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| autocarros da Alsa Todi ao serviço da Carris Metropolitana |
01/06/2026
Greve geral dia 3 de Junho
05/02/2026
Troço suburbano do Metro do Mondego encerrado
A empresa assegura transportes alternativos nas principais estações, como Serpins, Lousã, Miranda do Corvo e Vale de Flores. O Metro está a efetuar todos os esforços para providenciar transporte nas restantes estações. No entanto, as condições climatéricas existentes cortaram vários acessos que impedem a circulação de veículos, o que condiciona a oferta de transportes.
20/12/2025
Região de Coimbra apresenta novo cartão para todos os transportes
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| autocarro do Metro do Mondego |
O cartão Move-C permite num único cartão utilizar diferentes operadores de transporte público de uma forma integrada e simples.
Numa primeira fase estará disponível para os utilizadores dos SMTUC e do Metro do Mondego. Mas durante o próximo ano vai integrar a rede do SIT Metropolitano e os comboios urbanos da CP de Coimbra.
Os utilizadores dos SMTUC que já possuem o cartão não precisam fazer nada. Os utilizadores dos transportes alternativos do Ramal da Lousã deverão solicitar a emissão gratuita de um novo cartão mediante a apresentação do cartão atual. Para os novos utilizadores, a emissão do Move-C tem um custo de 6€ nas bilheteiras do Metro do Mondego de Lousã e Miranda do Corvo, e nas bilheteiras dos SMTUC em Coimbra.
O passe mensal para utilizar num único concelho tem um custo de 30€. Dois municípios custa 35€, e 40€ para três ou mais concelhos.
Relativamente ao tarifário pré-pago, terá um custo de 1 a 3€ consoante o número de municípios abrangidos, estando também prevista a implantação de títulos de 1, 3 e 7 dias.
14/12/2025
Metro do Mondego chega a Serpins a partir de dia 16
São 36 km's e 27 estações que ligam 3 concelhos (Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã) a partir do próximo dia 16, mantendo-se a gratuitidade até ao final do ano. Desde 29 de Agosto que o sistema funciona entre a Portagem e a estação Vale das Flores, sendo agora alargado até Serpins.
Nas horas de ponta a frequência será de 5 minutos no troço urbano e de 7,5 minutos entre as horas de ponta. Para Miranda do Corvo o intervalo de passagem será de 10 minutos nas horas de ponta e de 30 minutos nos restantes períodos. Finalmente a ligação a Serpins será de 15 minutos em períodos de ponta e de 30 minutos fora desse horário.
O Sistema de Mobilidade do Mondego conta com 35 autocarros articulados de piso rebaixado com cerca de 18 metros e capacidade para transportar 136 passageiros, incluindo com mobilidade reduzida.
A circulação faz-se em canal dedicado, com prioridade nas interseções e com paragem em estações para embarque e desembarque de passageiros.
A segunda fase do metrobus que se perspetiva estar concluída em 2027, a linha Serpins/Portagem será prolongada próximo à estação de Coimbra B, e será inaugurado o troço urbano até ao Hospital Pediátrico.
A partir de Janeiro quando a utilização for paga, haverá um passe combinado com os SMTUC: 30€ na área urbana e 40€ para toda a rede. Até ao final de 2026 será incluída a utilização dos autocarros do SIT Metropolitano e dos comboios urbanos da CP sem custos acrescidos. Os utilizadores dos SMTUC deverão solicitar novo cartão de passe até ao início do ano.
28/08/2025
Metro do Mondego começa a funcionar esta 6ª feira num troço de 5 km's
O projeto do Metro do Mondego sofreu várias alterações e suspensões ao longo de 30 anos. Estava previsto ser implementado um metro ligeiro a ligar Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo, mas foi construído um sistema de BRT (metrobus) que agora começa a funcionar de forma preliminar entre a Portagem e Vale das Flores, em Coimbra.
Está abertura parcial será utilizada para ajustar detalhes técnicos e dar a conhecer o serviço às populações.
São 10 estações (Portagem, Parque, Colégios, Arregaça, Norton de Matos, São José, Solum, Fernando Namora, Casa Branca e Vale das Flores) que abrem oficialmente à população a partir das 10h desta 6ª feira e vai extender-se até às 18h. A partir de sábado o sistema funciona entre as 8h e as 20h de forma gratuita até à entrada em funcionamento da totalidade da linha prevista para o final do ano.
