► Passe Ferroviário Verde já pode ser utilizado nos comboios suburbanos da CP dentro das Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto. ► Flixbus já opera a partir do terminal de Sete Rios. ►STCP: com informação em tempo real no Whatsapp. ►Viseu: Transportes públicos grátis para todos os residentes. ►SMTUC com horários em tempo real no Google Maps. ►Travessia fluvial do Douro entrou em funcionamento. ►Porto: transportes gratuitos para portadores do cartão Porto. ►Plataforma Navegante com informação em tempo real de todos os transportes da de Lisboa. ► STCP e UNIR com horários em tempo real no Google Maps. ► Navegante mobile já disponível na Carris Metropolitana.
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19/04/2026

Porto: metrobus passa a ser pago a partir desta 2ª feira

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A utilização gratuita do metrobus termina neste domingo, após 51 dias em que os portuenses poderiam utilizar gratuitamente este novo meio de transporte.

A partir de amanhã, a linha do metrobus que liga a Casa da Música à Praça do Império, estará integrada no tarifário Andante, bastando um título Z2, ou as assinaturas com as zonas PRT1 e PRT2 para viajar. 

O período experimental serviu para dar a conhecer as potencialidades do novo meio de transporte, e ajustar horários e sistemas de informação em contexto de real de operação.

Na ligação à Praça do Império relativa à primeira fase, foram construídas as estações "Casa da Música", "Guerra Junqueiro", "Bessa", "Pinheiro Manso", "Serralves", "João de Barros" e "Império". 

Na secção até à Anémoma a partir de "Pinheiro Manso" que está atualmente em construção, são adicionadas as estações "Antunes Guimarães", "Garcia de Orta", "Nevogilde", "Castelo do Queijo" e "Praça Cidade Salvador". 

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31/03/2026

Porto: período experimental do metrobus alargado até ao dia 19 de Abril

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O período experimental para utilização gratuita do metrobus do Porto foi alargado até ao próximo dia 19 de Abril.

Inaugurado a 28 de Fevereiro, a primeira linha do metrobus que liga a Casa da Música à Praça do Império foi gratuito durante o mês de Março enquanto se procediam a ajustes na operação.

Agora até ao próximo dia 19 vai poder continuar a usar livremente o metrobus. A partir do dia 20, este novo serviço estará integrado no tarifário Andante, bastando um título Z2, ou as assinaturas com as zonas PRT1 e PRT2 para viajar. 

Na ligação à Praça do Império relativa à primeira fase, foram construídas as estações "Casa da Música", "Guerra Junqueiro", "Bessa", "Pinheiro Manso", "Serralves", "João de Barros" e "Império". 

Na secção até à Anémoma a partir de "Pinheiro Manso" que está atualmente em construção, são adicionadas as estações "Antunes Guimarães", "Garcia de Orta", "Nevogilde", "Castelo do Queijo" e "Praça Cidade Salvador". 

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28/02/2026

Metrobus do Porto entra hoje em funcionamento

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O Metrobus do Porto entra hoje em funcionamento no troço Casa da Música / Praça do Império.

Os veículos movidos a hidrogénio, com cerca de 18 metros, vão fazer a ligação Casa da Música à Praça do Império em cerca de 12 minutos, estando prevista uma frequência de 10 minutos nas horas de ponta, e de 15 minutos nos restantes períodos e aos fins-de-semana. O serviço vai funcionar diariamente entre as 6:30h e as 22h.

Até ao final de Março, a utilização será gratuita, período que servirá de testes para ajustar frequências. A partir desta data estará integrado no tarifário Andante, bastando um título Z2, ou as assinaturas com as zonas PRT1 e PRT2 para viajar 

Na ligação à Praça do Império relativa à primeira fase, foram construídas as estações "Casa da Música", "Guerra Junqueiro", "Bessa", "Pinheiro Manso", "Serralves", "João de Barros" e "Império". 

Na secção até à Anémoma a partir de "Pinheiro Manso" que está atualmente em construção, são adicionadas as estações "Antunes Guimarães", "Garcia de Orta", "Nevogilde", "Castelo do Queijo" e "Praça Cidade Salvador". 

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21/02/2026

Metrobus do Porto entra em funcionamento no dia 28 de Fevereiro

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O Metrobus do Porto entra em funcionamento no próximo dia 28 de Fevereiro.

