30/10/2007

Air Berlim com novas rotas a partir de Portugal

A partir de 1 de Novembro a Air Berlin vai introduzir vôos diários de Lisboa e do Porto para Milão/Bérgamo e Copenhaga, com escala em Palma de Maiorca. Faro também vai ter uma ligação a estas cidades cinco vezes por semana. Tanto para Milão como para Copenhaga, os voos de Lisboa saem às 16:10 e do Porto às 16:15, chegando a Milão às 23:05 e a Copenhaga às 23.00 e 23:55, respectivamente. O regresso da capital dinamarquesa está previsto para as 10:25, chegando a Lisboa às 15:25 e ao Porto às 15:30. As saídas de Milão estão agendadas para as 11:20, com chegada a Lisboa ás 15:25 e ao Porto às 15:30. Refira-se também que, no âmbito da aquisição recente da companhia aérea alemã LTU pela Air Berlin, o voo directo entre Lisboa e Dusseldorf vai deixar de se efectuar a partir de 1 de Novembro, mantendo no entanto a Air Berlin os voos directos de Faro para Dusseldorf e Munique, e vai passar a voar diariamente para Bilbau (excepto às terças-feiras) e três vezes por semana para Basileia, ambas as ligações a partir de Novembro.

in: www.transportesemrevista.com - arquivo de passageiros

Greve dos revisores da CP


Os revisores da CP das linhas de Cascais, Sintra e Azambuja iniciaram às 0 horas de hoje, e por um período de 24 horas, uma greve com vista a chamar a atenção da administração da empresa e do governo para a insegurança que se vive nestas linhas da unidade de suburbanos da Grande Lisboa.
Apesar, da recente introdução de câmaras de video-vigilância no interior dos veículos e nos cais das estações, e do crescente acompanhamento dos agentes da PSP a bordo dos combóios, o sindicato representativo destes funcionários alega que a introdução destas medidas veio atenuar os actos de vandalismo, e de agressões a revisores da CP, mas considera ainda insuficientes as medidas tomadas reivindicando maior acompanhamento por parte da polícia.
A CP por seu turno, veio defender-se dizendo que está a preparar em todas as suas estações torniquetes de acesso à semelhança do metropolitano de Lisboa, contudo, esta medida tem sofrido vários atrasos.
Os revisores pretendem deste modo, sensibilizar a população e a tutela para os perigos que correm no exercício da sua actividade, principalmente no período nocturno.
Prevêm-se alguns constragimentos, mas segundo responsáveis da CP, estas deverão ser menorizadas ao longo do dia.

27/10/2007

Linha até à Régua vai ser electrificada

A Secretária de Estado dos Transportes garantiu que a linha até à Régua será electrificada. A governante, garantiu que a linha do Douro será requalificada por fases. Para já, será o troço Caíde-Marco numa primeira fase com a electrificação, e posteriormente com a duplicação da linha.
Quanto à reactivação da Linha do Douro, Ana Paula Vitorino disse que o governo está aberto quanto à possibilidade de investir, embora, considere que as associações comerciais e agentes turisticos, deverão co-financiar o projecto, dado tratar-se de uma zona de interesse turistico, e não social.

Novos veículos do Metro do Porto podem vir a ser usados na futura linha de Gondomar

Os tram-train, veículos de metro mais rápidos e com mais lugares, poderão ser usados na linha de Gondomar. Os Flexity Swift, que a Metro do Porto comprou para utilizar, preferencialmente, nas linhas mais extensas (Póvoa e Trofa), também deverão circular na ligação até à Venda Nova (Rio Tinto), primeiro troço da Linha de Gondomar, cujo concurso público foi aprovado pela empresa na quarta-feira.

"No âmbito do projecto de execução, considerou-se que o material circulante teria características semelhantes ao eurotram, utilizado na primeira fase da Metro do Porto. Contudo, e para não prejudicar a possibilidade de utilização de um veículo com características um pouco distintas, nomeadamente os novos tram-train, definiu-se uma infra-estrutura com carácter mais 'universal', possibilitando uma maior flexibilidade na gestão da frota", informou o Ministério dos Transportes.

