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06/09/2018

Governo aprova compra de 22 comboios para o serviço regional

facebook.com/transportesonline
comboios Regionais ao serviço da CP
O governo aprovou a compra de 22 novos comboios para o serviço regional da CP com um custo a rondar os 168 milhões de euros.

A CP está autorizada a lançar um concurso público internacional para a aquisição de 22 novos comboios para o serviço regional, depois do governo aprovar o investimento por parte da operadora ferroviária.
As novas composições deverão começar a circular entre 2023 e 2026. Até lá, a CP deverá colocar em circulação 4 comboios a diesel alugados à espanhola Renfe que deverão ter um custo anual de 7 milhões de euros, e que chegam em 2019.

16/02/2011

"Novos" comboios na linha do Algarve

A CP vai introduzir na linha do Algarve 11 comboios revistos que operavam na linha do Minho.
Trata-se de automotoras duplas a diesel com capacidade para 164 lugares sentados, e que entrarão em operação naquela linha nos próximos meses.
A deslocalização destes comboios da linha do Minho para a do Algarve, deve-se à introdução recente de comboios inter-regionais na linha do Minho alugados à Renfe, e que permitem deste modo, deslocalizar para sul as novas composições.
Com a introdução dos "novos" comboios no Algarve, o tarifário será actualizado em 5% isto porque, o valor praticado até agora estava abaixo da média devido à falta de conforto das composições em operação. Os horários também serão actualizados.

24/01/2011

Gastos 10 milhões em máquinas que estão a apodrecer

Há já quatro anos que 60 máquinas de venda de bilhetes de comboio e de metro estão a apodrecer e a ser vandalizadas em estações e apeadeiros das linhas da CP. Um projecto de 10 milhões, da Transportes Intermodais do Porto e da CP, que nunca foi posto a uso.


Ao todo, são 60 as máquinas que há quatro anos foram colocadas em estações e apeadeiros das linhas da CP Porto com o propósito de vender bilhetes não só de comboio, mas também de metro e dos autocarros da STCP.


A ideia era implementar um sistema de bilhética sem contacto, à semelhança da que é utilizada nos comboios urbanos de Lisboa, nas várias linhas de comboios suburbanos do Porto, ou seja, Porto-Aveiro, Porto-Guimarães, Porto-Caíde e Porto-Braga. Tratou-se de um projecto na ordem dos 10 milhões de euros levado a cabo pela empresa Transportes Intermodais do Porto (TIP) e pela CP e que previa a colocação de mais 32 outras máquinas.

Os aparelhos, semelhantes a máquinas multibanco, foram ligados à electricidade, ao que foi dito por se encontrarem em fase de testes, e assim continuam. O facto é que nunca funcionaram.

Com o tempo degradaram-se, ganharam ferrugem, foram vandalizados, alguns até mesmo destruídas, acabando apenas por contribuir para a imagem de abandono que prevalece em várias estações e muitos apeadeiros.

Sem as máquinas, que quando foram instaladas entusiasmaram os utilizadores do Andante (serve para o metro, comboio e autocarros), os utentes são obrigados a procurar "pay-shops" para carregar os cartões ou a enfrentar filas e filas de gente nos poucos postos da mobilidade existentes.

A maioria recorre ao que existe na estação de Campanhã, até porque são muitos os que evitam as máquinas do metro, onde também se podem carregar os passes, por estarem em causa valores mais altos, para os quais nem sempre as ditas máquinas têm troco.

"Quem me vale é a minha mãe que trabalha no Porto e vai carregando o meu Andante. Quando fica sem viagens ela dá-me outro carregado e vamos trocando. É que se fosse enfrentar aquelas filas enormes, bem que chegava sempre atrasado às aulas", contou Gonçalo Torres, estudante.

"Normalmente entro na estação da Granja e, como depois uso o metro, não me compensa estar a comprar bilhete de comboio. Carrego o Andante, mas não na estação, porque lá não é possível. Sou obrigada a ir a um café nas imediações que, como é natural, não está aberto todo o dia", explicou, por sua vez, Michele Rocha, fisioterapeuta.

