30/05/2007

Empresas públicas celebram Dia Mundial da Criança


A Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP), a Carris, a Transtejo e o Metro de Lisboa associaram-se aos festejos do Dia Mundial da Criança oferecendo viagens gratuitas a todos os jovens até aos 12 anos.
A operadora rodoviária do Porto em colaboração com a Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), pretende com esta acção icentivar os mais novos ao uso dos transportes públicos, disponibilizando para o efeito uma caderneta junto das escolas para oferecer a todos os estudantes, cujo objectivo será o seu preenchimento com cromos oferecidas pelos motoristas em cada viagem realizada. Esta caderneta dará descontos, quando completa, no stand da empresa na Feira do Livro daquela cidade.


A Carris por seu turno, alargou a promoção até ao dia 3 de Junho, permitindo com esta acção dar a conhecer os seus serviços incentivando desta forma, o uso do transporte colectivo. A acção baseia-se numa iniciativa conjunta com o Zoo de Lisboa, convidando os participantes a apadrinharem uma tigre fêmea proveniente da ilha de Sumatra na Indonésia.

A Transtejo e Soflusa oferecerão bilhetes a todas as crianças acompanhadas pelos pais com titulo válido.

Já o Metro de Lisboa, pretende comemorar este dia com a oferta de bilhetes a grupos de crianças provenientes de instituições sem fins lucrativos, devendo as instituições interessadas solicitar junto da empresa os respectivos bilhetes.

fonte: stcp.pt, carris.pt, transtejo.pt, metrolisboa.pt

28/05/2007

Concurso para novos combóios


A CP vai lançar um concurso público internacional para a aquisição de novos combóios para operar na linha de cascais.
Segundo Cardoso dos Reis presidente daquela empresa, já está a ser preparado o caderno de encargos, aguardando no entanto viabilidade do accionista Estado. Se tudo correr como o esperado, a CP lançará o concurso a seguir ao Verão, onde prevê adquirir entre trinta a trinta e seis novas composições.

25/05/2007

Carris lança concurso para novos autocarros


A Carris vai lançar um concurso público internacional para a adjudicação de quarenta novos autocarros, sendo vinte "standart" e vinte autocarros articulados. O objectivo passa por baixar a idade média da frota para os seis anos de idade.

Até ao final de Junho serão instalados nas paragens mais frequentadas cento e cinquenta painéis electrónicos de informação em tempo real, passando a empresa a deter trezentos e cinquenta painéis deste tipo, nas ruas de Lisboa.

Andante Tour


Está disponível um novo título direccionado para os visitantes da Área Metropolitana do Porto que desconhecem o funcionamento do sistema intermodal Andante, caracteriza-se pela máxima simplicidade. Basta escolher o número de dias.

O Andante Tour está disponível em duas versões:
• Andante Tour 1 – válido durante 24 horas consecutivas após a 1ª validação
• Andante Tour 3 – válido durante 72 horas consecutivas após a 1ª validação
Ambos os títulos conferem acesso a toda a rede intermodal Andante permitindo um número ilimitado de viagens.

Tarifário:
• Andante Tour 1 = 5,00 EUR
• Andante Tour 3 = 11,00 EUR

Rede de Vendas:
• Lojas Andante
• Posto de Turismo do Aeroporto Francisco Sá Carneiro
• Pontos de Venda STCP
• Pontos de Venda CP Porto
• Loja da Mobilidade

www.linhandante.com

22/05/2007

Assinado acordo para as obras da segunda fase do Metro do Porto


A Junta Metropolitana do Porto accionista maioritária na empresa Metro do Porto e o governo assinaram ontem um memorando de entendimento para o inicio da segunda fase das obras de construção do metro. A plataforma de entendimento entre as duas entidades prevê o lançamento ainda durante o ano de 2007, do concurso da linha de Gondomar entre o Estádio do Dragão e a Venda Nova.
Até Janeiro de 2008 será lançado o concurso para o prolongamento da linha amarela (D) até Santo Ovídio.
Do acordo, salienta-se o lançamento de um concurso único para a construção da linha da Boavista, a segunda linha para Gaia, o prolongamento da linha verde (C) até à Trofa, vindo esta a fazer interface com a linha de combóios do Minho, a construção de uma linha que ligará o Hospital de S. João a Matosinhos-Sul.
A estrutura accionista passará maioritariamente para o governo, através de um aumento de capital, passando a ser a tutela a indicar directamente o presidente do concelho de administração que acumulará o cargo com a comissão executiva.
Este dossier tem suscitado diversas criticas entre os autarcas da região, pelo facto da JMP perder influência na empresa.
Quanto ao investimento, parece que o consenso é geral. Na hora do discurso ficam os números do ministro: "Vamos fazer cerca de 40 quilómetros de novas linhas e investir cerca de 500 milhões de euros", frisou.