Numa nota enviada pelo Metro do Porto, a linha 1 do Metrobus entra em funcionamento no final do mês, prevendo-se um período de testes para ajustamentos de horários. Pelo que, durante todo o mês de Março as viagens serão gratuitas.

Na ligação à Praça do Império relativa à primeira fase, foram construídas as estações "Casa da Música", "Guerra Junqueiro", "Bessa", "Pinheiro Manso", "Serralves", "João de Barros" e "Império". Na secção até à Anémoma a partir de "Pinheiro Manso" são adicionadas as estações "Antunes Guimarães", "Garcia de Orta", "Nevogilde", "Castelo do Queijo" e "Praça Cidade Salvador". 

O metrobus do Porto vai funcionar com 12 veículos articulados com cerca de 18 metros, movidos a hidrogénio verde e operados pela STCP e que ficarão instalados na Estação de Recolha da Asprela/Areosa onde atualmente estão a ser instalados os equipamentos par a produção, armazenamento e distribuição de hidrogénio verde, não só para o abastecimento dos veículos BRT, como para a venda a terceiros. Até à conclusão das obras, os veículos serão abastecidos em São Roque da Lameira.

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21/01/2026

Linha Rosa do Metro do Porto só abre no primeiro trimestre de 2027

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A Linha Rosa do Metro do Porto só vai abrir no primeiro trimestre de 2027.

Apesar de estar concluída no final do corrente ano, a abertura ao público apenas se fará no decorrer do primeiro trimestre do 2027, após um período de testes de obtenção de certificações necessárias à entrada em funcionamento da linha Rosa que liga a Casa da Música a São Bento, e que contempla ainda as estações da Galiza e Santo António.

Em construção desde 2021, os prazos para a conclusão da linha têm vindo a derrapar consecutivamente. Se a primeira previsão apontava para estar tudo pronto em 2024, agora só no final de 2026 é que as obras estarão concluídas.

No que diz respeito ao metrobus, a fase 1 entrará em funcionamento já no final de Fevereiro. Quanto à fase 2 que ligará Antunes Guimarães ao Castelo do Queijo, estará pronta em Agosto e vai manter a ciclovia atualmente existente. A circulação de autocarros será partilhada com o tráfego automóvel.

18/12/2025

Metrobus do Porto entra em funcionamento no final de Fevereiro

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A primeira fase do metrobus do Porto entre a Rotunda da Boavista e a Praça do Império vai entrar em funcionamento no final de Fevereiro, depois de assinado o contrato de operacionalização entre o Estado português, a Câmara Municipal do Porto, o Metro do Porto (dona da obra) e a STCP que irá operar o serviço, que decorreu esta tarde na Câmara do Porto.

Com mais de um ano de atraso, a obra concluída em 2024 vai finalmente entrar em funcionamento de forma experimental, com viagens gratuitas durante todo o mês de Março.

Está também resolvida uma das principais dúvidas do projeto: como iriam os veículos inverter a marcha junto à Casa da Música? A solução encontrada passa por contornar a rotunda e até entrar no sentido descendente da Av. da Boavista em convivência com o trânsito durante o processo de inversão, sendo para o efeito adicionado um veículo extra que já estará na estação da Casa da Música enquanto o outro inverte, de modo a não afetar os tempos de operação.

O projeto BRT (Bus Rapid Transit) teve um investimento de 76 milhões de euros financiado pelo PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), e que contempla uma segunda ligação entre a Rotunda da Boavista e a Praça Cidade Salvador (Anémona) totalmente construída em via dedicada.

Na ligação à Praça do Império foram construídas as estações "Casa da Música", "Guerra Junqueiro", "Bessa", "Pinheiro Manso", "Serralves", "João de Barros" e "Império". Na secção até à Anémoma a partir de  "Pinheiro Manso" são adicionadas as estações "Antunes Guimarães", "Garcia de Orta", "Nevogilde", "Castelo do Queijo" e "Praça Cidade Salvador". 

O metrobus do Porto vai funcionar com 12 veículos articulados com cerca de 18 metros, movidos a hidrogénio verde e operados pela STCP e que ficarão instalados na Estação de Recolha da Asprela/Areosa onde atualmente estão a ser instalados os equipamentos par a produção, armazenamento e distribuição de hidrogénio verde, não só para o abastecimento dos veículos BRT, como para a venda a terceiros.

18/09/2025

Segunda fase do metrobus do Porto arranca 2ª feira

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A empreitada da segunda fase do projeto do metrobus do Porto  que vai ligar à Anémomaa partir de  "Pinheiro Manso", vai ser iniciada na próxima 2ª feira.

