►STCP: com informação em tempo real no Whatsapp. ►Viseu: Transportes públicos grátis para todos os residentes. ►SMTUC com horários em tempo real no Google Maps. ►Travessia fluvial do Douro entrou em funcionamento. ►Porto: transportes gratuitos para portadores do cartão Porto. ►Plataforma Navegante com informação em tempo real de todos os transportes da de Lisboa. ► STCP e UNIR com horários em tempo real no Google Maps. ► Navegante mobile já disponível na Carris Metropolitana.

02/06/2008

Governo lança concurso para a construção do TGV

O governo lança hoje um concurso público para a primeira fase da rede de TGV que deverá ligar Lisboa a Caia em Espanha num total de 167 km's a construir a partir de 2010.
O investimento deste primeiro troço que terá num total cerca de 600 km's custará 1650milhões de euros, abaixo do estimado segundo o governo.
Em 2009 seguirá o concuroso para a construção do troço Lisboa-Porto.
Um bilhete Lisboa-Madrid irá custar 100 euros, e um bilhete Lisboa-Porto 40 euros, afirmou a Secretária de Estado dos Transportes Ana Paula Vitorino.

Manuel Salgado defende metro até Algés

O vereador do Urbanismo na Câmara Municipal de Lisboa defende que se deve aproveitar a elaboração do Plano de Urbanização de Alcântara para estudar a viabilidade do prolongamento da linha de metro até Algés ou a criação de um novo modo de transporte em canal próprio que ligue a capital ao concelho de Oeiras, passando pelo Alto da Ajuda e do Restelo.

Metro tradicional, trólei, eléctrico-rápido ou um modelo idêntico ao do metro do Porto são hipóteses avançadas por Manuel Salgado, que vê nesta ligação uma forma de reforçar a dimensão metropolitana de Lisboa e de reduzir o transporte individual na capital.
(...)
in: www.jn.pt secção "Lisboa" de 2 Jun/08

29/05/2008

MoveAveiro sem dinheiro para concertar autocarros

A denúncia partiu dos próprios trabalhadore: 20 autocarros numa frota de 48 está parada porque não há dinheiro para arranjar pequenas avarias nos autocarros, e para comprar peças que permitam solucionar o problema.
Uma frota velha, com uma idade média de 15 anos, a direcção da empresa, que é propriedade camarária, não admite o problema denúnciado pelos funcionários, mas admite no entanto, estar a viver um periodo muito complicado do ponto de vista financeiro.
O futuro poderá entregar à gestão privada a solução para os problemas da empresa.

Metro até à Trofa será em via única


Como escreve o JN na sua edição de hoje, o prolongamento do metro entre a estação do ISMAI (Maia) e a Trofa deverá concretizar-se em via única.
A vinda de Mario Lino ao Porto serviu igualmente para se reúnir com a nova administração do metro liderada por Ricardo Fonseca, afim de se definir o quadro das novas linhas a contruir.
Até Julho será lançado o concurso para a linha de Gondomar (Estádio do Dragão e Venda Nova) e do prolongamento da linha amarela (D) entre a nova estação D. João II e a Rotunda de S. Ovídio.
Por definir estão ainda as linhas que integrarão a segunda fase da rede.
Certo é porém, que o metro se afirmou como o principal meio de transporte público da região, dada a sua rapidêz, segurança, fiabilidade e conforto, contribuindo para a redução de milhares de automóveis que circulavam nos principais eixos de entrada e saída do Porto, com visiveis ganhos ambientais.

27/05/2008

Nova estação do Metro do Porto


O Metro do Porto inaugurou hoje mais uma estação da linha (D), em Gaia. A nova estação D. João II, prolonga em 715 metros o percurso existente entre o H. S. João e a estação João de Deus.
Situada na zona S8 do sistema tarifário "Andante", a estação D. João II è a 70ª estação incluida na rede de metro distribuída por 5 linhas.
Desta forma, a linha "D" passa a ter comprimento total superior a 8 km's, e o tempo de percurso entre o H. S. João e a nova estação passa a ser de 23 minutos.
Até ao final de Julho será construído um abrigo de passageiros.

22/05/2008

Carris vai adquirir mais 40 autocarros


A Carris vai lançar um concurso público internacional para a aquisição de 40 novos autocarros "Standart" com motor Diesel "Euro 5".
A empresa prevê receber os novos veículos ainda no primeiro semestre de 2009 e que custarão cerca de 10 milhões de euros.
A estes veículos juntam-se mais 40 a entrarem em funcionamente em Setembro próximo.

CP e os operadores móveis oferecem serviço mais eficiênte


A CP e os operadores móveis assinaram um protocolo para fornecer no serviço Alfa Pendular telecomunicações móveis mais eficiêntes, ou seja, sem as tradicionais interrupções provocada pela passagem em túneis, ou zonas de menor cobertura.
Sem custos adicionais para os passageiros é possivel usar o serviço de voz, sms e mms, e internet.

Preço dos passes sociais congelados

O Primeiro-ministro anunciou ontem no Parlamento o congelamento dos passes sociais até ao fim do ano, como uma das medidas de incentivo à economia e que favorece os mais desfavorecidos..
Dada como quase certo o aumento do preço dos bilhetes depois do Verão, à qual a ANTROP, representante dos transportadores rodoviários reclamava um aumento na ordem dos 6% para fazer face à escalada do preço dos combústiveis, o governo congela o aumento dos passes sociais, ao qual recorde-se, o Estado è accionista das principais operadoras, e portanto o principal visado.
Tudavia, o aumento dos preços dos títulos ocasionais dos transportadores públicos e dos privados, estes últimos que obtêem maior fonte de receita com estes títulos, será ainda objecto de discussão.

Viagens de avião mais caras

Companhia aérea nacional aumentou ontem taxas de combustível
As viagens de avião estão mais caras desde ontem. A TAP aumentou as taxas de combustível em três euros nos voos para a Europa (médio curso) e em dez euros nas viagens intercontinentais (longo curso). Nos voos efectuados dentro da Europa, os passageiros passam a pagar por percurso 32 euros, contra os anteriores 29 euros. Já nas viagens intercontinentais, os passageiros vão desembolsar 110 euros, contra os 100 euros anteriormente.

Nos voos de longo curso, para destinos como o Brasil, Estados Unidos, Venezuela e África, é o quarto aumento registado desde o início de 2008, enquanto nos voos de médio curso é o segundo agravamento deste ano. Nos voos de longo curso, a última mexida antes desta revisão ocorreu precisamente no início deste mês (dia 8), quando a taxa de combustível por percurso subiu de 90 para os cem euros, valor que se manteve inalterado apenas 13 dias.

A taxa de combustível nos voos para as regiões autónomas da Madeira e dos Açores mantém o valor actual, uma vez que, segundo a lei, as actualizações são feitas trimestralmente. Ou seja, no final de Junho esperam-se agravamentos nestes percursos.

Com os aumentos nos voos de médio e longo cursos, a companhia aérea pretende fazer face à nova escalada do aumento dos combustíveis, e seguir as tendências da indústria. A Lufthansa e a Air France, as maiores transportadoras aéreas europeia, foram as primeiras a avançar com as actualizações, cobrando a companhia alemã mais cinco euros por percurso nas ligações de longo curso e mais quatro euros nos voos domésticos e intra-europeus. Já o grupo Air France-KLM está a cobrar desde a semana passada mais quatro euros nos voos de médio curso e dez euros por percurso no de longo curso.

Os sucessivos aumentos do preço do petróleo têm agravado as contas das companhias e, Fernando Pinto, presidente da TAP, numa carta que enviou aos trabalhadores a semana passada, alertou que a manter-se os níveis de preços actuais a factura da companhia irá sofrer um agravamento de 250 milhões de euros no final do ano. A companhia aérea nacional orçamentou para este ano gastos com combustíveis da ordem dos 500 milhões de euros.

in: www.dn.pt secção "Economia" de 22 Mai/08

21/05/2008

Especialista propõe segunda linha circular

A criação de uma linha circular subterrânea e automática, que cruze as principais estações da rede do metro no interior do concelho do Porto, é uma das novidades do estudo sobre a segunda fase de expansão do metro. Quatro especialistas, consultados pela empresa, defendem que vá até Gaia. Olhando para este documento, de autoria de Paulo Pinho (docente na Faculdade de Engenharia do Porto), são unânimes contra a futura Linha da Boavista. Em vez do metro, querem o eléctrico.

A Empresa do Metro solicitou pareceres sobre o estudo de Paulo Pinho ao arquitecto Manuel Correia Fernandes, ao geógrafo Rio Fernandes, ao director da Faculdade de Economia do Porto, José Costa, e ao professor na Faculdade de Engenharia, António Babo. Embora favoráveis ao conceito de uma linha circular, os especialistas manifestam reservas quanto ao traçado. Se José Costa possui dúvidas quanto à utilização do túnel ferroviário entre as estações de S. Bento e de Campanhã, já Manuel Correia Fernandes admite que a circular seja rasgada tal como foi proposta, mas argumenta que a ligação por Gaia "não considerada" poderá ser "uma mais-valia operacional e funcional".

