24/11/2016

Câmara de Coimbra vai repor linha de elétricos históricos

A Câmara Municipal de Coimbra aprovou no passado dia 22 em reunião de vereadores, um protocolo com o Instituto de Mobilidade dos Transportes (IMT) com vista à construção de uma linha de elétricos históricos entre a Rua da Alegria e a Rotunda das Lages.

O IMT é a entidade responsável pelo licenciamento e regulação de carreiras de transportes de passageiros, e a Câmara de Coimbra pretende obter junto do IMT assessoria técnica de funcionamento e de segurança para  a implementação dos elétricos históricos na cidade.
Apesar de, não existir ainda uma data oficial para a construção e abertura ao público da linha de elétricos, a Câmara aprovou o inicio do processo de reabilitação de oito elétricos que de momento estão nas oficinas dos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC), sendo três unidades que datam ano de construção de 1911, um de 1912, três de 1928, e um de 1930.
O percurso a construir será efetuado em via dedicada, ou em casos excepcionais com recurso a sinalização que dê prioridade à circulação do elétrico, estando previsto mais ou menos a meio do percurso que ao longo de 70 metros a via seja duplicada para permitir o cruzamento de veículos.
O sistema de elétricos de Coimbra foi oficialmente inaugurado a 1 de Janeiro de 1911 e funcionou até 9 de Janeiro de 1980.

23/11/2016

Governo desafia futura gestão da STCP a baixar preço dos passes

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autocarros da STCP
O governo através do ministro do Ambiente, Matos Fernandes, desfiou a futura gestão da STCP, que em 2017 passará para as mãos das 6 autarquias do Grande Porto servidas pela empresa (Porto, Gaia, Maia, Matosinhos, Gondomar e Valongo), a baixarem o preço dos passes tal como irá suceder com a Carris em Lisboa, cuja edilidade lisboeta já anunciou uma baixa de cerca de 40% no preço dos passes para cidadãos maiores de 65 anos, e transporte gratuito de crianças até aos 12 anos.
Os autarcas servidos pela rede da STCP mostraram concordância relativamente à vontade de baixar o preço dos passes de forma a atrair maior número de utentes para os transportes públicos, mas atiram para o governo a responsabilidade pelos custos da medida. Ao contrário da Carris cujos descontos, ou transporte gratuito incide sobre os passes da empresa, não afetando outros operadores, no Porto existe uma integração tarifário mais abrangente que em Lisboa, dado que quer as assinaturas mensais, quer os bilhetes ocasionais são intermodais, ou seja, podem simultaneamente serem utilizados em todos os operadores públicos ou privados. Portanto, uma redução no preço dos passes iria automaticamente afetar todos os operadores privados dado que o tarifário é o mesmo. Assim, os autarcas defendem que uma possível implementação da medida teria de ser financiada pelo Estado sobretudo na compensação aos operadores privados que aceitam os mesmos títulos.
A passagem da gestão da STCP para as autarquias cujo Memorando foi assinado entre o governo e as 6 autarquias abrangidas pela rede da STCP foi assinado no passado mês de Junho, deverá ocorrer no primeiro semestre de 2017. Inicialmente estava prevista a passagem da gestão a 1 de Janeiro de 2017, mas tendo em conta que o processo de transferência é mais complexo que em Lisboa porque terá de ser aprovado pelas Assembleias Municipais de 6 autarquias e terá de ter o crivo do Tribunal de Contas, o mesmo deverá ocorrer apenas alguns meses depois do inicialmente previsto.

21/11/2016

Passagem do capital da Carris para a Câmara de Lisboa assinada hoje

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O governo e a Câmara de Lisboa assinam hoje um Memorando que visa a passagem administrativa da Carris para o município de Lisboa a partir de 1 de Janeiro de 2017.

O  Estado assume a dívida da empresa que ascende a mais de 700 milhões de euros e reconhece à Câmara de Lisboa competência de autoridade de transportes da capital, e transfere para a edilidade o capital da empresa.
A Câmara já assumiu que irá disponibilizar uma verba de 15 milhões de euros para a operação da Carris em 2017, e admite que os custos decorrentes da gestão da empresa poderão vir a ser pagos com as receitas de estacionamento da EMEL.

Novidades na Carris

As novidades apresentadas por Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, passa por tornar gratuito o transporte de crianças até completarem 13 anos de idade, até agora por lei o transporte era gratuito até aos 4 anos. Os passageiros com mais de 65 anos vão pagar menos 40% pelo passe válido na Carris e no Metro: de 26,75€ passa para cerca de 15€ por mês.
É intenção da edilidade lisboeta criar 21 novas carreiras para servirem todos os bairros de Lisboa de forma a ligar hospitais, centros de saúde, escolas, farmácias, ou mercados. O primeiro a receber as novas carreiras será o Bairro de Marvila. Para isso, a Câmara irá reforçar a frota da Carris nos próximos 3 anos em 250 autocarros, num investimento que pode ascender a cerca de 60 milhões de euros, e a contratação de 220 motoristas.
A autarquia pretende ainda criar 7 corredores "BUS" de alto desempenho que permita aos veículos ganharem velocidade comercial, e ainda criar novos lugares de estacionamento que permita aos utilizadores com o pagamento de um valor simbólico utilizarem os transportes públicos deixando o carro às portas da cidade.
Os autocarros e elétricos podem vir a disponibilizar wi-fi grátis em toda a frota, atualmente a internet grátis é disponibilizada nas carreiras 736 e 783.

Atualizado às 13:37h.

15/11/2016

Carris testa sistema anti fraude

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A Carris está a testar um sistema que deteta quem não valida o título de transporte. Apoiado pelas camaras de vigilância instaladas a bordo das viaturas, o sistema emite um alarme sonoro e visual quando deteta que um passageiro não validou o título de transporte.
Ainda em teste na carreira 711 (Terreiro do Paço/Alto da Damaia), o sistema “TicketCkeck” poderá ser alargado à restante rede consoante os resultados obtidos. Por agora, a Carris aposta na sensibilização com agentes a bordo dos autocarros que operam na carreira 711 a alertar e informar os passageiros para a importância da validação e sobre o funcionamento do novo sistema.

A Carris estima que todos os meses perde cerca de 1 milhão de euros devido à fraude.
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