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30/07/2008

Linha do Oeste será totalmente requalificada

A linha ferroviária do Oeste, que liga Figueira da Foz a Lisboa (Cacém), vai ser requalificada em toda a extensão aumentando a velocidade dos comboios que servirão para transporte de passageiros e de mercadorias.

"Vamos fazer a requalificação efectiva e integral da linha do Oeste que se destina a passageiros e a mercadorias", afirmou a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino.

"Há uma zona em que o transporte suburbano de Lisboa é o mais importante, mas há outras zonas em que o transporte ferroviário regional é o mais importante e há outras ainda em que o mais importante são as mercadorias", explicou a governante.

"Todas estas valências são extremamente importantes e devem ser preservadas em toda a linha".

Para isso e para aumentar a velocidade da antiga linha, onde há décadas não se fazem grandes investimentos, adiantou que será feita a electrificação, eliminação de passagens de nível e rectificações de traçado.

Ana Paula Vitorino acrescentou ainda que vai ser estudada "uma nova amarração ao sistema ferroviário da Área Metropolitana de Lisboa, ou seja, no último troço da Linha do Oeste (entre Malveira e Lisboa) vão ser feitos estudos de alternativas de traçado".

A secretária de Estado dos Transportes foi um dos elementos do Governo que participou na elaboração do Plano de Acção para a zona Oeste que surgiu após a decisão de abandonar a Ota como localização do novo aeroporto de Lisboa.

A elaboração do documento, dado por concluído na sexta-feira, foi feita em conjunto por Governo e autarcas da região, tendo como coordenador o ministro das Obras Públicas, Mário Lino.

A secretária de Estado dos Transportes remeteu mais informações acerca do futuro da ferrovia da região para a altura do anúncio oficial de todas as medidas previstas no plano, que deverá ocorrer em Setembro, após a sua aprovação em conselho de ministros.

A modernização da linha do Oeste era uma das principais e mais antigas reivindicações dos autarcas da região. Os comboios, por falta de investimento, perderam competitividade relativamente à auto-estrada.

No caso da ligação entre Torres Vedras e a capital os horários dos comboios não são compatíveis com os dos empregos e demoram o dobro do tempo a chegar a Lisboa comparativamente à auto-estrada.

in: publico.clix.pt secção "Local" de 30 Jul/08

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