"A ideia sedutora e consensual de criação de uma "VCI ferroviária" deverá passar pelo aprofundamento do debate em torno do seu melhor desenho na cidade compacta e multimunicipal que queremos servir, com aparente vantagem de um alargamento do perímetro de forma a incluir todo o Centro Histórico voltado para o rio Douro", considera Rio Fernandes, no parecer enviado à Metro a que o JN teve acesso. António Pérez Babo sugere o desenho de duas circulares uma interna e outra externa. Ambas passariam pelo município gaiense.

Duas circulares

Certo de que a "circular interna" não deve colocar em causa a chegada dos comboios suburbanos à estação de S. Bento nem deve estar condicionada pela satisfação do corredor entre a Rotunda da Boavista e a Cordoaria - tarefa que seria cumprida pelo eléctrico - António Babo argumenta que essa ligação deveria aproximar os centros das cidades de Gaia e do Porto.

Assim, o anel aproveitaria parte do traçado da futura segunda linha para Gaia, mas, tal como defende Paulo Pinho, o metro não seguiria por uma nova travessia, mas pela Ponte da Arrábida. A circular ligaria Campanhã, Combatentes, Arca d'Água, Casa da Música, Gólgota, Arrábida, Devesas e General Torres, regressando a Campanhã. A partir das Devesas, a segunda linha de Gaia deveria rumar a Laborim, a Vila D'Este, ao Monte da Virgem e ao Hospital Santos Silva, a partir do interface da Quinta do Cedro.

A circular externa teria, como ponto de partida, a nova linha entre a Senhora da Hora e o Hospital de S. João, servindo S. Mamede de Infesta. Partindo de Campanhã, teria por destino Oliveira do Douro, a Avenida da República e Devesas, em Gaia. António Babo não tem dúvidas de que se justificará, no futuro, uma linha transversal neste concelho, entre a área da Barrosa (onde se encontra o Gaiashopping e hipermercados), em Coimbrões, com o "eixo urbano-industrial da EN222". A lista de prioridades de António Babo inclui o prolongamento da Linha Amarela do Hospital de S. João até Pedrouços e uma nova linha rumo a Gondomar por Valbom. A outra ligação ao concelho ficaria na Venda Nova.

Contudo, tal como os outros especialistas, sublinha que o pecado maior do estudo de Paulo Pinho é não ter considerado outros modos de transporte público, para além do metro, nomeadamente o eléctrico. Assinalando que fazer linhas de eléctrico modernas é mais barato (fica por 1,5 milhões por quilómetro) do que de metro, António Babo elege três traçados prioritários Cantareira - Avenida da República, em Matosinhos; Palácio da Bolsa - S. Bento - Campo 24 de Agosto - Areosa; e Castelo do Queijo - Rotunda da Boavista - Hospital de Santo António, passando por Júlio Dinis e pelo Palácio.

Todos os especialistas apontam o eléctrico moderno para servir a Avenida da Boavista, em detrimento do metro. Temendo que a implantação do metro comprometa a imagem da avenida, José Costa pensa que se justifica uma análise comparativa entre a solução actual e a opção do eléctrico moderno, ligando à futura "linha circular ou à Casa da Música e complementar da linha, junto à marginal do rio Douro".

in: www.jn.pt secção "Porto" de 21 Mai/08

17/05/2008

Tram-Train em Setembro

Os novos veículos da Metro do Porto (tram-train), com mais lugares e mais rápidos, vão começar a circular em Setembro, quando entrarem em vigor os horários de Inverno do serviço. "A conclusão do primeiro veículo da nova frota está prevista para o final do mês de Julho, iniciando-se, então, um período de entregas mensais até estarem na posse da Metro do Porto a totalidade dos 30 Flexity Swift encomendados", refere a empresa, lembrando que as composições estão a ser produzidas na fábrica da Bombardier em Viena (Áustria).

"A definição do modelo de operação dos tram-train está actualmente em estudo", explica, contudo, a Metro do Porto. Apesar de poderem circular em toda a rede, os novos veículos foram encomendados sobretudo para as linhas mais longas, designadamente a da Póvoa e da Trofa (ainda incompleta).

A aquisição das 30 composições (incluindo a respectiva manutenção durante cinco anos) representa um investimento de 115 milhões de euros. A tecnologia dos novos veículos permite recuperar parte da energia usada na frenagem. "Esta energia é devolvida à rede, podendo, assim, ser usada por outros veículos", refere a Metro. "Prevê-se que do total de energia consumida, 30% possa ser recuperada", acrescenta.

No próximo dia 26, será inaugurada a 70ª estação da rede da Metro do Porto. Trata-se da plataforma de João II, na Avenida da República, junto ao cruzamento com a Avenida de Vasco da Gama (EN222), em Gaia. Só em finais de Julho a estação terá abrigo para os passageiros.

A Linha Amarela, que tem o outro terminal no Hospital de S. João, no Porto, fica, então, com oito quilómetros, ganhando mais 715 metros. A estação de João II fica na mesma zona (S8) do sistema intermodal andante - a mesma das restantes estações de Gaia - o que significa que a sua utilização não implica qualquer custo adicional para os passageiros, sublinha a Metro.

A empresa destaca, ainda, que a ligação entre o S. João e a estação de João II demorará 23 minutos, um tempo "claramente imbatível face a qualquer outro modo de transporte.

in: www.jn.pt secção "Porto" de 17 mai/08

15/05/2008

Vodafone disponibiliza serviço a bordo de voos AirFrance


A Vodafone passa a disponibilizar em voos da AirFrance, mas também da Emirates e Quantas o serviço de chamadas, sms's e mms's, e internet. Por exemplo, uma chamada será taxada a 2,50 euros o minuto (iva excluido).
Dentro um ano, a operadora quer alargar o serviço a outras companhias como por exemplo a Ryanair.

Preço dos transportes sobem no Verão

Embora ainda não seja um dado adquirido, os transportes devem subir no inicio do Verão.
Face ao aumento constante dos combustíveis, 20 cêntimos por litro desde o inicio de Janeiro, a ANTROP reivindica um novo aumento dos bilhetes em cerca de 6%, para fazer face à inflação que se registou superior ao aumento do preço dos bilhetes entrado em vigor no inicio de Janeiro. No entanto, por agora a tutela remete-se ao silêncio.

13/05/2008

Cresce número de passageiros nos aeroportos nacionais

No primeiro quadrimestre de 2008 os nove aeroportos geridos pela ANA (Continente e Açores) e ANAM (Madeira), tiveram um aumento conjunto de 413 869 passageiros. Mais de metade deste crescimento registou-se no Aeroporto Sá Carneiro (223 657 passageiros), seguido pelo Aeroporto da Portela (188 837 passageiros), e pelo do Funchal (32 568 passageiros). Em Faro registou-se um decréscimo de 25 423 passageiros, no Porto Santo 10 531, e na Horta 2 316. Os aeroportos de Lisboa, Porto e Faro tiveram um crescimento médio conjunto de 6,4 por cento, ascendendo aos 6,456 milhões de passageiros, equivalentes a 84,6 por cento do volume total de passageiros dos nove aeroportos, mais 0,5 por cento do que no período homólogo de 2007. No que diz respeito ao total do número de passageiros embarcados e desembarcados em aeroportos do Continente, Lisboa absorveu 52,5 por cento, o Porto 17,4 por cento, e Faro de 14,8 por cento.

in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 13 Mai/08

11/05/2008

STCP aposta em eléctricos turisticos

A Baixa do Porto vai acolher, no Verão, um serviço de linhas turísticas de eléctricos, cujo circuito ligará o centro à marginal. Simultaneamente, a STCP está a estudar a extensão das actuais linhas até à Estação de S. Bento e até à Foz.

O serviço turístico que irá estrear-se com dois veículos próprios, pretende ser rentável. Por isso, os preços serão mais elevados do que os praticados nas linhas de serviço público, adiantou ao JN Rui Saraiva, administrador da STCP responsável pelo Museu do Carro Eléctrico. O cenário para o anúncio não poderia ser mais apropriado. Um desfile de nove veículos centenários, onde muitos mataram as saudades do eléctrico, outros o experimentaram pela primeira vez e vários turistas partilharam o momento. Um dos adeptos chegou de Inglaterra. Garth Tilt viaja todos os anos para participar no desfile. "Tenho imenso interesse pelos eléctricos. Venho todos os anos. Costumo ir também a Milão mas prefiro Portugal", disse, ao JN, contando que veio acompanhado de amigos da Holanda, estudiosos da matéria.

O novo serviço, que será testado no Verão, nasce precisamente do grande afluxo, e "pressão" de turistas às linhas de serviço público existentes na Baixa, com o início da operação, no ano passado, da ligação entre o Carmo e a Batalha.