Enquanto se espera pelo início da operação da primeira fase entre a Rotunda da Boavista e a Praça do Império, as obras da segunda fase arrancam com um ano de atraso.

O projeto da segunda fase foi alterado de forma a manter mais árvores na avenida. Até à Anémoma são adicionadas as estações "Antunes Guimarães", "Garcia de Orta", "Nevogilde", "Castelo do Queijo" e "Praça Cidade Salvador".

O metrobus do Porto vai funcionar com 12 veículos articulados com cerca de 18 metros, movidos a hidrogénio verde e operados pela STCP, que ficarão parqueados na estação de recolha da Asprela, cujas instalações se encontram atualmente em obras de adaptação. O projeto contempla ainda a instalação de equipamentos para a produção fotovoltaica de energia elétrica nas estações de recolha da Areosa, Via Norte e Francos, infraestruturas para produção e abastecimento dos veículos a hidrogénio e para a comercialização a terceiros.

A primeira fase da obra que liga a Casa da Música à Praça do Império com sete estações foi concluída em Agosto, mas ainda não tem data para o início da operação comercial.

05/10/2024

Segunda fase do metrobus do Porto adiada por um ano

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O Metro do Porto pediu o adiamento para a execução da segunda fase do metrobus na Avenida da Boavista por mais um ano.

À segunda fase do projeto que vai ligar à Anémoma a partir de  "Pinheiro Manso", são adicionadas as estações "Antunes Guimarães", "Garcia de Orta", "Nevogilde", "Castelo do Queijo" e "Praça Cidade Salvador", com um prazo de conclusão inicialmente previsto para 31 de Dezembro de 2024.

Contudo, “na presente data, não se pode indicar quando se iniciará a execução do respetivo contrato, uma vez que o processo se encontra judicialmente suspenso”, indica fonte do Ministério das Infraestruturas.

O metrobus do Porto vai funcionar com 12 veículos articulados com cerca de 18 metros, movidos a hidrogénio verde e operados pela STCP, que ficarão parqueados na estação de recolha da Asprela, cujas instalações se encontram atualmente alugadas para outras atividades. O projeto contempla ainda a instalação de equipamentos para a produção fotovoltaica de energia elétrica nas estações de recolha da Areosa, Via Norte e Francos, infraestruturas para produção e abastecimento dos veículos a hidrogénio e para a comercialização a terceiros.

A primeira fase da obra que liga a Casa da Música à Praça do Império com sete estações foi concluída em Agosto, mas ainda não tem data para o início da operação comercial.


03/02/2024

Metrobus do Porto vai funcionar com autocarros da STCP nos primeiros meses de serviço

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autocarro operado pela STCP 
O metrobus do Porto vai funcionar com recurso a autocarros da STCP nos primeiros meses de atividade.

O projeto BRT (Bus Rapid Transit) atualmente em construção ao abrigo do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), vai ligar a Rotunda da Boavista e a Praça do Império a partir do próximo Verão. No entanto, os veículos adquiridos em específico para funcionar neste serviço apenas vão chegar no final de 2024.  Tanto esta linha, como a futura ligação entre a Rotunda da Boavista e a Praça Cidade Salvador (Anémona) vão funcionar com estações semelhantes às da rede de superfície do metro, mas construídas no eixo central da via, o que obriga a que os veículos que ali vão operar tenham portas à esquerda.

Como os autocarros adquiridos ao consórcio liderado pela Caetanobus vão chegar alguns meses depois da inauguração da linha de BRT, serão os autocarros articulados da STCP a efetuar o serviço nos primeiros meses de operação. Porém, como estes autocarros que atualmente circulam em linhas como a 205, 600 ou 700 têm portas à direita, no canal do metrobus vão circular pela esquerda (à inglesa), poucos metros antes de cada estação de forma a permitir a entrada e saída de passageiros nas estações.

Na ligação à Praça do Império está prevista a construção das estações "Casa da Música", "Guerra Junqueiro", "Bessa", "Pinheiro Manso", "Serralves", "João de Barros" e "Império". Na secção até à Anémoma a partir de  "Pinheiro Manso" são adicionadas as estações "Antunes Guimarães", "Garcia de Orta", "Nevogilde", "Castelo do Queijo" e "Praça Cidade Salvador". 

