A linha F é oficialmente inaugurada a 2 de Janeiro.
A linha laranja como também é conhecida abre oficialmente ao público a 2 de Janeiro embora, estejam previstas viagens gratuitas antes dessas datas.
A linha que liga a Sra. da Hora em Matosinhos a Fânzeres em Gondomar, usa parte do tronco comum entre a Sra. da Hora e o Estádio do Dragão, e a partir daqui os sete novos quilómetros de rede e dez novas estações até chegar a Fânzeres.
Entre as 6h e as 21h circulará um veículo a cada quinze minutos, em ambos os sentidos.
O tempo de viagem previsto entre Fânzeres e a Sra. da Hora será de trinta e nove minutos, e dezoito minutos entre Fânzeres e o Dragão.
Entre Fânzeres e a Trindade o tempo previsto é de vinte e seis minutos, e até à Casa da Música trinta.
Para além disso, o metro cria quatro novos parques de estacionamento nas estações de Campainha, Baguim, Venda Nova e Fânzeres num total de quatrocentos e sessenta e dois lugares.
15/12/2010
Região de Setúbal com mobilidade integrada
O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, que está em curso um projecto de mobilidade integrada para a região de Setúbal. Para Mendonça, que discursava na sessão de encerramento do II Plenário do Fórum Autárquico do PS de Almada, este projecto pretende melhorar a articulação com Lisboa e “"maximizar as potencialidades do transporte público". Segundo o ministro, este plano pretende integrar de forma sustentada os transportes rodoviários e ferroviários que ligam as duas margens, em articulação com o Metro Sul do Tejo, de forma “a afirmar o transporte público e a potenciar estes sistemas de transportes para servir as populações”. No entanto, António Mendonça disse que terá de existir rigor em matéria de investimentos, devido às condições que o país está a viver.
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 13 de Dez/10
13/12/2010
TAP pode vir a ser privatizada dentro três meses
A TAP pode vir a ser privatizada dentro três meses. Quem o garante é o próprio presidente da empresa Fernando Pinto, segundo noticia o "Público".
De acordo com o mesmo, a empresa tem estabelecido contactos com eventuais interessados na compra da companhia de bandeira portuguesa.
O Governo prevê a privatização da empresa durante o ano de 2011. Para Fernando Pinto estão reunidas as condições para se avançar com o processo de privatização faltando só constituir a Comissão para avançar com o processo.
De acordo com o mesmo, a empresa tem estabelecido contactos com eventuais interessados na compra da companhia de bandeira portuguesa.
O Governo prevê a privatização da empresa durante o ano de 2011. Para Fernando Pinto estão reunidas as condições para se avançar com o processo de privatização faltando só constituir a Comissão para avançar com o processo.
Fertagus e SulFertagus com descontos para estudantes
A Fertagus que liga a cidade de Lisboa e Setúbal, e os autocarros SulFertagus vão oferecer a estudantes com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos descontos de 50% nos bilhetes ocasionais.
A campanha que coincide com o periodo natalício, inicia-se a 18 de Dezembro e prolonga-se até 2 de Janeiro.
A campanha que coincide com o periodo natalício, inicia-se a 18 de Dezembro e prolonga-se até 2 de Janeiro.
11/12/2010
Desfile de pais natal obriga a mudar término das linhas na baixa
O desfile de pais natal amanhã na baixa do Porto vai obrigar a alterações do término das linhas da STCP.
A partir do meio-dia as linhas 202 e 502 passam a ter término na Carvalhosa. As linhas 304 e 600 passam a fazer término em Gonçalo Cristóvão.
A partir das 16h a linha 904 é desviada pela Rua D. João IV até ao Marquês.
A partir do meio-dia as linhas 202 e 502 passam a ter término na Carvalhosa. As linhas 304 e 600 passam a fazer término em Gonçalo Cristóvão.
A partir das 16h a linha 904 é desviada pela Rua D. João IV até ao Marquês.
08/12/2010
Greve total nos transportes públicos de Atenas
A cidade de Atenas vive um dia sem transportes públicos.
A greve nos transportes da cidade é total, e nem a ligação ao aeroporto está a ser assegurada. A paralisação de 24 horas é uma contestação à difícil situação económica do país, e ao plano de contenção económico apresentado pelo Governo.
Entre as medidas apresentadas pelo Governo está a privatização do sector ferroviário em 2011, também este paralisado um pouco por toda a Grécia no dia de hoje.
A greve nos transportes da cidade é total, e nem a ligação ao aeroporto está a ser assegurada. A paralisação de 24 horas é uma contestação à difícil situação económica do país, e ao plano de contenção económico apresentado pelo Governo.
Entre as medidas apresentadas pelo Governo está a privatização do sector ferroviário em 2011, também este paralisado um pouco por toda a Grécia no dia de hoje.
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07/12/2010
Carris e STCP poderão vir a dispensar trabalhadores
A Carris e a STCP poderão vir a rescindir amigavelmente com algumas dezenas de trabalhadores. A medida surge no seguimento do plano de austeridade que obriga as empresas públicas a cortarem 5% nos seus gastos.
A proposta das operadoras já foi entregue ao Governo, aguardando por enquanto resposta.
No caso da Carris, a empresa espera vir a rescindir com cerca de 150 trabalhadores. No caso da operadora portuense, prevê dispensar cerca de 120 funcionários embora, a STCP ressalve que a iniciativa partiu dos próprios funcionários e portanto, não é resultado do plano de contenção imposto pela Tutela.
A proposta das operadoras já foi entregue ao Governo, aguardando por enquanto resposta.
No caso da Carris, a empresa espera vir a rescindir com cerca de 150 trabalhadores. No caso da operadora portuense, prevê dispensar cerca de 120 funcionários embora, a STCP ressalve que a iniciativa partiu dos próprios funcionários e portanto, não é resultado do plano de contenção imposto pela Tutela.
06/12/2010
Trevo promove transporte gratuito ao fim de semana
A Trevo – Transportes Urbanos de Évora – está a levar a cabo a iniciativa “Trevolivre”, que permite à população de Évora utilizar gratuitamente os transportes urbanos durante todos os fins-de-semana de Dezembro. “Esta acção tem como objectivo incentivar a utilização dos transportes colectivos urbanos, fomentar noções de mobilidade e incutir preocupações ambientais colectivas” revela a empresa detida pela Rodoviária do Alentejo. A acção conta com o apoio da Associação Comercial do Distrito de Évora.
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 6 Dez/10
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05/12/2010
Utentes desesperam pela chegada do autocarro à chuva
Vive-se um domingo de mau tempo na cidade do Porto. Para quem anda de autocarro torna-se ainda mais complicado. Na cidade muitas paragens não têm abrigo embora, essa seja uma responsabilidade da Câmara e não da empresa de transportes, a verdade é que muitos utentes da STCP desesperam pela chegada do autocarro.
Ainda hoje testemunhámos alguns autocarros que não cumpriram o serviço como por exemplo, a linha 205 no sentido Campanhã em que durante mais de meia hora (entre as 16.29 e as 16:59 não passaram autocarros) os passageiros desesperaram à chuva pela chegada do autocarro que não vinha. Mesmo nas paragens com abrigo, torna-se difícil nos dias mais chuvosos esperar pelo autocarro porque não há espaço suficiente para acomodar as pessoas que vão chegando.
Concerteza que perante tal cenário, é difícil convencer as pessoas a trocarem o transporte individual pelo transporte público pelo menos, pelo autocarro.
Tem culpa a Câmara que não coloca mais abrigos, tem culpa a empresa quando não garante a frequência de passagem dos serviços.
Ainda hoje testemunhámos alguns autocarros que não cumpriram o serviço como por exemplo, a linha 205 no sentido Campanhã em que durante mais de meia hora (entre as 16.29 e as 16:59 não passaram autocarros) os passageiros desesperaram à chuva pela chegada do autocarro que não vinha. Mesmo nas paragens com abrigo, torna-se difícil nos dias mais chuvosos esperar pelo autocarro porque não há espaço suficiente para acomodar as pessoas que vão chegando.
Concerteza que perante tal cenário, é difícil convencer as pessoas a trocarem o transporte individual pelo transporte público pelo menos, pelo autocarro.
Tem culpa a Câmara que não coloca mais abrigos, tem culpa a empresa quando não garante a frequência de passagem dos serviços.
04/12/2010
Royal Air Moroc cria rota Porto-Casablanca
A Royal Air Moroc vai iniciar já no próximo dia 18 a rota Porto-Casablanca.
Com três vôos semanais a Royal Air Moroc vai ligar a cidade do Porto a Casablanca em Marrocos, depois de haver inaugurado a rota Lisboa-Marraquexe no passado dia 1, e da companhia marroquina já ligar a capital portuguesa a Casablanca, e a Dakar, entre outras.
Para a Royal Air Moroc trata-se de uma aposta em Portugal que tenderá futuramente a ser reforçada.
Com três vôos semanais a Royal Air Moroc vai ligar a cidade do Porto a Casablanca em Marrocos, depois de haver inaugurado a rota Lisboa-Marraquexe no passado dia 1, e da companhia marroquina já ligar a capital portuguesa a Casablanca, e a Dakar, entre outras.
Para a Royal Air Moroc trata-se de uma aposta em Portugal que tenderá futuramente a ser reforçada.
03/12/2010
Carris solidária
A Carris irá levar a cabo uma acção de recolha de bens para crianças a entregar ao Banco de Bens Doados e à Entreajuda no próximo dia 17.
Nos dias 8 e 9 a Carris disponibilizará um autocarro para a recolha de donativos para crianças como: fraldas, pijamas, camisolas interiores, artigos de higiéne, brinquedos, entre outros em frente ao El Corte Inglês na Rua Joaquim António Augusto de Aguiar.