O objectivo é potenciar este "elemento diferenciador" do Porto face a outras cidades europeias e também descongestionar os eléctricos, muito procurados pelos mais idosos nas ruas pendentes do centro da cidade.

Falta, agora, definir preços, horários e frequências, sendo certo "que as linhas turísticas são para ser rentáveis", garantiu Rui Saraiva. Isto ao contrário do serviço público que, apesar das elevadas taxas de ocupação, não é lucrativo, destacou, recordando os custos de recuperação dos veículos (cerca de 200 mil euros cada) e de manutenção.

Pela marginal do Porto, do Infante até ao Passeio Alegre, desfilaram, ontem, nove carros, dois dos quais do início do século XX. Todos eles lotados. Muitas crianças ao colo, muitas máquinas fotográficas na mão, dentro e fora dos veículos, com muita gente a acompanhar a passagem dos carros e a acenar. Os telemóveis serviram a muitos para, do passeio, fotografar a iniciativa. De regresso ao Museu do Carro Eléctrico, estavam já alinhados outros veículos, com mais uma multidão à espera para entrar. Desta vez, eram os chamados "marron", adaptados para ruas mais íngremes e não apenas exemplares de colecção, que partiriam para um segundo desfile, de Massarelos até à Batalha, percorrendo o centro. Uma estreia no desfile anual da STCP, que marca o regresso da operação dos eléctricos à Baixa.

A extensão a S. Bento, a partir do Infante e subindo Mouzinho da Silveira, será uma mais-valia, espera Rui Saraiva. Se esta ligação está a ser estudada com a Câmara, já a extensão da Cantareira, no Passeio Alegre, até ao forte de S. João da Foz e a Praia do Ourigo, também envolve a APDL.

in: www.jn.pt secção "Porto" de 11 Mai/08

10/05/2008

Carris alarga videovigilância

A frota da Carris já está totalmente equipada com sistema de videovigilância. Entre autocarros, ascensores, elevador e eléctricos, são 800 os veículos que contam com um novo dispositivo se segurança para passageiros, motoristas e guarda-freios. Cerca de metade dos equipamentos - nos anos de 2000 e 2001 - tinha já sido equipada com um sistema que permite gravar imagens, mas o processo que envolveu os restantes veículos - e que terminou em Março passado - permite transmissão de imagens em tempo real.

A transportadora esclarece, no entanto, que esta transmissão apenas acontecerá se houver uma situação real de emergência. Nessa altura, o sistema é accionado, permitindo aos operadores localizar o veículo de onde partiu o pedido de socorro e avaliar a situação. Caso seja necessário, a Polícia será alertada. As imagens captadas são encriptadas, só podendo ser vistas por operadores autorizados e no centro de controlo da empresa.

Os utentes da Carris vão ser informados das câmaras através de outdoors com a frase "Sorria/Viaje com a Carris" e com a indicação, em todas as carreiras, da existência do novo sistema. Um investimento na ordem do 2,6 milhões de euros, para dissuadir actos de delinquência e vandalismo.

Embora, como esclarece o presidente da empresa, Silva Rodrigues, a Carris não tenha registo de problemas graves no interior dos veículos. "Nem com passageiros, nem com motoristas ou guarda-freios. A vandalização e grafitagem de bancos e cadeiras é quase residual e também são raros os casos de quebra de vidros".

Noutro âmbito, a partir de Setembro, a frota conta com 20 novos autocarros articulados, com rampas de acesso automático (para utentes de mobilidade reduzida), que será accionado pelo motorista. Na mesma altura, entrarão ao serviço dois novos veículos para serviço porta-a-porta.

Apesar de saber que o número total dos veículos que asseguram este serviço - seis - não chega para as necessidades, Silva Rodrigues lamenta não poder adquirir mais, já que representaria um custo demasiado alto para a transportadora suportar sozinha. Para tentar contornar estas limitações orçamentais, a empresa procura parceiros que ajudem nesta acção.

Na próxima semana, a Carris vai receber um prémio relativo à sua certificação ambiental.

in: www.jn.pt secção "País" de 10 Mai/08

07/05/2008

Nova Zelândia nacionaliza caminhos-de-ferro

O governo laborista da Nova Zelândia anuncia oficialmente a renacionalização dos caminhos-de-ferro. Segundo o ministro das finanças, a privatização dos caminhos-de-ferro foi um erro, pelo qual as infra-estruturas estão a atravessar uma fase de degrado, e os serviços prestados à população estão a baixo do que é considerado um serviço de qualidade.
Deste modo, a renacionalização das infra-estruturas em contra-senso um pouco do que acontece com o resto do mundo, é visto pelo governo laborista como um regresso à origem pelo o qual o território neo-zelandês dispunha de uma eficiênte rede de caminhos-de-ferro.

06/05/2008

Lufthansa introduz bilhete de embarque via telemóvel

Os passageiros da Lufthansa que viajarem de Hamburgo para Munique já podem usar o seu telemóvel como cartão de embarque. Graças à nova tecnologia de código de barras, já é possível receber o cartão de embarque por email ou sms, basta para isso que o aparelho móvel tenha acesso à internet. O cartão de embarque móvel contém todos os dados importantes para o voo, como o nome do passageiro, o número de voo, a hora de embarque, o lugar escolhido e o código de barras em 2D. Ao chegarem ao aeroporto, os passageiros viajando só com bagagem de mão podem ir directamente para o controlo de segurança e depois para a porta de embarque, onde o código de barras móvel será lido por um scanner. Tal significa que podem embarcar no seu avião sem um único documento impresso.Para pode desfrutar deste novo serviço, os passageiros só têm que seleccionar a opção “Cartão de embarque móvel” (“Mobile Boarding Pass”) depois de fazerem o check-in online no portal mobile.lufthansa.com. Depois de terem inserido e confirmado o email na janela seguinte, é-lhes enviado imediatamente um documento electrónico. Em alternativa, podem fazer o check-in através duma ligação de SMS. Neste caso, será feita uma ligação de SMS a uma página da Internet que contém toda a informação do voo e um código de barras 2D será enviado para o número do telemóvel com ligação à Internet. Tudo o que os passageiros têm que fazer é chamar essa página da Internet. Desde o início de Maio, o serviço de check-in por SMS está também disponível aos clientes com estatuto especial. Após uma fase piloto de oito semanas, o cartão de embarque móvel irá ser introduzido gradualmente na maioria das rotas alemãs. Segundo a companhia aérea alemã, “a partir de Agosto, esta novidade de embarque electrónico estará disponível aos passageiros que fizerem o check-in online no portal www.lufthansa.com”.

in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 6 Mai/08

05/05/2008

Maus exemplos chegam de Itália!

Os maus exemplos chegam de Itália!
Na passada quinta-feira dia 1 de Maio, feriado, os transportes romanos deixaram de funcionar a partir das 14h00 locais.
Muitos turistas foram apanhados de surpresa, os habitantes tiveram de se deslocar a pé para as várias iniciativas culturais que assinalaram o Dia do Trabalhador.
Muitos trabalhadores que porventura não beneficiaram do feriado tiveram de se deslocar a pé, ou de táxi para os seus empregos, ou habitações.
Ao que sabemos, esta realidade é habitual nos feriados do Dia do Trabalhador, contudo, é uma má prática considerando, que numa cidade com a dimensão de Roma, vivendo sem transportes, é um caus!
Igual prática é seguida pela ATAF, empresa de transportes de Florença, que no dia 24 de Dezembro à tarde e todo o dia de Natal não disponibiliza qualquer serviço de transportes!
Ainda bem que os portugueses não seguem estes exemplos!

J.A.

29/04/2008

Abre novo terminal em Fiumicino - Roma

O Aeroporto de Fiumicino em Roma inaugura Sábado o novo terminal 5 destinado aos voos provenientes dos EUA e de Israel. Os trabalhos iniciados em Outubro permitirão descongestionar o actual terminal C, e prevê-se que receba 1 milhão de passageiros/ano.

Linha de Cascais e Estação do Oriente unidas em 2013

Dentro de quatro anos, será possível a quem vive em Cascais chegar à estação do Oriente em 54 minutos, em vez dos 80 que demora actualmente, e sem fazer um único transbordo graças à ligação da Linha de Cascais à Linha de Cintura, uma das três obras ontem apresentadas pelo Governo para a zona de Alcântara e que totalizam um investimento de 407 milhões de euros. A ampliação do terminal de contentores para quase o triplo da capacidade e o desnivelamento do ramal ferroviário que serve a zona portuária são outras obras que deverão estar concluídas em 2013.

Ana Paula Vitorino, secretária de Estado dos Transportes, explicou que esta obra, estudada desde a década de 60, vai permitir aos passageiros de Oeiras e Cascais terem "ligações directas ao centro da cidade", através da ligação à linha que passa por Sete Rios e Entrecampos, e ganhar uma média de 30 minutos em cada viagem. Estima-se que mais rapidez e conforto façam aumentar a procura da linha dos actuais 30 milhões de passageiros transportados anualmente para 41,8 milhões em 2017, um acréscimo "muito significativo".