O metrobus do Porto vai funcionar com 12 veículos articulados com cerca de 18 metros, movidos a hidrogénio verde, operados pela STCP. Vão ser instalados equipamentos nas estações de Francos, Via Norte e Asprela para a produção, armazenamento e distribuição de hidrogénio verde, não só para o abastecimento dos veículos do metrobus, como para a venda a terceiros.

No total, a construção das duas linhas metrobus do Porto vão custar cerca de 76 milhões de euros, dos quis 23,5 milhões para a aquisição dos autocarros e instalação de equipamentos para a produção e abastecimento de hidrogénio.

01/09/2023

Metrobus de Gaia entrou hoje em funcionamento

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Entrou hoje em funcionamento o serviço "metrobus" de Vila Nova de Gaia entre a estação de metro de D. João II e a zona de Baiza (rua Condessa Paço Vitorino) ao longo da Estrada Nacional 222, relativo à 1ª fase de implantação do projeto.

O troço inaugurado no passado dia 14 de Julho será alargado futuramente os Arcos do Sardão e a rotunda de acesso à Rua 5 de Outubro (Avintes) para o qual já foram adjudicados estudos técnicos. Posteriormente, o objetivo será chegar à zona industrial de Avintes, a Crestuma e Lever.

De acordo com a autarquia gaiense, trata-se de um "sistema de transporte público baseado no uso de autocarros elétricos e/ou a hidrogénio com faixa de rodagem exclusiva, para evitar os congestionamentos do trânsito, com estações próprias, veículos novos e sistemas inteligentes de tráfego, num percurso integrado e flexível". A faixa de rodagem é partilhada com bicicletas e outros meios de mobilidade suave.

A frequência para já é de 10 minutos nas horas de ponta, e de 15 a 20 minutos nos restantes horários, assegurado pela MGC Transportes com mini autocarros alimentados a biodiesel. Em Novembro com o início da operação da rede Metropolitana de autocarros (UNIR), o serviço será assegurado pela Auto Viação Feirense com autocarros elétricos ou a hidrogénio.

Até ao final do ano o serviço é gratuito, passando a integrar o tarifário Andante a partir de Janeiro de 2024.



14/07/2023

Gaia inaugura 1ª fase do metrobus

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O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, inaugurou hoje a obra relativa à 1ª fase da operação de metrobus na Estrada Nacional 222, que a partir de 1 de Setembro vai ligar a estação de metro de D. João II e a zona de Baiza (rua Condessa Paço Vitorino).

Trata-se de um serviço integrado no lote 4 da futura rede metropolitana de autocarros (UNIR) adjudicada ao consórcio Bus On Tur que integra a Auto Viação Feirense.

De acordo com a autarquia gaiense, trata-se de um "sistema de transporte público baseado no uso de autocarros elétricos e/ou a hidrogénio com faixa de rodagem exclusiva, para evitar os congestionamentos do trânsito, com estações próprias, veículos novos e sistemas inteligentes de tráfego, num percurso integrado e flexível". A faixa de rodagem é partilhada com bicicletas e outros meios de mobilidade suave.

A frequência será de 10 minutos nas horas de ponta, e de 15 a 20 minutos nos restantes horários.

A partir de 1 de Setembro e até ao final do ano o serviço será inteiramente gratuito.

Para o futuro o serviço metrobus fará a ligação entre os Arcos do Sardão e a rotunda de acesso à Rua 5 de Outubro (Avintes) para o qual já foram adjudicados estudos técnicos. Posteriormente, o objetivo será chegar à zona industrial de Avintes, a Crestuma e Lever.

30/01/2023

Metrobus do Porto apresentado hoje

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O projeto de metrobus do Porto é apresentado hoje pela autarquia e a empresa Metro do Porto.

