscava-se a perder mais 450 milhões de fundos que, podendo ser transferidos para outras obras de modernização territorial, dificilmente encontrariam destino, pois teriam de ser projectos maduros, com estudo de impacto ambiental já realizado e concurso público prestes a arrancar. Até 2015, e com o investimento público parado, não seria fácil, mas não impossível.

Ameaça de indemnizações

Já o consórcio que ganhou, por 1359 milhões de euros, a construção do primeiro troço do TGV em Portugal começaria por exigir indemnização pelos custos incorridos (dinheiro já gasto), seguida da indemnização pelas expectativas frustradas do negócio. A primeira será relativamente fácil de calcular. O que já se sabe é que, apenas até à fase da proposta, o consórcio gastou cerca de 20 milhões de euros. E a proposta foi entregue há muitos meses. Os custos incorridos deverão ultrapassar os 60 milhões de euros - o equivalente a cerca de 5 por cento do projecto. Já a indemnização pelas expectativas frustradas é mais difícil de fazer, até porque não há histórico de rescisões de contrato em projectos desta dimensão.

Em causa poderiam estar valores entre os 70 e os 140 milhões de euros de indemnização, mas o processo arrastar-se-ia, com os custos inerentes, pelos tribunais. Por exemplo, o diferendo entre a Refer e a Teixeira Duarte pelo cancelamento da empreitada das obras no túnel do Rossio, em que ambas as empresas exigiram indemnização uma à outra, arrasta-se desde 2006. Acresce ainda o contrato de manutenção da linha (12 milhões/ano durante 36 anos) que teria de ser cancelado, podendo, neste caso, a indemnização chegar aos 27 milhões de euros.

E a Espanha?

Há ainda outras questões que se colocam pela primeira vez: como resolver o imbróglio dos acima mencionados 247 milhões de fundos comunitários, que resultaram de uma candidatura conjunta entre Portugal e Espanha? Poderá Espanha exigir ser ressarcida pela desistência do seu "sócio", uma vez que este dinheiro se destinava ao troço transfronteiriço Évora-Mérida?

E os custos de imagem para Portugal nas instâncias comunitárias? Poderia voltar a recandidatar-se mais tarde a novos fundos para o projecto com a mesma credibilidade?

Contra os opositores do TGV, a Rave esgrime um argumento financeiro tout court: nos quatro anos de construção da linha Poceirão-Caia, o Estado só despende 110 milhões de euros (o grosso do esforço financeiro é do consórcio), mas deverá receber 400 milhões de receitas geradas pelo projecto. Trata-se não só do IVA, mas também de receitas de IRC, IRS e até do facto de muitos desempregados deixarem de receber subsídio de desemprego e passarem a descontar.

A factura da PPP virá mais tarde, mas, nessa altura, diz a Rave, já haveria receitas do projecto porque os comboios estariam a circular.

A paragem da alta velocidade comprometeria ainda o projecto do eixo Sines-Badajoz. Aquela linha vocacionada para mercadorias circula paralela à linha de alta velocidade projectada entre Évora e Caia, fazendo ambas parte da mesma concessão. A sua construção beneficia, por isso, de economias de escala de grande dimensão. Sem TGV, esta linha ou não se faz ou fica com um custo acrescido. E, entretanto, o país já investiu 159 milhões de euros na variante de Alcácer e está a preparar o investimento na linha entre Vendas Novas e Évora. Projectos estes que não serão integralmente aproveitados se não houver continuidade da linha para Espanha.
 
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Maioria dos projectos mantém-se na Europa
 
A França, pioneira do TGV, vai avançar com a linha Atlântica, rumo à fronteira de Hendaya, avançando pela primeira vez com uma parceria público-privada, que será testada no troço Tours-Bordéus. Até agora, as linhas tinham sido feitas através do método de empreitada. Em projecto está também a linha Poitiers-Limôges.


A Alemanha conta já com 1285 quilómetros de rede de alta velocidade, tem 378 em construção e planeia fazer mais 670 nos próximos anos.

Em Itália, está construído o "T" que liga Turim e Milão a Roma e Nápoles. Este país conta com 923 quilómetros de linhas de alta velocidade e planeia ainda unir Milão a Veneza (245 quilómetros) e Génova a Milão (150 quilómetros).