Nos dias 10 e 11 o autocarro estará na Gare do Oriente. E nos dias 13 e 14 em frente às Amoreiras.
Nos dias 8 e 9 a Carris disponibilizará um autocarro para a recolha de donativos para crianças como: fraldas, pijamas, camisolas interiores, artigos de higiéne, brinquedos, entre outros em frente ao El Corte Inglês na Rua Joaquim António Augusto de Aguiar.
Nos dias 10 e 11 o autocarro estará na Gare do Oriente. E nos dias 13 e 14 em frente às Amoreiras.
02/12/2010
RBI renovou rede de urbanos da Guarda
A autarquia da Guarda e a Rodoviária da Beira Interior (RBI) procederam a uma reorganização da rede de transportes da cidade mais alta de Portugal, que abrange uma imagem renovada, novos percursos e veículos mais modernos e ecológicos. Permitir uma mobilidade mais fluida e eficaz, acompanhando em simultâneo o crescimento e urbanístico da cidade, criando novos pólos de atractividade económica são alguns dos pressupostos que estiveram na origem da renovação dos transportes urbanos da Guarda.
A informação ao passageiro mereceu uma preocupação especial por parte dos responsáveis da RBI, uma vez que a nova rede conta com um sítio dedicado na Internet, com novos horários, mapas de rede e informação nas paragens. Para maior comodidade dos passageiros, a frota recebeu autocarros de tipologia urbana, adaptados a pessoas de mobilidade reduzida.
O investimento nos Transportes Urbanos da Guarda atingiu cerca de 600 mil euros, e vai permitir servir melhor a população, uma vez que a reestruturação da oferta e a extensão da rede a novos bairros, vêm aumentar a oferta em cerca de 14 por cento.
Segundo refere António Chrystello D´Oliveira, administrador da Rodoviária da Beira Interior, empresa do grupo Transdev, “este projecto representou um enorme desafio, quer no âmbito da análise de terreno, quer no que concerne ao estudo das necessidades da população. Apostámos numa rede de transportes de proximidade e numa frota mais moderna, com notáveis preocupações ambientais e de sustentabilidade. Acreditamos que com a introdução destas melhorias, a população passará a utilizar mais os transportes públicos.”
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 2 Dez/10
A informação ao passageiro mereceu uma preocupação especial por parte dos responsáveis da RBI, uma vez que a nova rede conta com um sítio dedicado na Internet, com novos horários, mapas de rede e informação nas paragens. Para maior comodidade dos passageiros, a frota recebeu autocarros de tipologia urbana, adaptados a pessoas de mobilidade reduzida.
O investimento nos Transportes Urbanos da Guarda atingiu cerca de 600 mil euros, e vai permitir servir melhor a população, uma vez que a reestruturação da oferta e a extensão da rede a novos bairros, vêm aumentar a oferta em cerca de 14 por cento.
Segundo refere António Chrystello D´Oliveira, administrador da Rodoviária da Beira Interior, empresa do grupo Transdev, “este projecto representou um enorme desafio, quer no âmbito da análise de terreno, quer no que concerne ao estudo das necessidades da população. Apostámos numa rede de transportes de proximidade e numa frota mais moderna, com notáveis preocupações ambientais e de sustentabilidade. Acreditamos que com a introdução destas melhorias, a população passará a utilizar mais os transportes públicos.”
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 2 Dez/10
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Viagens grátis na linha F
Embora ainda sem data prevista para a abertura da nova linha, o Metro do Porto espera inaugurar a nova linha F ainda este mês, oferecendo viagens à borla a todos os seus utilizadores.
A nova linha, é a sexta da rede do metro e, liga a Sra. da Hora em Matosinhos a Fânzeres em Gondomar.
A linha laranja, também assim conhecida, acresce sete km's de rede e dez novas estações entre o Estádio do Dragão e Fânzeres já que, entre a Sra. da Hora e o Dragão, trata-se de um tronco comum às linhas, A, B, C, e E, agora também utilizada pela linha F.
As novas estações ainda no Porto são: Contumil (faz ligação à CP), Nazoni e Nau Vitória. Em Gondomar: Levada (C.C. Parque Nascente), Rio Tinto (faz ligação à CP), Campainha, Baguim, Carreira, Venda Nova e Fânzeres.
A ligação entre Fânzeres e a Sra. da Hora será de 39 minutos, sendo os intervalos de passagem dos veículos da linha F de 15 minutos nas horas de ponta.
A nova linha, é a sexta da rede do metro e, liga a Sra. da Hora em Matosinhos a Fânzeres em Gondomar.
A linha laranja, também assim conhecida, acresce sete km's de rede e dez novas estações entre o Estádio do Dragão e Fânzeres já que, entre a Sra. da Hora e o Dragão, trata-se de um tronco comum às linhas, A, B, C, e E, agora também utilizada pela linha F.
As novas estações ainda no Porto são: Contumil (faz ligação à CP), Nazoni e Nau Vitória. Em Gondomar: Levada (C.C. Parque Nascente), Rio Tinto (faz ligação à CP), Campainha, Baguim, Carreira, Venda Nova e Fânzeres.
A ligação entre Fânzeres e a Sra. da Hora será de 39 minutos, sendo os intervalos de passagem dos veículos da linha F de 15 minutos nas horas de ponta.
01/12/2010
Metro do Porto com reforço no Natal
Nos feriados de hoje e do próximo dia 8, em vez de vigorarem os horários de Domingo como tem sido habitual nos dias feriado, serão praticados os horários de sábado nas linhas A, C e D.
No domingo dia 12 e 19 vigoram os horários de sábado em todas as linhas.Na noite de passagem de ano, e como tem sido habitual, o metro irá funcionar toda a noite em todas as linhas, excepto na linha E, que liga ao aeroporto.
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29/11/2010
Painéis da STCP no H. S. João sem funcionamento
Estão instalados há vários meses no interface de transportes do Hospital de São João. A STCP instalou três painéis electrónicos neste interface para os passageiros estarem informados em tempo real sobre a chegada dos autocarros. Contudo, dos três painéis apenas um está em funcionamento, estando os outros dois desactivados há vários meses num dos locais com maior procura da cidade.
Sem se perspectivar a data para a sua entrada em funcionamento, nós perguntámos: porque razão a empresa fez este investimento, se não lhe dá uso?!
Sem se perspectivar a data para a sua entrada em funcionamento, nós perguntámos: porque razão a empresa fez este investimento, se não lhe dá uso?!
25/11/2010
Quase tudo pronto na linha F
São praticamente sete quilómetros a ligar o Estádio do Dragão a Fânzeres em Gondomar, e dez novas estações. A linha F do Metro do Porto irá abrir no final do ano.
Está praticamente tudo concluído ao longo destes sete quilómetros apesar de, a linha F ser mais extensa ao utilizar o tronco comum das linhas A, B, C e E entre o Dragão e a Sra. da Hora.

Por agora, decorrem os ensaios das composições, e a instalação das máquinas de venda e de validação de bilhetes, sinalética, painéis informativos, entre outros.A linha F (linha laranja) irá percorrer as zonas Andante C2, C1, C6, C9 e C8.
22/11/2010
Greve geral: empresas privadas e municipais poderão sofrer alterações
O dia da greve geral poderá originar algumas perturbações nos serviços de transportes.
É de conhecimento público que, Carris, STCP, Metro de Lisboa e Transtejo não terão serviços mínimos pelo que, o funcionamento destes serviços depende do número de trabalhadores que aderir à greve.
A CP e a Soflusa por seu turno, terão serviços minimos sobretudo em horas de ponta.
No que diz respeito às empresas municipais de transportes, e operadores privados, será difícil quantificar o nível de adesão dos trabalhadores à greve, e se os serviços serão afectados. Por isso, Transportes Urbanos de Braga, Coimbra, Transportes Sul do Tejo, Rodoviária de Lisboa, Transportes Colectivos do Barreiro, MoveAveiro, Vimeca, ou Scotturb, para citar alguns exemplos, é expectável que venham a suprimir alguns serviços em função da greve.
Por sua vez no sector aéreo serão cancelados os cinco voos diários da Air France entre Portugal e França, a Sata prevê reduzir fortemente as ligações para o Continente, e inter-ilhas. A Tap irá cancelar a maioria dos voos de médio curso, e ainda algumas ligações de longo curso.
É de conhecimento público que, Carris, STCP, Metro de Lisboa e Transtejo não terão serviços mínimos pelo que, o funcionamento destes serviços depende do número de trabalhadores que aderir à greve.
A CP e a Soflusa por seu turno, terão serviços minimos sobretudo em horas de ponta.
No que diz respeito às empresas municipais de transportes, e operadores privados, será difícil quantificar o nível de adesão dos trabalhadores à greve, e se os serviços serão afectados. Por isso, Transportes Urbanos de Braga, Coimbra, Transportes Sul do Tejo, Rodoviária de Lisboa, Transportes Colectivos do Barreiro, MoveAveiro, Vimeca, ou Scotturb, para citar alguns exemplos, é expectável que venham a suprimir alguns serviços em função da greve.
Por sua vez no sector aéreo serão cancelados os cinco voos diários da Air France entre Portugal e França, a Sata prevê reduzir fortemente as ligações para o Continente, e inter-ilhas. A Tap irá cancelar a maioria dos voos de médio curso, e ainda algumas ligações de longo curso.
21/11/2010
Greve geral: Carris, Metro Lisboa, Transtejo e STCP sem serviços minimos
Sem acordo dos trabalhadores em sede arbitral, O Tribunal não decretou serviços mínimos para o dia da greve geral na Carris, STCP, Transtejo e Metro de Lisboa.
