STCP com oferta a 100% aos fins-de-semana.OBRIGATÓRIO USO DE MÁSCARA NOS TRANSPORTES PÚBLICOS.

27/09/2011

Governo avança com duas linhas de velocidade elevada

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, anunciou que o Governo irá avançar com duas linhas ferroviárias de velocidade elevada, para passageiros e mercadorias, em bitola europeia que irão ligar Aveiro a Salamanca e Sines a Madrid. Durante a sua prestação no programa Prós e Contras, da RTP1, Álvaro Pereira referiu que “para nós é muito importante termos linhas mistas de passageiros e mercadorias em bitola europeia que vão de Sines até Madrid, mas também garantir que as linhas não podem parar em Madrid. É muito importante que as linhas no norte de Espanha, a nível de mercadorias, estejam construídas”. O ministro referiu ainda que o Governo percebeu que “no Plano Estratégico de Transportes, que será apresentado esta semana, a única linha em bitola europeia não pode ser apenas a linha de Sines. É essencial que haja uma linha que ligue o norte do país ao resto da Europa. Essa linha partirá de Aveiro, através da Linha da Beira Alta, em bitola europeia”.


O governante disse que “a União Europeia confirmou que os fundos que estavam alocados ao TGV e outros grandes projetos de investimentos poderão ser realocados para estes projetos, que irão aumentar a competitividade da economia portuguesa”. O ministro fez ainda referência ao facto de que as grandes obras públicas devem estar viradas para aumentar a competitividade da economia portuguesa e para baixar os custos das exportações. E garantiu que “não é o TGV que nos vai dar competitividade. O que nos vai dar competitividade são linhas de mercadorias da mesma dimensão que existem na União Europeia”. Esta estratégia, de acordo com o Governo, vai igualmente ao encontro à que está a ser tomada e que passa por uma aposta maior nos portos, tal como referiu Álvaro Santos Pereira: “para nós os portos são fundamentais. Temos o maior porto de águas profundas da Europa, que é Sines. Temos outros portos de elevado potencial, que será muito maior quando, em 2014, o Canal do Panamá for alargado e que vai permitir a passagem de navios de maior porte, ou seja, navios que vêm da Ásia e da parte Oeste da América do Norte e América Latina”.

(...)

in: http://www.transportesemrevista.com/ de 27 Set/11



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