►Portuenses passam a ter transportes grátis para quem detém o cartão Porto. ►Travessia fluvial do Douro entrou em funcionamento. ►Porto: transportes gratuitos para portadores do cartão Porto. ►Plataforma Navegante com informação em tempo real de todos os transportes da de Lisboa. ► STCP e UNIR com horários em tempo real no Google Maps. ► Navegante mobile já disponível na Carris Metropolitana.
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03/01/2023

Trevo permite pagamento com cartões bancários contactless e smartphone

facebook.com/transportesonline
Já é possível viajar nos transportes urbanos de Évora e pagar o bilhete com cartão bancário contactless ou através de telemóvel. 

Resultado de uma parceria entre a concessionária dos transportes da cidade (Trevo - Transportes Rodoviários de Évora), a Mastercard e a plataforma Ubirider que já permite comprar o passe Navegante em Lisboa através da aplicação móvel, agora é possível adquirir o bilhete de bordo, ou carregá-lo na app Pick Hub, para viajar nos autocarros da Trevo em Évora. Através desta aplicação, é possível planear rotas, pesquisar horários, saber em tempo real quanto falta para a chegada do autocarro, e efetuar pagamentos na rede de autocarros Trevo.

Todo este ecossistema que combina diferentes modos de transporte, visa contribuir para a simplificação no acesso aos transportes públicos, libertar os condutores da cobrança de bilhetes e contribuir para a sustentabilidade ambiental com a diminuição da emissão de bilhetes em papel.

Em Portugal já é possível viajar nos transportes da Área Metropolitana do Porto e validar o título de transporte com o telemóvel. O pagamento com cartões bancários está disponível na linha E do Metro do Porto e na linha 500 da STCP. Também na STCP, já é possível adquirir bilhete de bordo com Mb Way. Em Lisboa os cartões bancários podem ser usados para pagar o bilhete ocasional Fertagus. Nos autocarros de Cascais ou da rede Vamus no Algarve, pode ser adquirido bilhete de bordo através das aplicações das respetivas operadoras e validá-lo através de leitura QR Code a bordo dos autocarros.


20/10/2022

Rede Expressos: nova ligação Lisboa - Zurique

www.facebook.com/transportesonline
A Rede Expressos disponibiliza uma nova rota internacional a ligar Lisboa e Zurique, três vezes por semana.

Esta nova rota resulta de uma parceria entre a Rede Expressos e a Alsa que oferece uma nova ligação entre Lisboa e Zurique com passagem por Setúbal, Évora, Badajoz, Merida, Madrid, Saragoça, Lerida, Barcelona, Girona, Perpignan, Narbonne, Montpellier, Nimes, Avignon, Lyon, Geneve, Lausanne e Berna.

As partidas realizam-se todos os domingos, quartas e sextas-feiras às 12:45 a partir de Sete Rios e às 13:15h a partir da Gare do Oriente. Os bilhetes podem ser comprados no site ou na app MyRNE no separador "Internacional" a partir de 59€ por viagem.

11/10/2022

CP lança campanha promocional nos comboios de longo curso

facebook.com/transportesonline
A CP lançou hoje uma campanha promocional nos comboios de longo curso para viajar entre 20 de Outubro e 22 de Dezembro.

São 30 mil bilhetes promocionais para viajar em 2ª classe nos comboios Alfa Pendular e Intercidades com uma compra antecipada de pelo menos 10 dias. Viagens Lisboa/Porto podem ser adquiridas por 5,50€; Lisboa/Aveiro ou Lisboa/Faro por 4,50€. Outros descontos podem ser encontrados para viagens entre  Lisboa/Coimbra a 4€; Lisboa/Faro por 4,5€; Lisboa/Beja por 3€ e Lisboa/Évora a 2,5€.

Saiba mais através do site ou app CP.


13/10/2020

CP lança campanha promocional com bilhetes a 5€ entre Lisboa e Porto

www.facebook.com/transportesonline
A CP lançou hoje uma nova campanha promocional para viagens a efetuar entre 22 de Outubro e 31 de Dezembro em comboio Intercidades.

A CP informa que a promoção é valida para compra mínima com 10 dias de antecedência, e os preços
entre Lisboa e Porto começam a partir dos 5€.
Há outros destinos com tarifas promocionais, dos quais se destaca viagens entre Lisboa e Covilhã com bilhetes a partir de 4€, Lisboa/Guarda e Lisboa/Faro a partir de 4,5€. 
Entre Lisboa e Coimbra a passagem começa nos 4€. De Lisboa para Braga e de Lisboa para Guimarães há bilhetes a partir de 5,5€. 
Reserve já no site ou app da CP.