Nesta fase o serviço vai funcionar com intervalos de 15 minutos. O sistema é operado por autocarros articulados com 18,75 metros. A distância média das estações no troço urbano é de 490 metros.
16/10/2016
"Passe Social +" alargado a todo o país em 2017
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| autocarros da Transdev - Central de Camionagem de Arouca |
Até agora o passe Social + que prevê um desconto de 60% para alunos carenciados, e de 25% para os restantes, apenas estava disponível nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto. No OE para 2017, está previsto que a partir do ano letivo 2017/18 todos os alunos até aos 23 anos possam beneficiar do desconto na aquisição de passe independentemente da situação económica e da área geográfica.
Governo reserva 7,5 milhões de euros para o setor dos transportes
Para 2017 está previsto o investimento de 7,5 milhões de euros para reparação e manutenção de frota e sistemas de bilhética. Para a STCP está prevista uma dotação de 1,45 milhões de euros, e para a Carris cerca de 800 mil euros. Para a CP estão reservados 1,8 milhões para resolver alguns problemas de manutenção de material circulante, bem como de sistemas de bilhética. Já para o Metro do Porto está dotada uma verba de 1,7 milhões de euros para financiar infra-estruturas de longa duração, e para o Metro do Mondego cerca de 2 milhões para financiar o sistema de mobilidade. Adicionalmente estão reservados 490 mil euros para ajuda ao desenvolvimento de uma plataforma de pagamento via telemóvel do sistema intermodal Andante.
31/08/2015
Metrobus poderá ser solução para Metro do Mondego
O ministro adiantou que o estudo do prevê a inclusão da zona urbana de Coimbra na solução a ser adotada e não apenas a ligação entre aquela cidade e os municípios de Miranda do Corvo e Lousã, "para garantir a sustentabilidade global do projeto" do Metro Mondego.
Caso seja adotada, a solução Metrobus permitirá manter e utilizar os investimentos já realizados no projeto, não os desperdiçando: "É isso que entendemos que pode levar a que, realmente, a Comissão Europeia aceite que fundos europeus possam ser utilizados para financiar esta solução", disse Poiares Maduro à Lusa.
O ministro lembrou que a Comissão Europeia (CE) "tinha recusado financiar com fundos europeus o sistema de mobilidade original, constituído por um metropolitano sobre carris, considerando-o "inaceitável por não ser minimamente sustentável, minimamente viável". Nas negociações com Bruxelas, o Governo conseguiu que a CE "aceitasse a possibilidade de poderem vir a ser utilizados fundos europeus para financiar o Sistema de Mobilidade do Mondego, desde que Portugal apresentasse uma solução alternativa e demonstrasse a sua sustentabilidade económica e financeira" e que essa sustentação estivesse assente num estudo técnico "credível e independente".
in: transportesemrevista.com de 31 Ago'15
03/01/2014
Coimbra quer juntar empresa municipal de transportes com o Metro do Mondego
Para a Câmara de Coimbra, accionista único dos SMTUC, a fusão da empresa de transportes municipais com o Metro do Mondego, cuja construção se encontra em suspenso, traria ganhos de eficiência, e tornaria mais fácil a candidatura a fundos europeus.
O Movimento cívico da Miranda e Lousã que pugna pela construção do metro ligeiro, já fez saber que apoia a pretensão da edilidade coimbrã, cuja fusão traria no entender do Movimento, "melhores transportes, com menos custos".
A administração do Metro do Mondego nada disse sobre a proposta da Câmara de Coimbra, mas o governo já foi informado sobre pretensão da Câmara. O Estado é o principal acionista da empresa Metro do Mondego.
01/07/2011
Carris, Metro Lisboa e STCP privatizadas
Embora, ainda sem datas concretas, o Governo está a preparar os estudos conducentes à privatização, ou concessão do serviço de transportes de Lisboa e Porto. O modelo ainda por definir, garantirá aos futuros concessionários indemnizações provenientes do Orçamento de Estado para compensar as perdas decorrentes da prestação do serviço público.
O Estado assumirá as dividas do conjunto das empresas, e garante uma discriminação positiva nos títulos de transportes para as pessoas com menos recursos.
As linhas suburbanas de Lisboa e Porto da CP, tal como estava previsto pelo anterior Governo serão mesmo concessionadas.
Quanto à TAP, de acordo com o Memorando de Entendimento com a Troika, será privatizada até ao final de 2011.
