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A TML alerta para o facto dos jovens que têm mais que um cartão associado ao NIF para se deslocarem a um espaço Navegante de forma a regularizar a situação.
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A TML alerta para o facto dos jovens que têm mais que um cartão associado ao NIF para se deslocarem a um espaço Navegante de forma a regularizar a situação.
Em concreto, através da aplicação ou do site é possível consultar em tempo real quantos minutos faltam para a chegada de um autocarro a uma determinada paragem. Permite a pesquisa por paragem e por linha, e visualizar todos os avisos associados à linha selecionada, como por exemplo desvios de trajeto devido a obras.
Outra novidade passa por saber a lotação do autocarro que está a chegar à paragem, permitindo ao passageiro selecionar antecipadamente qual o melhor percurso a realizar.
No futuro, a aplicação estará adaptada à utilização de pessoas com deficiência visual, e é expectável que venha a agregar outros modos de transporte como comboio, Metro de Lisboa e barcos da Transtejo / Soflusa.
A Carris Metropolitana transporta cerca de 630 mil passageiros por dia, em 730 linhas distribuídas por 12500 paragens em 15 municípios da Área Metropolitana de Lisboa, e ainda as ligações a Lisboa, Barreiro e Cascais.
Ainda em fase de testes, os 370 painéis de tempo de espera instalados há cerca de um ano em vários locais de 17 municípios da Área Metropolitana de Lisboa, já estão em funcionamento há algumas semanas.
Destes 370 painéis, 50 estão instalados no interior de locais de elevada afluência como hospitais e Lojas do Cidadão, e os restantes 320 em paragens com grande procura de passageiros.
Os 320 painéis exteriores são dotados de tecnologia e-paper, ou seja, de baixo consumo energético, e alimentados por energia solar, enquanto que os painéis interiores são de tecnologia LCD ou LED.
Qualquer um destes painéis informa sobre o tempo de espera para a chegada do autocarro em tempo real numa dada paragem e permite a difusão de avisos. Numa fase posterior, irão informar sobre a lotação dos veículos.
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| Autocarro da Mafrense, integrará o serviço da Carris Metropolitana | |
Lote 3 (Amada, Seixal e Sesimbra) 3xxx.
Ex: em Almada a carreira 102 passa a 3003;
| autocarro ao serviço da Vimeca |
Em causa estão os concelhos que integram a Área 1 que abrange os concelhos da Amadora, Oeiras,
Sintra e ainda as ligações aos concelhos de Cascais e Lisboa, adjudicado ao consórcio Scotturb/Vialagus que irá operar
como Viação Alvorada, e na Área 2 os municípios
de Mafra, Odivelas, Loures, Vila Franca de Xira, e ainda ligações
a Lisboa ganho pela Rodoviária de Lisboa, que vêm adiada em 6 meses a entrada em operação da Carris Metropolitana pela falta de novos autocarros, e de motoristas para assegurar a melhoria de qualidade e de oferta prevista no Caderno de Encargos. Até ao final do ano as carreiras e horários destes operadores mantêm-se inalterados.
Já na Área 3 que integra os concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra, ganho pela TST, a Carris Metropolitana entra em funcionamento como previsto no próximo dia 1 de Julho. Das atuais 88 linhas, vão ser acrescentadas mais 23, para um total de 111 linhas, o que representa um acréscimo de 21% face à oferta atual aos dias úteis. Das 339 viaturas para realizarem o serviço neste lote, 290 são totalmente novas.
Na Área 4 que já entrou em funcionamento no passado dia 1 de Junho nos concelhos de Palmela, Setúbal, Moita, Alcochete e Montijo, a TML garante um reforço da oferta a partir do inicio do próximo mês.
A partir do próximo dia 26 de Junho são abertos 5 "Espaços Navegante" da Carris Metropolitana para de apoio ao cliente, onde é possível obter informações da nova operação, e tratar do cartão Navegante
Nesta que é considerada a maior revolução dos transportes em Portugal, num contrato de 1,2 biliões de euros válido por 7 anos, vamos perceber o que vai mudar nos transportes da Área Metropolitana de Lisboa (AML).
Importa compreender que a Carris Metropolitana é uma marca comum aos transportes rodoviários em 15 dos 18 municípios que compõem a AML, com uma imagem, sistema de bilhética, tarifário e informação ao público comum. Ficam de fora Lisboa (Carris), Barreiro (TCB) e Cascais (MobiCascais) que lançou um concurso individual para as carreiras municipais ganho pela empresa Martín. No entanto, e apesar da coincidência do nome, a Carris Metropolitana não pertence, nem depende da Carris, estando sob a alçada da TML - Transportes Metropolitanos de Lisboa, cujos acionistas são os próprios municípios que compõem a AML, e a quem compete a atribuição e fiscalização dos contratos em vigor.
A AML dividiu o território em 4 lotes, que resultou no lançamento de 4 concursos públicos internacionais para a concessão da exploração do transporte rodoviário durante 7 anos.