06/02/2019

CP com descontos até 80% nos bilhetes de longo curso

facebook.com/transportesonline
A CP acaba de relançar uma campanha de descontos em viagens de longo curso que podem atingir os 80%. Há cerca de 13 mil lugares disponíveis.

As viagens são válidas em 2ª classe para Alfa Pendular e Intercidades em viagens a efetuar entre 14 de Fevereiro e 30 de Abril, com uma compra antecipada de pelo menos 10 dias.
Viagens Lisboa/Porto podem ser adquiridas por 5€; Lisboa/Braga, ou Lisboa/Guimarães por 5,50€.
Outros descontos podem ser encontrados para viagens entre Lisboa/Guarda a 4,5€; Lisboa/Covilhã a 4€; Lisboa/Faro a 4,5€; Lisboa/Beja por 3€ e Lisboa/Évora a 2,5€.

Esta campanha surge numa altura do ano em que existe um decréscimo na procura.  

06/10/2011

Rodoviária do Alentejo suspende passe escolar em Évora

A Rodoviária do Alentejo anunciou a suspensão do passe 4_18 e sub_23 por falta de pagamento por parte da autarquia de Évora.

Os dois títulos de transporte permitem a redução de 50% na aquisição do título de transporte a jovens estudantes sendo que, as Câmaras e Governo assumem os restantes 50%. No entanto, vários operadores nacionais de transporte de passageiros têm denunciado que existem valores não pagos respeitantes aos anos anteriores, um valor na ordem dos 8 milhões de euros.
A Rodoviária do Alentejo perante a falta de pagamento da autarquia de Évora, suspendeu os referidos títulos.

12/09/2011

Ligação ferroviária Évora-Caia avança

A ligação ferroviária entre Évora e Caia junto à fronteira espanhola avança. A confirmação foi avançada pelo Governo que decidiu construir uma ligação de comboio convencional em bitola europeia, em detrimento da ligação em Alta Velocidade.

O investimento previsto é de 222 milhões de euros na ligação que irá servir os portos de Sines e Setúbal, e interligar à já existente linha do Alentejo que liga Lisboa a Évora, e que foi recentemente modernizada.
A ligação a Caia irá reduzir o tempo de transporte de mercadorias a partir de Sines das actuais oito horas para quatro horas e meia.
A nova solução irá ser apresentada por Portugal ao Governo espanhol, que em breve virá a Lisboa discutir o projecto da Alta Velocidade, que por enquanto será mantido e suspenso.

20/07/2011

Novas ligações intercidades para Évora

A partir de domingo 24 de Julho a CP repõe o serviço intercidades Lisboa-Évora.

Em Maio de 2010 o troço Bombel-Évora encerrou para obras. As viagens de intercidades que demoravam uma hora e cinquenta minutos, passarão a ser feitas em apenas uma hora e vinte e um minutos graças à renovação do troço referido, que permite atingir uma velocidade de 200 km's/hora.
Catorze meses, e 48 milhões de euros de investimento, permitiram a renovação do troço Bombel-Évora, que a CP passará a disponibilizar 4 vezes ao dia para ligar Lisboa à capital do Alto Alentejo.
O serviço parte de Lisboa-Oriente e pára nas estações de Entrecampos, Sete Rios, Pragal, Pinhal Novo, Vendas Novas e Casa Branca.
Contudo, o troço Casa Branca-Beja que não foi modernizado será efectuado por locomotivas remodeladas, que disponibilizam mais espaço, ar condicionado e tomada para uso de computador.

07/01/2011

CP reorganiza serviço no Alentejo

Com vista a um corte na despesa em 40%, a CP propôs uma reorganização do serviço na região alentejana.
A primeira mudança visa efectuar o serviço entre Lisboa e Évora em automotora eléctrica, e a partir dali até Beja em automotora a diesel. Desta forma, a CP salienta que o número de ligações seria aumentado passando a população da Casa Branca a dispor de cinco ligações quer para Beja, quer para Lisboa, ao contrário das actuais duas.
Cuba, Alvito, Vila Nova de Baronia e Alcáçovas passariam a ser servidas por comboio.
O tempo de viagem entre Lisboa e Beja auentaria em sete minutos, ou seja, das actuais duas horas e vinte  cinco, para duas horas e trinta e dois minutos contando para o efeito, do tempo de transbordo em Casa Branca da automotora eléctrica para a automotora a diesel.
A CP está a reunir com as autarquias da região para anúnciar o novo plano, e a preparar os novos horários do serviço.