Sem serviços mínimos fixados, o funcionamento destes operadores fica dependente da adesão ou não dos trabalhadores à greve geral do próximo dia 24.
O metro da capital pode mesmo encerrar. Na Carris, STCP, e Transtejo o número de ligações poderá ser fortemente afectado podendo em muitos casos não ser assegurado.Na Soflusa que faz a ligação entre a Praça do Comércio e o Barreiro estão asseguradas quinze ligações ao longo do dia.
Na CP também se prevêem fortes constrangimentos em todos os serviços, sem no entanto, se poder quantificar o números de ligações que irão ocorrer.
No Metro do Porto não estão previstos constrangimentos no dia da greve geral.
18/11/2010
Cimeira da Nato condiciona comboios da CP
A cimeira da Nato que se realiza em Lisboa amanhã e sábado irá condicionar os comboios da CP com partida e chegada a Lisboa.
A CP prevê atrasos nas ligações suburbanas dos serviços de Azambuja e Sintra. Algumas ligações do serviço regional, inter-cidades, Alfa Pendular, e internacionais poderão ser canceladas.
O quadro das alterações é o seguinte:
Reg.4424 Entroncamento (14h36)/Lisboa S.A. (16h11) 19-Nov Suprimidos entre Alverca e Lisboa S.A.
Reg. 4438 Entroncamento (21h44)/Lisboa S.A. (23h11) 19-Nov
Reg.4423 Lisboa S.A. (15h48)/Tomar (17h55) 19-Nov Suprimidos entre Lisboa S.A. e Alverca
Reg. 4437 Lisboa S.A. (22h48)/Tomar (00h44) 19-Nov
Reg.4402 Tomar (06h15)/Lisboa S.A. (08h11) 20-Nov Suprimido entre Alverca e Lisboa S.A.
Reg. 4407 Lisboa S.A. (07h48)/Tomar (09h49) 20-Nov Suprimido entre Lisboa S.A. e Alverca
•O comboio 4422 (Tomar 13h15 / Lisboa S.A. 15h11) de dia 20 de Novembro, terá o seu horário de partida antecipado em 10 minutos, em todas as estações.
info: www.cp.pt
A CP prevê atrasos nas ligações suburbanas dos serviços de Azambuja e Sintra. Algumas ligações do serviço regional, inter-cidades, Alfa Pendular, e internacionais poderão ser canceladas.
O quadro das alterações é o seguinte:
Reg.4424 Entroncamento (14h36)/Lisboa S.A. (16h11) 19-Nov Suprimidos entre Alverca e Lisboa S.A.
Reg. 4438 Entroncamento (21h44)/Lisboa S.A. (23h11) 19-Nov
Reg.4423 Lisboa S.A. (15h48)/Tomar (17h55) 19-Nov Suprimidos entre Lisboa S.A. e Alverca
Reg. 4437 Lisboa S.A. (22h48)/Tomar (00h44) 19-Nov
Reg.4402 Tomar (06h15)/Lisboa S.A. (08h11) 20-Nov Suprimido entre Alverca e Lisboa S.A.
Reg. 4407 Lisboa S.A. (07h48)/Tomar (09h49) 20-Nov Suprimido entre Lisboa S.A. e Alverca
•O comboio 4422 (Tomar 13h15 / Lisboa S.A. 15h11) de dia 20 de Novembro, terá o seu horário de partida antecipado em 10 minutos, em todas as estações.
info: www.cp.pt
17/11/2010
Carris adopta horários de Verão
Na próxima sexta-feira dia 19 de Novembro realiza-se em Lisboa a Cimeira da Nato. O Governo decretou para esse dia tolerância de ponto prevendo-se nesse dia, uma redução substancial nos transportes públicos.
Tendo em conta essa redução, a Carris vai adoptar para esse dia os horários de Verão, que podem ser consultados nas paragens.
Para além disso, antes, durante e depois da Cimeira prevêm-se alguns contragimentos, nomeadamente:
•A partir do início do dia 18 de Novembro e especialmente na manhã do dia 19:
- Cortes de circulação devido à deslocação das entidades entre o Aeroporto e os hotéis no Centro da Cidade: Afectadas as carreiras 25, 705, 745 781, junto à Rotunda da Encarnação, que aguardarão a passagem ou serão encurtadas invertendo a marcha; Cortes de circulação, de duração variável, afectando as carreiras que circulam ou cruzam os trajectos das comitivas;
•Deslocações de comitivas durante o início da tarde e da noite de 19 de Novembro e no início da manhã e princípio da tarde de 20 de Novembro:
- Interdição de circulação em algumas vias e paragens de duração variável em diversos locais do Centro da Cidade: Afectada a generalidade das carreiras que circulam no Marquês de Pombal, Av. da Liberdade, Av. Fontes Pereira de Melo, R. Joaquim António de Aguiar, Amoreiras, final da A5, Alcântara, etc., que aguardarão a passagem ou, se possível, serão desviadas por trajectos alternativos.
•A partir das 15:00 horas de 19 de Novembro até final do dia 20 de Novembro:
- Interdição de circulação na Av. D. João II, a partir da Estação Oriente, e da Alameda dos Oceanos, a partir da Rot. dos Vice-Reis, para norte: Encurtamento da carreira 708 à Estação Oriente (deixa de servir o Parque das Nações (Norte); Alteração do trajecto das carreiras 25, 44, 705, 759 e 782 entre Estação Oriente e Moscavide, via Av. Inf. D. Henrique.
•A partir das 12:00 horas do dia 20 de Novembro para realização de manifestações:
- Interdição de circulação no Marquês de Pombal, Av. da Liberdade, Restauradores e nos arruamentos que convergem nestes locais: Afectadas todas as carreiras que circulam, cruzam ou convergem nestes arruamentos, as quais terão os seus trajectos encurtados ou alterados; O perímetro de não circulação dos veículos da CARRIS poderá ser alargado.
•Outras perturbações poderão ainda ocorrer em resultado de ocorrências imprevistas ou não divulgadas.
in: www.carris.pt/noticias
Tendo em conta essa redução, a Carris vai adoptar para esse dia os horários de Verão, que podem ser consultados nas paragens.
Para além disso, antes, durante e depois da Cimeira prevêm-se alguns contragimentos, nomeadamente:
•A partir do início do dia 18 de Novembro e especialmente na manhã do dia 19:
- Cortes de circulação devido à deslocação das entidades entre o Aeroporto e os hotéis no Centro da Cidade: Afectadas as carreiras 25, 705, 745 781, junto à Rotunda da Encarnação, que aguardarão a passagem ou serão encurtadas invertendo a marcha; Cortes de circulação, de duração variável, afectando as carreiras que circulam ou cruzam os trajectos das comitivas;
•Deslocações de comitivas durante o início da tarde e da noite de 19 de Novembro e no início da manhã e princípio da tarde de 20 de Novembro:
- Interdição de circulação em algumas vias e paragens de duração variável em diversos locais do Centro da Cidade: Afectada a generalidade das carreiras que circulam no Marquês de Pombal, Av. da Liberdade, Av. Fontes Pereira de Melo, R. Joaquim António de Aguiar, Amoreiras, final da A5, Alcântara, etc., que aguardarão a passagem ou, se possível, serão desviadas por trajectos alternativos.
•A partir das 15:00 horas de 19 de Novembro até final do dia 20 de Novembro:
- Interdição de circulação na Av. D. João II, a partir da Estação Oriente, e da Alameda dos Oceanos, a partir da Rot. dos Vice-Reis, para norte: Encurtamento da carreira 708 à Estação Oriente (deixa de servir o Parque das Nações (Norte); Alteração do trajecto das carreiras 25, 44, 705, 759 e 782 entre Estação Oriente e Moscavide, via Av. Inf. D. Henrique.
•A partir das 12:00 horas do dia 20 de Novembro para realização de manifestações:
- Interdição de circulação no Marquês de Pombal, Av. da Liberdade, Restauradores e nos arruamentos que convergem nestes locais: Afectadas todas as carreiras que circulam, cruzam ou convergem nestes arruamentos, as quais terão os seus trajectos encurtados ou alterados; O perímetro de não circulação dos veículos da CARRIS poderá ser alargado.
•Outras perturbações poderão ainda ocorrer em resultado de ocorrências imprevistas ou não divulgadas.
in: www.carris.pt/noticias
15/11/2010
Inicio das obras Poceirão-Caia garantidas pelo ministro
O ministro das Obras Públicas António Mendonça garantiu hoje, o incio das obras entre o Poceirão e Caia em alta velocidade para o primeiro trimestre de 2011.
Apesar da empresa que gere a alta velocidade, a Rave, ser integrada na Refer, e o Governo ter admitido reavaliar as grandes obras públicas, o Governo pretende avançar com as obras do TGV. Para o ministro, "...reavaliar, não significa parar!", advertiu António Mendonça na Assembleia da República perante os deputados.
Apesar da empresa que gere a alta velocidade, a Rave, ser integrada na Refer, e o Governo ter admitido reavaliar as grandes obras públicas, o Governo pretende avançar com as obras do TGV. Para o ministro, "...reavaliar, não significa parar!", advertiu António Mendonça na Assembleia da República perante os deputados.
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12/11/2010
Segunda fase do Metro do Porto já não avança
O Metro do Porto previa enviar ao Governo até ao final do ano o dossier sobra a segunda fase de construção do metro afim, de obter da tutela a autorização necessária para o lançamento do concurso público internacional.
Devido às restrições orçamentais, e a ter em conta as palavras do Secretário de Estado dos Transportes Carlos Correia da Fonseca, que anúnciou a suspensão de todas as obras públicas para reavaliação das mesmas, a segunda fase deverá uma vez mais ficar na gaveta.
