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17/10/2007

Estudo da CIP aponta vantagens da manutenção da Portela

Citado pela agência Lusa, o responsável pela análise das acessibilidades no estudo patrocinado pela Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) e que aponta Alcochete como alternativa para a construção do novo aeroporto, disse que o «anexo» que acompanhará o estudo é um «apelo para que não se feche a Portela».

José Manuel Viegas alega que a manutenção do actual aeroporto de Lisboa, ainda que assente em moldes diferentes, «pode fazer parte de um modelo de negócio que pode ser atractivo para o candidato a concessionário».

Neste sentido, o responsável indicou que apresenta «algumas ideias» que têm como objectivo tornar o aeroporto da Portela num aeroporto de alta qualidade, destinado apenas a voos de curta duração, efectuados com aviões silenciosos, com uma «garantia de qualidade muito grande», e que, cinco anos depois da entrada em funcionamento da nova aerogare, tenha um tráfego máximo anual de cinco milhões de passageiros.

Viegas defende que esta mudança «pode custar mais, mas vai criar mais valor e os consumidores vão ficar mais satisfeitos», considerando que «através da diversidade as pessoas consomem mais».

A segunda fase do estudo, que além da componente de análise das acessibilidades inclui também um estudo ambiental e de estratégia, apresenta também uma propostas de «realinhamento» do eixo em que será construída a Terceira Travessia do Tejo (TTT), apontando «duas alternativas» no eixo Beato/Montijo.

Apesar de se escusar a revelar as duas alternativas, José Manuel Viegas adiantou que a sua proposta contempla uma ligação através de um túnel imerso.

A localização decidida pelo Governo para a TTT prevê a construção da nova ponte no eixo Chelas/Barreiro.

A segunda fase do estudo da CIP, elaborada por José Manuel Viegas, Augusto Mateus e Carlos Borrego, deverá ser entregue ao primeiro-ministro e ao Presidente da República no início da próxima semana.

in: www.tsf.pt - secção Economia de 17/Out.

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