As grandes vantagens dos tram-train em relação aos actuais veículos são a velocidade (atinge os 100 quilómetros por hora, mais 20 que o eurotram) e a maior capacidade (100 lugares sentados, mais 20 do que o eurotram).

Fonte da Metro garantiu, ao JN, que os tram-train podem ser usados em todas as linhas da rede, mas acrescentou que os veículos, cujas primeiras unidades chegam no primeiro trimestre do próximo ano, foram adquiridos "preferencialmente" para as ligações à Póvoa de Varzim e à Trofa. Por 30 veículos, a Metro pagará 115 milhões de euros. Terá de investir ainda mais de oito milhões para adaptar o Parque de Manutenção e Oficinas da Guifões (Matosinhos) às novas composições.

A Linha de Gondomar só deverá estar em condições de funcionar no final de 2010 ou no início de 2011. Assim que o texto do concurso para a realização da obra seja publicado em Diário da República, os interessados terão 88 dias para apresentar propostas. O Ministério ambiciona que a empreitada avance no terreno nos primeiros meses do próximo ano. O prazo de execução é de 620 dias (mais de 20 meses).

Túnel com 980 metros

A linha até à Venda Nova, que custará 95 milhões de euros, inclui um túnel com 980 metros entre as imediações do Bairro de S. João de Deus (Porto) e a área junto às piscinas de Rio Tinto, passando sob a Circunvalação e o centro comercial Parque Nascente, e uma outra passagem subterrânea, com 144 metros, sob um rotunda e dois cruzamentos rodoviários, no Paço, na zona da Lourinha.

Os metros passarão de cinco em cinco minutos, mas a exploração poderá ser feita com intervalos de apenas 2,5 minutos, com um serviço parcial de término no Dragão ou na Lourinha. O Ministério garante que o traçado procura servir as zonas "mais densificadas" e estimular "as expansões urbanas previstas".

in: www.jn.pt secção: Porto de 27/Out. 07

26/10/2007

AEROPORTO NO SUL POUPA 3 MIL MILHÕES

A instalação do futuro aeroporto em Alcochete, a construção de uma nova ponte a ligar o Beato à península do Montijo e o redesenho da rede de alta velocidade, com um troço comum nas ligações ao Porto, Madrid e Algarve, permitirão poupar mais de três mil milhões de euros ao País, face aos custos da localização do aeroporto na Ota, da construção de uma ponte Chelas-Barreiro e da rede de alta velocidade aprovada pelo Governo. Esta é a principal conclusão do estudo desenvolvido pela Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), a que o DN teve acesso, e que já foi entregue ao Presidente da República e ao primeiro-ministro.

Só a construção do aeroporto em Alcochete representa uma poupança calculada em um milhão de euros. A Ota, nos cálculos do Governo, representa um investimento de 3,1 mil milhões de euros, enquanto em Alcochete não ultrapassará dois mil milhões de euros.

Nos próximos dias deverá ter lugar uma reunião entre José Sócrates e a CIP para se começar a discutir as conclusões do estudo, cujo dossier tem mais de 200 páginas. Em cima da mesa estará igualmente o modelo de negócio que, no caso da solução Ota, contemplava, como forma de financiamento, a privatização da ANA-Aeroportos de Portugal.

A proposta da indústria defende uma integração "perfeita" entre o novo aeroporto e a nova rede de TGV, bem como as ligações aos sistemas rodoviários e ferroviários, diz fonte ligada aos estudos.

A localização do futuro aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete, a pouco mais de 30km de Lisboa, numa zona plana, ocupada sobretudo por eucaliptos, e pertencente ao Estado, "oferece uma economia superior a mil milhões de euros por não requerer expropriações e poder beneficiar de maior grau de financiamento da União Europeia, por se localizar no distrito de Santarém", acrescenta a mesma fonte.