18/12/2010

Linhas ferroviárias encerradas exploradas por privados

As linhas ferroviárias que vierem a ser encerradas, ao abrigo da Lei de Bases do Sistema de Transportes Terrestres, poderão vir a ser exploradas por privados. A possibilidade foi admitida pelo ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, afirmou que “outros agentes, económicos privados, associações de municípios, entre outros, podem encontrar soluções que podem revelar-se ajustadas e adequadas para continuar a prestar qualquer tipo de serviço”.


A Lei de Bases do Sistema de Transportes Terrestres prevê o encerramento de linhas, troços de linhas e ramais, cujos tráfegos actuais e potenciais não atingem valores mínimos social e economicamente justificativos da manutenção do serviço público ferroviário e quando as necessidades de transporte público podem ser satisfeitas, em condições mais económicas para a colectividade, por outros meios. Para o efeito, a Refer irá efectuar e apresentar um estudo de avaliação global da rede ferroviária que deverá ser entregue ao Governo até final do primeiro trimestre de 2011.

De acordo com o jornal “Público”, a CP poderá suprimir alguns serviços regionais com baixa procura em 2011 para cumprir o objectivo de redução de 15 por cento nos custos operacionais. Entre as ligações que poderão vir a encerrar encontram-se as seguintes: Torre das Vargens – Beirã (65 km), Abrantes – Elvas (129 km), Beja – Funcheira (62 km), Emersinde – Leça (11 km), Setil – Coruche (32 km), Pinhal Novo – Beja (138 km) e Casa Branca – Évora (16 km). O diário recorda que no primeiro mandato do actual Governo já foram encerrados 144 quilómetros de linhas, o que elevará para um total de 597 quilómetros que ficarão sem serviços regionais.

Em 2009, o serviço regional da CP apresentou um prejuízo de 56,6 milhões de euros, que se deveu essencialmente às linhas do interior, onde, muitas vezes, as automotoras circulam com menos de dez passageiros.
 
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 17 Dez/10

06/12/2010

Trevo promove transporte gratuito ao fim de semana

A Trevo – Transportes Urbanos de Évora – está a levar a cabo a iniciativa “Trevolivre”, que permite à população de Évora utilizar gratuitamente os transportes urbanos durante todos os fins-de-semana de Dezembro. “Esta acção tem como objectivo incentivar a utilização dos transportes colectivos urbanos, fomentar noções de mobilidade e incutir preocupações ambientais colectivas” revela a empresa detida pela Rodoviária do Alentejo. A acção conta com o apoio da Associação Comercial do Distrito de Évora.

08/11/2010

Parar a alta velocidade obriga a fazer muitas contas

A lista é grande e dificilmente quantificável, pois mistura despesas com perda de receitas e não há histórico de indemnizações em projectos tão caros, mas o PÚBLICO encontrou um valor - 890 milhões - que, englobando despesas potenciais e receitas que ficam por obter, poderá aproximar-se do que seria a factura mais imediata a pagar pelo Estado português por causa da paragem total do projecto TGV.


Que aconteceria se o Estado desistisse de construir a linha Poceirão-Caia? Em primeiro lugar, perdia 247 milhões de euros de fundos comunitários. E arriscava-se a perder mais 450 milhões de fundos que, podendo ser transferidos para outras obras de modernização territorial, dificilmente encontrariam destino, pois teriam de ser projectos maduros, com estudo de impacto ambiental já realizado e concurso público prestes a arrancar. Até 2015, e com o investimento público parado, não seria fácil, mas não impossível.

Ameaça de indemnizações

Já o consórcio que ganhou, por 1359 milhões de euros, a construção do primeiro troço do TGV em Portugal começaria por exigir indemnização pelos custos incorridos (dinheiro já gasto), seguida da indemnização pelas expectativas frustradas do negócio. A primeira será relativamente fácil de calcular. O que já se sabe é que, apenas até à fase da proposta, o consórcio gastou cerca de 20 milhões de euros. E a proposta foi entregue há muitos meses. Os custos incorridos deverão ultrapassar os 60 milhões de euros - o equivalente a cerca de 5 por cento do projecto. Já a indemnização pelas expectativas frustradas é mais difícil de fazer, até porque não há histórico de rescisões de contrato em projectos desta dimensão.