A ligação entre as duas linhas será feita através de um túnel subterrâneo e de uma nova estação de Alcântara-Terra, que ficará localizada junto às novas e futuras urbanizações previstas para a zona. Neste momento está em curso o estudo prévio que, até ao fim de Junho, deverá definir se o mesmo túnel pode servir simultaneamente o tráfego de passageiros e de carga, ou se serão precisos dois túneis para levar a cabo uma operação que, segundo Mário Lino, ministro das Obras Públicas, pretende "resolver de uma só vez vários problemas" e acabar com os conflitos pedonais e rodoviários existentes, designadamente o dos comboios a atravessarem a via pública nas Docas.

Seja como for, o certo é que se trata de uma obra "complicadíssima", como reconheceu ao JN Luís Pardal, presidente da Refer, Rede Ferroviária Nacional, referindo os problemas hidrológicos que existem na zona e a proximidade do caneiro de Alcântara, o que obriga a cuidados especais.

Outro dos problemas que vai ser resolvido é o do esgotamento da capacidade do terminal de contentores de Alcântara, que irá ser triplicada. A obra será custeada em cerca de 60% pela concessionária do terminal (a Liscont), que em troco dos 226,7 milhões de euros que ali vai gastar ganha a prorrogação do prazo de concessão até 2042 (findava em 2015). O reforço do ramal ferroviário e a criação de uma zona de acostagem e operação de barcaças vão permitir retirar da rodovia cerca de mil camiões por dia.

Presente na cerimónia, o primeiro-ministro José Sócrates disse que este projecto pretende "acabar com um bloqueamento sério" que condicionava o crescimento daquela zona e que será uma "grande oportunidade de desenvolvimento para Lisboa".

in: www.jn.pt secção "País" de 29 Abr/08

28/04/2008

Soflusa adere ao passe 30 dias


A Soflusa do grupo Transtejo passa a disponibilizar a partir do dia 1 de Maio o carregamento de passes com validade de 30 dias. isto é, a qualquer dia do mês será possivel carregar o cartão "Lisboa Viva" com um passe válido para os 30 dias seguintes.
A modalidade estará disponivel para títulos próprios, e para títulos combinados com a Carris, Metro e CP.

Carris adere ao 'Carsharing'

'Carsharing' poderá ser usado à hora mas não tem ainda tabela de preços
O aluguer de automóveis ligeiros sem motorista por curtos períodos de fracções mínimas de uma hora é a nova aposta da empresa transportadora Carris de Lisboa, que será lançada durante a Semana da Mobilidade, em Setembro. O objectivo é "melhorar a mobilidade em Lisboa e retirar trânsito do centro da cidade", explicou ao DN fonte da empresa.

Opinião contrária têm representantes da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans) e da Associação dos Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M). Consideram que "não diminuirá o número de viaturas" na capital e defendem que "a solução é dar prioridade ao transporte público".

O projecto da Carris, denominado carsharing e ainda sem tabela de preços, "permitirá usar um automóvel partilhado por múltiplos utilizadores sem ter de o adquirir e assenta na possibilidade de dispor, apenas quando necessário, de um veículo", revelou fonte da empresa, explicando que "o pagamento será feito em função do tempo e do espaço percorrido". Defende que "constitui uma excelente solução de mobilidade para visitantes, reduzindo o número de veículos em circulação".

Em termos de vantagens para o utilizador, destaca que, "em muitos casos, evita a compra do segundo ou terceiro veículo por família". Para este serviço serão disponibilizados veículos ligeiros híbridos de cinco lugares, com vantagens ambientais.

Ainda de acordo com informações prestadas pela Carris, "prevê- -se a diminuição da pressão do automóvel no espaço urbano. Estudos efectuados noutros países onde já funciona este sistema concluem que cada veículo de carsharing permite substituir entre quatro e dez viaturas particulares e, consequentemente, reduz a ocupação do espaço urbano, congestionamentos, emissão de gases, consumo de energia e acidentes rodoviários".

Exemplifica que "estudos suíços evidenciaram que os condutores que aderem ao carsharing reduzem em cerca de 6700 quilómetros por ano (perto de 72%) a distância percorrida em veículo próprio". E apresenta como "casos de sucesso os de Espanha (Barcelona), Alemanha, Bélgica, Itália e Suíça".

Na fase inicial do projecto, haverá uma viatura em cada um dos cinco parques, situados junto a interfaces de transportes públicos, onde o cliente vai buscar e deixar o veículo.

Comentando a utilidade deste novo serviço, o dirigente Vítor Pereira, da Fectrans, diz ao DN que "esse projecto não faz sentido para reduzir o número de veículos em circulação no centro da cidade. A Carris aluga esse carro, que, tal como outro qualquer, também está a ocupar espaço na via pública - quando transita ou está parado - e a causar poluição". Na sua opinião, "é necessário é criar mais corredores bus para dar prioridade aos transportes públicos, aumentar a sua velocidade comercial e colocar mais autocarros em serviço".

Para Manuel João Ramos, presidente da ACA-M e vereador da oposição na câmara da capital, "este programa da Carris não é solução. Até vai haver mais esses carros a circular na cidade. Seria eficaz, se fosse conjugado com outras medidas que evitassem a entrada de trânsito no centro da cidade". Considera que "os parques de estacionamento junto de interfaces de transportes públicos nos concelhos limítrofes deveriam ser mais baratos do que no centro de Lisboa". E conclui ser "preciso aumentar a rede de corredores bus e dar prioridade ao transporte público".

in: www.dn.pt secção "Cidades" de 28 Abr/08

27/04/2008

Comboios prestes a passarem no túnel de Espinho

Tudo aponta para que Espinho viva no próximo fim-de-semana um momento histórico. É que está quase tudo pronto para que os comboios deixem definitivamente de passar à superfície, pelo meio da cidade, para o fazer ao longo do túnel subterrâneo.

Para já, continuam os trabalhos de ligação dos novos troços ferroviários à actual Linha do Norte, o que causou, nos dois passados fins-de-semana, incómodos aos utentes da CP que viram os comboios urbanos do Porto chegar aos seus destinos com atrasos na ordem dos 60 minutos.

E se há duas semanas, a CP até pôs à disposição transportes rodoviários de substituição, o mesmo não sucedeu há oito dias, levando muitos passageiros a um quase ataque de nervos, até porque para muitos foram dias de trabalho.Este fim-de- semana não houve condicionamentos na circulação de comboios, o mesmo não se poderá dizer do próximo. É que antes dos comboios começarem a passar em definitivo no túnel de Espinho, os necessários cortes de tensão para que decorram os trabalhos de ligação dos carris e da catenária vão previsivelmente provocar atrasos.

A circulação ferroviária estará condicionada logo a partir da primeira hora da madrugada de sábado, continuando com interrupções até domingo, isto para que na segunda-feira já haja circulação nas duas linhas. Com o início do uso do túnel, deverá também abrir portas a nova estação, em frente ao Centro Comercial Palmeiras.

in: www.jn.pt secção "Porto" de 27 Abr/08

25/04/2008

Metro em greve na noite da "Queima"

A operação especial que a Metro do Porto costuma montar na semana da Queima das Fitas, com as composições a circularem durante toda a noite, está comprometida. O Sindicato dos Maquinistas apresentou um pré-aviso de greve para o período entre os dias 5 e 10 do próximo mês, abrangendo, precisamente, a semana da folia estudantil. O serviço às festas do Senhor de Matosinhos, que se realizam entre 1 e 18 de Maio, também sofrerá constrangimentos. Milhares de pessoas serão afectadas pelas perturbações no serviço.

Aliás, Manuel Seabra, gerente da Transdev (responsável pela operação do metro), admitiu, ao JN, que a empresa não solicitou a determinação de serviços mínimos para o período nocturno. Ou seja, durante a madrugada não deverá hever metro, ao contrário do que sucedeu no ano passado.

Falta de acordo

Consciente de que uma eventual requisição civil para a madrugada nunca chegaria a assegurar os elementos necessários para efectuar uma operação adequada à elevada procura (no ano passado, em cada madrugada da Queima registaram-se cerca de 50 mil validações), a empresa apenas requereu serviços mínimos para o habitual período de funcionamento do metro. Um serviço desajustado durante a madrugada poderia trazer mais problemas do que benefícios, temem os responsáveis da Transdev.

Na origem de mais uma greve está a falta de entendimento quanto ao acordo de empresa. O principal factor de discórdia, conforme explicou Ilídio Pinto, do sindicato, prende-se com a reivindicação de um subsídio de transporte. Os agentes de condução das composições são obrigados a deslocar-se de e para os locais de trabalho em horários em que não há transporte público e exigem uma compensação. Ilídio Pinto afirma que a Transdev admite pagar 17 euros por mês de subsídio de transporte, mas que, em contrapartida, retiraria o prémio diário. Ou seja, os trabalhadores pouco ou nada beneficiariam, referiu o sindicalista, acrescentando que a Transdev está "irredutível" na sua posição.

