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05/05/2009

Barraqueiro, Keolis, Arriva e Mota-Engil unem-se para o metro

O Grupo Barraqueiro, a Mota-Engil, a Keolis e a Arriva uniram-se para concorrer à exploração do sistema de metro do Porto. O consórcio, liderado pela empresa Barraqueiro, foi apresentado publicamente ontem. A proposta que vai ser apresentada ao concurso lançado pela Metro do Porto já está a ser trabalhada pela equipa técnica instalada num escritório na Rua do Campo Alegre, no Porto.
"É um consórcio com uma consistência muito grande", afirmou, ao JN, José Luís Catarino, responsável do grupo Barraqueiro, que acredita numa vitória no concurso. A actual operadora do metro do Porto, Transdev, também está na corrida. Recorde-se que o concurso já não se livra da polémica: pela primeira vez em 16 anos de Metro do Porto o Governo interferiu na composição de um júri, determinando a presença de três representantes da Administração Central (um deles passou a ser o presidente daquele organismo).
O grupo Barraqueiro, que explora o metro Sul do Tejo e a linha de comboio que passa na ponte de 25 de Abril, em Lisboa, reitera que o metro do Porto é o principal projecto da empresa para este ano. Nesse sentido, a constituição do consórcio foi estabelecida com "empresas líderes no sector". A Keolis (francesa) e a Arriva (inglesa) são duas operadores de transportes com experiência e presença em vários países. Por sua vez, a a Mota-Engil surge como mais valia na área da manutenção.
"A experiência e know-how das empresas que compõem o consórcio foram os principais requisitos tidos em conta pelo grupo Barraqueiro no momento de definição da parceria", sintetiza um comunicado emitido ontem.
O mesmo documento especifica que a proposta vai ter "associados alguns dos mais importantes operadores rodoviários da Área Metropolitana do Porto".
José Luís Catarino explicou que a ideia é estabelecer acordos de exploração que passem pelo reforço da intermodalidade e por rebatimentos das linhas rodoviárias nas principais estações.
"Na Fertagus, 30% da procura resulta dessa componente", explicou o responsável, evidenciando as vantagens da estratégia. Não foram especificados os operadores envolvidos, mas, por agora, serão apenas empresas privadas. José Luís Catarino admite, contudo, que a STCP também deverá ser envolvida no processo, caso a proposta do consórcio ganhe o concurso.

in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 5 Mai/09

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