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17/07/2016

Metro do Porto - Ministro do Ambiente propõe ligação à Trofa por autocarro

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O ministro do Ambiente vai propor aos autarcas da região do Porto que a ligação entre o ISMAI e a Trofa do Metro do Porto, prevista na primeira fase de construção, seja feita por autocarro.

Contrariando a resolução aprovada no parlamento na semana passada (ler noticia aqui), que prevê a extensão do metro à Trofa, e o prolongamento da linha D a Vila D'este, e da linha F a Gondomar, João Matos Fernandes diz em entrevista ao JN, que nada ainda está decidido, remetendo a decisão para a conclusão dos estudos técnicos a realizar pela Metro neste segundo semestre com base no critério "custo-beneficio", para negociar com os autarcas da região, quais as linhas que deverão avançar. Recorde-se que o governo reservou um montante global de 400 milhões de euros para a expansão das redes de metro de Lisboa e Porto num total de 9 km's. No entanto, o ministro diz que o valor total a investir poderá chegar aos 500 milhões de euros.
Sabe-se todavia, que para Lisboa está reservado um total de 160 milhões de euros para ligar a linha amarela entre o Rato e o Cais do Sodré, sobrando 240 milhões para o Porto, embora ao contrário de Lisboa, sem consenso sobre as linhas que deverão avançar.
Sobre os 100 milhões que restam, o ministro diz ainda não estar decidido em que projeto será alocado, mas estará seguramente reservado para os metros de Lisboa e Porto. Quanto à extensão à Trofa, com base nos estudos atualmente disponíveis, Matos Fernandes vai propor que a ligação seja feita por autocarro até ao centro da Trofa aproveitando o canal ferroviário atualmente existente e que está votado ao abandono, alegando que a expectativa de procura não justifica o investimento previsto pelo modo ferroviário. Atualmente a ligação do ISMAI à Trofa é assegurada com recurso ao aluguer de autocarros.

Municipalização da Carris e STCP

No que respeita à municipalização da Carris e STCP, o ministro do Ambiente assegura que a 1 de Janeiro de 2017, as empresas passarão a ser geridas a nível local. No caso do capital da Carris, passará integralmente para a Câmara de Lisboa, cabendo ao Estado assumir a dívida histórica da empresa, e à autarquia os custos de operação e renovação da frota. Quanto à STCP, esta será gerida pelos 6 municípios onde opera (Porto, Gaia, Maia, Matosinhos, Gondomar e Valongo), sendo Estado responsável pela divida histórica da companhia, e por financiar parte dos custos de operação e a aquisição integral de 320 autocarros a gás natural. Quanto à passagem do capital da STCP para as respetivas autarquias, Matos Fernandes não acredita que se fará nesta legislatura devido à difícil situação financeira de algumas destas autarquias.

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