No lote 1, zona Noroeste, (que abrange os concelhos da Amadora, Oeiras, Sintra e ainda as ligações aos concelhos de Cascais e Lisboa) foi adjudicado ao consórcio Scotturb/Vialagus que irá operar como Viação Alvorada. No lote 2, zona Nordeste, (inclui os municípios de Mafra, Odivelas, Loures, Vila Franca de Xira, e ainda ligações a Lisboa) foi ganho pela Rodoviária de Lisboa. Já no lote 3, zona Sudoeste, (inclui os concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra) vai ser operado pela TST. O lote 4, zona Sudeste, (municípios de Alcochete, Moita, Montijo, Palmela e Setúbal) vai ser operado pelo consórcio que inclui a Alsa e a Luisa Todi, que criou a empresa-veículo Alsa Todi Metropolitana de Lisboa.
Nestes 15 concelhos, todos os autocarros passam a ter a mesma marca e a mesma imagem, com um sistema de comunicação e de bilhética uniforme, um reforço substancial da oferta, mais e melhor informação.
Não. Os cartões de suporte Lisboa Viva, Navegante, bem como os cartões de suporte de títulos ocasionais Viva Viagem ou Navegante mantém-se válidos, não sendo necessário proceder à sua substituição.
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| autocarro da TST |
O contrato resultante dos 4 lotes colocados a concurso pela AML foi assinado em Dezembro do ano passado entre aquela entidade e as empresas vencedoras, mas os respetivos processos careciam visto pelo Tribunal de Contas, que agora emitiu parecer vinculativo. De acordo com as regras resultantes dos concursos, as empresas vencedoras têm 10 meses para iniciarem operação das concessões sob a marca Carris Metropolitana.
O lote 1, zona Noroeste, (que abrange os concelhos da Amadora, Oeiras, Sintra e ainda as ligações aos concelhos de Cascais e Lisboa) foi adjudicado ao consórcio Scotturb/Vialagus que irá operar como Viação Alvorada. No lote 2, zona Nordeste, (inclui os municípios de Mafra, Odivelas, Loures , Vila Franca de Xira, e ainda ligações a Lisboa) foi ganho pela Rodoviária de Lisboa. Já no lote 3, zona Sudoeste, (inclui os concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra) vai ser operado pela TST. O lote 4, zona Sudeste, (municípios de Alcochete, Moita, Montijo, Palmela e Setúbal) vai ser operado pelo consórcio que inclui a britânica Nex (National Express) e a Luisa Todi, que criou a empresa-veículo Alsa Todi Metropolitana de Lisboa.
Carris Metropolitana será a marca comum de todos os autocarros em 15 dos 18 municípios que compõem a AML, com uma imagem, sistema de bilhética, tarifário e informação ao público comum. Ficam de fora Lisboa (Carris), Barreiro (TCB) e Cascais (MobiCascais) que lançou um concurso individual para as carreiras municipais ganho pela empresa Martín.
A entrada em funcionamento da Carris Metropolitana poderá ser adiada para o segundo semestre de 2022.
As licenças dos atuais operadores terminam no início do próximo mês de Dezembro, altura que as novas concessões deveriam dar início.
A Área Metropolitana de Lisboa (AML) já assinou contrato com as empresas vencedoras dos 4 lotes postos a concurso. De acordo com os procedimentos concursais, as empresas vencedoras têm 10 meses a contar da emissão do visto prévio vinculativo por parte do Tribunal de Contas para começarem a operar. Mas é aqui que o processo poderá sofrer um atraso significativo. O Tribunal terá de analisar contrato a contrato, existindo vários contratos para análise na área dos transportes em todo o país em resultado dos diferentes concursos lançados pelas Área Metropolitanas, Comunidades Intermunicipais e autarquias, e que poderá levar vários meses até um parecer favorável. As empresas vencedoras já manifestaram que será difícil arrancarem com as novas operações em apenas 10 meses. Na região de Lisboa haverá mais de 1600 autocarros novos, e a indústria nacional não tem capacidade tão elevada de produção neste curto espaço de tempo. Será ainda necessário uniformizar bilhética, mapas de informação ao público e instalar e uniformizar sistemas de apoio à exploração.
Este processo tem sofrido vários atrasos. Os Concursos Públicos Internacionais foram lançados apenas em Fevereiro de 2020 depois de terminadas as concessões dos operadores atuais, o que obrigou a uma prorrogação por 2 anos das concessões vigentes. O início da pandemia adiou por diversas vezes a conclusão do dossiê atirando para o passado mês de Setembro o fecho dos respetivos concursos. Apesar de concluído, e remetido para o Tribunal de Contas, a Carris Metropolitana só arranca após a validação por parte desta entidade dos 4 contratos firmados entre a AML e os operadores vencedores.
Carris Metropolitana será a marca comum de todos os autocarros em 15 dos 18 municípios que compõem a AML, com uma imagem, sistema de bilhética, tarifário e informação ao público comum. Ficam de fora Lisboa (Carris), Barreiro (TCB) e Cascais (MobiCascais) que lançou um concurso individual para as carreiras municipais ganho pela empresa Martín.
A nova empresa será responsável pela gestão dos transportes rodoviários da região, formalizar, gerir e fiscalizar as concessões rodoviárias em curso na AML, cujo concurso encerrou no passado dia 1 de Setembro. O lote 1 foi ganho pelo consórcio Scotturb/Vialagus que dará lugar à Viação Alvorada, o lote 2 foi entregue à Rodoviária de Lisboa, na margem sul o lote 3 ficará a cargo da TST e o lote 4 à britânica National Express (NEX). As empresas vencedoras vão operar sob a marca Carris Metropolitana.
| autocarro da Carris |
| autocarro da Carris |
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