Incomportável

Manuel Seabra recorda que, logo na altura da contratação, foi perguntado aos trabalhadores se tinham carta de condução e meios de transporte próprios. Ainda assim, acrescentou, a Transdev disponibilizou-se para cobrir o aumento dos combustíveis desde 2002. Contas feitas, daria uma verba de aproximadamente 16 euros de subsídio de transporte.

De acordo com o responsável da Transdev, a contraproposta do sindicato é o pagamento de 0,39 euros por cada quilómetro das deslocações, o que acabaria por significar um subsídio na ordem dos 230 euros mensais. Um valor que significaria um aumento de 30% na remuneração mensal, contabilizou Manuel Seabra, considerando a exigência incomportável.

in: www.jn.pt secção "Porto" de 25 Abr/08

22/04/2008

Aveiro acolhe seminário para debater introdução do metro na cidade

No próximo dia 9 de Maio, realiza-se no auditório da Sede da Assembleia Municipal de Aveiro, um seminário dedicado ao tema “Metro Ligeiro de Aveiro – que repercussões na Economia, no Ambiente e na Mobilidade o justificam?”. A sessão pretende colocar em debate a possibilidade da cidade de Aveiro vir a adoptar um sistema de metropolitano ligeiro, ferroviário ou rodoviário. O seminário irá contar com a presença de Ana Paula Vitorino, secretária de Estado dos Transportes, Élio Maia, presidente da Câmara Municipal de Aveiro, Juvenal Peneda, da CCRN, Álvaro Seco, do Metro do Mondego, João Aleluia, do Metro do Porto, Carlos Gaivoto, especialista em Transportes e Mobilidade, Robert Stussi, da APVE, e de representantes da Siemens e da Alstom.

in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 22 Abr/08

17/04/2008

Cidade de Graz na Áustria proíbe som dos telemóveis

A cidade de Graz na Áustria proíbiu o som dos telemóveis a bordo dos eléctricos e autocarros por ser considerado um elemento perturbante para os outros passageiros, e desta forma contribuir de forma significativa para a diminuíção da poluição sonora.
Contudo, esta medida que está em discussão um pouco em toda a Áustria, vem em contrasenso com a recente deliberação da UE que quer os telemóveis a funcionarem dentro em breve a bordo dos aviões. Ou seja, que senso existe em proíbir o som dos celulares nos transportes públicos, quando se podem usar a bordo dos aviões?!

SMTUC istalam sistema de informação em tempo real

Os transportes urbanos de Coimbra (SMTUC) acabam de instalar um novo sistema de apoio à exploração, co-financiado pelo estado, e que permitirá saber por exemplo, a localização exacta de todos as viaturas em tempo real, o que permitirá por exemplo, dar uma resposta mais rápida e eficáz no caso de avaria.
Por outro lado, foram instalados 12 painéis de informação em tempo real em locais estratégicos, que permitirá aos utentes saberem quantos minutos levará determinada carreira a chegar aquela paragem.

Na semana passada por seu turno, ficou concluída a instalação de mais uma linha de troleicarros entre a Solum e a Universidade, passando pelos Olivais e Praça da República.

Soluções para o Sá Carneiro

Nem o actual modelo de gestão nem o futuro monopólio privado que se projecta (com a privatização da liderança dos aeroportos nacionais inserida no pacote da construção da novo aeroporto de Lisboa) são vantajosos para o desenvolvimento da região Norte e para o crescimento do Aeroporto de Sá Carneiro, na Maia. Os especialistas da Faculdade de Economia do Porto (FEP), que analisaram seis soluções de gestão, demonstram que a liderança descentralizada encabeçada pelas autarquias e por parceiros privados trará mais emprego, rentabilidade e passageiros ao Grande Porto e ao Norte.

Os números não deixam margem para dúvidas. A manutenção de um monopólio público, liderado pela ANA, fará com que a taxa média anual de crescimento do movimento de passageiros se cifre em 4,5%, enquanto que, com o monopólio privado que se adivinha, seria de 5,9%. A liderança em parceria público-privada com presença regional resultaria num aumento dessa taxa para 8,7%. Em 2020, o Sá Carneiro contaria com mais de 11,8 milhões de passageiros. Hoje são quase quatro milhões. Se nada se alterasse, teríamos 7,3 milhões de passageiros em 12 anos. Caso a gestão dos aeroportos nacionais seja centralizada e concessionada apenas aos privados, esse movimento fixar-se-ia em 8,42 milhões em 2020.

No dia da apresentação do estudo, encomendado pela Junta Metropolitana do Porto e complementado por outro documento da Deloitte Consultores, um dos investigadores, Pedro Quelhas Brito, considerou, ontem, que uma liderança centralizada dos aeroportos lusos tenderá a dar prioridade à infra-estrutura de maior dimensão, que ficará em Lisboa. Também o presidente da Junta Metropolitana do Porto, Rui Rio, alertou para esse prejuízo (ler texto na página seguinte).

Junta reúne amanhã

Amanhã, a Junta Metropolitana reúne-se para tomar uma decisão política sobre o futuro modelo de gestão do aeroporto e decidirá os passos a dar. Os estudos já foram enviados ao ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino. Recorde-se que o Governo socialista abriu a porta à eventual alteração do modelo de gestão do aeroporto e o empresário Belmiro de Azevedo também admitiu o interesse da Sonae neste negócio.

Aliás, de acordo com os especialistas da FEP, a gestão em sistema das infra-estruturas aeroportuárias é pouco usada e está a ser abandonada na União Europeia, subsistindo apenas em Portugal e em Espanha. Os investigadores João da Silva Costa e Ana Paula Delgado, que analisaram o impacto económico do aeroporto no Norte, entendem que o desenvolvimento do aeroporto terá um impacto significativo na criação de emprego.

De um modo geral e se ANA se mantiver na liderança de todas as infra-estruturas, teremos mais 23 mil empregos na Área Metropolitana e 25 mil no Norte, em 2020. Com o monopólio privado, esses números engordam quase 32 mil na Área Metropolitana e 34 mil no Norte. O cenário mais favorável é o da gestão das autarquias com privados. Criará mais 56 mil empregos na Área Metropolitana e quase 60 mil na região Norte, em 12 anos.

"O modelo de governação parceria público-privada destaca-se dos restantes modelos de governação, no que respeita ao impacto regional medido pela variação no emprego e no rendimento", refere-se no estudo da FEP. Este modelo de parceria público-privada existe na Bélgica, no Reino Unido e em França.

Hotelaria a favor

O inquérito, realizado entre Dezembro de 2007 e Janeiro deste ano, aos responsáveis por 150 unidades hoteleiras da região a Norte do rio Mondego mostra que este modelo é o que mais agrada aos inquiridos. 33% destes agentes económicos elegeram este tipo de parceria como o mais adequado para satisfazer os interesses do Norte. Ainda assim, 57,1% considera que o desempenho da ANA tem sido bom.

Olhando para a lista de prós e contras, regista-se que a parceria público-privada com as autarquias locais é a única solução sem desvantagens. A única vantagem do actual monopólio público é a segurança, tendo, por outro lado, menor rentabilidade e menor capacidade de atracção das companhias aéreas low cost. A tomada de decisão é lenta. A gestão centralizada e privatizada trará problemas de segurança e qualidade e menor investimento. As vantagens são a elevada rentabilidade e eficiência da infra-estrutura aeroportuária e a grande capacidade de captação das low costs. Uma das principais vantagens de uma gestão das autarquias locais com os privados, a par da segurança, da maior eficiência e capacidade de investimento e de atracção das companhias de baixo custo, é a coordenação com os interesses e com os parceiros regionais.

A gestão do aeroporto de Francisco Sá Carneiro deve ser autónoma da gestão do futuro aeroporto de Lisboa. A privatização das aerogares nacionais a uma só entidada privada prejudicará a estrutura nortenha. "Um sistema em rede significa que a decisão é centralizada. Um aeroporto regional tem uma limitada capacidade de decisão, é sempre dada prioridade ao aeroporto de maior dimensão", explicou Pedro Quelhas Brito, da Faculdade de Economia do Porto (FEP), na apresentação pública do estudo, ontem à tarde, no Hotel Sheraton.

"Há uma condição necessária para que isto funcione é preciso um poder local", insistiu o especialista. Rui Rio, presidente da Junta Metropolitana do Porto, considerou "fundamental" que a gestão do Sá Carneiro seja autónoma do novo aeroporto de Lisboa, a construir em Alcochete.