A primeira frente de obra deverá arrancar já amanhã na Av. da Boavista  que marca o inicio das obras entre a Rotunda da Boavista e a Praça do Império do projeto BRT (Bus Rapid Transit) num investimento de 66 milhões de euros financiado pelo PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), e que contempla uma segunda ligação entre a Rotunda da Boavista e a Praça Cidade Salvador (Anémona) totalmente construída em via dedicada.
Na ligação à Praça do Império está prevista a construção das estações "Casa da Música", "Guerra Junqueiro", "Bessa", "Pinheiro Manso", "Serralves", "João de Barros" e "Império". Na secção até à Anémoma a partir de  "Pinheiro Manso" são adicionadas as estações "Antunes Guimarães", "Garcia de Orta", "Nevogilde", "Castelo do Queijo" e "Praça Cidade Salvador". 
O metrobus do Porto vai funcionar com 12 veículos articulados com cerca de 18 metros, movidos a hidrogénio verde e operados pela STCP.
Recentemente foi lançado pelo Metro do Porto um Concurso Público Internacional no valor de 23,5 milhões de euros para a aquisição dos autocarros e para o projeto de aquisição e instalação de equipamentos par a produção, armazenamento e distribuição de hidrogénio verde, não só para o abastecimento dos veículos BRT, como para a venda a terceiros, que se localizará na estação de recolha da Asprela da STCP, cujas instalações se encontram atualmente alugadas para outras atividades. O projeto contempla ainda a instalação de equipamentos para a produção fotovoltaica de energia elétrica nas estações de recolha da Areosa, Via Norte e Francos.

Com um atraso do inicio das obras de mais de meio ano face ao inicialmente previsto, o metrobus do Porto deverá estar a funcionar durante o primeiro semestre de 2024. 

01/10/2018

Porto vai ter Metrobus na Avenida Fernão de Magalhães

A Câmara Municipal do Porto anunciou a construção de um sistema de Metrobus a ligar o Campo 24 de Agosto e a Praça Francisco Sá Carneiro percorrendo toda a Avenida Fernão de Magalhães.

Tal como a Transportes Online anunciou em 9/02/2017, a Câmara irá assumir a construção deste modo de transporte que tal como o metro de superfície, circula num corredor próprio e terá prioridade nos semáforos. A implementação do Metrobus insere-se num programa de beneficiação daquela avenida, que terá um prazo de execução de 540 dias e cujas obras começam já esta semana.
Não se sabe se a linha de Metrobus será integrada na STCP, ou funcionará de forma autónoma, mas terá como tarifário o Andante. Sabe-se que a autarquia quer implementar mais linhas de Metrobus na cidade, mas ainda não há calendário definido.

Veja aqui o anúncio da medida!

O que é um sistema de Metrobus?


O Metrobus é um modo de transporte à superfície que circula em canal próprio, separado do restante tráfego, cujos veículos e assemelham a um elétrico moderno, ou a um metro de superfície, mas em modo autocarro. Tem prioridade nos semáforos, ou seja, sempre que se aproxima de um cruzamento, tal como o metro ligeiro, os semáforos dão automaticamente prioridade à circulação do Metrobus. Os veículos são de grande capacidade, normalmente articulados ou bi-articulados que permitem o transporte de um número elevado de passageiros. 

14/05/2018

Linha de Cascais poderá ser convertida numa linha de elétricos moderna

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A linha de Cascais poderá ser convertida numa linha de elétricos moderna, de acordo com uma das propostas avançadas pelas autarquias de Lisboa e Cascais para modernizar aquele troço.

A linha de Cascais que liga o Cais do Sodré em Lisboa a Cascais, e umas das linhas de comboios com maior procura do país, mas que tem vindo a perder clientes ano após ano, à medida que não se encontram soluções de financiamento para a modernização do troço e do material circulante que está extremamente degradado e já torna difícil a manutenção por falta de peças, são apresentadas outras soluções que sirvam de alternativa a esta linha suburbana que percorre 3 concelhos (Lisboa, Oeiras e Cascais) e concorra diretamente com o transporte individual que tornam o corredor da A5 cada vez mais congestionado.
Uma das soluções mais falada nos últimos anos, passaria pelo alargamento da A5 cujos encargos ficariam do lado do concessionário, e construir faixas dedicadas para o Metrobus, que é um autocarro articulado em forma de metro ligeiro, ou seja, com grande capacidade de transporte, e relativamente barato face a outros investimentos mais pesados como é o caso do comboio.
Agora, de acordo com Isaltino Morais presidente da Câmara de Oeiras, foi feita uma proposta para converter o atual troço de comboios da linha de Cascais, para uma linha de elétricos moderna, que passaria pela reconversão total do corredor ferroviário, e a aquisição de elétricos modernos, mas que constituiriam em todo o caso, um investimento mais ligeiro face à aquisição de novos comboios e a reconversão de carris e catenárias. Essa proposta carece de financiamento por parte do Estado que não se tem pronunciado sobre esta matéria.