18/05/2007

JN de 18 Maio: STCP pára projecto de nova sede mas recusa a hipótese de fechar


Os constrangimentos financeiros da STCP (Sociedade de Transportes Colectivos do Porto) levaram a empresa a suspender o projecto da nova sede, que deveria ficar junto ao Museu do Carro Eléctrico, na marginal ribeirinha do Porto, em Massarelos. A operadora encontra-se em situação de falência técnica, com um passivo que totaliza 246,8 milhões de euros, mas o Conselho de Administração recusa o cenário de eventual encerramento apontado no Relatório e Contas de 2006.

Conforme o JN noticiou ontem, o documento indica que o passivo supera os capitais próprios, que uma acção judicial interposta pela Câmara do Porto pode deixar a empresa sem a maior parte do seu património e que as indemnizações compensatórias do Governo são insuficientes.

O alerta do relatório de auditoria às Contas é claro "A continuidade da sociedade pode estar dependente, respectivamente, do desfecho favorável do processo judicial que lhe foi movido pelo Município do Porto e da obtenção de resultados positivos no futuro e das medidas que vierem a ser adoptadas pelo Estado, na sua qualidade de accionista único".

Situação não é novidade

Em comunicado emitido ontem, a STCP argumenta que "o processo judicial remonta a 2003 e não apresenta nada de novo em 2006" e que "também a tendência de aumento do passivo da empresa e a deterioração dos capitais próprios têm dado origem à referência da situação de capital próprio negativo nas ênfases pelos revisores oficiais de contas desde o ano 2000". Ou seja, nada de novo.

"O agravamento dos resultados negativos em 2006 confirma o impacte da diversificação da oferta de transporte na área de actuação da empresa, com a entrada em funcionamento em pleno da rede da primeira fase do metro do Porto e consequente queda da procura e da receita da STCP", sustenta o comunicado. Nesse contexto, o documento assinala as medidas tomadas para "contrariar a tendência de quebras dos últimos anos", designadamente a implementação da nova rede e o alargamento da intermodalidade a todos os autocarros. A suspensão do projecto da nova sede é outra das medidas de gestão destacadas.

"Optimismo e confiança"

"As medidas decididas e implementadas em 2006 e 2007 permitem-nos encarar com optimismo e confiança o futuro da empresa", lê-se no comunicado,no qual se destaca, ainda, o "esforço de contenção nas principais rubricas de custos operacionais". Só em custos com pessoal, a STCP garante ter poupado, face a 2005, 1,5 milhões de euros, devido à saída de trabalhadores.

A empresa sublinha que, no que diz respeito aos recursos humanos, "desenvolveu em 2006 um longo processo negocial para a obtenção de um acordo de empresa único", cuja conclusão está prevista para o decurso deste ano.

Da actividade operacional desenvolvida durante o ano de 2006, a STCP recorda que transportou 190 milhões de passageiros, percorreu um total de 32 milhões de quilómetros e assinou o contrato relativo a 80 novas viaturas (30 articuladas e 50 normais) a gás natural.

www.jn.pt

17/05/2007

Noticia JN (17/05/2007) - STCP acumula prejuízos e corre o risco de fechar


O ano de 2006 terminou com um prejuízo superior a 25 milhões de euros. Em 12 meses, o passivo passou de 226,6 milhões para 246,8 milhões (sendo que 118 milhões diziam respeito a dívidas de curto prazo). As indemnizações compensatórias do Estado permaneceram escassas e foram entregues tardiamente, logo, o endividamento aumentou. O património da empresa continua pendente de um processo em tribunal interposto pela Câmara do Porto. A situação financeira da STCP (Sociedade de Transportes Colectivos do Porto) é complicada e a sobrevivência da empresa pública responsável pelos autocarros da Área Metropolitana do Porto está mesmo em risco.