"O estudo aponta claramente três pontos o aeroporto Francisco Sá Carneiro é decisivo para a Área Metropolitana do Porto e para a região Norte, a gestão do aeroporto deve ser autónoma do novo aeroporto de Lisboa e a gestão deve ser feita através de uma parceria pública-privada, com presença regional", assinalou o também presidente da Câmara do Porto. O autarca reiterou que, com uma gestão conjunta, o aeroporto Sá Carneiro corre o sério risco de ser prejudicado em benefício do novo investimento a realizar em Lisboa e que o próprio Estado perderá a receita da eventual concessão do equipamento a uma entidade constituída pela parceria público-privada.

Os autores do estudo encomendado pela Junta Metropolitana (da Deloitte e da FEP) salvaguardaram que foram analisadas seis possíveis modelos de gestão e que a decisão final de escolha caberá aos políticos. Facto a parceria público/privada, integrando as autarquias, é o que apresenta melhores indicadores.

"Com um aeroporto forte não teremos como fronteira a Espanha, mas Frankfurt (Alemanha) e Londres ( Inglaterra)", preconizou Pedro Quelhas Pinto.

in: www.jn.pt secção "Porto" de 17 Abr/08

Ryanair pode ir para a Galiza

A pretensão da Ryanair de instalar uma base no Aeroporto de Sá Carneiro (Maia) não é ignorada no estudo da Faculdade de Economia do Porto. A investigadora Cristina Barbot alerta para a concorrência dos três aeroportos da Galiza e para o risco de "decisões lentas e burocráticas" afastarem o interesse das companhias low cost por esta infra-estrutura aeroportuária.

"Se, por exemplo, há entraves burocráticos em determinado lugar à criação de uma nova rota ou à constituição de uma base, essas companhias procurarão outro local . A compra de novos aviões, a contratação e treino de novas tripulações e aprovisionamento de outros factores não podem esperar por decisões lentas e burocráticas por parte dos aeroportos (...). Existindo na região da Galiza três aeroportos alternativos ao Sá Carneiro, é muito provável que este possa ser preterido em favor dos outros, no caso de longas esperas pelo acordo com as entidades gestoras", lê-se no estudo.

Sublinhando a importância da Ryanair no aumento do número de passageiros do Sá Carneiro, Cristina Barbot crê que a instalação de bases traz "vantagens para os aeroportos onde se situam". No primeiro semestre de 2007, esta companhia representava 75% do total dos passageiros das low cost. A Easyjet também é forte entre estas companhias, mas a investigadora prevê que esta optará por instalar uma base em Lisboa, onde tem mais rotas. "A Ryanair tem sido, assim, a responsável pelo crescimento do movimento de low costs no Porto e tudo leva a crer que continuará a sê-lo", caso estabeleça a base. Nesse cenário, estima que a empresa terá, em 2010, 21 rotas a partir do Porto. Hoje são 15. "Admitimos que, a partir de 2010, o crescimento da empresa desacelera e que se criará uma nova rota por ano até 2014". Novos destinos prováveis são Roma, Dusseldorf, Glasgow e Roterdão. Ainda assim, defende que o aeroporto não será dependente das low cost, embora a presença se fortaleça. Calcula que, em 2020, as companhias tradicionais continuarão a dominar o movimento no Sá Carneiro, com 54% dos passageiros. A Ryanair será responsável por 27%dos passageiros.

in: www.jn.pt secção "Porto" de 17 Abr/08

16/04/2008

Carris apresenta serviço AeroShuttle

Um novo serviço de transporte une agora o aeroporto de Lisboa, a Gare do Oriente e o terminal rodoviário de longo curso de Sete Rios. Vocacionado para os turistas, o AeroShuttle é assegurado pela Carristur, com a colaboração da Ana - Aeroportos de Portugal, e alarga a rede de cobertura de vários pontos da cidade iniciada, há mais de dois anos, pelo serviço AeroBus.

O AeroShuttle, que funciona experimentalmente há quase dois meses, mas só ontem foi apresentado à Imprensa, está disponível todos os dias, entre as 7 e as 23 horas, com saída a cada 30 minutos, pelo preço de três euros. O título é válido durante 24 horas, independentemente do número de viagens e pode ser usado em todos os transportes da Carris e da Carristur. Francisco Aires de Sousa, responsável de marketing da Carristur, justifica o facto de este valor ser mais elevado do que a generalidade das carreiras que servem a cidade de Lisboa com a "elevada qualidade e comodidade" deste serviço.

"É adequado ao transporte de bagagens e é muito mais barato do que um táxi", explica o responsável, lembrando que "três euros é um preço muito competitivo, quando comparado com o que se pratica noutras cidades europeias".

Para além de ligar o aeroporto aos terminais rodoviários e ferroviários, o novo serviço percorre um eixo pontuado pelos principais hotéis da cidade, nomeadamente nas zonas do Oriente, Campo Grande, Entrecampos, Palma de Cima, Avenida José Malhoa, São Sebastião, Rua Castilho, Avenida Braancamp e Rua Mouzinho da Silveira.

O AeroShuttle, que nas quase quatro semanas experimentais já teve perto de mil utentes, vai funcionar, para já, com quatro viaturas. Este número poderá sofrer ajustes, consoante a adesão dos turistas, bem como o trajecto, de forma a evitar algumas das vias mais congestionadas da cidade.

O AeroShuttle funcionará como complemento do AeroBus, um serviço do mesmo género que liga o aeroporto ao Cais do Sodré, passando pelo Centro Histórico de Lisboa. Com uma frota actual de nove veículos, o AeroBus já foi utilizado por quase um milhão de pessoas, ao longo de pouco mais de dois anos.

in: www.jn.pt secção "País" de 16 Abr/08

15/04/2008

Horários do Funchal coloca em circulação 20 novos autocarros

A empresa madeirense Horários do Funchal, já colocou a circular onze dos 20 novos autocarros que tinham sido adquiridos à Volvo/Auto Sueco. Os veículos, com chassis Volvo B12B LE, são os primeiros a circular na ilha da Madeira com tecnologia Euro 5. Equipado com rampa manual na porta de saída que possibilita o acesso a cadeiras de rodas e piso rebaixado, os novos autocarros, que foram carroçados pela Camo, têm lotação para 90 passageiros, sendo 34 sentados e 56 de pé. Até final do mês de Abril deverão chegar os restantes nove autocarros às instalações da Horários do Funchal, empresa que decidiu investir cerca de 3 milhões e 700 mil euros na renovação da sua frota.

in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 14 Abr/08

12/04/2008

Linha do Tua reabre na próxima semana

O troço da Linha do Tua entre a Brunheda e a estação de Foz-Tua poderá reabrir até ao final da próxima semana. A Refer disse ao JN que a dresina acidentada quinta-feira foi ontem "carrilada" iniciando-se de imediato o estudo das estruturas afectadas. "Acreditamos que durante a próxima semana possa ser reaberta a linha", notou a fonte, salientando que, aparentemente, "os estragos não foram muito avultados".

A queda de pedras para a linha, que esteve na origem do descarrilamento, danificou carris, travessas e o muro de suporte da via. A reparação, apesar de não se prever demorada, vai obrigar à deslocação de maquinaria para o local, a cerca de dois quilómetros da Estação de Foz-Tua.

O presidente do Metro de Mirandela, José Silvano, confessa a sua "preocupação" pelo facto do acidente de quinta-feira (provocou três feridos ligeiros) poder ter-se dado com uma automotora do metro, caso a dresina não tivesse passado no local duas horas antes, cumprindo a sua função de monitorização das condições de segurança. "Se calhar no Inverno teremos de ter o dobro das cautelas", admitiu.

Silvano reivindica do Laboratório Nacional de Engenharia Civil e da Refer a "entrega rápida" do estudo sobre as condições de segurança da linha, agora aprazado para 21 de Maio. "Só assim saberemos onde é preciso fazer trabalhos de consolidação", realçou.

Entretanto, o Movimento Cívico pela Linha do Tua emitiu um comunicado para reivindicar "mais investimento na segurança" para evitar acidentes". Sublinha que "há soluções técnicas para o controlo de riscos de origem natural, já usadas noutras linhas, o que torna incompreensível o atraso na sua adopção para a do Tua".

in: www.jn.pt secção "Norte" de 12 Abr/08

10/04/2008

Boas práticas: redução de 60% para quem quer ir votar

Em Itália realizam-se eleições legislativas nos próximos dias 13 e 14 de Abril. Por iniciativa da ferrovia italiana e do Concelho de Ministros, os eleitores que desejem ir votar, mediante apresentação de cartão eleitoral e um atestado de voto, beneficiarão de uma redução em 60% nos bilhetes de comboio, que tenham como destino a localidade onde o passageiro esteja registado para poder votar.
Assim, esta é uma medida de incentivo à participação no acto eleitoral, tentando desta forma diminuir a abstenção. O mesmo é dizer: que se colocam os transportes ao serviço dos cidadãos!

J.A.