O Campo de Tiro de Alcochete ocupa uma área da ordem dos oito mil hectares, que não serão totalmente ocupados pela infra-estrutura. O espaço existente permite dimensionar o aeroporto, prevendo futuras expansões. Este é um ponto negativo na Ota, que ao fim de 40 anos fica esgotado. Alcochete pode receber duas pistas sem restrições de operação.

Os técnicos envolvidos no estudo fizeram o redesenho completo da rede de alta velocidade, no que respeita às entradas e saídas de Lisboa.

Assim, ao contrário da proposta defendida pelo Governo, a CIP propõe uma saída comum nas ligações em alta velocidade ao Porto, Algarve e Madrid, com partida da Gare do Oriente ou de uma nova estação, a erguer preferencialmente na zona Chelas/Olaias. Os comboios, revela o estudo, seguem numa linha comum até ao aeroporto, e é a partir da estação situada no aeroporto que a linha se divide em três e os comboios partem daí em direcção ao Porto, Madrid e Algarve.

O projecto de alta velocidade aprovado pelo Governo prevê a construção de duas linhas à saída de Lisboa. A ligação ao Porto segue pela margem norte, junto à actual linha ferroviária, enquanto a ligação a Madrid segue pela ponte prevista para a zona Chelas-Barreiro, em direcção ao Sul. As ligações ao Algarve não estão incluídas nos planos, continuando o comboio para Faro a circular pela Ponte 25 de Abril. No global, o projecto de alta velocidade apresentado pelo Governo está estimado em 7,1 mil milhões de euros, dos quais 4,5 mil milhões na linha de alta velocidade para o Porto e 2,4 mil milhões na ligação até à fronteira.

O projecto defendido pela CIP contempla a ligação do novo aeroporto ao nó ferroviário do Poceirão e à respectiva plataforma logística. Os planos para a Ota não prevêem ligações directas às plataformas logísticas em estudo na região. Um ponto negativo na ligação pelo Sul ao Porto é o facto do tempo de viagem aumentar cerca de 15 minutos. Estudos do Governo estimam a viagem Lisboa- -Porto em alta velocidade em 1.15, com o desvio para Alcochete o tempo pode subir para 1.30. Em contraponto, a ligação ao Algarve, recorrendo à linha até Alcochete, vai representar uma poupança de tempo de 30 minutos, face às actuais três horas.

Estrangeiros estudaram ponte

A ligação ao aeroporto implica a construção de uma nova travessia sobre o rio Tejo, e que a CIP prevê exclusivamente ferroviária e com quatro vias, duas em bitola ibérica para os comboios suburbanos que já circulam na rede nacional, e duas em bitola europeia para servir o TGV.

A terceira travessia do Tejo pode ser construída em ponte ou em túnel imerso, defende a CIP. Qualquer destas soluções, com amarração prevista entre o Beato e a península do Montijo, são mais económicas que a ponte que o Governo quer construir entre Chelas e o Barreiro. A distância entre o Beato e o Montijo está fixada em 5,6 km, enquanto a distância entre Chelas-Barreiro é de 7,6 km. Os planos do Governo apontam para um investimento superior a 1,2 mil milhões de euros para a terceira travessia na parte ferroviária, dos quais 600 milhões para a alta velocidade. Até à data ainda não ficou definido se a ligação comportará um tabuleiro rodoviário.

A CIP confessa alguma "segurança" na proposta apresentada, baseando-se no facto de ter recorrido aos maiores especialistas em pontes. A solução em ponte entre o Beato e o Montijo foi estudada pelo mesmo especialista que desenvolveu os estudos iniciais da ponte Chelas/Barreiro.

Pelas contas da confederação esta solução "só no aspecto estrutural custa menos 40% do que a opção pelo Barreiro", refere a mesma fonte, que aponta como vantagem "de não obrigar praticamente a realojamentos", como sucede no caso da ponte Chelas--Barreiro.