A Holanda, país mais pequeno que Portugal, já tem 120 quilómetros de linha exclusiva para o TGV, a Suíça 35 e o Reino Unido 113. Este último pretende chegar com a alta velocidade de Londres a Birmingham e Manchester.

A Espanha vai inaugurar em Dezembro a linha Madrid-Valência (432 quilómetros) e mantém em construção 1787 quilómetros de linha. O seu ambicioso projecto de construir mais 1700 quilómetros sofreu, contudo, uma paragem devido à crise orçamental. O mesmo aconteceu na Polónia, que tem previstas duas linhas que somam 712 quilómetros.

Iãnki Barron, director do Departamento de Alta Velocidade da UIC (União Internacional dos Caminhos-de-Ferro), diz que a maioria dos países apostou nestes investimentos como uma forma de combater a crise, estimulando a economia e criando emprego. As coisas mudaram, mas de forma moderada, quando os défices públicos começaram a disparar, defende este responsável. "Quando muito, há uma desaceleração de novos projectos, mas o que estava planeado está a avançar. Só em Portugal e na Polónia é que as coisas não estão claras", disse ao PÚBLICO.

No mundo, existem 42 mil quilómetros de linhas de alta velocidade, das quais cerca de 18 mil na Europa e 21 mil na Ásia.

in: publico.clix.pt secção "Economia" de 8 Nov/10

02/06/2010

Espanha adia troço TGV

O Ministério do Fomento Espanhol decidiu adiar o lançamento das propostas para a construção da linha de alta velocidade que ligará Madrid à fronteira portuguesa.
O adiamento do lançamento das propostas não indica contudo, segundo fontes oficiais do Ministério do Fomento espanhol, que haja qualquer adiamento da data para a inauguração da ligação Madrid/Lisboa prevista para 2013.
Esta decisão prende-se com as medidas de austeridade já anúnciadas pelo executivo espanhol, ou seja, na avaliação do impacto económico das grandes obras públicas no país vizinho.

15/12/2009

Metro de Barcelona inaugurou nova linha automática

No passado domingo, teve lugar a abertura da mais recente linha de metropolitano da cidade de Barcelona, a Linha 9. Esta é uma linha totalmente automática e sem condutor, uma vez que a circulação das carruagens, assim como a abertura e fecho de portas, é realizada no centro de comando e controlo do Metro de Barcelona. A linha tem uma extensão total de 4 quilómetros e liga as estações de Can Peixauet e Can Zam, nos subúrbios da cidade condal. Apesar de existirem várias linhas automáticas sem condutor em toda a Europa, a Linha 9 passou a ser a mais extensa no Velho Continente. Recorde-se que o Metropolitano de Lisboa também está a estudar a hipótese de introduzir na sua rede uma linha “driverless”, um projecto que tem vindo a ser desenvolvido no âmbito da UITP. Actualmente, a linha vermelha do Metro já está esquipada com um sistema de condução automática, no entanto o sistema só funciona integralmente em composições com três carruagens.

in: www.transportesemrevista.com de 15 Dez/09

06/05/2009

Clickair e Vueling em processo de fusão


As companhias espanholas de baixo custo ClickAir e Vueling iniciaram um processo de fusão, que se concluirá em Julho próximo.
Segundo Josep Pique administrador da Vueling, se as duas empresas continuassem individualmente "teriam um futuro muito mais complicado".
A Iberia, principal accionista da Vueling, partilhará códigos de voo com a nova Vueling e terá cerca de 45% das acções, no entanto, as duas operadoras (Iberia e Vueling) serão concorrentes no mercado de aviação.
A nova empresa irá operar com 35 aparelhos.