Para já sabe-se que o Governo irá suspender todas as linhas de TGV, e a segunda fase de construção do Metro Sul do Tejo para os concelhos do Seixal e do Barreiro. Na base desta decisão, estará a falta de procura dos utentes. O objectivo da concessionária era atingir os 85.000 passageiros/dia, mas regista-se uma procura na casa dos 30 mil.
Por enquanto, nada se sabe quanto à segunda fase de expansão do Metro do Porto, nem quanto à construção do sistema de metro ligeiro de Coimbra. Na campanha eleitoral, Pedro Passos Coelho prometeu recolocar os carris no antigo ramal da Lousã.
11/01/2011
Governo garante sistema de mobilidade do Mondego
O Governo, baseando-se em estudos, concluiu que o investimento no projecto que serviria os concelhos de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo não é justificado pelo número de passageiros que viriam futuramente a utilizar este meio, sendo que se atingiria um prejuízo anual na ordem dos 20 milhões de euros, mais do triplo do prejuízo do antigo ramal da Lousã.
Assim sendo, o Governo garante encontrar no mais curto espaço de tempo, e em colaboração com as respectivas autarquias, alternativas de mobilidade que satisfaçam os critérios económicos e ambientais definidos pelo Governo no Plano de Estabilidade e Crescimento.
26/10/2010
Transtejo e Soflusa fundidas
Apesar, de ambas empresas terem a mesma administração, juridicamente têm estatutos diferentes, o que lhes garante independencia de uma em relação à outra.
Também a Carris e Metropolitano de Lisboa, e a STCP e o Metropolitano do Porto, de acordo com a proposta orçamental, deverão desenvolver sinergias ao nível administrativo e operação das empresas.
O Metro do Montego por seu turno, será extinguido, e a operação integrada na Refer, o mesmo sucedendo com a Rave (Rede de Alta Velocidade), que também será integrada na Refer.
A CP Lisboa e CP Porto serão concessionadas.
12/07/2010
PEC pode levar a suspender Metro Mondego, um projecto com obras já em curso
Esta é a hipótese mais radical para cumprir os limites ao endividamento do sector empresarial do Estado, e obrigará ao pagamento de indeminizações ao empreiteiro já no terreno.
Apesar de admitir a necessidade de se ajustarem os investimentos públicos à situação financeira do país, Maia Seco diz que no âmbito da reprogramação das obras do Metro Mondego "há soluções aceitáveis" e outras "que não são defensáveis". E em função da opção que for tomada pelo Governo, decidirá também se se mantém à frente da sociedade. "Se eu em alguma altura achar que as condições em que tenho que exercer as minhas funções como presidente da Metro entram em conflito com as minhas convicções como cidadão, sei muito bem o que terei que fazer", afirmou ao PÚBLICO.
Após a aprovação do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC), a Secretaria de Estado dos Transportes solicitou às empresas tuteladas uma proposta de reprogramação dos planos plurianuais de investimentos. De acordo com Álvaro Maia Seco, foram apresentados três cenários: "um com um deslizamento de prazos mais intenso, um cenário menos intenso e um intermédio. Mas todos os cenários que propusemos prevêem que, na pior das hipóteses, em 2015 teríamos a primeira fase do metro já em funcionamento".
O presidente da Metro diz ser impossível suspender ou anular de imediato um conjunto de trabalhos que estão a ser realizados no âmbito das duas empreitadas que estão em curso, sob risco de prejuízos "ainda maiores no futuro". "Estamos por exemplo a fazer o tratamento de um talude que tem que ser levado até ao fim, sob perigo de no primeiro Inverno todo o trabalho que foi feito se estragar e eventualmente ainda haver prejuízos adicionais", afirma, admitindo que se outras componentes das empreitadas forem suspensas então haverá lugar a "indemnizações" das empresas que estão a realizar os trabalhos.