09/04/2008

STCP instala sistema único em Portugal

A Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, SA (STCP) vai introduzir nas suas 2.700 paragens um suporte de informação único em Portugal, o SPIN. A nova solução permite ao operador disponibilizar informação específica, como mapas esquemáticos de paragem e espinhas horárias de cada uma das linhas, podendo o cliente ter todos os dados necessários para a sua deslocação a partir do local onde se encontra. O SPIN foi projectado de forma a permitir a sua rotação para uma fácil consulta. Isto permite ainda que não ofereça resistência em caso de choque, não constituindo assim um obstáculo para os peões, nomeadamente os invisuais. A informação é desenvolvida com base num sistema informático que está em vias de se internacionalizar.

in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 9 Abr/08

Nova rede de transportes em Lagos

Os Transportes Urbanos de Lagos, os “Onda” já se encontram em circulação naquela cidade algarvia, desde a passada semana. Os 11 novos autocarros (5 minis e 6 médios) irão servir os vários aglomerados urbanos de Lagos, assim como as principais zonas balneares como a Meia Praia e as praias de D. Ana e Porto de Mós. O serviço ficará a cargo da Translagos (empresa do Grupo Barraqueiro) por um período de sete anos. O modelo de negócio prevê que a Câmara fique com as receitas dos bilhetes e da publicidade, pagando à empresa cerca de um milhão de euros por ano pela prestação do serviço de transportes. Os autocarros vão circular todos os dias da semana, incluindo domingos e feriados, no período das 07:00 às 20:00h horas, com maior frequência de passagem nos dias úteis, e sábados até às 14:00 horas. O serviço inclui, igualmente, a existência de novas paragens. A gestão do serviço fica a cargo da empresa municipal «FuturLagos», entidade responsável também pela construção e gestão dos parques de estacionamento subterrâneos projectados para a cidade. De referir também, que a decoração de todos os “Onda” foi realizada pela Colomarmor, que entregou no total 13 autocarros à Translagos, 6 veículos da marca BMC Probus e 7 minibuses Mercedes-Benz Sprinter. Tratou-se de um projecto em escala, tendo sido gastos quase 300m2 em vinil impresso e recortado e tendo para o projecto trabalho 3 técnicos especializados, durante duas semanas.

in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 4 Abr/08

08/04/2008

UE quer serviço de telemóvel nos aviões

A UE quer que as companhias aéreas europeias passem a disponibilizar dentro seis meses o serviço de telemóvel a bordo dos aviões.
Passará a estar disponivel todos os serviços de telemóvel numa primeira fase para os de segunda geração, após os aparelhos atingirem os 3000 metros de altitude. Fica assim, impossibilitada a utilização destes durante a descolagem e a aterragem. Sempre que se verifiquem zonas de torbulência os pilotos podem desligar o sinal de rede.
O serviço é disponivel com recurso a um satélite que conectará o sinal a partir dos aviões para terra.
Actualmente este serviço já é garantido pela AirFrance, e a partir deste mês estará disponivel igualmente a bordo dos aparelhos da TAP.

AirFrance desite da Alitalia

A AirFrance-KLM desiste da compra da Alitalia.
Depois do estado italiano e decidir pela privatização da companhia de bandeira à AirFrance, iniciou-se uma longa marcha de negociações com os sindicatos representativos dos trabalhadores, que não aceitam o plano da operadora franco-holandesa para a recuperação da operadora italiana. O plano previa o despedimento de mais de 2000 trabalhadores, reduzir a frota, e terminar com o serviço de carga. Pretenções que os sindicatos não aceitaram. Falhadas as tentativas de um acordo, depois de mais de duas semanas de negociações, a AirFrance desiste da companhia italiana.
Contudo, a AirFrance-KLM não fecha totalmente a porta a uma possivel compra da companhia. Cabe agora ao governo italiano tentar um acordo com os sindicatos. Porém, realizar-se-ão eleições legislativas nos dias 13 e 14 de Abril, a solução para a Alitalia poderá ficar decidida depois de investido um novo governo.
Caso vença o centro-esquerda, actualmente no governo, continuarão as tentativas para vender a operadora à AirFrance, caso vença o centro-direita de Berlusconi, resterá dificil esta solução dado, que os partidos que compoêm a aliança de centro-esquerda querem manter o controlo italiano sobre a companhia.
Recorde-se qu actualmente a Alitalia regista um prejuizo de 2 milhões de euros ao dia.

03/04/2008

Governo escolhe a opção Chelas/Barreiro

O Governo vai hoje anunciar a solução para a terceira travessia do Tejo. A opção Chelas/Barreiro ganhou à solução Beato/Montijo, defendida nos estudos da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP). O DN apurou que o dossier é analisado hoje, apesar do Primeiro-ministro não se encontrar em Portugal. José Sócrates está em Bucareste na Cimeira da NATO, mas a mesma fonte disse que apesar do chefe do Governo não presidir à reunião o projecto é analisado na mesma.

O Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) pediu para entregar durante esta semana o estudo comparativo das localizações para a terceira travessia e debruçou-se sobre as alternativas Chelas/Barreiro, defendida pelo Governo, e Beato/Montijo, eleita nos estudos da CIP como a melhor solução , e que foi recentemente alvo de estudos mais aprofundados pelo professor José Manuel Viegas.

O relatório do LNEC já está na posse de Mário Lino. Embora o gabinete do ministro das Obras Públicas afirme que o "relatório será entregue esta semana". O ministro mandatou, no dia 7 de Fevereiro, o LNEC para elaborar, no prazo de 45 dias, um relatório de avaliação comparativa das alternativas existentes de travessia ferroviária do Tejo na Área Metropolitana de Lisboa. O relatório, refere o despacho surge na sequência do estudo sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa, no campo de tiro de Alcochete .

A escolha da solução Chelas/Barreiro sempre foi defendida pela Rave, entidade gestora da rede de alta velocidade, e contou com o apoio de Ana Paula Vitorino, secretária de Estado dos Transportes. Hoje, caberá a Teixeira dos Santos, ministro das Finanças, face à ausência de José Sócrates, fundamentar a escolha.

A terceira travessia do Tejo é fundamental para a ligação ferroviária de alta velocidade entre Lisboa e Madrid. Os contestatários à ponte entre Chelas e o Barreiro consideram que não faz sentido o comboio de alta velocidade não servir directamente o aeroporto de Alcochete, enquanto que, se a ponte fosse desviada para o Beato/Montijo, a ligação seria directa e reduziria a distância entre Lisboa e o aeroporto em 12 km. A ligação ao aeroporto através da ponte entre Chelas e o Barreiro será feita a partir de um ramal.

Tabuleiro rodoviário

Pelos cálculos da Rave, a futura travessia comporta quatro vias ferroviários, duas para a alta velocidade e outras duas para o serviço ferroviário convencional (suburbanos). A questão de fundo, e que hoje poderá ficar esclarecida, é se a ponte vai ter tabuleiro rodoviário. Em causa poderá estar o desvio de tráfego da ponte Vasco da Gama para a futura travessia e o consequente acréscimo de veículos na cidade de Lisboa.

Nos últimos tempos surgiu uma alternativa rodoviária para as ligações das duas margens do Tejo. Trata-se da ligação Algés/Trafaria, que o Governo já disse está nos seus planos.

in: www.dn.pt secção "Economia" de 02 Abr/08

TAP testa telemóveis a bordo

O período de testes para a utilização de telemóveis a bordo dos aviões da TAP deverá iniciar-se "ainda este mês". A fase experimental terá uma duração de seis meses, finda a qual será decidido se o serviço é implementado, afirmou ao DN fonte oficial da transportadora aérea.

Os testes serão feitos num único avião, que opera em rotas de médio curso, onde os passageiros serão avisados pela tripulação do momento em que podem utilizar os seus telemóveis. O projecto está a ser desenvolvido em parceria com a OnAir, uma das primeiras empresas do mundo a operar uma rede móvel a bordo dos aviões.

Depois da Air France anunciar ontem que vai iniciar o serviço de chamadas, tendo já concluído os testes de envio de mensagens escritas (SMS) e de envio de emails, a TAP será uma das primeiras companhias da Europa a disponibilizar estes serviços.

Em termos de instalação do equipamento em aviões já existentes, a TAP deverá ser mesmo a pioneira, uma vez que a Air France tem o serviço disponível em aviões já fabricados de raiz com o sistema.

"O sistema está a ser montado desde o início pela unidade de engenharia da TAP", destacou a fonte oficial.

Na Air France, os passageiros dos voos de rotas europeias do airbus A318 podem, desde ontem, fazer e receber chamadas. Em comunicado, a transportadora francesa revelou que a fase de testes de SMS e emails teve uma reacção muito positiva por parte dos consumidores. Depois de permitir as chamadas de voz durante três meses, a empresa decidirá se implementa somente os serviços de mensagens e dados ou também os de voz.