A segunda fase já por várias vezes adiada teria um custo estimado de 1200 milhões de euros para a construção da linha do Campo Alegre; Hospital de S. João/Matosinhos Sul; o prolongamento da actual linha amarela à Urbanização de Vila d'Este; e ainda levar o metro até à Trofa, uma obra incorporada no projecto da primeira fase mas, nunca concretizada.
Em relação ao prolongamento à Trofa, decorria um concurso público internacional lançado à quase um ano, numa obra orçada em 140 milhões de euros. Também este deverá ser anulado, já que foi perrogado por mais dois anos o contrato para assegurar o serviço de autocarro entre a Estação do ISMAI na Maia e a Trofa.
O anterior ministro chegou a admitir um concurso único cujo vencedor seria responsável pela construção de todas as linhas, incluindo a extenção à Trofa. Esse vencedor, pagaria toda a fase de construção, recebendo anualmente uma verba do Estado por esse investimento. No entanto, com a reavaliação de todas as parcerias público-privadas actuais e futuras, a segunda fase do metro deverá ser adiada.
Devido às restrições orçamentais, e a ter em conta as palavras do Secretário de Estado dos Transportes Carlos Correia da Fonseca, que anúnciou a suspensão de todas as obras públicas para reavaliação das mesmas, a segunda fase deverá uma vez mais ficar na gaveta.
A segunda fase já por várias vezes adiada teria um custo estimado de 1200 milhões de euros para a construção da linha do Campo Alegre; Hospital de S. João/Matosinhos Sul; o prolongamento da actual linha amarela à Urbanização de Vila d'Este; e ainda levar o metro até à Trofa, uma obra incorporada no projecto da primeira fase mas, nunca concretizada.
Em relação ao prolongamento à Trofa, decorria um concurso público internacional lançado à quase um ano, numa obra orçada em 140 milhões de euros. Também este deverá ser anulado, já que foi perrogado por mais dois anos o contrato para assegurar o serviço de autocarro entre a Estação do ISMAI na Maia e a Trofa.
O anterior ministro chegou a admitir um concurso único cujo vencedor seria responsável pela construção de todas as linhas, incluindo a extenção à Trofa. Esse vencedor, pagaria toda a fase de construção, recebendo anualmente uma verba do Estado por esse investimento. No entanto, com a reavaliação de todas as parcerias público-privadas actuais e futuras, a segunda fase do metro deverá ser adiada.
09/11/2010
Empresas de transportes do Estado podem vir a reduzir a oferta
A noticia avançada pelo "Público" dá conta que as empresas de transportes do Estado (Carris, STCP, metros, Transtejo e CP) podem vir a reduzir a oferta devido aos cortes orçamentais.
Segundo, o plano do Orçamento de Estado para 2011, o Governo pretende cortar 15% nas verbas para os operadores públicos. Neste caso, pode-se equacionar a redução da oferta naqueles casos em que a mesma se considere desadequada à procura.
O Estado prevê também limitar a 6% o limite de endividamento face a 2010, reduzir cargos administrativos e de chefia em 20%, e os salários destes em 5%.
Segundo, o plano do Orçamento de Estado para 2011, o Governo pretende cortar 15% nas verbas para os operadores públicos. Neste caso, pode-se equacionar a redução da oferta naqueles casos em que a mesma se considere desadequada à procura.
O Estado prevê também limitar a 6% o limite de endividamento face a 2010, reduzir cargos administrativos e de chefia em 20%, e os salários destes em 5%.
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08/11/2010
União Europeia apoia projecto de autocarros a hidrogénio
A União Europeia vai apoiar o projecto «Clean Hydrogen in European Cities» que prevê introduzir vinte e cinco autocarros equipados com células a hidrogénio nas cidades de Oslo, Milão, Londres, Aarau e Bolzano.
A ideia passa por vir gradualmente a equipar as frotas de autocarro com células de combústivel movidas a hidrogénio, e dotar as empresas com infra-estruturas de abastecimento.
Actualmente, decorrem outras experiências em cidades como Berlim, Hamburgo, Colónia e Whistler no Canadá. Também a cidade do Porto recebeu esta experiência entre 2001 e 2006 na primeira fase do projecto.
Os novos veículos consomem menos cinquenta por cento de H2 que a geração anterior.
A ideia passa por vir gradualmente a equipar as frotas de autocarro com células de combústivel movidas a hidrogénio, e dotar as empresas com infra-estruturas de abastecimento.
Actualmente, decorrem outras experiências em cidades como Berlim, Hamburgo, Colónia e Whistler no Canadá. Também a cidade do Porto recebeu esta experiência entre 2001 e 2006 na primeira fase do projecto.
Os novos veículos consomem menos cinquenta por cento de H2 que a geração anterior.
Parar a alta velocidade obriga a fazer muitas contas
A lista é grande e dificilmente quantificável, pois mistura despesas com perda de receitas e não há histórico de indemnizações em projectos tão caros, mas o PÚBLICO encontrou um valor - 890 milhões - que, englobando despesas potenciais e receitas que ficam por obter, poderá aproximar-se do que seria a factura mais imediata a pagar pelo Estado português por causa da paragem total do projecto TGV.
Que aconteceria se o Estado desistisse de construir a linha Poceirão-Caia? Em primeiro lugar, perdia 247 milhões de euros de fundos comunitários. E arriscava-se a perder mais 450 milhões de fundos que, podendo ser transferidos para outras obras de modernização territorial, dificilmente encontrariam destino, pois teriam de ser projectos maduros, com estudo de impacto ambiental já realizado e concurso público prestes a arrancar. Até 2015, e com o investimento público parado, não seria fácil, mas não impossível.
Ameaça de indemnizações
Já o consórcio que ganhou, por 1359 milhões de euros, a construção do primeiro troço do TGV em Portugal começaria por exigir indemnização pelos custos incorridos (dinheiro já gasto), seguida da indemnização pelas expectativas frustradas do negócio. A primeira será relativamente fácil de calcular. O que já se sabe é que, apenas até à fase da proposta, o consórcio gastou cerca de 20 milhões de euros. E a proposta foi entregue há muitos meses. Os custos incorridos deverão ultrapassar os 60 milhões de euros - o equivalente a cerca de 5 por cento do projecto. Já a indemnização pelas expectativas frustradas é mais difícil de fazer, até porque não há histórico de rescisões de contrato em projectos desta dimensão.
Em causa poderiam estar valores entre os 70 e os 140 milhões de euros de indemnização, mas o processo arrastar-se-ia, com os custos inerentes, pelos tribunais. Por exemplo, o diferendo entre a Refer e a Teixeira Duarte pelo cancelamento da empreitada das obras no túnel do Rossio, em que ambas as empresas exigiram indemnização uma à outra, arrasta-se desde 2006. Acresce ainda o contrato de manutenção da linha (12 milhões/ano durante 36 anos) que teria de ser cancelado, podendo, neste caso, a indemnização chegar aos 27 milhões de euros.
E a Espanha?
Há ainda outras questões que se colocam pela primeira vez: como resolver o imbróglio dos acima mencionados 247 milhões de fundos comunitários, que resultaram de uma candidatura conjunta entre Portugal e Espanha? Poderá Espanha exigir ser ressarcida pela desistência do seu "sócio", uma vez que este dinheiro se destinava ao troço transfronteiriço Évora-Mérida?
E os custos de imagem para Portugal nas instâncias comunitárias? Poderia voltar a recandidatar-se mais tarde a novos fundos para o projecto com a mesma credibilidade?
Contra os opositores do TGV, a Rave esgrime um argumento financeiro tout court: nos quatro anos de construção da linha Poceirão-Caia, o Estado só despende 110 milhões de euros (o grosso do esforço financeiro é do consórcio), mas deverá receber 400 milhões de receitas geradas pelo projecto. Trata-se não só do IVA, mas também de receitas de IRC, IRS e até do facto de muitos desempregados deixarem de receber subsídio de desemprego e passarem a descontar.
A factura da PPP virá mais tarde, mas, nessa altura, diz a Rave, já haveria receitas do projecto porque os comboios estariam a circular.
A paragem da alta velocidade comprometeria ainda o projecto do eixo Sines-Badajoz. Aquela linha vocacionada para mercadorias circula paralela à linha de alta velocidade projectada entre Évora e Caia, fazendo ambas parte da mesma concessão. A sua construção beneficia, por isso, de economias de escala de grande dimensão. Sem TGV, esta linha ou não se faz ou fica com um custo acrescido. E, entretanto, o país já investiu 159 milhões de euros na variante de Alcácer e está a preparar o investimento na linha entre Vendas Novas e Évora. Projectos estes que não serão integralmente aproveitados se não houver continuidade da linha para Espanha.
----------------------------------------
Maioria dos projectos mantém-se na Europa
A França, pioneira do TGV, vai avançar com a linha Atlântica, rumo à fronteira de Hendaya, avançando pela primeira vez com uma parceria público-privada, que será testada no troço Tours-Bordéus. Até agora, as linhas tinham sido feitas através do método de empreitada. Em projecto está também a linha Poitiers-Limôges.
A Alemanha conta já com 1285 quilómetros de rede de alta velocidade, tem 378 em construção e planeia fazer mais 670 nos próximos anos.
Em Itália, está construído o "T" que liga Turim e Milão a Roma e Nápoles. Este país conta com 923 quilómetros de linhas de alta velocidade e planeia ainda unir Milão a Veneza (245 quilómetros) e Génova a Milão (150 quilómetros).
A Holanda, país mais pequeno que Portugal, já tem 120 quilómetros de linha exclusiva para o TGV, a Suíça 35 e o Reino Unido 113. Este último pretende chegar com a alta velocidade de Londres a Birmingham e Manchester.