A solução em túnel imerso entre o Beato e o Montijo foi estudada por especialistas ingleses, que estiveram envolvidos na concepção e construção do túnel de Oresund entre a Suécia e a Dinamarca. Segundo os estudos, esta solução, com maior incorpora-ção da indústria nacional, "tem um custo inferior à solução em ponte". O investimento numa ou noutra solução não ultrapassa os mil milhões de euros.

in: www.dn.pt de 26/Out. 07

24/10/2007

MIT estuda necessidade de novo aeroporto em Lisboa

Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) está a estudar a necessidade de construção de um novo aeroporto internacional para a área metropolitana de Lisboa. O estudo está a ser realizado ao abrigo de um programa de investigação assinado com o Governo português, devendo as conclusões preliminares ser apresentadas até Maio de 2008. Em declarações à Rádio Renascença, Chris Zegras, investigador do MIT, adiantou que o estudo não tem o objectivo de estudar localizações nem dar o aval à aprovação de uma qualquer decisão. O investigador adiantou que se trata de uma investigação meramente académica, estando tudo em aberto, inclusivamente a possibilidade de não construção de qualquer aeroporto, por não haver necessidade, seja devido às características da procura em Portugal e na União Europeia. Outras hipóteses equacionadas consistem na expansão da capacidade do aeroporto numa outra cidade mais pequena em Portugal ou mesmo a modificação da configuração do alinhamento do aeroporto da Portela, com a implementação de uma estratégia diferente de preços ou de rotas.

in: www.transportesemrevista.com de 24 Out./07

Ascensor da Glória completa 122 anos


Completa hoje 122 anos que o serviço prestado pelo Ascensor da Glória, actualmente propriedade da Carris, presta serviço aos utentes da capital entre os Restauradores e a Rua da Mesericórdia. Este serviço foi o segundo da capital, iniciado em 1885 pela então, Companhia de Ascensores Mecânicos de Lisboa.
Apesar da concorrência de outros meios de transporte, dados da Carris garantem que anualmente são transportados 1,2 milhões de pessoas.

22/10/2007

Grupo Arriva adopta solução tecnológica

O grupo Arriva do concelho de Guimarães, em parceria com a Optimus e com a AMI Informática dispõe actualmente ainda em fase de testes, de um projecto que possibilita a todos os seus passageiros aceder à internet, e ao e-mail através de tecnologia wi-fi em todos os veículos da empresa, como notícia hoje o Jornal de Noticias.
Desta forma, a viagem torna-se mais cómoda, permitindo consultar conteúdos enquanto se viaja, dado que é cada vez mais comum o transporte pessoal de PC ou de telemóveis com tecnologia wireless.

19/10/2007

Metro Sul do do Tejo inaugura troço a 18 de Dezembro

A empresa Metro Sul do Tejo irá inaugurar a extenção entre a Cova da Piedade e a Universidade do Monte da Caparica a 18 de Dezembro.
Já a partir do próximo mês, os veículos iniciarão a fazer os primeiros testes. Contudo, a população sente-se insatisfeita, alegando que o metro não vai ter muita receptividade, e que as obras agora a decorrer têm sido muito desvantajosas para a população, sobretudo para os comerciantes das zonas envolvidas.

Por seu turno, a empresa Metro do Porto vai lançar um concurso para aferir a melhor solução a adoptar para uma futura extenção da actual linha C entre a estação do ISMAI, na Maia, e a futura estação da Trofa. Em causa, está a possibilidade de construír o ramal em via única ou em via dupla.
O projecto que a empresa agora lança, pretende concluír numa análise rigorosa custo/beneficio entre as duas soluções apresentadas, qual a que melhor se adapta às necessidades do presente, fazendo constar igualmente, qual a solução para uma futura duplicação da linha, caso se opte pela construção da via num só sentido.
Recorde-se que a extenção da actual linha C, será englobada na construção da segunda fase da rede do metro, a iniciar no primeiro semestre de 2009.