"A continuidade da sociedade pode estar dependente, respectivamente, do desfecho favorável do processo judicial que lhe foi movido pelo Município do Porto e da obtenção de resultados positivos no futuro e das medidas que vierem a ser adoptadas pelo Estado, na sua qualidade de accionista único", alerta o relatório de auditoria das Contas do exercício de 2006 da STCP

A empresa está, mais uma vez, em situação de falência técnica, com o passivo a superar o activo em 175 milhões de euros. Para atenuar os constrangimentos financeiros, a STCP encetou negociações para contrair um empréstimo de 100 milhões de euros à banca. Em Setembro passado, o Governo tinha já concedido um empréstimo intercalar de 50 milhões, que "permitiu ultrapassar constrangimentos de tesouraria".

Apesar desta decisão, a falta de apoio financeiro do Estado é indicada, no Relatório e Contas de 2006, como factor preponderante para a situação da STCP. Recorde-se que já a Metro do Porto, recentemente, alertou para a hipótese da operação ter de ser suspensa, devido ao diminuto apoio da Administração Central.

No Relatório e Contas da STCP denuncia-se a "continuada ausência da tão esperada contratualização do serviço público prestado, mantendo-se a atribuição aleatória de verbas a título de indemnizações compensatórias". "O montante atribuído tem sido constantemente insuficiente", acrescenta o documento, lembrando que mesmo os 15 milhões de euros referentes a 2006 (mais 7% do que em 2005, mas menos 28% do que em 2004) chegaram apenas no final do ano.

Património em risco

A sobrevivência da empresa está dependente do reforço financeiro do Estado, designadamente para equilibrar o capital próprio, mas também da decisão judicial do processo interposto pela Câmara do Porto. A autarquia reivindica "o património imobiliário adquirido pela empresa no período de 1950 a Julho de 1994". "O Gabinete Jurídico considera que o que está em causa nesta acção não é o seu valor, mas sim o impacto que um ganho de causa total, ou até parcial, terá para a operação da empresa que, na contingência de ficar sem parte do seu património, deixa de ter condições para a prossecução da sua actividade", lê-se no relatório.

O documento especifica, em contrapartida, que a Autarquia deve à STCP 910 mil euros, relativos à indemnização pelos custos directos sofridos com a remoção dos carris dos eléctricos entre a Praça da Cidade S. Salvador e a Praça de Gonçalves Zarco.

Órgãos sociais mais caros

Apesar das dificuldades, em ano de mudanças no Conselho de Administração, os encargos com os órgãos sociais subiram até aos 425,9 mil euros (em 2005, a factura tinha-se ficado pelos 315,5 milhões). O aumento mais significativo deu-se, precisamente, nas remunerações dos cinco administradores, cujo total passou de 294,5 mil euros para 408,1 mil. Ainda que, segundo o relatório, não tenham sido gastas verbas com prémios de gestão, subsídios de deslocação e de refeição.

www.jn.pt


15/05/2007

É urgente implementar a intermodalidade em Lisboa


Na região de Lisboa existem mais de uma dezena de operadores de transporte. Em cada um deles existem vários títulos, para além dos passes combinados e intermodais, totalizando mais de quatrocentos títulos de transporte entre bilhetes ocasionais, passes e assinaturas.
Algumas empresas já instalaram, ou encontram-se em fase de adopção do sistema de bilhética sem contacto, indispensável a uma redistribuição equitativa das receitas entre os diferentes operadores, que futuramente estarão integrados num novo módulo de bilhética, um modo inteligente e prático, capaz de criar soluções resposdendo às necessidades da população da área de Lisboa num único titulo de transporte de rápida e fácil utilização que há muito a tutela dos transportes e os operadores prometem.
Segundo este modelo suportado no cartão "Lisboa Viva" que será comum a todos os transportadores, o cliente carregará o seu titulo com um determinado valor monetário, que ao ser validado de acordo com o número de zonas que utilizar será descontado o referido valor da viagem, muito à semelhança do saldo de um cartão de telemóvel que vai descontando cada chamada efectuada.
Este processo trará grandes vantagens aos passageiros de transportes públicos da grande Lisboa, já que que os utentes terão liberdade absoluta na utilização das diferentes empresas de transporte, planeando com maior liberdade a sua viagem, sem grandes limitações, pois o titulo usado é igual para todos.
O sistema de bilhética a implementar ainda em algumas empresas assegurará a repartição das receitas em proporcionalidade com o número de validações registadas em cada operador.

J.A.