Um conjunto de cidadãos está a promover uma petição contra a suspensão do Metro Mondego que recolheu até ontem 1417 assinaturas. No texto da petição os signatários lembram que o "projecto do metro ligeiro de superfície no distrito de Coimbra já tem mais de três décadas" e consideram "inadmissível que a obra pare agora, numa altura em que já foram retirados os carris da antiga linha". E apelam: "Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã precisam deste projecto para potenciarem o seu desenvolvimento e, principalmente, porque o Governo tem de honrar os seus compromissos e a sua palavra numa lógica de respeito pelos cidadãos".
in: publico.clix.pt secção "local" de 12 Jul/10
25/02/2010
SET anuncia Autoridades Regionais de Transportes
in: www.transportesemrevista.com de 25 Fev/10
19/01/2010
Segunda fase do metro a todo o gás
O governante aguarda as conclusões dos estudos de procura e de viabilidade económica em curso, que deverá conhecer em finais de Fevereiro, para dar luz verde à segunda etapa. E está "optimista". "Assim que vierem, estou certo de que vamos avançar com toda a rapidez", disse, finda a apresentação do projecto de Implementação do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) e Requalificação Urbana no Troço entre a Beira Rio e a Câmara, da autoria de Gonçalo Byrne.
O presidente da Metro Mondego (MM), Álvaro Maia Seco, partilha daquela opinião: "Se a linha [do Hospital] não tiver uma procura razoável, então nenhum eixo, em Coimbra, terá". E crê que, se a decisão for tomada no curto prazo, a linha poderá estar a funcionar entre o final de 2014 e o início de 2015.
Mas antes, alerta Maia Seco, é essencial que se retome o processo de demolições, na Baixa, interrompido há cerca de três anos. Sem isso, garante, "não há concurso para a linha do Hospital".
"A cidade sai muito valorizada"
O secretário de Estado - que visitou a zona de intervenção da MM na Baixa - acredita que o metro "vai ser quase um símbolo de Coimbra". "A cidade sai muito valorizada. Tudo iremos fazer para não faltar com o apoio [superior a 400 milhões de euros]", referiu.
Antes, Carlos Correia da Fonseca havia presidido à cerimónia de assinatura do Auto de Consignação da Empreitada de Reabilitação das Infra-Estruturas do Ramal da Lousã, no troço entre Alto de S. João e Miranda do Corvo, nesta última localidade.
in: jn.sapo.pt secção "Coimbra" de 19 Jan/10
05/01/2010
22/06/2009
Metro do Mondego prepara transporte alternativo
«Vamos fazer circuitos rodoviários alternativos que vão basicamente acompanhar o trajecto da linha da Lousã», explicou o responsável, avançando ainda que em alguns casos não faz sentido o transporte rodoviário ir até aos apeadeiros, pelo que poderá ficar na estrada. Nestes casos, Álvaro Seco sublinha que «não vamos despejar as pessoas para o meio da valeta», pelo que o Metro do Mondego está «a tratar não apenas de preparar os circuitos e os horários, mas também vamos fazer pequenos investimentos», referentes à construção de abrigos e paragens e à instalação de iluminação. Estas intervenções têm previsto um orçamento de 150 mil euros. «Não é um investimento gigante, mas é um investimento importante, porque não se tratam de serviços alternativos que vão durar 15 dias», revela o presidente do Metro do Mondego, reforçando a importância de um bom serviço alternativo: «não queremos que as pessoas abandonem o sistema, porque se as pessoas deixarem de usar os serviços alternativos, daqui a dois anos vai ser muito mais difícil convencê-las a voltar para o comboio». «Por outro lado, as pessoas não têm que sofrer mais do que aquilo que é estritamente necessário. A intenção não é dar um serviço alternativo de luxo, mas é dar um serviço alternativo digno e com conforto razoável», explica Álvaro Seco.
in: www.transportesemrevista.com de 19 Jun/09
31/12/2008
Metro do Mondego e CP lançam concurso para aquisição de material circulante
Ao todo, as empresas pretendem receber 22 veículos modelo "tram-train" num investimento de cerca 60 milhões de euros.
Ao mesmo tempo, foi lançado um concurso para a modernização da linha de eléctrico ligeiro de superficie entre Serpins e Miranda do Corvo, que custará cerca de 33 milhões de euros.
Prevê-se, a data de 2011 para a entrada em funcionamento do Metro do Mondego.
18/11/2008
Câmara de Coimbra aprova traçado do metro
De acordo com o calendário de obras, o prazo para a conclusão da linha, que ligará a Baixa aos Hospitais da Universidade de Coimbra, é nos finais de 2013 ou início de 2014.
A primeira fase da obra, correspondente à intervenção no Ramal da Lousã, entre Serpins e Coimbra B, está programada iniciar-se em 2009, prevendo-se que esteja concluída em 2011.
A construção da variante à Solum será incluída nesta primeira fase.