17/10/2007

Estudo da CIP aponta vantagens da manutenção da Portela

Citado pela agência Lusa, o responsável pela análise das acessibilidades no estudo patrocinado pela Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) e que aponta Alcochete como alternativa para a construção do novo aeroporto, disse que o «anexo» que acompanhará o estudo é um «apelo para que não se feche a Portela».

José Manuel Viegas alega que a manutenção do actual aeroporto de Lisboa, ainda que assente em moldes diferentes, «pode fazer parte de um modelo de negócio que pode ser atractivo para o candidato a concessionário».

Neste sentido, o responsável indicou que apresenta «algumas ideias» que têm como objectivo tornar o aeroporto da Portela num aeroporto de alta qualidade, destinado apenas a voos de curta duração, efectuados com aviões silenciosos, com uma «garantia de qualidade muito grande», e que, cinco anos depois da entrada em funcionamento da nova aerogare, tenha um tráfego máximo anual de cinco milhões de passageiros.

Viegas defende que esta mudança «pode custar mais, mas vai criar mais valor e os consumidores vão ficar mais satisfeitos», considerando que «através da diversidade as pessoas consomem mais».

A segunda fase do estudo, que além da componente de análise das acessibilidades inclui também um estudo ambiental e de estratégia, apresenta também uma propostas de «realinhamento» do eixo em que será construída a Terceira Travessia do Tejo (TTT), apontando «duas alternativas» no eixo Beato/Montijo.

Apesar de se escusar a revelar as duas alternativas, José Manuel Viegas adiantou que a sua proposta contempla uma ligação através de um túnel imerso.

A localização decidida pelo Governo para a TTT prevê a construção da nova ponte no eixo Chelas/Barreiro.

A segunda fase do estudo da CIP, elaborada por José Manuel Viegas, Augusto Mateus e Carlos Borrego, deverá ser entregue ao primeiro-ministro e ao Presidente da República no início da próxima semana.

in: www.tsf.pt - secção Economia de 17/Out.

Câmara dá parecer positivo à segunda fase da "Rede 7"


No âmbito da reestruturação da rede da Carris, a Câmara Municipal de Lisboa deu parecer positivo à proposta da empresa para a implementação da segunda fase da respectiva rede.
Recorde-se que o parecer da Camara não é vinculativo, mas obrigatório.
A Carris pretende alterar dez carreiras, encurtar quatro, prolongar duas, modificar o trajecto de três e suprir uma.
A segunda fase da rede entrará em vigôr em simultânio com a abertura das estações do metro da Praça do Comércio e Santa Apolónia, ou seja, a 22 de Dezembro.

Túnel do Rossio abre em Fevereiro


O ministro das Obras Públicas garantiu ontem a abertura do Túnel do Rossio fechado desde Outubro de 2004, para 16 de Fevereiro de 2008. Não obstante, os comerciantes das zonas envolventes à Estação do Rossio queixam-se dos enormes prejuízos causados com o encerramento prematuro do túnel. Também a Comissão de Utentes da Linha de Sintra, não acredita nas promessas do ministro, dado que a abertura do túnel já foi anunciada diversas vezes, sem se ter concretizado.
A tutela justifica-se com a decisão da Refer em ter rescindido o contrato com a costrutora Teixeira Duarte, por esta alegadamente não cumprir os prazos inicialmente acordados.

16/10/2007

Metro do Porto lança concurso internacional

A empresa Metro do Porto, de acordo com a edição de hoje do JN, vai lançar já amanhã um concurso público internacional, para o prolongamento da linha vermelha entre o Estádio do Dragão e a futura estação da Venda Nova em Gondomar.
Esta sequência surge depois de ser assinado um despacho conjunto entre o Ministério dos Transportes e das Finanças em finais de Setembro, a autorizar a empreitada com inicio previsto para os primeiros meses do próximo ano, num percurso de 6,3 Km e orçamentado em 85 milhões de euros.
Para os primeiros meses do ano, fica prometido o lançamento de um novo concurso público internacional para a extenção da actual linha amarela até Santo Ovídeo. Os custos das respectivas empreitadas, já se encontram inscritas nas verbas do PIDDAC para o próximo ano.

