29/08/2010

Opinião: Só visto!

Ontem Sábado dia 29, esperava pelo autocarro nº 105 da Resende que me levaria ao Marshopping.
Era a primeira vez que iria andar na Resende. Em nenhum dos seus percursos, a operadora disponibiliza qualquer informação sobre os horários das suas carreiras. Ainda assim, decidi esperar na paragem do Hospital S. João até que chegasse.
Para meu espanto, o autocarro passa pouco depois das 15:35h na referida paragem a toda a velocidade pelo meio da estrada, com o motorista distraído a falar ao telemóvel. Fiz sinal de paragem mas, o motorista nem sequer olhou.
Já me apercebi muitas vezes que a Resende ao passar pelas paragens nem se aproxima, seguindo a toda a velocidade como se ali não existisse nada. É um mau serviço seguramente!

por: Joaquim Alves

* faça-nos chegar as suas noticias, ideias, reclamações, etc. para ipsisnet@gmail.com

28/08/2010

Menos uma estação na linha do Campo Alegre

O Ministério do Ambiente entende que a linha do Campo Alegre tem paragens a mais entre a Praça do Império e a Faculdade de Letras, no Porto, e propõe a eliminação de uma das quatro estações projectadas. Também exige a ligação à Linha Amarela em S. Bento.


A declaração de impacte ambiental, que chumba a passagem das composições à superfície no Parque da Cidade e levou a Empresa do Metro a enterrar a linha e a deslocar a estação para a margem da Avenida da Boavista, sugere outras alterações ao traçado de 9,6 quilómetros entre Matosinhos e a Baixa portuense.

O Ministério do Ambiente não concorda que a Metro construa uma nova estação em S. Bento sem ligação à actual. A empresa pretende implantar a estação de S. Bento II no subsolo da Praça da Liberdade, prevendo-se apenas uma ligação técnica (para injecção de veículos) à plataforma existente onde pára a Linha Amarela (liga Porto a Gaia).

No documento, exige-se que, no momento de elaboração do projecto de execução, seja desenvolvida "uma solução de integração da estação de S. Bento da linha do Campo Alegre com a Estação de S. Bento da Linha Amarela. Solução preferencialmente do tipo mineiro, que considere a articulação em subsolo com a Linha D já existente e utilize, exclusivamente, os acessos de superfície já existentes" das estações dos Aliados e de S. Bento.

Da mesma forma, ordena-se à Empresa do Metro que reavalie a necessidade de construção das estações da Pasteleira, do Fluvial, de Lordelo e do Botânico (na Rua do Campo Alegre).

O Governo considera que estão demasiado próximas. Uma opção que "não parece consentânea com a velocidade que se pretende imprimir" na circulação do metro. A solução passaria pela eliminação de uma das paragens, relocalizando as restantes três para "não prejudicar o acesso das populações".


Linha de Valbom desviada para servir hospital-escola

O projecto da linha de Valbom será alterado para servir o hospital-escola da Universidade Fernando Pessoa, em Gondomar. O Ministério do Ambiente não exige mudanças ao traçado no Porto, até porque a Câmara não manifestou qualquer objecção.


O Município ficou em silêncio durante a consulta pública do estudo prévio (entre 28 de Abril e 28 de Maio) da linha que aproximará Campanhã (Porto) do centro de Gondomar. Não emitiu um parecer sobre o trajecto, apesar de, em Junho passado, a Maioria PSD/PP ter manifestado preocupação pelo facto do metro não servir Azevedo de Campanhã. Essa apreensão não foi expressa no momento em que o projecto esteve em discussão pública.

Daí que o Governo tenha concedido declaração de impacte ambiental favorável condicionada ao traçado, excepto no troço entre as estações de S. Pinheiro e Oliveira Martins. Só nessa zona haverá alterações, com um desvio para servir a unidade hospitalar em construção em S. Cosme. Ao contrário da Autarquia portuense, a Junta e a Assembleia de Freguesia de Valbom e a Câmara de Gondomar pronunciaram-se sobre o estudo prévio da Metro. O Município viu o seu pedido ser atendido.