SATU Oeiras poderá ser recuperado

Relativamento ao SATU Oeiras que funcionou entre Paço de Arcos e o Oeiras Parque entre 7 de Junho de 2004 e 31 de Maio de 2015, Isaltino Morais admite que a Câmara poderá voltar a colocar o serviço em funcionamento e financiar o alargamento até ao Tagus Park e posteriormente ao Cacém, que chegou a estar previsto para a segunda fase da obra, mas que nunca se concretizou. Outras das hipóteses passa por uma linha de elétrico que faça o percurso do SATU.

Nova linha de elétricos entre o Estádio Nacional, Linda-a-Velha e Algés

Isaltino Morais também destaca que está a negociar com a Câmara de Lisboa e a Carris a possibilidade de construir uma linha de Estádio Nacional, Linda-a-Velha, Miraflores e Algés, desconhecendo-se por enquanto o calendário para a execução da obra e financiamento.

02/06/2017

Governo avança com sistema “metrobus” para o ramal ferroviário da Lousã

O governo anunciou hoje a construção de um sistema de autocarros de grande capacidade em via dedicada,
denominado de “metrobus”, para o Sistema de Mobilidade do Mondego, que previa a construção de um sistema metropolitano ligeiro no antigo ramal ferroviário da Lousã encerrado em 2010, para servir os concelhos de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo.
O projecto de metro ligeiro que nunca saiu do papel é agora substituído por um sistema de autocarros de grande capacidade, que circulará em via própria e prioridade nos cruzamentos tal como o sistema de metro.
De acordo com o governo, o sistema terá um custo de 89,5 milhões de euros, um terço do custo projectado para a construção do metropolitano, e com uma duração de construção prevista de três anos e meio.
Está prevista a aquisição de 43 veículos movidos a electricidade, dos quais 30 terão capacidade para 55 lugares sentados, e que circularão no troço suburbano Serpins-Coimbra  B com ligação à Baixa da Cidade e Hospitais. Fora da cidade será feita em via única. Já no percurso urbano os veículos terão capacidade para 130 lugares sentados e circularão em via dupla.
foto: Transportes em Revista

Vai ser desativado o percurso ferroviário entre a estação de Coimbra B e a estação de Coimbra na baixa da cidade, sendo substituído pelo “metrobus”.

09/02/2017

Câmara do Porto estuda solução "metrobus"

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Linha 1 transportes de Lille
A Câmara do Porto está a estudar a implementação de uma solução "metrobus" na cidade.

Depois de ser conhecida esta semana, a decisão de avançar com o prolongamento da linha amarela do Metro até Vila D'Este, e da nova linha rosa, a Câmara do Porto que em conjunto com outras autarquias do Grande Porto, se prepara para gerir em breve a STCP, dá a conhecer os planos para serem criados "modos suaves" de transporte, que complementem a rede de metro. Em cima da mesa está a criação de "metrobus", que já existe em várias cidades mundiais.
O que é então o "metrobus"? Trata-se de um modo de transporte à superfície, operado por autocarros de dimensão tradicional, ou concebido para situações especificas, que circulam em via própria, com prioridade sobre o restante tráfego nos cruzamentos, dado que os próprios veículos acionam os semáforos, tal como acontece com o metro de superfície, de modo a manterem uma velocidade comercial elevada. Os próprios veículos são desenhados de forma a transportarem um número elevado de passageiros, sendo que garantem grandes distâncias, e com uma frequência de passagem alta.
O objetivo da Câmara Portuense, passa por criar este corredor de "metrobus" entre o Campo Alegre e a Praça da Galiza, passando pela Faculdade de Letras, de modo a ligar à futura estação da linha G de metro da Praça da Galiza, que abrirá em 2021. Neste eixo, chegou a estar projetada uma linha de metro, que ligaria S. Bento a Matosinhos, passando pela Praça da Galiza, Faculdade de Letras, Campo Alegre e Parque da Cidade. Esta linha por enquanto fica no papel, pelo que a solução "metrubus" poderia colmatar as necessidades de mobilidade no eixo Faculdade de Letras/Praça da Galiza, com ligação à restante rede de metro.

