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04/04/2018

Engenheiros consideram um erro fazer linha circular no Metro de Lisboa

facebook.com/transportesonline
A Ordem dos Engenheiros promoveu ontem um debate sobre a expansão do Metro de Lisboa, nomeadamente com a criação de uma linha circular e a construção das estações de Estrela e Santos que ligam ao Cais do Sodré.

O Metropolitano argumenta que a criação da linha circular com parte da atual linha amarela a ser integrada na verde vai trazer mais clientes para o Metro, cerca de 9 milhões anualmente. No entanto, os engenheiros contestam com a falta de estudos que validem esta opção, ou pelo menos a falta de divulgação destes estudos, e defendem em alternativa o prolongamento da linha vermelha para Alcântara, argumentando que a linha circular não serve a economia e o emprego na zona, e poderá trazer uma taxa significativa de avarias na linha. Também já circula uma petição publica na internet para revogar a decisão de construir a linha circular.
Recorde-se que a futura linha circular vai integrar parte da atual linha amarela entre o Campo Grande e o Rato com a construção das estações de Estrela e Santo ate o Cais do Sodré onde atualmente inicia a linha verde com destino ao Campo Grande. 

17/07/2016

Metro do Porto - Ministro do Ambiente propõe ligação à Trofa por autocarro

facebook.com/transportesonline
O ministro do Ambiente vai propor aos autarcas da região do Porto que a ligação entre o ISMAI e a Trofa do Metro do Porto, prevista na primeira fase de construção, seja feita por autocarro.

Contrariando a resolução aprovada no parlamento na semana passada (ler noticia aqui), que prevê a extensão do metro à Trofa, e o prolongamento da linha D a Vila D'este, e da linha F a Gondomar, João Matos Fernandes diz em entrevista ao JN, que nada ainda está decidido, remetendo a decisão para a conclusão dos estudos técnicos a realizar pela Metro neste segundo semestre com base no critério "custo-beneficio", para negociar com os autarcas da região, quais as linhas que deverão avançar. Recorde-se que o governo reservou um montante global de 400 milhões de euros para a expansão das redes de metro de Lisboa e Porto num total de 9 km's. No entanto, o ministro diz que o valor total a investir poderá chegar aos 500 milhões de euros.
Sabe-se todavia, que para Lisboa está reservado um total de 160 milhões de euros para ligar a linha amarela entre o Rato e o Cais do Sodré, sobrando 240 milhões para o Porto, embora ao contrário de Lisboa, sem consenso sobre as linhas que deverão avançar.
Sobre os 100 milhões que restam, o ministro diz ainda não estar decidido em que projeto será alocado, mas estará seguramente reservado para os metros de Lisboa e Porto. Quanto à extensão à Trofa, com base nos estudos atualmente disponíveis, Matos Fernandes vai propor que a ligação seja feita por autocarro até ao centro da Trofa aproveitando o canal ferroviário atualmente existente e que está votado ao abandono, alegando que a expectativa de procura não justifica o investimento previsto pelo modo ferroviário. Atualmente a ligação do ISMAI à Trofa é assegurada com recurso ao aluguer de autocarros.

Municipalização da Carris e STCP

No que respeita à municipalização da Carris e STCP, o ministro do Ambiente assegura que a 1 de Janeiro de 2017, as empresas passarão a ser geridas a nível local. No caso do capital da Carris, passará integralmente para a Câmara de Lisboa, cabendo ao Estado assumir a dívida histórica da empresa, e à autarquia os custos de operação e renovação da frota. Quanto à STCP, esta será gerida pelos 6 municípios onde opera (Porto, Gaia, Maia, Matosinhos, Gondomar e Valongo), sendo Estado responsável pela divida histórica da companhia, e por financiar parte dos custos de operação e a aquisição integral de 320 autocarros a gás natural. Quanto à passagem do capital da STCP para as respetivas autarquias, Matos Fernandes não acredita que se fará nesta legislatura devido à difícil situação financeira de algumas destas autarquias.

29/12/2010

Busway é alternativa ao metro

A Transdev, antiga operadora do metro do Porto, tem uma alternativa àquele meio de transporte que poderá ser usada, por exemplo, na Avenida da Boavista (Porto) ou na ligação à Trofa. O busway, autocarro que circula em via própria, já funciona em França.


"É a reinvenção do autocarro, rápido, seguro e regular", assegura, ao JN, Manuel Seabra, presidente do Conselho de Administração do Pólo Rodoviário da empresa.

