27/01/2016

Metro do Porto vai continuar a ser gerido por privados

O Metro do Porto vai continuar a ser gerido por privados. A garantia é dada pelo atual governo que tem em curso um processo de reversão da subconcessão dos transportes de Lisboa e Porto, lançados pelo anterior governo, e que atribuiu a gestão do Metro do Porto para os próximos 10 anos ao grupo francês Transdev.

O Metro do Porto ao contrário das outras empresas públicas de transportes, desde o inicio das operações em Dezembro de 2002, sempre foi operada por privados. O anterior governo, lançou um novo concurso para a operação da rede dado que, o contrato com o atual concessionário terminou em Dezembro de 2014, tendo sido prolongado por periodos sucessivos de 3 meses até agora. A par disso, foram lançados concursos para a subconcessão da STCP, Carris e Metro de Lisboa. Todos os concursos carecem do visto do Tribunal de Contas pelo que não entram em vigor sem o referido parecer. Para o atual governo, as concessões são para anular. No caso do Metro do Porto, a subconcessão avança. Não se sabe porém, se com os franceses da Transdev, ou através do lançamento de um novo Concurso Público Internacional.
Até Fevereiro o consórcio ViaPorto assegura a operação e manutenção da empresa.

Atualização!

Será lançado novo concurso para a subconcessão do Metro do Porto.

O ministro do Ambiente, Matos Fernandes, garantiu hoje numa visita ao Metropolitano de Lisboa, que será lançado um novo concurso para a subconcessão do Metro do Porto. Entretanto, será prorrogado por mais 3 meses, o contrato com a ViaPorto, atual concessionária da Metro, que ficará responsável pela operação e manutenção da rede até ao final de Junho.
Na mesma cerimónia de comemoração do 56º aniversário do Metro de Lisboa, Matos Fernandes revelou querer envolver mais as autarquias na gestão da rede de transportes. A esse propósito já era conhecida a intenção de passar a gestão da Carris para a Câmara de Lisboa, sendo que o governo mantém conversações com as 6 Câmaras Municipais servidas pela rede da STCP, para passar para a sua alçada, ou para a tutela da Junta Metropolitana do Porto, a gestão da STCP. Quanto às redes de metro de Lisboa e Porto, a gestão manter-se-à na tutela do Estado, mas o ministro do ambiente garante que também as autarquias terão um papel fundamental na sua gestão.

Notícia atualizada às 17h15 de dia 29 Janeiro 2016

22/01/2016

Carris vai ser municipalizada

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A gestão da Carris vai ser municipalizada, de acordo com Basílio Horta presidente do Conselho Metropolitano de Lisboa.

A gestão da Carris passa para o município lisboeta, mas a gestão do metro continua nas mão do Estado, apesar da administração das empresas continuar a ser comum, juntamente com a Transtejo.
Para os municípios está previsto um reforço de competências, nomeadamente em questões de bilhética, concursos, requisitos técnicos, novas carreiras, entre outros.
Não se sabe ainda ao certo, em que moldes e quando transita  a gestão da empresa para o município de Lisboa, nem quem ficará com a divida da empresa. Também não é conhecido no caso da STCP no Porto, se a mesma passará para a gestão da Câmara da Invicta.

20/01/2016

Governo nomeou nova administração para os transportes do Porto

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O governo nomeou a nova administração da STCP e Metro do Porto, que passa a ser presidida por Jorge Moreno Delgado, antigo administrador do Metro do Porto.

A nova administração que é composta ainda por Pedro Azeredo Lopes e Tiago Costa Braga terá como missão reverter a subconcessão das empresas de transportes do Porto.

Governo pretende criar passe família

Os planos do governo para a área dos transportes, passa por vir a criar o passe família, e bilhetes de desconto para viagens de 5 ou mais elementos, como forma de fomentar o uso dos transportes públicos. O governo pensa ainda tornar mais acessível o uso de bicicleta e de internet nos transportes públicos, bem como a disponibilização  e gestão de informação, e aquisição de títulos de transportes através do uso do telemóvel.

14/01/2016

Portugalia vai mudar de nome, e TAP com ligações Lisboa/Porto ao preço do comboio

A Portugalia Air Lines (PGA), vai mudar de nome para TAP Express.

A  companhia aérea adquirida pela TAP em 2006 ao Grupo Espírito Santo, terá um novo nome até Julho reforçando desta forma, a marca TAP a nível internacional, e contará com 17 novos aviões.
O consórcio Atlantic Gateway de Humberto Pedrosa e David Neeleman que adquiriu 61% do capital da TAP prevê gastar cerca de 400 milhões de euros nesta aquisição cuja escolha poderá recair em aeronaves Fokker 100, Embraer 145 Private, e Beechcraft 1900D.

TAP Express reforça rotas entre Lisboa e Porto com bilhetes a preço de comboio

A partir de Maio a TAP irá reforçar as rotas entre Lisboa e Porto, com ligações hora a hora, e bilhetes ao preço do comboio. Esta foi uma das novidades apresentadas hoje por Fernando Pinto, presidente da TAP, e que prevê que a TAP possa concorrer diretamente com o comboio e o autocarro nesta que é a principal ligação do país, e ao mesmo tempo competir com a Ryanair que oferece 3 ligações aéreas em cada sentido.
David Neeleman  há pouco tempo em passagem pelo Porto referia precisamente que a TAP necessitava de competir diretamente com as companhias low-cost que têm uma importante presença no Aeroporto do Porto. Assim, através da TAP Express, haverá 16 ligações aéreas diárias com preços a 39€ ida, ou seja, 144 ligações semanais.

07/01/2016

Governo nomeia nova administração da Transportes de Lisboa

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O governo nomeou hoje em Conselho de Ministros a nova administração da Transportes de Lisboa, que será liderada por Tiago Farias, antigo administrador da EMEL.

A Transportes de Lisboa que reúne Carris, Metro, Transtejo e Soflusa tem uma nova administração nomeada hoje pelo governo e que visa concluir o processo de reversão da subconcessão dos transportes ao Grupo espanhol Avanza. Apesar da Transportes de Lisboa ter uma administração nomeada há menos de um ano, o governo decidiu mudar a administração, dado que coube à anterior lançar o Concurso para a subconcessão, processo que este governo espera reverter dentro de um mês, não dando lugar a qualquer compensação financeira por estar em exercicio há menos de um ano.
Acompanham Tiago Farias na administração da Transportes de Lisboa, Luís Barroso, António Pires, José Realinho de Matos e Maria Helena Campos.

Para o Porto, cujas subconcessões da Metro do Porto e STCP também serão revertidas, também será escolhida uma nova administração.
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