Aeroporto para companhias low-cost

Na altura que se fala insistentemente na construção de um novo aeroporto por insuficiente capacidade de tráfego do Aeroporto da Portela dentro de alguns anos, seria interessante prosseguir com a solução de alguns técnicos, e transformar a base aérea do Montijo num aeroporto secundário face ao da Portela, com capacidade para receber únicamente voos low-cost.
Das vantagens destacam-se a proximidade a Lisboa e como tal, o custo baixo na deslocação entre o aeroporto e o centro da cidade, algum descongestionamento da Portela, a redução do preço dos bilhetes dado que as taxas de aeroporto seriam menores, e possivelmente um aumento significativo da oferta visto que a proximidade a Lisboa e os baixos preços transformavam a escolha do Montijo numa boa opção.

Bilhética da Carris responde eneficientemente


A Carris apresentou o seu novo sistema de bilhética sem contacto a 1 de Janeiro de 2004, como forma de conhecer melhor os seus utentes, facilitar a validação, adequar a oferta à procura, e poder futuramente repartir as receitas dos diferentes operadores da Área Metropolitana de Lisboa integradas na OTLIS-ACE, estrutura que agrega os diferentes operadores desta região. No entanto, a validação dos títulos "Lisboa Viva" e "7 Colinas" nos validadores instalados a bordo das viaturas, demonstra-se problemática na medida em que o processo de validação é lento em comparação com sistemas semelhantes, tem dificuldades na leitura de alguns cartões em virtude destes apresentarem também alguns problemas.
Note-se ainda o facto, da maior parte dos motoristas negligenciarem os passageiros que de forma matreira embarcam nos veiculos com o titulo inválido, deixando a empresa de ter pleno conhecimento do número exacto dos passageiros que transporta, distorcendo a verdade e consequentemente, todos os esforços na repartição de receitas, adequação da oferta à procura, entre outras informações úteis.


J.A.

11/05/2007

Inquérito à utilização de passes na região de Lisboa


O Ministério das Obras Públicas Transportes e Comunicações (MOPTC) está a levar a cabo em colaboração com a Direcção Geral dos Transportes Terrestres e Fluviais (DGTT) e a OTLIS-ACE, agrupamento complementar de empresas que agrega as transportadoras públicas da região de Lisboa, um inquérito de larga escala feito directamente aos passageiros das transportadoras da região de Lisboa, afim de obter dados empíricos sobre a mobilidade, o mesmo é dizer: sobre os hábitos, ou as necessidades de mobilidade dos clientes das transportadoras públicas daquela região.
O estudo visa em particular apurar de que forma os títulos de transporte (passes, assinaturas, bilhetes ocasionais) são usados nas diferentes transportadoras.
A fase de inquérito processár-se-á durante os meses de Abril, Maio e Junho. Numa primeira fase os passageiros serão abordados por inquiridores identificados, onde é registado o tipo de titulo utilizado, nome, idade e contacto do passageiro, para posterior inquérito de base mais alargada.

Falta de informação

Na região de Lisboa as transportadoras públicas de transporte, em particular as rodoviárias, pecam por falta, ou deficiente informação que é transmitida aos passageiro. Infelizmente, um caso mais grave é a falta de informação audio e sonora das paragens, sistema semelhante ao que existe no metro e combóio, para os passageiros com deficiência visual, e mesmo para outros utilizadores que por ventura têm menos informação sobre determinadas paragens.
Em Portugal a STCP, empresa pública rodoviária de passageiros do Porto e concelhos limítrofes já apresenta esta tecnologia à cerca de sete anos. Na Europa, principalmente nas grandes cidades também já é apresentada esta solução.
Voltando ao caso da STCP, é possível no exterior do autocarro, sempre que este chega a determinada paragem ouvir o número da carreira e destino através de um sistema áudio colocado na lateral do veículo, tão útil a invisuais. Em Lisboa, infelizmente a comunicação e as tecnologias postas à disposição dos passageiros, exceptuando a Carris em certas opções, é muito deficiente ou mesmo nula.

J.A.

05/05/2007

Transportes

Os transportes são cada vez mais importantes nas sociedades globalizadas. Responsáveis pela mobilidade diária de biliões de pessoas, este sector reveste-se de especial importância na vida quotidiana das pessoas, e no desenvolvimento sócio-económico das regiões. Desta forma, a importância do estudo deste sector reveste-se de particular interesse, pelo que devemos estar atentos à sua evolução, aos mercados, e às necessidades reais dos cidadãos.
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