O responsável explica que o busway - "marca registada" da Transdev - é uma solução para eixos cuja procura varia entre as 10 mil e os 40 mil pessoas por dia e que não justificam um investimento, mais pesado, em metro ligeiro.

Manuel Seabra assegura que a cada quilómetro de busway (incluindo canal e veículo) custa 2,5 milhões de euros, enquanto cada quilómetro de metro, no caso da primeira fase da rede do Porto, ultrapassou os 20 milhões.

"É uma opção mais económica", reitera Manuel Seabra., admitindo que o busway faria sentido em percursos como a Avenida da Boavista, no Porto, onde até já existe o canal central, a ligação da Maia à Trofa (a linha de metro foi abandonada pelo Governo) ou ligações entre zonas menos densas e o centro de Vila Nova de Gaia.

O responsável escusou-se a comentar se faria sentido o busway em algumas dos troços actualmente cobertos pelo metro, até porque não conhece os estudos (designadamente de procura) que justificaram a opção.

A Transdev garante que o busway é um meio de transporte à medida de uma área metropolitana e que garante um serviço equivalente ao do metro. Os próprios autocarros têm uma configuração semelhante às composições, com a cabine de condução isolada dos compartimentos para os utentes.

De resto, o busway é um autocarro que circula por um canal exclusivo - construído de raiz ou adaptado - e que tem sempre prioridade nos cruzamentos e nos semáforos. Isso permite-lhe garantir uma cadência elevada e o cumprimento de horários.

"Circulando em sítio próprio, consegue atingir uma velocidade média de 20 quilómetros hora [inferior à do metro, mas superior á dos autocarros normais]. A frequência, na ordem dos três minutos, permite transportar três mil pessoas por hora", contabilizou.

in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 29 Dez/10

02/12/2010

Viagens grátis na linha F

Embora ainda sem data prevista para a abertura da nova linha, o Metro do Porto espera inaugurar a nova linha F ainda este mês, oferecendo viagens à borla a todos os seus utilizadores.
A nova linha, é a sexta da rede do metro e, liga a Sra. da Hora em Matosinhos a Fânzeres em Gondomar.
A linha laranja, também assim conhecida, acresce sete km's de rede e dez novas estações entre o Estádio do Dragão e Fânzeres já que, entre a Sra. da Hora e o Dragão, trata-se de um tronco comum às linhas, A, B, C, e E, agora também utilizada pela linha F.
As novas estações ainda no Porto são: Contumil (faz ligação à CP), Nazoni e Nau Vitória. Em Gondomar: Levada (C.C. Parque Nascente), Rio Tinto (faz ligação à CP), Campainha, Baguim, Carreira, Venda Nova e Fânzeres.
A ligação entre Fânzeres e a Sra. da Hora será de 39 minutos, sendo os intervalos de passagem dos veículos da linha F de 15 minutos nas horas de ponta.

25/11/2010

Quase tudo pronto na linha F

 São praticamente sete quilómetros a ligar o Estádio do Dragão a Fânzeres em Gondomar, e dez novas estações. A linha F do Metro do Porto irá abrir no final do ano.

Está praticamente tudo concluído ao longo destes sete quilómetros apesar de, a linha F ser mais extensa ao utilizar o tronco comum das linhas A, B, C e E entre o Dragão e a Sra. da Hora.
Por agora, decorrem os ensaios das composições, e a instalação das máquinas de venda e de validação de bilhetes, sinalética, painéis informativos, entre outros.
A linha F (linha laranja) irá percorrer as zonas Andante C2, C1, C6, C9 e C8.

04/11/2010

Governo suspende obras públicas em transportes na Grande Lisboa

Carlos Correia da Fonseca, Secretário de Estado dos Transportes garantiu ontem em visita às obras de prolongamento da linha vermelha ao Aeroporto que, os projectos anunciados para alargamento da rede de transportes da Grande Lisboa serão suspensos, ou reavaliados. Em causa estão algumas obras da Refer, e do alargamento do metropolitano como a extensão da linha azul ao Hospital Amadora-Sintra que criaria três novas estações, da linha amarela a Loures com cinco novas estações, e da expansão da linha vermelha até Sacavém com duas novas estações.
Apenas as obras actualmente em construção como o alargamento ao Aeroporto, ou da ligação da linha azul entre Amadora Este e a Reboleira serão feitas. No primeiro caso, estima-se que as obras estejam concluídas no último trimestre de 2011. A ligação à Reboleira estará concluída no primeiro trimestre de 2012.
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