A Espanha vai inaugurar em Dezembro a linha Madrid-Valência (432 quilómetros) e mantém em construção 1787 quilómetros de linha. O seu ambicioso projecto de construir mais 1700 quilómetros sofreu, contudo, uma paragem devido à crise orçamental. O mesmo aconteceu na Polónia, que tem previstas duas linhas que somam 712 quilómetros.
Iãnki Barron, director do Departamento de Alta Velocidade da UIC (União Internacional dos Caminhos-de-Ferro), diz que a maioria dos países apostou nestes investimentos como uma forma de combater a crise, estimulando a economia e criando emprego. As coisas mudaram, mas de forma moderada, quando os défices públicos começaram a disparar, defende este responsável. "Quando muito, há uma desaceleração de novos projectos, mas o que estava planeado está a avançar. Só em Portugal e na Polónia é que as coisas não estão claras", disse ao PÚBLICO.
No mundo, existem 42 mil quilómetros de linhas de alta velocidade, das quais cerca de 18 mil na Europa e 21 mil na Ásia.
in: publico.clix.pt secção "Economia" de 8 Nov/10
Que aconteceria se o Estado desistisse de construir a linha Poceirão-Caia? Em primeiro lugar, perdia 247 milhões de euros de fundos comunitários. E arriscava-se a perder mais 450 milhões de fundos que, podendo ser transferidos para outras obras de modernização territorial, dificilmente encontrariam destino, pois teriam de ser projectos maduros, com estudo de impacto ambiental já realizado e concurso público prestes a arrancar. Até 2015, e com o investimento público parado, não seria fácil, mas não impossível.
Ameaça de indemnizações
Já o consórcio que ganhou, por 1359 milhões de euros, a construção do primeiro troço do TGV em Portugal começaria por exigir indemnização pelos custos incorridos (dinheiro já gasto), seguida da indemnização pelas expectativas frustradas do negócio. A primeira será relativamente fácil de calcular. O que já se sabe é que, apenas até à fase da proposta, o consórcio gastou cerca de 20 milhões de euros. E a proposta foi entregue há muitos meses. Os custos incorridos deverão ultrapassar os 60 milhões de euros - o equivalente a cerca de 5 por cento do projecto. Já a indemnização pelas expectativas frustradas é mais difícil de fazer, até porque não há histórico de rescisões de contrato em projectos desta dimensão.
Em causa poderiam estar valores entre os 70 e os 140 milhões de euros de indemnização, mas o processo arrastar-se-ia, com os custos inerentes, pelos tribunais. Por exemplo, o diferendo entre a Refer e a Teixeira Duarte pelo cancelamento da empreitada das obras no túnel do Rossio, em que ambas as empresas exigiram indemnização uma à outra, arrasta-se desde 2006. Acresce ainda o contrato de manutenção da linha (12 milhões/ano durante 36 anos) que teria de ser cancelado, podendo, neste caso, a indemnização chegar aos 27 milhões de euros.
E a Espanha?
Há ainda outras questões que se colocam pela primeira vez: como resolver o imbróglio dos acima mencionados 247 milhões de fundos comunitários, que resultaram de uma candidatura conjunta entre Portugal e Espanha? Poderá Espanha exigir ser ressarcida pela desistência do seu "sócio", uma vez que este dinheiro se destinava ao troço transfronteiriço Évora-Mérida?
E os custos de imagem para Portugal nas instâncias comunitárias? Poderia voltar a recandidatar-se mais tarde a novos fundos para o projecto com a mesma credibilidade?
Contra os opositores do TGV, a Rave esgrime um argumento financeiro tout court: nos quatro anos de construção da linha Poceirão-Caia, o Estado só despende 110 milhões de euros (o grosso do esforço financeiro é do consórcio), mas deverá receber 400 milhões de receitas geradas pelo projecto. Trata-se não só do IVA, mas também de receitas de IRC, IRS e até do facto de muitos desempregados deixarem de receber subsídio de desemprego e passarem a descontar.
A factura da PPP virá mais tarde, mas, nessa altura, diz a Rave, já haveria receitas do projecto porque os comboios estariam a circular.
A paragem da alta velocidade comprometeria ainda o projecto do eixo Sines-Badajoz. Aquela linha vocacionada para mercadorias circula paralela à linha de alta velocidade projectada entre Évora e Caia, fazendo ambas parte da mesma concessão. A sua construção beneficia, por isso, de economias de escala de grande dimensão. Sem TGV, esta linha ou não se faz ou fica com um custo acrescido. E, entretanto, o país já investiu 159 milhões de euros na variante de Alcácer e está a preparar o investimento na linha entre Vendas Novas e Évora. Projectos estes que não serão integralmente aproveitados se não houver continuidade da linha para Espanha.
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Maioria dos projectos mantém-se na Europa
A França, pioneira do TGV, vai avançar com a linha Atlântica, rumo à fronteira de Hendaya, avançando pela primeira vez com uma parceria público-privada, que será testada no troço Tours-Bordéus. Até agora, as linhas tinham sido feitas através do método de empreitada. Em projecto está também a linha Poitiers-Limôges.
A Alemanha conta já com 1285 quilómetros de rede de alta velocidade, tem 378 em construção e planeia fazer mais 670 nos próximos anos.
Em Itália, está construído o "T" que liga Turim e Milão a Roma e Nápoles. Este país conta com 923 quilómetros de linhas de alta velocidade e planeia ainda unir Milão a Veneza (245 quilómetros) e Génova a Milão (150 quilómetros).
A Holanda, país mais pequeno que Portugal, já tem 120 quilómetros de linha exclusiva para o TGV, a Suíça 35 e o Reino Unido 113. Este último pretende chegar com a alta velocidade de Londres a Birmingham e Manchester.
A Espanha vai inaugurar em Dezembro a linha Madrid-Valência (432 quilómetros) e mantém em construção 1787 quilómetros de linha. O seu ambicioso projecto de construir mais 1700 quilómetros sofreu, contudo, uma paragem devido à crise orçamental. O mesmo aconteceu na Polónia, que tem previstas duas linhas que somam 712 quilómetros.
Iãnki Barron, director do Departamento de Alta Velocidade da UIC (União Internacional dos Caminhos-de-Ferro), diz que a maioria dos países apostou nestes investimentos como uma forma de combater a crise, estimulando a economia e criando emprego. As coisas mudaram, mas de forma moderada, quando os défices públicos começaram a disparar, defende este responsável. "Quando muito, há uma desaceleração de novos projectos, mas o que estava planeado está a avançar. Só em Portugal e na Polónia é que as coisas não estão claras", disse ao PÚBLICO.
No mundo, existem 42 mil quilómetros de linhas de alta velocidade, das quais cerca de 18 mil na Europa e 21 mil na Ásia.
in: publico.clix.pt secção "Economia" de 8 Nov/10
07/11/2010
Utente criou petição para exigir metro
"Atirei-me para a cabeça do touro". A declaração, aos 71 anos, de Henrique Cayolla não é suicida: embora transpire ânimo e vigor, este utente do metropolitano do Porto não tenciona ser forcado. Quer, antes, "abanar as pessoas" e contribuir para "defender o interesse comum".
O touro, esse, terá duas faces: "o povo que não está habituado a tomar iniciativas" e os governantes do país, a quem fará chegar a sua "Petição do metro para a Trofa", que criou sozinho e movido pelo espírito inconformado, interventivo e avesso à resignação.
Henrique Cayolla procura que "haja a consciência de que há poder, nomeadamente através da Internet, de as pessoas fazerem ver os seus direitos".
No caso, o da reposição de um meio de transporte - o comboio de via estreita que ligava a Trindade, no Porto, à Trofa, passado pela Maia - suprimido há quase uma década com a promessa da extensão da Linha Verde do metro até à Trofa.
Contemplada na primeira fase do metropolitano, a obra foi sendo protelada, mas os carris chegaram até ao ISMAI, na Maia. Houve promessas e atrasos incontáveis, um memorando de entendimento em 2007 e um compromisso firmado em território trofense, pela ex-secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, em vésperas das legislativas de 2009, com um convicto "vamos ter metro na Trofa já".
Finalmente, e passados mais de três meses do lançamento do concurso público, o procedimento foi cumprido. Neste ano, chegou-se à conclusão de que, afinal, não há dinheiro.
A empreitada foi retirada do plano de actividades da Metro do Porto. "O Governo tinha de assumir o compromisso. Não pode haver o pretexto de falta de verbas", diz Cayolla, que quer o maior número de assinaturas possível.
Alojado em http://www.peticaopublica.com/, o documento está na Internet desde o passado dia 31.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 7 Nov/10
O touro, esse, terá duas faces: "o povo que não está habituado a tomar iniciativas" e os governantes do país, a quem fará chegar a sua "Petição do metro para a Trofa", que criou sozinho e movido pelo espírito inconformado, interventivo e avesso à resignação.
Henrique Cayolla procura que "haja a consciência de que há poder, nomeadamente através da Internet, de as pessoas fazerem ver os seus direitos".
No caso, o da reposição de um meio de transporte - o comboio de via estreita que ligava a Trindade, no Porto, à Trofa, passado pela Maia - suprimido há quase uma década com a promessa da extensão da Linha Verde do metro até à Trofa.
Contemplada na primeira fase do metropolitano, a obra foi sendo protelada, mas os carris chegaram até ao ISMAI, na Maia. Houve promessas e atrasos incontáveis, um memorando de entendimento em 2007 e um compromisso firmado em território trofense, pela ex-secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, em vésperas das legislativas de 2009, com um convicto "vamos ter metro na Trofa já".