A Autarquia liderada por Valentim Loureiro sugeriu que as composições passassem junto ao hospital-escola da Universidade Fernando Pessoa, criando-se uma nova estação. A Comissão de Avaliação, nomeada pela Agência Portuguesa do Ambiente, entendeu que a pretensão tem mérito, porque, "para além de permitir que a linha de Valbom venha a servir aquele equipamento, o que foi considerado muito positivo, poderá também proporcionar um incremento da população servida", como pode ler-se na declaração de impacte ambiental, emitida a 29 de Julho deste ano.

Assim, em vez de seis estações (três enterradas e três à superfície), a segunda ligação do metro entre Porto e Gondomar terá uma sétima paragem. Com uma extensão de 5,7 quilómetros - 48% em túnel -, a construção da linha custará 183 milhões de euros e demorará dois anos. O arranque da operação está previsto para 2018. A viagem entre a estação de Campanhã e o centro de Gondomar demorará oito minutos.

Menos felizes foram a Junta e a Assembleia de Freguesia de Valbom que defendiam a relocalização da estação S. Pinheiro para uma distância de 300 a 350 metros a Oeste, de modo a aproximar-se do centro da freguesia. Mas a mudança foi rejeitada por resultar num acréscimo de custos.

"A relocalização pretendida não só implicará o enterramento da estação S. Pinheiro, como não se prevê que a mesma se venha a traduzir num aumento de população servida que justifique os custos inerentes ao enterramento. Neste sentido e ponderando os custos/benefícios da pretensão, a CA [Comissão de Avaliação] considerou que a alteração proposta não se afigura uma medida eficaz", refere-se no documento, a que o JN teve acesso.

A execução desta ligação contempla a regularização fluvial do rio Torto numa extensão de 480 metros, o que implicará a construção de um novo pontão na EN209 e a relocalização do lavadouro na Rua do Freixo, do campo de jogos e do edifício de apoio. Esta obra obrigará a demolir, ainda, três casas e anexos em Campanhã, armazéns agrícolas em ruínas em Valbom e uma habitação em bom estado de conservação e um tanque em S. Cosme. O Governo exige que seja encontrado um novo espaço para que o funcionamento da feira semanal de Gondomar, cujo terreno será ocupado pelo metro, não seja afectado.

in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 28 Ago/10

27/08/2010

Autocarros de dois pisos começam a circular em Outubro

ão quinze autocarros de dois andares da germânica Man, que eram para entrar ao serviço em Dezembro passado, mas o Instituto de Mobilidade de Transportes Terrestres (IMTT) não homologou a sua licença por estes terem seis centímetros de altura a mais, o que contraria a legislação nacional.
Os veículos semelhantes aos que operam em Berlim (vêr vídeo) ficaram a aguardar autorização legislativa especial na fábrica da construtora na Alemanha que era igualmente responsável pela homologação junto do IMTT. No decorrer da operação a transportadora portuguesa não pagou qualquer valor pelos autocarros, no entanto, requereu uma autorização legislativa especial, situação prevista na legislação portuguesa, para que os autocarros de dois andares pudessem operar em determinadas linhas, requerimento que o IMTT consecutivamente indeferiu. Finalmente, o IMTT deu parecer favorável sendo que, brevemente os dez autocarros tudo indica, entrarão ao serviço  a partir do próximo mês de Outubro.


Os autocarros de dois andares regressam ao Porto dezanove anos depois.

Os antigos troleicarros da Invicta que operavam a linha para Gondomar foram retirados de serviço no inicio dos anos noventa. A STCP  apostou numa nova frota de autocarros mais modernos e confortáveis, deixando de fora a opção por uma nova geração de troleicarros,  reflectindo uma escolha por autocarros a diesel e mais tarde a gás natural. 
A escolha por veículos standard foi vista como uma opção mais inteligente, económica, e melhor adequada às necessidades das pessoas e da mobilidade da cidade. Agora, dezanove anos depois, e apesar de não se tratarem de novos troleis, mas de veículos movidos a diesel: os autocarros de dois andares estão de volta à cidade do Porto.


Prazos para a chegada do metro de Lisboa ao Aeroporto descarrilaram

Em construção desde Fevereiro de 2007, o troço do Metropolitano de Lisboa que vai ligar o Oriente ao Aeroporto tem conclusão prevista para "o quarto trimestre de 2011". A obra de prolongamento da Linha Vermelha, com uma extensão de 3,6 quilómetros e que incluirá as estações Moscavide, Encarnação e Aeroporto, deverá custar 226 milhões de euros.