12/10/2007

Câmara encomenda estudo que pode travar o eléctrico

"A ideia é simpática e até romântica", o comentário do presidente da Câmara Municipal de Braga, Mesquita Machado, ao eventual projecto de reinstalação do eléctrico na cidade. O projecto, por enquanto, não passa de uma mera intenção que a autarquia bracarense faz depender de um estudo de mobilidade urbana, que está a ser elaborado pelos Transportes Urbanos de Braga (TUB), em colaboração com o Departamento de Sociologia da Universidade do Minho.

Nesse sentido, a autarquia assinou, em finais de Setembro, um contrato técnico-financeiro com a Direcção-Geral dos Transportes Terrestres (DGTT), tendo em vista a definição e a possibilidade de introdução de transportes alternativos na cidade de Braga.

Mesquita Machado recusa comprometer-se com o projecto do regresso do eléctrico a Braga, numa alusão crítica ao que classificou de "intenção de retirar dividendos político-partidários" dos vereadores do PSD que, esta semana, viram uma proposta sua transformada, agora, numa "recomendação", a qual contemplava o lançamento de um concurso público para a selecção da entidade executora de um estudo exaustivo de exequibilidade técnica e da viabilidade económica e financeira da reinstalação do eléctrico na cidade.

Projecto amadurecido

"Trata-se de um projecto de grande responsabilidade e que implica o seu amadurecimento", disse Mesquita Machado, que até equacionou, na oportunidade, a alternativa de utilização do eléctrico sem trilhos. "É uma alternativa de transporte já aplicada em várias cidades da Europa", acrescentou. Seja como for, os sociais-democratas manifestaram a sua perplexidade por a autarquia ter mantido em segredo o referido acordo com a DGTT, e sem que ele tenha sido dado ao conhecimento, em tempo oportuno, à Oposição.

Apesar deste assunto de o eléctrico ter sido uma iniciativa recente lançada no blogue "Avenida Central", subscrita por mais de 800 cidadãos bracarenses, o PSD chama a si a "paternidade" do projecto, já que, desde 1989, em sucessivas eleições autárquicas, os candidatos sociais-democratas defenderam, nos seus programas eleitorais, a viabilidade do projecto do eléctrico.

in: www.jn.pt secção: Norte de 12/Out.

10/10/2007

Reinstalação do eléctrico de Braga pede concurso público

A ideia do regresso do eléctrico às ruas da cidade - tentativa lançada recentemente no blogue "Avenida Central", cujo primeiro subscritor foi Pedro Morgado - levou a coligação "Juntos por Braga" a apresentar uma proposta no Executivo municipal para o lançamento de um concurso público, tendo em vista a selecção da entidade executora de um estudo "exaustivo" da exequibilidade técnica e da viabilidade económica e financeira do projecto.

Os autarcas do PSD aplaudem a iniciativa, cuja petição, subscrita por mais de 800 cidadãos bracarenses, mereceu igualmente o aval de Mesquita Machado, sugerindo, para o efeito, que a Câmara de Braga constitua uma comissão de acompanhamento do estudo e que a mesma integre um especialista em mobilidade urbana da Universidade do Minho, um responsável pela operação de eléctricos em empresa nacional com experiência na exploração deste meio de transporte, um representante da Associação Comercial de Braga, outro da Associação Industrial do Minho, além da participação de um elemento da delegação de Braga da Ordem dos Engenheiros.

Nesta proposta, Ricardo Rio, líder da Oposição, defende que o projecto do eléctrico de Braga possa vir a ser implementado numa óptica de parceria "pública-pública" ou "pública-privada". Neste âmbito, recomenda à autarquia bracarense o início de contactos junto de potenciais parceiros públicos ou privados.