Finalmente, e passados mais de três meses do lançamento do concurso público, o procedimento foi cumprido. Neste ano, chegou-se à conclusão de que, afinal, não há dinheiro.
A empreitada foi retirada do plano de actividades da Metro do Porto. "O Governo tinha de assumir o compromisso. Não pode haver o pretexto de falta de verbas", diz Cayolla, que quer o maior número de assinaturas possível.
Alojado em http://www.peticaopublica.com/, o documento está na Internet desde o passado dia 31.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 7 Nov/10
05/11/2010
Ir ao futebol de metro, com o bilhete certo
No próximo domingo joga-se o clássico de futebol Porto X Benfica no Estádio do Dragão. Como habitualmente, o Metro do Porto irá reforçar as ligações aquele estádio com composições duplas antes e depois do jogo.
Para os adeptos vindos de fora, e que não conheçam o sistema de transportes do Porto, deixamos aqui algumas indicações.
Se por exemplo, chegar ao Norte pelo Aeroporto poderá apanhar o metro logo à saída. Para isso, basta adquirir um bilhete nas máquinas automáticas. Os bilhetes em questão têm um custo de 0.50€ e são recarregáveis, sem limite de tempo. Para além disso, deve carregar um título Z4 (1,50€) para poder viajar directamente até ao Dragão cuja viagem, está estimada em 41 minutos.
Da Casa da Música, Trindade, Estação de S. Bento, e Estação de Campanhã, basta adquirir um título Z2 (1€), e em poucos minutos estará no Estádio.
A partir de S. Bento pode apanhar o comboio até Campanhã e aqui mudar para o metro utilizando o mesmo título.
Do Aeroporto, o título adquirido tem validade de hora e meia, e pode ser utilizados tantas vezes quanto quiser no metro, autocarros e CP. Com o título Z2 a validade horária é de uma hora, utilizável igualmente em todos os transportes.
Para os adeptos vindos de fora, e que não conheçam o sistema de transportes do Porto, deixamos aqui algumas indicações.
Se por exemplo, chegar ao Norte pelo Aeroporto poderá apanhar o metro logo à saída. Para isso, basta adquirir um bilhete nas máquinas automáticas. Os bilhetes em questão têm um custo de 0.50€ e são recarregáveis, sem limite de tempo. Para além disso, deve carregar um título Z4 (1,50€) para poder viajar directamente até ao Dragão cuja viagem, está estimada em 41 minutos.
Da Casa da Música, Trindade, Estação de S. Bento, e Estação de Campanhã, basta adquirir um título Z2 (1€), e em poucos minutos estará no Estádio.
A partir de S. Bento pode apanhar o comboio até Campanhã e aqui mudar para o metro utilizando o mesmo título.
Do Aeroporto, o título adquirido tem validade de hora e meia, e pode ser utilizados tantas vezes quanto quiser no metro, autocarros e CP. Com o título Z2 a validade horária é de uma hora, utilizável igualmente em todos os transportes.
04/11/2010
Metro do Porto abre parque com 168 lugares
O Metro do Porto inaugurou um novo parque de estacionamento com capacidade para 168 lugares junto à estação de Pedras Rubras na linha vermelha. Nesta linha que liga o Estádio do Dragão à Póvoa de Varzim, existem actualmente 700 lugares disponíveis.
No total, a rede do metro oferece 3000 lugares gratuitos para quem viaja no metropolitano, estando também disponível a solução park&ride para utilizadores assíduos.
No total, a rede do metro oferece 3000 lugares gratuitos para quem viaja no metropolitano, estando também disponível a solução park&ride para utilizadores assíduos.
Governo suspende obras públicas em transportes na Grande Lisboa
Carlos Correia da Fonseca, Secretário de Estado dos Transportes garantiu ontem em visita às obras de prolongamento da linha vermelha ao Aeroporto que, os projectos anunciados para alargamento da rede de transportes da Grande Lisboa serão suspensos, ou reavaliados. Em causa estão algumas obras da Refer, e do alargamento do metropolitano como a extensão da linha azul ao Hospital Amadora-Sintra que criaria três novas estações, da linha amarela a Loures com cinco novas estações, e da expansão da linha vermelha até Sacavém com duas novas estações.
Apenas as obras actualmente em construção como o alargamento ao Aeroporto, ou da ligação da linha azul entre Amadora Este e a Reboleira serão feitas. No primeiro caso, estima-se que as obras estejam concluídas no último trimestre de 2011. A ligação à Reboleira estará concluída no primeiro trimestre de 2012.
Apenas as obras actualmente em construção como o alargamento ao Aeroporto, ou da ligação da linha azul entre Amadora Este e a Reboleira serão feitas. No primeiro caso, estima-se que as obras estejam concluídas no último trimestre de 2011. A ligação à Reboleira estará concluída no primeiro trimestre de 2012.
02/11/2010
Portugal com novas rotas low-cost
As duas maiores companhias aéreas da Europa em vôos low-cost, easyJet e Ryanair, inauguraram novas rotas de Portugal para a Europa.
A Ryanair abriu novas ligações do Porto e de Faro para Londres (Gatwick) com cinco vôos semanais a partir da Invicta para o aeroporto inglês, e quatro a partir de Faro.
Barcelona, Valência, Bolonha, Bremen, Maastricht, Marraqueche, Munique e Rodez são outras das rotas introduzidas pela companhia irlandesa a partir do Porto.
Por seu turno, a easyJet abriu uma nova rota a partir de Lisboa em direcção a Barcelona, depois da introdução das ligações a Edimburgo e de Toulouse.
A easyJet, com a inauguração da base aérea na Portela promete mais rotas a partir daquele aeroporto, prevendo-se a abertura de dez novas rotas até ao final de 2011.
A Ryanair abriu novas ligações do Porto e de Faro para Londres (Gatwick) com cinco vôos semanais a partir da Invicta para o aeroporto inglês, e quatro a partir de Faro.
Barcelona, Valência, Bolonha, Bremen, Maastricht, Marraqueche, Munique e Rodez são outras das rotas introduzidas pela companhia irlandesa a partir do Porto.
Por seu turno, a easyJet abriu uma nova rota a partir de Lisboa em direcção a Barcelona, depois da introdução das ligações a Edimburgo e de Toulouse.
A easyJet, com a inauguração da base aérea na Portela promete mais rotas a partir daquele aeroporto, prevendo-se a abertura de dez novas rotas até ao final de 2011.
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01/11/2010
Rodoviária de Lisboa com novos horários
A partir de amanhã a Rodoviária de Lisboa vai implementar algumas mudanças nos horários das seguintes carreiras: 005, 202, 205, 210, 216 cujo percurso também altera, e das carreiras 226, 228, 231 e 238 (rede amarela).
Na rede azul muda o horário e o percurso da carreira 305, e os horários das carreiras 306 e 323.
Na rede verde as carreiras 334, 345, 346, 353, 359, 360 mudam o horário.
A partir de 6 de Novembro as carreiras 343, 361 e 362 também mudam o seu horário.
Na rede azul muda o horário e o percurso da carreira 305, e os horários das carreiras 306 e 323.
Na rede verde as carreiras 334, 345, 346, 353, 359, 360 mudam o horário.
A partir de 6 de Novembro as carreiras 343, 361 e 362 também mudam o seu horário.
Metro do Porto reforça ligação à Póvoa
Segundo dados fornecidos pela empresa Metro do Porto, nas duas últimas semanas o tráfego de passageiros da linha B que liga a Póvoa de Varzim ao Estádio do Dragão cresceu 11%.
O crescimento coincide com a introdução das portagens nas SCUT desde o passado dia 15 de Outubro. Por isso, a partir de amanhã a Metro introduz mais duas partidas a partir da Póvoa em direcção à Trindade no serviço expresso. As novas partidas efectuar-se-ão às 7h30 e 8h01.
Para já, não se prevê um reforço nas partidas em direcção à Póvoa. No entanto, a empresa garantiu que ajustará a sua oferta de acordo com os níveis de procura registados.
O crescimento coincide com a introdução das portagens nas SCUT desde o passado dia 15 de Outubro. Por isso, a partir de amanhã a Metro introduz mais duas partidas a partir da Póvoa em direcção à Trindade no serviço expresso. As novas partidas efectuar-se-ão às 7h30 e 8h01.
Para já, não se prevê um reforço nas partidas em direcção à Póvoa. No entanto, a empresa garantiu que ajustará a sua oferta de acordo com os níveis de procura registados.
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31/10/2010
Transportes Sul do Tejo com novos horários
A Transportes Sul do Tejo (TST) tem novos horários nas suas ligações. A partir de amanhã, a carreira 326 (Barreiro-Palmela) muda de horário sendo que, a ligação a Setúbal até agora assegurado por esta carreira, passará a ser efectuado pela carreira 767.
Mudam de horário as carreiras 604 (Amoreiras-Mercado), 609 (Camolas-Casal das Figueiras), e 614 (Camolas-Casal das Figueiras).
De referir, que a carreira 439 (Palmela-Pinhal Novo) é suprimida. O percurso efectuado por esta carreira é desdobrado pelas carreiras 413 (Alcochete-Setúbal) e 767 (Palmela-Setúbal).
A partir de 2 de Novembro mudam os horários das carreiras 201 (Cabo Espichel-Sesimbra), 223 (Aldeia do Meco-Sesimbra), 259 (Casais da Serra-Vila de Azeitão Escola C+S), 302 (Baixa da Banheira-Fogueteiro), 313 (Moita-Quatro Marcos) e 436 (circular Montijo-Montijo).