31/08/2015

Metrobus poderá ser solução para Metro do Mondego

O Governo apresentou à Comissão Europeia uma solução para o Sistema de Mobilidade do Mondego (Metro do Mondego), que consiste num Metrobus. Definida pelo ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Poiares Maduro, uma solução alternativa “metropolitana rodoviária”, que poderá beneficiar de financiamento através de fundos comunitários. O responsável adiantou à agência Lusa que o estudo desenvolvido pelo LNEC "está praticamente concluído e que será apresentado nos próximos dias, mas que já existem conclusões preliminares". Sem avançar detalhes, Poiares Maduro garantiu que não se trata de um normal autocarro elétrico: "É uma coisa diferente, as pessoas julgam que é um autocarro normal e não é. Do ponto de vista de funcionamento e de acessibilidade para as pessoas não é diferente do metro", afirmou.
O ministro adiantou que o estudo do prevê a inclusão da zona urbana de Coimbra na solução a ser adotada e não apenas a ligação entre aquela cidade e os municípios de Miranda do Corvo e Lousã, "para garantir a sustentabilidade global do projeto" do Metro Mondego.
Caso seja adotada, a solução Metrobus permitirá manter e utilizar os investimentos já realizados no projeto, não os desperdiçando: "É isso que entendemos que pode levar a que, realmente, a Comissão Europeia aceite que fundos europeus possam ser utilizados para financiar esta solução", disse Poiares Maduro à Lusa.
O ministro lembrou que a Comissão Europeia (CE) "tinha recusado financiar com fundos europeus o sistema de mobilidade original, constituído por um metropolitano sobre carris, considerando-o "inaceitável por não ser minimamente sustentável, minimamente viável". Nas negociações com Bruxelas, o Governo conseguiu que a CE "aceitasse a possibilidade de poderem vir a ser utilizados fundos europeus para financiar o Sistema de Mobilidade do Mondego, desde que Portugal apresentasse uma solução alternativa e demonstrasse a sua sustentabilidade económica e financeira" e que essa sustentação estivesse assente num estudo técnico "credível e independente".

in: transportesemrevista.com de 31 Ago'15

16/03/2011

Lisboa avança com projecto de Metrobus

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai avançar com um sistema de transporte colectivo em sítio próprio, que numa primeira fase será realizado através de um sistema de “metrobus”, mas que deverá ficar preparado para receber um sistema de metro ligeiro de superfície. Em declarações à Transportes em Revista, o vereador da Mobilidade da CML, Fernando Nunes da Silva, revelou que o projecto «está a ser desenvolvido a partir do Plano Director Municipal» e que a opção pelo meio de transporte «será tomada em função da procura. Importante é que o “espaço-canal” esteja já definido e projectado para vir a ter uma rede eléctricos rápidos ou um metro ligeiro de superfície». Este sistema de transporte colectivo em sítio próprio da cidade de Lisboa irá ser composto por duas redes, uma na Coroa Norte e outra no eixo Alcântara/Restelo. A rede da Coroa Norte será composta por duas linhas. A primeira ligará as zonas da Ameixoeira, Charneca do Lumiar, Lumiar, Paço do Lumiar, Carnide e Benfica. A segunda irá ligar Benfica, Sete Rios, Cidade Universitária e deverá acabar na zona da Av. Dos Estados Unidos da América.


No eixo Alcântara/Restelo, o projecto prevê a ligação entre Alcântara-Terra, Alvito, Pólo Universitário da Ajuda e Av. das Descobertas, no Restelo. Em relação a este último projecto, Nunes de Silva refere que «está ainda um bocado atrasado porque existem questões por resolver, como por exemplo, o traçado a seguir».

O vereador da CML diz ainda que o modelo de negócio que vier a ser adoptado para este projecto deverá ser baseado numa parceria entre a Câmara e outra(s) entidades, num modelo de “construção/exploração”, onde a concessão é pública mas o investimento e exploração serão assegurados pelas entidades que vencerem o respectivo concurso. Neste projecto, Nunes da Silva ressalva que «o mais importante é ter um “espaço – canal” que seja bem articulado com as zonas urbanas, com distâncias entre paragens curtas, grandes intensidades de paragem e que tenha um perfil longitudinal que permita ter inclinações que possam ser vencidas quer por um eléctrico quer por um autocarro. Do ponto de vista económico, o Metrobus é muito mais barato não só pelo custo da infra-estrutura como do material circulante. Se quisermos que seja uma concessão pública é fundamental que seja minimamente atractiva». De acordo com o vereador, o concurso para primeira fase deste projecto, entre Ameixoeira e Benfica, deverá ser lançado ainda durante o actual mandato do Executivo camarário liderado por António Costa.

in: http://www.transportesemrevista.com/ de 16 Mar/11

22/09/2010

Odivelas e Oeiras na mira do futuro MetroBus

O MetroBus, um veículo rodoviário eléctrico, vai ligar a Amadora a Lisboa a partir de 2013 e terá capacidade para transportar mais de 2500 passageiros em hora de ponta. O presidente da Câmara da Amadora quer, no futuro, alargar o projecto a Odivelas e Algés (Oeiras).