O JN tem várias vezes questionado a TIP e a CP sobre o assunto. A resposta começou por ser que decorria ainda a fase de testes, designadamente ao nível da uniformização entre hardware e software. Em 2009 foi dito que as máquinas entrariam em funcionamento no último trimestre do ano, o que não veio a acontecer.

No início do ano passado, fonte da CP disse que isso estaria para muito breve, que o tal software das máquinas estava pronto e que estavam em curso acções de formação do pessoal técnico de manutenção e de apoio à operação. Mais: foi dito que estava a ser preparada uma campanha de comunicação ao cliente sobre as alterações ao sistema de bilhética, o que também não veio a acontecer.

Na passada sexta-feira, CP e TIP reuniram-se e o assunto terá sido abordado. Mas ninguém prestou esclarecimentos.

in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 24 Jan/11



18/12/2010

Linhas ferroviárias encerradas exploradas por privados

As linhas ferroviárias que vierem a ser encerradas, ao abrigo da Lei de Bases do Sistema de Transportes Terrestres, poderão vir a ser exploradas por privados. A possibilidade foi admitida pelo ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, afirmou que “outros agentes, económicos privados, associações de municípios, entre outros, podem encontrar soluções que podem revelar-se ajustadas e adequadas para continuar a prestar qualquer tipo de serviço”.


A Lei de Bases do Sistema de Transportes Terrestres prevê o encerramento de linhas, troços de linhas e ramais, cujos tráfegos actuais e potenciais não atingem valores mínimos social e economicamente justificativos da manutenção do serviço público ferroviário e quando as necessidades de transporte público podem ser satisfeitas, em condições mais económicas para a colectividade, por outros meios. Para o efeito, a Refer irá efectuar e apresentar um estudo de avaliação global da rede ferroviária que deverá ser entregue ao Governo até final do primeiro trimestre de 2011.

De acordo com o jornal “Público”, a CP poderá suprimir alguns serviços regionais com baixa procura em 2011 para cumprir o objectivo de redução de 15 por cento nos custos operacionais. Entre as ligações que poderão vir a encerrar encontram-se as seguintes: Torre das Vargens – Beirã (65 km), Abrantes – Elvas (129 km), Beja – Funcheira (62 km), Emersinde – Leça (11 km), Setil – Coruche (32 km), Pinhal Novo – Beja (138 km) e Casa Branca – Évora (16 km). O diário recorda que no primeiro mandato do actual Governo já foram encerrados 144 quilómetros de linhas, o que elevará para um total de 597 quilómetros que ficarão sem serviços regionais.

Em 2009, o serviço regional da CP apresentou um prejuízo de 56,6 milhões de euros, que se deveu essencialmente às linhas do interior, onde, muitas vezes, as automotoras circulam com menos de dez passageiros.
 
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 17 Dez/10

27/09/2010

CP já não vai comprar comboios novos

A CP decidiu excluir os quatro concorrentes – Alstom, Bombardier, CAF e Siemens – ao concurso para aquisição de novos comboios por alegadamente ter detectado deficiências nas propostas apresentadas pelos candidatos, segundo avança o jornal “Público”. As inconformidades nas propostas apresentadas evitam o pagamento de indemnizações aos concorrentes, o que sucederia em caso de suspensão de um concurso que previa a aquisição de 49 automotoras eléctricas – a maioria para a Linha de Cascais – e 25 composições diesel para o Serviço Regional da CP.


Lançado em Maio de 2009, o concurso implicava um investimento superior a 300 milhões de euros. A solução passa agora pela reabilitação de material circulante obsoleto, que conta com quase 40 anos. O aluguer de automotoras diesel à Renfe, por 5,35 milhões de euros por ano, constitui uma forma de ultrapassar a falta de material circulante novo para a CP Regional. Mais complicada é a situação na Linha de Cascais. As previsões indicam que os comboios só conseguem aguentar, em condições, mais dois a quatro anos.
 
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 27 Set/10
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