No dia 2 de Novembro será lançada também a carreira Charneca de Caparica - Marquês de Pombal. A nova ligação a Lisboa da TST será identificada com o número 151 e passará pelas localidades de Botequim, Lazarim, Sobreda, A Índio, Forum, Centro Sul, e Portagem.
* saber mais em: http://www.tsuldotejo.pt/index.php?page=noticias&sub=22&codNoticia=13
Mudam de horário as carreiras 604 (Amoreiras-Mercado), 609 (Camolas-Casal das Figueiras), e 614 (Camolas-Casal das Figueiras).
De referir, que a carreira 439 (Palmela-Pinhal Novo) é suprimida. O percurso efectuado por esta carreira é desdobrado pelas carreiras 413 (Alcochete-Setúbal) e 767 (Palmela-Setúbal).
A partir de 2 de Novembro mudam os horários das carreiras 201 (Cabo Espichel-Sesimbra), 223 (Aldeia do Meco-Sesimbra), 259 (Casais da Serra-Vila de Azeitão Escola C+S), 302 (Baixa da Banheira-Fogueteiro), 313 (Moita-Quatro Marcos) e 436 (circular Montijo-Montijo).
No dia 2 de Novembro será lançada também a carreira Charneca de Caparica - Marquês de Pombal. A nova ligação a Lisboa da TST será identificada com o número 151 e passará pelas localidades de Botequim, Lazarim, Sobreda, A Índio, Forum, Centro Sul, e Portagem.
* saber mais em: http://www.tsuldotejo.pt/index.php?page=noticias&sub=22&codNoticia=13
30/10/2010
Serviços especiais dia 1 de Novembro
No dia 1 de Novembro as empresas rodoviárias de transportes das principais cidades, ajustam algumas das suas linhas para melhor servirem os cemitérios.
Assim, no Porto a STCP reforça as seguintes linhas: 55, 204, 207, 305, 400, 401, 505 e ZM
Em Braga, os Transportes Urbanos reforçam a linha 19 (Enguardas » Quinta da Capela » Enguardas) entre a Ponte S. João e o Cemitério de Monte D'Arcos) no dia 31 entre as 8h e as 12h e as 14h e as 17h, e no feriado de dia 1 entre as 8h45 e as 12h15 e entre as 13h45 e as 17h45.
Assim, no Porto a STCP reforça as seguintes linhas: 55, 204, 207, 305, 400, 401, 505 e ZM
Em Braga, os Transportes Urbanos reforçam a linha 19 (Enguardas » Quinta da Capela » Enguardas) entre a Ponte S. João e o Cemitério de Monte D'Arcos) no dia 31 entre as 8h e as 12h e as 14h e as 17h, e no feriado de dia 1 entre as 8h45 e as 12h15 e entre as 13h45 e as 17h45.
28/10/2010
Sintra vai criar sistema de transportes sustentáveis
Chama-se Ecomob – Sistema Integrado de Transportes Sustentáveis de Sintra, o projecto que a Câmara Municipal de Sintra concebeu e irá implementar até final do próximo ano, naquele concelho da Área Metropolitana de Lisboa. O projecto, que está a ser desenvolvido pela AMES – Agência Municipal de Energia de Sintra, tem como principal objectivo permitir o acesso aos principais pontos turísticos da vila, através de veículos eléctricos. Uma das principais medidas que irão ser levadas a cabo é a extensão da actual linha do eléctrico que faz a ligação entre a Praia das Maçãs e Sintra, à estação ferroviária da Portela. Esta estação, que actualmente é um dos principais interfaces de transportes do concelho, irá também acolher um parque de estacionamento onde os turistas poderão alugar automóveis eléctricos e bicicletas eléctricas. A autarquia irá adquirir 10 veículos desta tipologia e prevê criar mais três parques de estacionamento onde se poderá levantar ou deixar os automóveis, mais precisamente em Colares, Praia Grande e Praia das Maçãs. A criação de uma rede de mini-autocarros eléctricos, que sirva os principais pontos turísticos da vila, é outra das medidas a ser implementadas. Segundo Luis Fernandes, da AMES, o acesso a esta rede irá funcionar com um cartão único, que depois de adquirido e carregado, permitirá viajar no eléctrico ou no mini-autocarro, assim como aceder aos automóveis e bicicletas.
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 28 Out/10
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27/10/2010
Transportes aumentam 5%
A partir de 1 de Janeiro andar de transportes públicos pode vir a custar mais 5%.
A proposta do Governo no Orçamento de Estado para 2011 prevê um aumento tarifário na ordem dos 5%, acima da inflação prevista, que é de 2,2%.
A actualização tarifária será aplicada a transportadores públicos e privados. O Governo pretende ainda baixar as indemnizações compensatórias às empresas, isto é, verbas atribuídas pelo Estado para cobrir a diferença entre despesas e receitas.
Também os passes para estudantes sub_18, e sub_23 deverão sofrer uma redução dos apoios do Estado.
A proposta do Governo no Orçamento de Estado para 2011 prevê um aumento tarifário na ordem dos 5%, acima da inflação prevista, que é de 2,2%.
A actualização tarifária será aplicada a transportadores públicos e privados. O Governo pretende ainda baixar as indemnizações compensatórias às empresas, isto é, verbas atribuídas pelo Estado para cobrir a diferença entre despesas e receitas.
Também os passes para estudantes sub_18, e sub_23 deverão sofrer uma redução dos apoios do Estado.
26/10/2010
Transtejo e Soflusa fundidas
No âmbito da proposta de Orçamento de Estado para 2011 as empresas de transporte que garantem a travessia no Tejo: a Transtejo e a Soflusa serão fundidas numa só.
Apesar, de ambas empresas terem a mesma administração, juridicamente têm estatutos diferentes, o que lhes garante independencia de uma em relação à outra.
Também a Carris e Metropolitano de Lisboa, e a STCP e o Metropolitano do Porto, de acordo com a proposta orçamental, deverão desenvolver sinergias ao nível administrativo e operação das empresas.
O Metro do Montego por seu turno, será extinguido, e a operação integrada na Refer, o mesmo sucedendo com a Rave (Rede de Alta Velocidade), que também será integrada na Refer.
A CP Lisboa e CP Porto serão concessionadas.
Apesar, de ambas empresas terem a mesma administração, juridicamente têm estatutos diferentes, o que lhes garante independencia de uma em relação à outra.
Também a Carris e Metropolitano de Lisboa, e a STCP e o Metropolitano do Porto, de acordo com a proposta orçamental, deverão desenvolver sinergias ao nível administrativo e operação das empresas.
O Metro do Montego por seu turno, será extinguido, e a operação integrada na Refer, o mesmo sucedendo com a Rave (Rede de Alta Velocidade), que também será integrada na Refer.
A CP Lisboa e CP Porto serão concessionadas.
21/10/2010
Gondomar com ligação directa ao Hospital Santo António
Já era uma reivindicação antiga dos moradores de Gondomar, ter uma ligação directa ao Hospital de Santo António.
A partir da próxima 2ª-feira dia 25, a linha 801 da STCP será prolongada à Cordoaria, possibilitando aos gondomarenses uma ligação directa àquela unidade hospitalar.
O percurso extendido a partir da Rua Fernandes Tomás, contorna o Bolhão descendo a Rua Sá da Bandeira até à Praça D. João I. Cruzando a Av. dos Aliados entra no Túnel de Ceuta até à parte nova do Hospital Santo António, dando seguimento até à Cordoaria onde se situa a paragem terminal.
A partir da próxima 2ª-feira dia 25, a linha 801 da STCP será prolongada à Cordoaria, possibilitando aos gondomarenses uma ligação directa àquela unidade hospitalar.
O percurso extendido a partir da Rua Fernandes Tomás, contorna o Bolhão descendo a Rua Sá da Bandeira até à Praça D. João I. Cruzando a Av. dos Aliados entra no Túnel de Ceuta até à parte nova do Hospital Santo António, dando seguimento até à Cordoaria onde se situa a paragem terminal.
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20/10/2010
Linha laranja inaugurada brevemente
A extensão da rede de metropolitano ligeiro até Fânzeres, Gondomar será inaugurada brevemente. Estima-se, assim escreve a imprensa, que por altura do Ano Novo seja possível viajar de metro até Gondomar.
Com as obras praticamente concluídas, a Metro irá fazer os primeiros testes com composições a circularem vazias nas primeiras semanas de Novembro e Dezembro.
Na prática são criados apenas sete quilómetros de rede entre o Estádio do Dragão e Fânzeres, e dez novas estações, mas esta extensão acrescentará à rede uma nova linha, a denominada linha laranja, ou linha F.
A linha F partirá de Fânzeres até ao Sr. de Matosinhos, num troço comum às linhas A, B, C, e E. A partir daqui, as composições podem ter outro destino como por exemplo a Maia, o Aeroporto, ou a Póvoa de Varzim.
Em horas de ponta a frequência será de quinze minutos.
Serão agora instaladas ao longo da linha as máquinas de validação e compra de bilhetes, painéis electrónicos, e sinalização.
Com as obras praticamente concluídas, a Metro irá fazer os primeiros testes com composições a circularem vazias nas primeiras semanas de Novembro e Dezembro.
Na prática são criados apenas sete quilómetros de rede entre o Estádio do Dragão e Fânzeres, e dez novas estações, mas esta extensão acrescentará à rede uma nova linha, a denominada linha laranja, ou linha F.
A linha F partirá de Fânzeres até ao Sr. de Matosinhos, num troço comum às linhas A, B, C, e E. A partir daqui, as composições podem ter outro destino como por exemplo a Maia, o Aeroporto, ou a Póvoa de Varzim.
Em horas de ponta a frequência será de quinze minutos.
Serão agora instaladas ao longo da linha as máquinas de validação e compra de bilhetes, painéis electrónicos, e sinalização.