O novo meio de transporte é um metro de superfície semelhante a um eléctrico, mas que, em vez de circular sobre carris, desloca-se nas estradas com pneus de borracha.

Durante a apresentação do projecto, ontem, o presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, considerou que este é um projecto “amigo do ambiente” que vai melhorar a mobilidade no município e que não requer grandes investimentos nas transformações das vias, uma vez que vai percorrer as estradas já existentes.

“Permite utilizar as vias existentes, com algumas adaptações, permite utilizar corredores próprios, e não é preciso fazer outras obras [túneis e viadutos] que realmente encarecem este país. Essa é uma grande vantagem”, disse.

Numa segunda fase do MetroBus está previsto um segundo troço, fazendo a ligação entre o Dolce Vita Tejo e Odivelas, num investimento estimado de cerca de 12 milhões de euros. Raposo admite que gostaria de ver o projecto estendido a Loures e Algés.

Já o secretário de Estado dos Transportes, Carlos Correia da Fonseca, defendeu que este é um projecto que deve servir de ?bandeira? a outros municípios.

“É a maneira de não andarmos a mandar dinheiro pela janela fora. Porque fazer um comboio para andar a transportar 100 passageiros por dia, como acontece em muitas situações, é brincar com o dinheiro dos contribuintes e é aumentar o endividamento das empresas”, sublinhou.

in: jn.sapo.pt secção "Lisboa"

“Temos neste momento o projecto do metro do Mondego e cada veiculo que lá vamos meter custa três milhões de euros. Para transportar quantas pessoas? É óbvio que aquela gente precisa de ter um modo de transportes estruturantes, e vai ter, mas tem que ser adequado às necessidades reais da procura”, rematou.

27/07/2009

Metro com pneus vai avançar na Amadora

Um sistema de metro ligeiro de superfície com pneus, Metrobus, vai avançar no concelho da Amadora e irá estabelecer a ligação entre as estações do Metropolitano de Lisboa da Reboleira e de Amadora-Este e terminar no centro comercial Dolce Vita Tejo. Com uma extensão de sete quilómetros irá atravessar as freguesias de Reboleira, Venda Nova, Falagueira, Mina, São Brás e Brandoa. O investimento ascende a cerca de 8,9 milhões de euros. Desse total, cerca de metade – 4,4 milhões de euros – serão suportados pela Chamartín Imobiliária, a proprietária do centro comercial, que ficará responsável pela concretização das obras de construção civil e electrificação da linha. A REN – Redes Energéticas Nacionais (REN) deverá assegurar um financiamento de 900 mil euros, enquanto o material circulante deverá custar 3,2 milhões de euros, cuja aquisição irá ser objecto de uma candidatura a fundos comunitários. Segundo a autarquia, as obras deverão arrancar no final do ano. Será de referir que para a instalação da infra-estrutura – postes, linha aérea e sub-estações – a Câmara Municipal da Amadora estabeleceu um protocolo com os SMTUC – Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra, uma empresa que já tem um conhecimento aprofundado nesta matéria. O material circulante, com capacidade entre 150 a 180 passageiros, poderá vir a ser fornecido pelo fabricante polaco Solaris, que é um dos poucos construtores europeus que continuam a apostar na tecnologia dos troleicarros. De acordo com a autarquia da Amadora, o Metrobus poderá servir entre 40 a 65 mil habitantes. Este projecto, recorde-se, foi apresentado em 2007 e deveria estar concluído em Maio de 2009, para coincidir com a inauguração do Centro Comercial Dolce Vita Tejo. Incluía um prolongamento ao concelho de Loures, que foi colocado de parte com o anúncio da extensão do Metropolitano de Lisboa àquele concelho. Para uma segunda fase, está prevista a possibilidade de prolongamento até Odivelas, que representará um investimento de cinco milhões de euros. A autarquia de Odivelas pretende que o financiamento seja efectuado pela empresa privada responsável pelo desenvolvimento de um pólo tecnológico em Famões.

in: www.transportesemrevista.com de 27 Jul/09
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