12/04/2009

Madrid - ida e volta por 47 Euros

Desde o mês de Março que passou a ser possível adquirir bilhetes a partir de 23 euros e 45 cêntimos para a viagem ferroviária entre as capitais Ibéricas, no Trenhotel Lusitânia. Estes bilhetes, denominados Tarifa WEB - 60% de desconto - podem ser apenas adquiridos no site Venta On Line da Renfe-operadora e com uma antecedência de duas semanas. Se se comprar com uma semana de antecedência, será aplicada a Tarifa Estrella - 40% de desconto - pelo que a viagem poderá ficar por 35,10 EUR.
À excepção da Gran Clase, todas as classes do comboio Lusitânia oferecem esta gama de descontos. Além de Lisboa e Madrid, este comboio efectua as seguintes paragens intermédias: Oriente, Entroncamento, Abrantes, Marvão-Beirã, Valencia de Alcântara, San Vicente de Alcântara, Cáceres, Navalmoral de la Mata e Talavera de la Reina.
Por enquanto não é possível adquirir viagens com tarifas promocionais para os percursos intermédios. Mas comprando para o percurso completo acaba por compensar na grande maioria das deslocações.
Com estas novas tarifas, será possível passar uma jornada inteira em Madrid por apenas 46,90 EUR para os passageiros que entrem nas estações de Lisboa Santa Apolónia, Oriente, Entroncamento, Abrantes ou Marvão-Beirã.
Se o destino final for uma estação servida por comboios da unidade Renfe Larga Distancia (comboios de longo curso tanto AVE como convencionais), o passageiro poderá igualmente adquirir no site da Renfe-Operadora viagens com o mesmo tipo de descontos.
O Lusitânia Trenhotel tem saída de Lisboa Santa Apolónia diariamente pelas 22h30 e de Madrid Chamartín pelas 22h25 (hora local).

in: www.transportes-xxi.net/noticias/1325 de 12/Abr/08

11/09/2008

Ryanair desiste de base no Porto

O Porto não vai ter, para já, uma base da Ryanair. A companhia aérea alega falta de condições no momento em que o mercado é muito competitivo para instalar essa estrutura do Aeroporto Sá Carneiro. Mas vai para Barcelona.
Depois de meses de polémica com muitas vozes da região Norte a contestarem os obstáculos, colocados pela ANA - entidade gestora dos aeroportos nacionais -, à empresa irlandesa, o executivo de Marketing e Vendas para Portugal da Ryanair, Luís Fernandez-Mellado, explicou que o Porto não é opção neste momento. A garantia foi dada ontem de manhã numa conferência de Imprensa para a apresentação da campanha de Inverno daquela companhia de voos de baixo custo.
A razão para esta desistência prende-se com a inexistência de uma conjuntura atractiva para a criação da base no Sá Carneiro. "Neste momento, não estão reunidas as melhores condições para a Ryanair ter uma base no Porto. Estamos a atravessar uma fase muito competitiva e a situação da companhia é muito idêntica àquela que existia há um ano", esclareceu Luís Fernandez-Mellado. Curiosamente, foi há cerca de um ano que a empresa apresentou uma proposta à ANA para a instalação da base, na qual pedia tarifas mais baixas em troca da atracção de quatro milhões de passageiros ao longo de sete anos.
Apesar do mercado competitivo, a companhia irlandesa olha para Espanha. Luís Fernandez-Mellado adiantou que a Ryanair tem prevista a abertura de uma base num aeroporto, próximo de Barcelona, no início do próximo mês. Actualmente, a companhia opera no aeroporto de Girona. Ainda assim, não fecha a porta à colocação de uma estrutura semelhante no Sá Carneiro. No entanto, é uma hipótese a analisar no futuro ao longo prazo.
Findas as férias de Verão, volta a ser o projecto de base da Ryanair a espoletar a discussão sobre a gestão centralizada do Aeroporto de Pedras Rubras. Várias personalidades da região, ouvidas pelo JN, lamentam a oportunidade perdida. Rui Moreira, uma das vozes mais críticas da "falta de transparência" da gestão da ANA, não ficou surpreendido: "Era a crónica de uma morte anunciada".
Para o presidente da Associação Comercial do Porto, esta perda penalizará a região. "Era uma oportunidade que me parecia que podia estar perdida. Eu gostaria que tivesse sido agarrada. A ANA alega que as condições da Ryanair não eram economicamente viáveis. Mas, enquanto não houver transparência na gestão do aeroporto, tenho a maior das desconfianças sobre a capacidade da ANA de trazer negócio para o país", acusa Rui Moreira.
A Junta Metropolitana do Porto ainda espera por uma resposta do Governo aos estudos e às propostas, enviados no final de Julho. Este mês, voltar-se-á a ouvir a voz dos autarcas. Esta desistência da Ryanair é indicadora, na perspectiva de Rui Rio, de que a preocupação com uma gestão "subordinada à lógica centralista" do aeroporto do Porto tem sentido. Por isso, o presidente da Junta leva, de novo, o debate sobre a autonomização da liderança do Sá Carneiro à mesa metropolitana. A reunião está marcada para o dia 26.
O JN contactou o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, assim como a ANA, mas ambas as entidades recusaram fazer comentários à decisão empresarial da companhia de voos de baixo custo.