Quando os trabalhos arrancaram, já depois de ter sido indeferida uma providência cautelar interposta por um dos concorrentes preteridos para a realização da obra, a inauguração foi anunciada para 2010. Com o avançar das obras essa previsão caiu por terra, levando a que há exactamente um ano o então presidente do Metropolitano de Lisboa, Joaquim Reis, optasse já por falar no primeiro semestre de 2011.

Questionado pelo PÚBLICO sobre o assunto, o Metropolitano de Lisboa fez saber ontem através da sua assessoria de imprensa que "prevê concluir o prolongamento Oriente-Aeroporto no quarto trimestre de 2011". Quanto ao andamento dos trabalhos, a transportadora não quer falar em "dificuldades" mas sim em "desafios técnicos", destacando nesse âmbito "a execução do túnel de via dupla, junto à estação Moscavide sob o Aqueduto do Tejo, seguido de uma área de ligação de secções variáveis onde a abóbada do túnel toma larguras expressivas".

Com esta obra, que tem uma extensão de 3,6 quilómetros e inclui três novas estações, o Metropolitano de Lisboa prevê conquistar 13,5 milhões de passageiros no primeiro ano de funcionamento, "entre os quais se estimam 1,5 milhões de clientes novos". Números que, tal como aconteceu com o prazo para a concretização da empreitada, têm vindo a crescer com o passar do tempo: há um ano a empresa previa apenas 9,9 milhões de passageiros no primeiro ano de actividade e 10,6 milhões após o quarto ano de operação.

Em relação às características arquitectónicas das futuras estações de Moscavide, Encarnação e Aeroporto, o Metro explicou ontem, em respostas por escrito, que estas "apresentam uma tipologia caracterizada por átrio central com cais laterais", convergindo os acessos existentes à superfície para um único átrio no interior. Esta solução, acrescenta a empresa, "é vulgarmente utilizada na rede de metro e tem vindo a ser utilizada desde o prolongamento da Linha Azul ao Colégio Militar".

Para a estação Aeroporto está confirmada a "intervenção plástica do cartoonista António Moreira Antunes", mais conhecido como António. Um dos mais polémicos e conhecidos trabalhos do cartoonista, que semanalmente publica no Expresso, é um cartoon de 1993 em que António representava o Papa João Paulo II com um preservativo no nariz.

Segundo a última estimativa, levar o metro ao Aeroporto representará "um investimento máximo de 226 milhões de euros". O concurso para a instalação da via-férrea ainda está a decorrer.

Projecto para levar o metro até Loures foi abandonado

O anúncio foi feito a poucos meses das eleições legislativas e das eleições autárquicas de 2009: o Metropolitano de Lisboa ia finalmente estender-se para o interior de Loures, respondendo aos apelos repetidos ao longo de anos por autarcas e moradores cansados do martírio diário que era chegar a Lisboa. E, imagine-se só, seriam duas - e não apenas uma - as linhas de metro a desbravar aquele concelho. O único senão é que esses planos foram entretanto abandonados - sem que disso tenha sido feita qualquer publicitação - com a entrada em funções do novo Governo, eleito no ano passado.

in: publico.clix.pt de 27 Ago-10

26/08/2010

Novos suportes comunicação da Carris

A Carris continua a adoptar novas estratégias de comunicação com os seus clientes.

Já se encontram disponiveis nos veículos da Carris acrílicos com porta folhetos, com espaço para dois monofolhetos e cartaz com visibilidade interior e exterior para comunicar iniciativas da empresa.
Estes acrílicos encontram-se estratégicamente posicionados nas portas de saída, ou junto a estas para chegarem ao maior número de pessoas.
Uma iniciativa idêntica à do Porto onde a STCP adoptou a mesma estratégia em 2004.
Outra iniciativa da Carris, foi a aplicação de mapas da rede nos vidros dos autocarros, podendo os passageiros tirarem dúvidas sobre percursos durante a viagem, uma iniciativa pioneira em Portugal.