O metro (no sentido Lousã-Coimbra) que seguia da zona da Casa Branca directamente para a actual paragem de S. José, faz uma incursão pela zona da Solum, continuando depois em direcção a Coimbra B.
A instalação de um metro ligeiro de superfície do tipo "tram-train" - com capacidade para circular nos eixos ferroviários, urbanos, suburbanos e regionais - no Ramal da Lousã e na cidade de Coimbra, integra-se no Sistema de Mobilidade do Mondego, anunciado em 2006 pelo Governo.
Em Janeiro deste ano, teve início a primeira fase de implantação do projecto SMM, com o arranque das obras de construção das interfaces rodo-ferroviárias de Miranda do Corvo, Lousã e Ceira (Coimbra), que se encontram concluídas.
in: ww1.rtp.pt/noticias secção "Economia" de 17 Nov/08
29/10/2008
Metro sem propostas para carruagens
"Não sei se todas vão concorrer, mas tenho a expectativa de que algumas apresentem propostas", disse ontem à agência Lusa o presidente da sociedade Metro Mondego, Álvaro Maia Seco, referindo que é normal as empresas apenas apresentarem as propostas no final dos prazos.
A Metro Mondego confirmou que levantaram o caderno de encargo as empresas Bombardier (Canadá), Alstom Transporte (França), CAF (Espanha), Vossloh (Alemanha), Siemens(Alemanha) e a Ansaldobreda (Itália).
O concurso, que termina esta sexta-feira, prevê o fornecimento de 20 a 22 veículos para o serviço suburbano, com um prazo de entrega de 26 meses, assim como mais 16 a 20 composições que circularão na cidade de Coimbra, num investimento que ronda os 60 milhões de euros.
Os veículos, com 43 metros de comprimento máximo, são "modernos, de design atraente e confortáveis" e têm capacidade de aceleração e velocidades máximas compatíveis com os dois serviços.
A aquisição do material circulante destina-se ao Sistema de Mobilidade do Mondego(SMM) que prevê a instalação de um metro ligeiro de superfície do tipo "tram-train" -com capacidade para circular nos eixos ferroviários, urbanos, suburbanos e regionais - no Ramal da Lousã, entre Coimbra e Serpins (Lousã), e na cidade de Coimbra.
Luís Ramos, director da Bombardier, garantiu à agência Lusa que "estão a trabalhar na elaboração de uma proposta", salientando que a empresa "tem tecnologia e várias soluções para diferentes situações".
Sem adiantar mais sobre o assunto, o responsável sublinhou que a Bombardier é "líder mundial no transporte de metro", com vários tipos de soluções em muitas cidades da Europa e no metro do Porto, onde concebeu dois tipos de veículos.
A Siemens confirmou também à Lusa o levantamento do caderno de encargos do concurso, mas escusou-se a prestar mais esclarecimentos.
"A única coisa que posso dizer é que estamos em fase de preparação de proposta", referiu uma fonte oficial da empresa.
De acordo com Álvaro Maia Seco, deverão existir algumas diferenças técnicas ao nível do "desenho interior" dos veículos, com as carruagens destinadas ao transporte suburbano a apresentarem maior número de lugares sentados.
"O aspecto visual deverá ser muito semelhante, com os veículos a pertencerem à mesma família mas com características um pouco diferentes. É dada uma margem de liberdade aos fabricantes que será depois analisada pela equipa de avaliação técnica", frisou.
A adjudicação do material circulante, segundo o presidente da Metro Mondego, deverá ocorrer ainda no primeiro trimestre de 2009.
Álvaro Maia Seco adiantou ainda que falta apenas a autorização da tutela para lançar o concurso relativo ao troço Serpins-Miranda do Corvo, no Ramal da Lousã, que vai constituir a primeira intervenção naquele canal ferroviário.
"Tenho a expectativa de que, no máximo, dentro de uma ou duas semanas seja lançado o concurso", garantiu o responsável, acrescentando que o mesmo está também dependente de um entendimento com a Câmara de Coimbra que "está por dias".
O projecto do SMM, que representa um investimento global da ordem dos 285 milhões de euros, deverá estar a funcionar entre Serpins e a cidade de Coimbra (junto à Portagem) em Fevereiro de 2011, prevendo-se a ligação a Coimbra B em Outubro do mesmo ano.
in: jn.sapo.pt secção "Coimbra" de 29 Out/08
01/07/2008
Lançado concurso público para o Metro do Mondego
in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 1 Jul/08