Em causa poderiam estar valores entre os 70 e os 140 milhões de euros de indemnização, mas o processo arrastar-se-ia, com os custos inerentes, pelos tribunais. Por exemplo, o diferendo entre a Refer e a Teixeira Duarte pelo cancelamento da empreitada das obras no túnel do Rossio, em que ambas as empresas exigiram indemnização uma à outra, arrasta-se desde 2006. Acresce ainda o contrato de manutenção da linha (12 milhões/ano durante 36 anos) que teria de ser cancelado, podendo, neste caso, a indemnização chegar aos 27 milhões de euros.

E a Espanha?

Há ainda outras questões que se colocam pela primeira vez: como resolver o imbróglio dos acima mencionados 247 milhões de fundos comunitários, que resultaram de uma candidatura conjunta entre Portugal e Espanha? Poderá Espanha exigir ser ressarcida pela desistência do seu "sócio", uma vez que este dinheiro se destinava ao troço transfronteiriço Évora-Mérida?

E os custos de imagem para Portugal nas instâncias comunitárias? Poderia voltar a recandidatar-se mais tarde a novos fundos para o projecto com a mesma credibilidade?

Contra os opositores do TGV, a Rave esgrime um argumento financeiro tout court: nos quatro anos de construção da linha Poceirão-Caia, o Estado só despende 110 milhões de euros (o grosso do esforço financeiro é do consórcio), mas deverá receber 400 milhões de receitas geradas pelo projecto. Trata-se não só do IVA, mas também de receitas de IRC, IRS e até do facto de muitos desempregados deixarem de receber subsídio de desemprego e passarem a descontar.

A factura da PPP virá mais tarde, mas, nessa altura, diz a Rave, já haveria receitas do projecto porque os comboios estariam a circular.

A paragem da alta velocidade comprometeria ainda o projecto do eixo Sines-Badajoz. Aquela linha vocacionada para mercadorias circula paralela à linha de alta velocidade projectada entre Évora e Caia, fazendo ambas parte da mesma concessão. A sua construção beneficia, por isso, de economias de escala de grande dimensão. Sem TGV, esta linha ou não se faz ou fica com um custo acrescido. E, entretanto, o país já investiu 159 milhões de euros na variante de Alcácer e está a preparar o investimento na linha entre Vendas Novas e Évora. Projectos estes que não serão integralmente aproveitados se não houver continuidade da linha para Espanha.
 
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Maioria dos projectos mantém-se na Europa
 
A França, pioneira do TGV, vai avançar com a linha Atlântica, rumo à fronteira de Hendaya, avançando pela primeira vez com uma parceria público-privada, que será testada no troço Tours-Bordéus. Até agora, as linhas tinham sido feitas através do método de empreitada. Em projecto está também a linha Poitiers-Limôges.


A Alemanha conta já com 1285 quilómetros de rede de alta velocidade, tem 378 em construção e planeia fazer mais 670 nos próximos anos.

Em Itália, está construído o "T" que liga Turim e Milão a Roma e Nápoles. Este país conta com 923 quilómetros de linhas de alta velocidade e planeia ainda unir Milão a Veneza (245 quilómetros) e Génova a Milão (150 quilómetros).

A Holanda, país mais pequeno que Portugal, já tem 120 quilómetros de linha exclusiva para o TGV, a Suíça 35 e o Reino Unido 113. Este último pretende chegar com a alta velocidade de Londres a Birmingham e Manchester.

A Espanha vai inaugurar em Dezembro a linha Madrid-Valência (432 quilómetros) e mantém em construção 1787 quilómetros de linha. O seu ambicioso projecto de construir mais 1700 quilómetros sofreu, contudo, uma paragem devido à crise orçamental. O mesmo aconteceu na Polónia, que tem previstas duas linhas que somam 712 quilómetros.

Iãnki Barron, director do Departamento de Alta Velocidade da UIC (União Internacional dos Caminhos-de-Ferro), diz que a maioria dos países apostou nestes investimentos como uma forma de combater a crise, estimulando a economia e criando emprego. As coisas mudaram, mas de forma moderada, quando os défices públicos começaram a disparar, defende este responsável. "Quando muito, há uma desaceleração de novos projectos, mas o que estava planeado está a avançar. Só em Portugal e na Polónia é que as coisas não estão claras", disse ao PÚBLICO.