Autocarros perdem passageiros, metros ganham

Tendo por análise únicamente as cidades de Lisboa e Porto, no primeiro semestre de 2010 a Carris e a STCP perderam passageiros.
No caso da Carris, em comparação com igual periodo de 2009 a queda é de 0,55%, no Porto a STCP perde 1,7% dos passageiros.
Em situação contrária estão as empresas de metro de Lisboa e Porto, e ainda a Fertagus.
O Metropolitano de Lisboa regista um aumento de 3,8%, sendo a empresa com maior aumento no número de passageiros transportados. Por sua vez, o Metro do Porto teve um aumento em comparação com período homólogo: de 2,8%.
O comboio da ponte (Fertagus) teve um aumento no número de passageiros de 2%. A verificar-se esta tendência de crescimento até ao final do ano, permite à Barraqueiro concessionária do serviço, explorar o serviço sem qualquer comparticipação do Estado.
No caso da CP, o único serviço a registar uma variação favorável de passageiros foi a CP Porto.

STCP recebeu vinte novos autocarros articulados

A Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) recebeu vinte novos autocarros articulados encomendados no ano passado à Auto Sueco.
As viaturas entram hoje ao serviço nas linhas 702 (Bolhão-Travagem) e 703 (Cordoaria-Sonhos), e em linhas de maior procura, e que transportem passageiros até muito próximo do término das linhas.
Os autocarros são alimentados a diesel, dispõem de quarenta e oito lugares sentados e noventa e seis lugares de pé, espaço para acomodação de cadeira de rodas, piso rebaixado e rampa de acesso automática, elevando para oitenta o total de veículos articulados ao serviço da STCP.

25/08/2010

STCP comemora 140 anos

Foi a 25 de Agosto de 1870 que o Barão da Trovisqueira obteve autorização régia para a primeira concessão de transporte na cidade do Porto.
A ligação entre Miragaia e Matosinhos passando por Massarelos e pela Foz era feita pelos então designados "carros americanos": pequenas carroças puxadas por cavalos assentes em carris serviriam para transportar pessoas (normalmente membros das famílias mais endinheiradas) e mercadorias. Estando assentes em carris era à época um meio de transporte mais confortável pois, não era sentida a habitual trepidação dos pavimentos em péssimo estado.
Em 1878 por autorização camarária começa a tracção a vapor que dura até 1914. No entanto, com a electrificação a partir de 1892 a tracção animal e a locomoção a vapor deram lugar às primeiras experiências de tracção eléctrica, uma novidade para a época, passando então, a ser conhecidos como "eléctricos" designação aliás, que ainda hoje se mantém.
Muitos destes veículos foram construídos nas instalações da empresa então designada "Companhia Carris de Ferro do Porto". Hoje, alguns dos veículos eléctricos que circulam na cidade foram integralmente recuperados pela STCP nas suas oficinas, mantendo a traça original.
A Companhia de Carris de Ferro do Porto como assim foi designada até 1946, enfrentou a concorrência de outras empresas que na altura obtiveram a concessão para explorar outras linhas, mas a história haveria de uni-las dando lugar à STCP (Serviço de Transportes Colectivos do Porto hoje Sociedade de Transportes Colectivos do Porto).
Pioneira, a STCP tendo em conta as necessidades da sociedade de então, adoptaria um novo meio de transporte: o autocarro. Corria o ano de 1948, o autocarro viria a tornar cada vez mais popular e o principal meio de mobilidade dos cidadãos, em detrimento do eléctrico, que ano após ano viria a perder popularidade, sendo diminuídos o número de linhas, levando quase ao seu desaparecimento.
Hoje existem três linhas activas que ligam o Infante, Massarelos ao Passeio Alegre, e Massarelos à Cordoaria e Batalha, esta última recuperada recentemente.
Em 1959 mais uma vez pioneira, a STCP introduz o troleicarro que iria perdurar até 1997.
O esforço da empresa foi ao longo da sua história servir as populações dotando-se das ferramentas e acessórios que conferiram à STCP ser uma verdadeira referência na escola do transporte público.

17/08/2010

Duas novas rotas da Ryanair para Gatwick

A partirde 31 de Outubro a Ryanair companhia irlandesa de voos a baixo custo irá operar quatro voos semanais para Londres-Gatwick a partir de Faro, e cinco voos a partir da Invicta com o mesmo destino.
A operadora que detém duas bases aéreas em cada um destes aeroportos portugueses, eleva para trinta e uma as rotas desde da capital algarvia, e para trinta e três desde o Aeroporto Sá Carneiro.
A empresa já havia anúnciado novas rotas a partir do Porto para o mês de Novembro para os seguintes destinos:
Barcelona (El Prat), Bolonha, Bremen, Maastricht, Marrakesh, Munich West (Memmingen) e Valência.