in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 11 Set/08

26/08/2008

Avião da Ryanair aterra de emergência em França


Um avião da companhia irlandesa Ryanair aterrou esta noite (cerca das 22:30h) de emergência em Limoges (França) numa ligação que se fazia entre Bristol e Barcelona-Girona, depois de ter perdido cerca de oito mil metros de altitude em cinco minutos.
O aparelho transportava 168 passageiros, e 7 membros da tripulação, sendo que 27 destes passageiros encontram-se com problemas nos timpanos provocado pela aterragem de emergência.
A companhia diz que aterrou por uma questão de precaução.

01/08/2008

Estação de TGV no Sá Carneiro "beneficia" Vigo

A ideia de que uma estação de TGV no aeroporto Francisco Sá Carneiro beneficiaria Vigo foi, ontem, defendida por Rui Rio, enquanto o seu homólogo da capital galega não escondeu alguma simpatia por esta proposta e por uma gestão privada.

Após um encontro, no Porto, com o alcaide de Vigo, Abel Caballero, em que o comboio de alta velocidade foi discutido, o presidente da Câmara do Porto vincou ser "importante que haja uma paragem no aeroporto". E, embora os operadores "gostem" de apostar numa estação no centro das cidades, recordou que há uma boa ligação via metro. Questionado pelos jornalistas sobre as vantagens para o país vizinho, admitiu queVigo "beneficiaria" de uma estação de alta velocidade no aeroporto de Francisco Sá Carneiro.

Por sua vez, numa posição cautelosa, para não interferir em "questões internas" que competem exclusivamente às autoridade portuguesas, Abel Caballero destacou que "uma parte do sul da Galiza" chega ao aeroporto de Sá Carneiro para voos transatlânticos e do Norte chegam a Vigo para viajar até Madrid.

"É uma questão que compete às autoridades portuguesas decidir", reforçou o alcaide de Vigo. "Não devo dar opinião. O que aqui se discute para nós será magnífico", respondeu, no entanto.

Quanto ao modelo de gestão autónoma do aeroporto, defendido a Norte e também discutido na reunião entre ambos, Caballero disse ter uma posição definida mas não a divulgar. Questionado sobre se uma gestão descentralizada beneficiaria a articulação entre ambos os territórios, concretamente com os três aeroportos da Galiza, o responsável de Vigo disse que "certamente o presidente da Câmara do Porto terá uma opinião bastante qualificada". E "a sua opinião é que vale", vincou, sugerindo que estará de acordo com o seu homólogo.

Ainda sobre o TGV, Caballero afirmou que "os prazos para a construção" das diferentes linhas "estão garantidos em Espanha e "quase totalmente garantidos" em Portugal.

Após a reunião na Casa do Roseiral, que visou reforçar a geminação entre Porto e Vigo, os políticos da duas cidades prometeram, ainda, reforçar a cooperação que já existe no turismo, estando previstas reuniõese entre os respectivos vereadores. A realização de iniciativas conjuntas será pensada pelos autarcas que, segundo Caballero, gerem os destinos das duas cidades "líderes" das regiões nortenhas de Portugal e Espanha.

in: www.jn.pt secção "Porto" de 1 Ago/08

02/06/2008

Governo lança concurso para a construção do TGV

O governo lança hoje um concurso público para a primeira fase da rede de TGV que deverá ligar Lisboa a Caia em Espanha num total de 167 km's a construir a partir de 2010.
O investimento deste primeiro troço que terá num total cerca de 600 km's custará 1650milhões de euros, abaixo do estimado segundo o governo.
Em 2009 seguirá o concuroso para a construção do troço Lisboa-Porto.
Um bilhete Lisboa-Madrid irá custar 100 euros, e um bilhete Lisboa-Porto 40 euros, afirmou a Secretária de Estado dos Transportes Ana Paula Vitorino.
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