Os custos deste serviço serão taxados pelo operador da rede móvel de cada passageiro tal como habitual, explicou a Air France. Tal como a TMN tinha já anunciado, os seus clientes que viajem na Air France nos voos com o serviço activo podem usar o telemóvel desde que tenham roaming (que permite utilização internacional).

"Estamos a aproveitar todas as oportunidades de que dispomos para oferecer aos nossos clientes as últimas inovações", afirmou Patrick Roux, vice-presidente da Air France para a área de marketing.

À semelhança da TAP, também a Air France trabalhou em parceria com a OnAir, tendo activado o seu serviço a mais de 3000 metros de altitude e permite até seis chamadas em simultâneo. O envio e recepção de SMS, assim como de emails, é ilimitado.

De acordo com um estudo realizado pela OnAir, em 2006, a consumidores de vários países europeus, 92% dos passageiros que viajam em negócios levam o seu telemóvel consigo, valor que se situa nos 81% nos turistas. Mais de metade dos passageiros de negócios (54%) afirmou que ligaria o seu telemóvel nos aviões se tal fosse possível, contra 41% dos que viajam por motivos de lazer.

in: www.dn.pt secção "Economia" de 3 Abr/08

"Céu aberto" para aviões da UE e EUA

Entrou em vigor no dia 30 de Março o acordo de transportes aéreos entre a União Europeia e os Estados Unidos da América, data a partir da qual as companhias aéreas europeias já podem voar sem restrições a partir de qualquer aeroporto da UE para os EUA. O chamado acordo de “céu aberto” suprime todas as restrições em termos de rotas, preços e número de voos semanais. Muitas companhias aéreas vão aumentar o número de voos e de destinos ao domingo. Sabe-se já que o número de voos entre o aeroporto londrino de Heathrow e os EUA vão aumentar cerca de 20 por cento. Prevê-se igualmente uma diminuição de preços resultante do estímulo da concorrência. Segundo a Comissão Europeia, os benefícios para os consumidores podem atingir os 12 mil milhões de euros nos próximos cinco anos. O acordo pode levar à criação de 80 mil novos postos de trabalho dos dois lados do Atlântico. Os dois maiores mercados da aviação, que abrangem 60 por cento do tráfego mundial, vão encetar uma segunda fase de negociações, que tem início já em meados de Maio de 2008 e obedece a um calendário preciso. Presentemente, deslocam-se anualmente entre a UE e os EUA cerca de 50 milhões de passageiros.

in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 2/Abr/08

02/04/2008

Velhos, porcos, e ineficientes!



Velhos, porcos, e ineficientes! Assim poderiamos definir os transportes ferroviários romanos em Itália. Velhos e porcos como testemunha a imagem de uma carruagem da linha "B" de Roma. De facto, todas estas carruagens são velhas, desconfortáveis, sujas, e com uma imagem péssima.
Além do mais, no centro da cidade, onde se desenvolve toda a vida económica, social, educativa e turistica, é servida sómente por duas linhas de metro: a dita linha "A" e "B".
Verdade também que em 2004 a linha "A" foi dotada de novas carruagens, confortáveis, mas não é menos verdade, que continua a faltar uma verdadeira rede de metro que sirva as principais zonas da cidade, e de novos veículos para a linha "B" onde tantos romanos e turistas viajam em condições indignas.
Está tudavia em curso, a construção da linha "C", prevista para 2015 o termo dos trabalhos.
Sem metro, os utentes servem-se dos eléctricos e autocarros. Quanto aos segundo felizmente são novos e confortáveis, ou por outra, desconfortáveis se tivermos em conta qua andam em horas de ponta sobrelotados, pois não existindo metro restam os transportes de superficie, sempre parados nos inúmeros semáforos à entrada dos cruzamentos, e depois, as paragens onde entra mais gente daquela que sai.
Quanto aos eléctrico pode-se dizer o mesmo quanto à lentidão (semáforos, paragens, etc.), andam igualmente sobrelotados: é um calvário. Também os há novos, mas poucos.
Por outro lado, com carris velhos, com falta de formação dos profissionais que os conduzem, é melhor estarem todos muito bem agarrados, ou os desiquilibrios provocados pelos trilhos do eléctrico, fazem-nos cair.
Não posso esquecer também que no metro, o telemóvel não funciona.

J.A.

Governo decide sobre novo operador aéreo

O governo deverá anunciar hoje "o novo operador com o qual vai proceder ao ajuste directo para reatar a carreira aérea entre Bragança, Vila Real e Lisboa. Entretanto, o novo concurso deverá ser lançado já na próxima semana". As novidades foram avançadas ao JN, pelo deputado do PSD, Ricardo Martins, ontem, ao final de uma reunião com o Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino. Recorde-se que a ligação aérea está suspensa desde o passado dia 17 de Março, tendo a empresa concessionária Aeroncodor alegado "problemas técnicos" como justificação. Mas já em 2007 haviam sido cancelados mais de 160 voos. O prazo para entrega de candidaturas ao ajuste directo terminou ontem à meia-noite e data de regresso dos voos vai depender da empresa cuja proposta for escolhida. Segundo o JN apurou, concorreram duas empresas, a Aerovip (que já comprou alguns dos aviões da Aerocondor) e a Aeronorte. A Aerocondor deveria assegurar a carreira aérea por concurso público até Junho de 2009, recebendo uma compensação do Estado de cerca de 1,5 milhões de euros anuais. O Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), entidade reguladora do sector aeronáutico, já havia anunciado que a transportadora aérea foi proibida de voar em Portugal porque os seus aviões não dispõem do seguro, obrigatório por lei, colocando-se numa "situação de incumprimento contratual grave". O Governo vai também pedir uma indemnização, ainda não quantificada, à operadora. Uma decisão tomada depois da Secretaria de Estado das Obras Públicas e das Comunicações ter sido informada pelo INAC do cancelamento da licença de exploração da Aerocondor, "facto que a impede de continuar a cumprir o contrato de concessão da exploração dos serviços aéreos regulares entre Lisboa/Bragança, Bragança/Vila Real/Lisboa ou quaisquer outros". O cancelamento de voos com alguma frequência desde o ano passado sempre originou criticas por parte do tecido empresarial da região. O presidente do Nerba - Associação Empresarial de Bragança, Rui Vaz, considera a manutenção da linha área "essencial" para a região como forma de ultrapassar os constrangimentos das acessibilidades. "Os empresários e as instituições habituaram-se a ter um serviço que os ajuda a estar em Lisboa rapidamente, mas sendo um serviço subsidiado pelo Estado não se admitem estas falhas", referiu. Em 2007 viajaram de avião entre Trás-os-Montes e Lisboa 9.800 passageiros.

in: www.jn.pt secção Norte de 2 Abr/08

01/04/2008

Aerocondor perde licença de voos entre Lisboa e Bragança

O INAC - Instituto Nacional de Aviação Civil, cancelou a licença de exploração da Aerocondor Transportes Aéreos, companhia aérea responsável pelas ligações regulares entre Lisboa/Bragança e Bragança/Vila Real/Lisboa. Segundo um comunicado do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC), “ atendendo a que a Aerocondor se colocou numa situação de incumprimento contratual grave, o Governo decidiu rescindir o contrato de concessão dos referidos serviços aéreos, tendo já informado aquela transportadora da sua decisão”. Entretanto, o Governo já determinou o lançamento de um novo concurso público para a exploração destes serviços aéreos, no entanto, e por motivos de urgência, iniciou uma consulta a vários operadores que actuam no mercado, tendo em vista a contratação por ajuste directo, de forma a assegurar, no mais curto espaço de tempo, e até à conclusão do referido concurso, a continuidade desta rota. O MOPTC refere também que “foram dadas instruções ao INAC, para que accione todas as medidas legais disponíveis com vista a ressarcir o Estado dos prejuízos causados pelo incumprimento das obrigações contratuais por parte da ATA – Aerocondor, SA, designadamente o apuramento de indemnizações e multas contratuais a que haja lugar, e aplicação de contra-ordenações”.

in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 1 Abr/08

Preço dos combustiveis fáz aumentar passageiros da ferrovia


Dado o preço do barril do petrólio nos mercados internacionais com consequente aumento dos combústiveis, os automobilistas italianos estão a trocar o transportes individual pelo comboio.
Diáriamente circulam cerca de 8.000 comboios regionais transportando cerca de 1.500 000 pessoas ao dia.
Facto é, que as tarifas da ferrovia italianas são das mais baixas da Europa. A exemplo: uma viagem que custe em Itália 15.50€, na França custa 25.33€, e na Alemanha 36€, são os dados mais recentes levados a cabo pelo Instituto Suiço de Serviço de Transportes Públicos.
Deste modo, a alternativa face aos custos dos derivantes de petrólio é o uso do comboio.
Contudo, em Itália muitos comboios são velhos, sem condições adquadas de transporte, cujos horários na maios parte das vezes não é cumprido, sem que os passageiros sejam devidamente informados.
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