19/10/2010
CP Porto e CP Lisboa concessionadas
De acordo com a proposta de Orçamento Geral do Estado, a CP terá a seu cargo a responsabilidade de efectuar um estudo sobre a viabilidade para a concessão das linhas suburbanas de Lisboa e Porto. Até Março do próximo ano, a empresa terá de apresentar as conclusões à Tutela sobre os moldes em que os dois serviços serão concessionados.
Sabe-se de algum tempo, que a Transdev estava interessada nestas concessões. Contudo, o processo terá de respeitar os trâmites legais, sendo o vencedor escolhido através de concurso público internacional.
Sabe-se de algum tempo, que a Transdev estava interessada nestas concessões. Contudo, o processo terá de respeitar os trâmites legais, sendo o vencedor escolhido através de concurso público internacional.
18/10/2010
easyJet vai abrir base aérea em Portugal
A companhia britânica de voos de baixo custo vai abrir a sua primeira base aérea em Portugal.
De acordo com o jornal "Público", a easyJet decidiu instalar uma base aérea no Aeroporto de Lisboa, com um investimento a rondar os 300 milhões de euros. Lisboa terá sido escolhida numa lista onde figuravam cinquenta e sete cidades como Barcelona e Amesterdão, devido ao seu potencial de crescimento.
A companhia promete criar cerca de dez novas rotas até ao final do próximo ano com a instalação desta base, e domiciliar na Portela sete aeronaves.
Apesar da easyJet operar em quatro aeroportos nacionais, é no Aeroporto de Lisboa que se centra a maior parte do seu investimento num total de dezasseis rotas, ameaçando a liderança da TAP.
Para além da companhia de bandeira, a easyJet é a primeira operadora aérea a instalar uma base no aeroporto da capital, depois da Ryanair há poucos dias ter anúnciado a intenção de instalar ali uma base até ao próximo Verão.
De acordo com o jornal "Público", a easyJet decidiu instalar uma base aérea no Aeroporto de Lisboa, com um investimento a rondar os 300 milhões de euros. Lisboa terá sido escolhida numa lista onde figuravam cinquenta e sete cidades como Barcelona e Amesterdão, devido ao seu potencial de crescimento.
A companhia promete criar cerca de dez novas rotas até ao final do próximo ano com a instalação desta base, e domiciliar na Portela sete aeronaves.
Apesar da easyJet operar em quatro aeroportos nacionais, é no Aeroporto de Lisboa que se centra a maior parte do seu investimento num total de dezasseis rotas, ameaçando a liderança da TAP.
Para além da companhia de bandeira, a easyJet é a primeira operadora aérea a instalar uma base no aeroporto da capital, depois da Ryanair há poucos dias ter anúnciado a intenção de instalar ali uma base até ao próximo Verão.
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16/10/2010
Metro do Porto lança serviço SMS segurança
O Metro do Porto lançou um serviço via telemóvel, que permite aos utentes denúnciar situações de perigo ou vandalismo.
Esta acção visa reforçar o sentimento de segurança em toda a rede, permitindo de forma célere corrigir situações através dos efectivos de segurança presentes nas estações.
Para proceder à denúncia via sms, o utente deverá escrever MP SOS mensagem que veve indicar a estação ou veículo onde se deu a ocorrência e enviar para o 4901. A mensagem tem um custo normal. No caso, da denúncia ser referente a um veículo, o utente deve indicar o número do veículo, que pode ser visto na parte dianteira e lateral, ex: MP071.
* brochura: metrodoporto.pt
Esta acção visa reforçar o sentimento de segurança em toda a rede, permitindo de forma célere corrigir situações através dos efectivos de segurança presentes nas estações.
Para proceder à denúncia via sms, o utente deverá escrever MP SOS mensagem que veve indicar a estação ou veículo onde se deu a ocorrência e enviar para o 4901. A mensagem tem um custo normal. No caso, da denúncia ser referente a um veículo, o utente deve indicar o número do veículo, que pode ser visto na parte dianteira e lateral, ex: MP071.
* brochura: metrodoporto.pt
11/10/2010
Gondomarense com três novas linhas
A empresa de transporte rodoviário Gondomarense iniciou a operação de três novas linhas em Gondomar.
O serviço é assegurado por mini-bus entre a freguesia de Rio Tinto e o centro do concelho.
A linha 81 liga Baguim do Monte ao Parque Nascente passando pela Escola E. B. 2/3 e funciona todos os dias da semana. vêr horário: (http://www.gondomarense.pt/horarios-2006/HORARIOS-PDF/NOVOS/81-BAGUIM-RIO%20TINTO.pdf)
A linha 82 liga Fânzeres ao Centro de Saúde, e funciona de 2ª a 6ª. vêr horários: (http://www.gondomarense.pt/horarios-2006/HORARIOS-PDF/NOVOS/82-FANZERES-SOUTO.pdf)
A linha 83 também funciona de 2ª a 6ª, será uma linha circular a partir de Valbom passando pela Junta de Freguesia, Escola E. B. 2/3, e pelas piscinas. vêr horário: (http://www.gondomarense.pt/horarios-2006/HORARIOS-PDF/NOVOS/83-VALBOM-CIRCULACAO.pdf)
O título de viagem pode ser adquirido a bordo, e tem um custo de 0.85€ para uma zona, e de 1.15€ para duas zonas. Menores de doze anos, e maiores de sessenta e cinco pagam apênas metade do bilhete.
Brevemente, segundo a Junta de Freguesia de Rio Tinto, estas linhas estarão integradas no sistema intermodal Andante.
O serviço é assegurado por mini-bus entre a freguesia de Rio Tinto e o centro do concelho.
A linha 81 liga Baguim do Monte ao Parque Nascente passando pela Escola E. B. 2/3 e funciona todos os dias da semana. vêr horário: (http://www.gondomarense.pt/horarios-2006/HORARIOS-PDF/NOVOS/81-BAGUIM-RIO%20TINTO.pdf)
A linha 82 liga Fânzeres ao Centro de Saúde, e funciona de 2ª a 6ª. vêr horários: (http://www.gondomarense.pt/horarios-2006/HORARIOS-PDF/NOVOS/82-FANZERES-SOUTO.pdf)
A linha 83 também funciona de 2ª a 6ª, será uma linha circular a partir de Valbom passando pela Junta de Freguesia, Escola E. B. 2/3, e pelas piscinas. vêr horário: (http://www.gondomarense.pt/horarios-2006/HORARIOS-PDF/NOVOS/83-VALBOM-CIRCULACAO.pdf)
O título de viagem pode ser adquirido a bordo, e tem um custo de 0.85€ para uma zona, e de 1.15€ para duas zonas. Menores de doze anos, e maiores de sessenta e cinco pagam apênas metade do bilhete.
Brevemente, segundo a Junta de Freguesia de Rio Tinto, estas linhas estarão integradas no sistema intermodal Andante.
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10/10/2010
Opinião: Más práticas!
Portugal é cada vez mais um país vocacionado para o turismo, e ainda bem! Os turistas, usam os transportes públicos para se moverem na cidade, e conhecerem os principais pontos de interesse histórico e cultural, o que é óptimo!
Para se moverem na cidade, turistas e utentes habituais precisam de uma boa rede de transportes colectivos. Mas, necessitam também de uma boa informação acerca dos mesmos.
Hoje, domingo dia 10 de Outubro, verificamos que o eléctrico 1 e 18 da STCP não estavam a operar, pelo menos de acordo com o horário afixado nas paragens, sem que existisse qualquer informação a avisar sobre possíveis alterações, ou cancelamentos destes serviços. Pior ainda, para quem nos visita e quer experimentar o serviço de eléctricos, não dispõe de qualquer informação sobre os mesmos.
Outro mau exemplo que testemunhamos, verificou-se na linha 500 da STCP quer no sentido Loios-Matosinhos, quer no sentido inverso. Um percurso que percorre a beira rio, e a zona marítima do Porto e Matosinhos e neste sentido, com forte procura por parte dos passageiros, estava a ser operada por veículos standard, em vez dos autocarros articulados.
A consequência deste mau planeamento, originou que os autocarros em circulação estivessem sobrelotados, provocando desconforto aos passageiros, e dores de cabeça a quem ficou na paragem por não conseguir entrar no autocarro.
E nós perguntamos à STCP: porque estavam a circular nesta linha autocarros standard, e estavam na recolha os veículos articulados?
J.A.
Para se moverem na cidade, turistas e utentes habituais precisam de uma boa rede de transportes colectivos. Mas, necessitam também de uma boa informação acerca dos mesmos.
Hoje, domingo dia 10 de Outubro, verificamos que o eléctrico 1 e 18 da STCP não estavam a operar, pelo menos de acordo com o horário afixado nas paragens, sem que existisse qualquer informação a avisar sobre possíveis alterações, ou cancelamentos destes serviços. Pior ainda, para quem nos visita e quer experimentar o serviço de eléctricos, não dispõe de qualquer informação sobre os mesmos.
Outro mau exemplo que testemunhamos, verificou-se na linha 500 da STCP quer no sentido Loios-Matosinhos, quer no sentido inverso. Um percurso que percorre a beira rio, e a zona marítima do Porto e Matosinhos e neste sentido, com forte procura por parte dos passageiros, estava a ser operada por veículos standard, em vez dos autocarros articulados.
A consequência deste mau planeamento, originou que os autocarros em circulação estivessem sobrelotados, provocando desconforto aos passageiros, e dores de cabeça a quem ficou na paragem por não conseguir entrar no autocarro.
E nós perguntamos à STCP: porque estavam a circular nesta linha autocarros standard, e estavam na recolha os veículos articulados?
J.A.
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