Recorde-se que o eléctrico chegou a Braga em 1914, desaparecendo na década 60, substituído pelos troleicarros. O eléctrico circulou em duas linhas desde Monte de Arcos até ao Parque da Ponte e outra do Elevador do Bom Jesus à estação da antiga CP.

in: www.jn.pt secção: Norte de 10/Out.

09/10/2007

Arranque das Autoridades Metropolitanas de Transportes em 2008


O ministro com a tutela dos transportes, Mário Lino, anunciou o arranque das Autoridades de Transportes de Lisboa e Porto para o inicio de 2008.
Para o governante, as autoridades de transportes serão tuteladas pela administração central, que ficará igualmente responsável pelo seu financiamento. Recorde-se, que o Orçamento de Estado para 2007 previa uma atribuição de 680 mil euros a cada umas das Autoridades de Transportes, que receberão para além desta verba, mais um milhão de euros do PIDDAC.

Motoristas recusam conduzir autocarros sem vistoria

A falta de vistorias em mais de duas dezenas de autocarros levou, ontem, uma dezena de motoristas da Caetano Cascão Linhares, Herdeiros, com sede na Póvoa de Varzim, a recusarem-se a sair para a estrada. José Ferreira, motorista da transportadora poveira e delegado sindical do Sindicato dos Transportes Rodoviários do Norte (STRN), explicou ao JN que, apesar dos salários em atraso - Junho, Agosto e Setembro e o subsídios de férias -, foi sobretudo a falta de condições de segurança nos autocarros que fez parar os motoristas. "Há 25 autocarros sem vistorias e pelo menos um, a fazer a zona de Esposende, que não tem vistoria há três anos. Alguns estão mesmo em mau estado. Não há condições de segurança nem para nós, nem para os passageiros. Foi uma medida sensata e responsável", explicou o sindicalista, no final do plenário que, ontem, entre as seis e as oito horas reuniu, na garagem da transportadora, cerca de meia centena de trabalhadores.

Salários em atraso

No final, ainda assim, reconhece o sindicalista, muitos optaram por sair para a estrada, temendo pelo posto de trabalho. José Ferreira afirmou que as carreiras de Esposende, Viana, Braga, Barcelos, Santo Tirso e Trofa, que transportam diariamente milhares de pessoas, foram as mais afectadas pela paralisação que, garante, irá manter-se "até que as vistorias sejam feitas".

José Ferreira garante, ainda, que os trabalhadores há muito que vinham avisando a administração, que "nada fez", e acusa a actual gerência de "ter perdido o controlo" da Linhares. As dívidas continuam a subir e os salários em atraso vão-se acumulando "Em Maio houve trabalhadores que accionaram o fundo de garantia salarial para receber os salários - uma vez que se trata de uma empresa que presta serviço público.

O Junho está por pagar a cerca de 40 motoristas. O Julho foi pago na semana passada. O Agosto, o Setembro e o subsídio de férias não foram pagos a nenhum funcionário", explicou.

O STRN teme agora pelo futuro da Linhares, que diz estar em negociações para venda à Transdev. José Ferreira teme que, com o negócio, haja despedimentos, mas ainda assim admite que a empresa "não pode continuar como está", há meses a pagar salários "às pinguinhas" e "sem condições de segurança" na frota.

Linhares atravessa crise

A administração da Linhares admite que há "15% da frota" - composta por cerca de 100 autocarros - sem vistoria, mas garante que, "na maioria dos casos", são inspecções que deviam ter sido feitas em Setembro. Embora admitindo as dificuldades financeiras da empresa, fonte da administração garantiu ao JN que as vistorias "têm vindo a fazer-se" e "de forma alguma está em causa a segurança de motoristas e passageiros". A situação, assegurou, decorre da aplicação da nova lei, que obriga os veículos de transporte de passageiros a fazer inspecções periódicas de seis em seis meses. Desta forma, a Linhares viu concentradas em Maio e Outubro as vistorias da frota. Quanto à questão salarial, a Linhares garante que, apesar de "algum atraso", os trabalhadores sempre receberam todos os salários e afasta a hipótese de fecho. A Linhares está há 80 anos na Póvoa, emprega mais de 140 trabalhadores (80 dos quais motoristas) e tem cerca de 50 carreiras nos concelhos da Póvoa, Esposende, Viana, Braga, Barcelos, Santo Tirso e Trofa. A transportadora tem vindo a atravessar um período de crise, que se acentuou com a entrada na cidade de um novo operador - a Litoral Norte, que tem, desde o início do Verão, quatro carreiras urbanas - e está, agora, a negociar a venda da empresa.

in: www.jn.pt secção: Porto de 9/Out.