No mundo, existem 42 mil quilómetros de linhas de alta velocidade, das quais cerca de 18 mil na Europa e 21 mil na Ásia.

in: publico.clix.pt secção "Economia" de 8 Nov/10

23/06/2010

Trevo é a nova empresa dos urbanos de Évora

A Trevo é a nova empresa que passa a assegurar o serviço de transportes urbanos de Évora a partir do próximo mês de Julho, nos próximos dez anos. Detida pelo grupo Barraqueiro, a Trevo foi seleccionada pela autarquia eborense, após concurso público internacional, tendo investido três milhões de euros em autocarros, bilhética e equipamentos de apoio aos passageiros. A empresa conta com uma equipa de 42 profissionais.


A frota é constituída por 24 autocarros novos, de dimensões compactas, incluindo 12 veículos do modelo Otokar Vectio 2500LE, fabricados na Turquia e que fazem a sua estreia no nosso país, além 13 de mini-autocarros transformados a partir de chassis Iveco Daily pela empresa portuguesa Irmãos Mota. A decoração das viaturas foi efectuada pela Colorbus. Todos os veículos estão equipados com motores que cumprem a norma ambiental Euro 5.

A rede é constituída por dez linhas que estabelecem ligação entre as zonas norte (Canaviais, Bacelo, Louredo) e a sul (Horta das Figueiras, PITE, Almeirim) da Cidade de Évora. O serviço permite ainda a ligação entre os hospitais da cidade e as principais escolas do concelho.

in: http://www.transportesemrevista.com/ de 23 Jun/10

22/03/2010

A partir de Maio Rodoviária do Alentejo gere transportes de Évora


Já a partir do mês de Maio a Rodoviária do Alentejo vai passar a gerir os transportes públicos de Évora, substituindo desta forma, a empresa municipal SITEE.
A Câmara local apresentou um concurso para a concessão do serviço, sendo que a empresa do grupo Barraqueiro apresentou a melhor proposta.
A Rodoviária do Alentejo compromete-se a iniciar o processo de renovação da frota de autocarros, colocando mais carreiras em funcionamento, e melhores horários sedndo que, para a Câmara sob o plano financeiro, esta foi a melhor solução encontrada.

31/01/2010

A partir de amanhã é mais caro viajar de comboio


Viagens de longo curso a bordo do Inter-cidades e Alfa Pendular vai ser mais caro a partir de amanhã.
Entre Porto e Lisboa, e Lisboa e Coimbra haverá um aumento de um euro em classe conforto e turistica, e um aumento de um euro e meio na classe turistica entre Lisboa e Faro, e de dois euros em primeira classe no mesmo percurso, no serviço Alfa Pendular.
No inter-cidades o percurso Lisboa-Porto, e Lisboa-Faro terá um aumento de um euro em primeira classe, e cinquenta cêntimos em segunda.
Em Évora e Beja não haverá aumento dos bilhetes.

21/12/2009

Transportes públicos sem aumentos em Janeiro


Um acordo entre o governo e a ANTROP (Associação Nacional dos Tranportadores Rodoviários de Passageiros) permite que a partir de Janeiro de 2010 não haja aumentos nos transportes públicos que efectuem serviço até aos cinquenta quilómetros. O acordo permite contudo, que se faça uma actualização em Julho caso haja variação significativa nos preços dos combustíveis.
O acordo entre Governo e ANTROP vem de 2005 e permite, que se façam actualizações tarifárias trimestrais de acordo com o preço dos carburantes.
A estabilização do preço dos combustíveis e, a crise económica das familias esteve na origem do congelamento da actualização tarifária.
Porém, em Aveiro a Câmara Municipal que gere a rede de transportes da cidade, aprovou um aumento das tarifas em 5% já a partir de 1 de Janeiro de 2010.

14/09/2009

Greve pode atrapalhar serviço de transportes locais


A greve convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local para a próxima quarta-feira dia 16 pode vir a afectar o normal funcionamento das transportadoras municipais de transportes.
Dado que, algumas das operadoras de transportes são empresas municipais, a greve dos trabalhadores da administração local da próxima quarta pode ter reflexos no normal funcionamento de empresas como: os Transportes Urbanos de Braga, Moveaveiro, Maia Transportes, SMTUC, Transportes Colectivos do Barreiro, ou os SITEE em Évora, para além de outras.
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