13/08/2010

Horários da STCP em tempo real nas estações de metro

O Metro do Porto e a STCP anúnciaram já estar disponivel nas estações de metro da Trindade, Casa da Música, S. Bento e Campanhã o projecto "GoBus", que consiste na disponibilização de televisores LCD com informação em tempo real dos autocarros da STCP .
Os ecrãs informam sobre as linhas próximas cada uma destas estações de metro, referindo ainda, a localização da paragem de cada linha, sobre o tempo de passagem das duas próximas viagens de cada linha, o destino, e os códigos SMSBUS de cada uma.
Recorde-se que a metro já disponibilizava nas estações de Campanhã, Trindade e Casa da Música informação em ecrãs LCD sobre as partidas e chegadas dos voos no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, juntando-lhe agora mais este serviço.
brochura: stcp.pt/noticias

12/08/2010

Linha do Algarve em estado obsoleto!

A linha do Algarve muito se assemelha aos serviços ferroviários de qualquer país africano, sul americano ou da Europa de Leste.
As composições do serviço regional da CP são obsoletas, e muitas das estações não têm o minimo de condições para garantir um serviço eficaz.
A linha que atraversa o Algarve é feita pelas velhas composições a diesel e o Alfa e inter-cidades apenas fazem o percurso entre Faro e Tunes em via única com avançado estado de degradação.
Para uma região que vive essencialmente do turismo, o serviço prestado às populações e turistas é "uma nódoa" num país da Europa desenvolvida, que se afirma contemporaneo e vanguardista.

J.A.

10/08/2010

Transportes gratuitos no Dia Mundial da Juventude

No próximo dia 12 de Agosto jovens entre os 12 e os 25 anos podem viajar gratuitamente na Carris, STCP, Metro de Lisboa e Porto, Soflusa, Transtejo e nos suburbanos de Lisboa e Porto.
A iniciativa pretende assinalar o Dia Mundial da Juventude, uma iniciativa promovida pelo IPJ a que se assossiaram estes operadores.
Os jovens apenas precisam de fazer prova da sua idade com um documento de identificação válido.

09/08/2010

Petição tem quase quatro mil assinaturas

A “Petição pela requalificação e modernização da infraestrutura e pela introdução de um serviço ferroviário de qualidade na Linha do Oeste” está perto de cumprir o seu objectivo. Já com 3950 assinaturas reunidas, o deputado Heitor Sousa, do Bloco de Esquerda, considera que os objectivos estão cumpridos. Em declarações à agência Lusa, revelou: “Estamos praticamente no objetivo das quatro mil assinaturas, com 3950 já contabilizadas e ainda por contabilizar algumas recolhidas em Peniche e Torres Vedras”. A petição tem por objectivo levar a discussão da modernização e requalificação da linha do Oeste ao Parlamento e, embora tenha sido uma iniciativa do Bloco, tem como promotres representantes dos vários partidos.

in: http://www.transportesemrevista.com/ de 9 Ago/10

Lisboa estuda solução de semáforos inteligentes

O vereador do urbanismo da Camara Municipal de Lisboa Nunes da Silva defendeu, a necessidade de se criar na cidade uma solução de semáforos inteligentes que dessem prioridade à Carris no semáforo vermelho.

A ideia passa por criar em alguns pontos da cidade um sistema em que, a quando da aproximação de um autocarro, o semáforo fique verde fazendo com que as deslocações possam ser mais rápidas reduzindo assim, os tempos "mortos" do percurso.
Apesar de tudo, Nunes da Silva admite que este é um investimento pesado e que terá de ser negociado entre a autarquia e a Carris.
O vereador criticou ainda, a Carris por esta sobrepor sobre as linhas do metropolitano muitas das suas carreiras não promovendo uma alternativa a este nos eixos transversais (onde não chega o metro), e agindo sob uma lógica economicista e concorrencial favorecendo os percursos que são mais rentáveis, inves de criar uma alternativa ao metro.
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