08/10/2007

Metro inaugura estações em Dezembro


Segundo a edição on-line da TSF, as estações do Terreiro do Paço e de Santa Apolónia
da linha azul do Metro de Lisboa serão inauguradas a 22 do próximo mês de Dezembro. Quem o revelou, foi o próprio ministro das Obras Públicas em visita esta manhã aos estaleiros das obras da estação do Terreiro do Paço. Segundo o responsável, as obras das duas estações estão quase prontas, faltando mesmo afinar alguns elementos de segurança.
Dez anos depois do inicio das obras da estação do Terreiro do Paço, as obras estão práticamente concluídas pelo dobro do inicialmente previsto, ou seja, o preço final ficou em cerca de 300 milhões de euros.

06/10/2007

Linha 22 do eléctrico transporta 5 mil

A nova linha de eléctricos da STCP, a linha 22 que liga o Carmo à Batalha num percurso de 2,3 km, transportou na primeira semana aproximadamente 5000 passageiros, uma média diária superior a 600 passageiros.
No regresso à Baixa, o eléctrico tem sido muito procurado por turistas, e por todos os portuenses que na sua infância utilizavam aquele serviço para se deslocarem na cidade, recordando com emoção esses tempos.
Actualmente, o 22 circula diáriamente entre as 10:00 e as 19:00 horas, com intervalos de 30 minutos. O tarifário utilizado, pode ser o monomodal (utilizado únicamente na STCP), ou intermodal «ANDANTE».

03/10/2007

Táxis mais caros


Já a partir do próximo dia 15 andar de táxi vai sair mais caro.
O preço por quilómetro percorrido vai passar de 40 para 42 cêntimos, e de 10,24 para 11,99 euros por cada hora de espera. Contudo permanecem inalterados as bandeiradas do serviço urbano e do serviço ao quilómetro, o preço unitário dos impulsos, o preço do serviço à hora e os preços dos suplementos (bagagem, transporte de animais e chamada via telefone).

Breves

SMTUC (Coimbra)introduz mini-autocarro com capacidade para nove lugares, e quatro cadeiras de rodas para clientes com mobilidade reduzida, facilitando-lhes desta forma, a mobilidade dentro da cidade.

Lagos vai contar a partir de Março do próximo ano com um novo serviço de transportes.
Trata-se da introdução de sete linhas a cargo de uma empresa privada, que receberá por parte da autarquia local cerca de um milhão de euros anuais, para um período de concessão de sete anos, recebendo em contrapartida, receitas de bilhética e de publicidade.

CorgoBus, concessionária dos transportes de Vila Real, tem um grau de satisfação por parte dos clientes de 80%, segundo dados de um inquérito encomendado pela empresa. O que os utentes mais destacam, é a pontualidade das carreiras de autocarros, e o conforto dos veículos.

01/10/2007

Aprovada extenção do metro até Gondomar

O governo, através de um despacho conjunto do Ministério das Obras Publicas e das Finanças, assinou um despacho a autorizar a empresa Metro do Porto, a lançar um concurso publico internacional para o prolongamento do Metro do Porto entre o Estadio do Dragão, e a futura estação de Venda Nova em Gondomar, num percurso de 6,3 km de extensão, e 85 milhoes de euros de custo.
Em aberto fica a possibilidade de ser construida para Gondomar uma segunda linha de metro, e prolongar a rede entre Venda Nova e o centro do concelho.
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