No próximo dia 1 de Junho, Dia Mundial da Criança, a Fertagus vai oferecer viagens a crianças com idades até aos 12 anos, nos percursos compreendidos entre Setúbal e Lisboa.
O bilhete deve ser levantado nas bilheteiras antes do inicio da viagem, ao qual será entregue uma pequena lembrança.
Também a CP se associou a esta iniciativa, e irá oferecer viagens nos comboios suburbanos de Lisboa e Porto, para crianças até aos 12 anos de idade, desde que acompanhadas por um responsável.
Por seu turno, as transportadoras públicas rodoviárias de Lisboa e Porto, Carris e STCP respectivamente, também permitem viagens gratuitas até aos 12 anos, desde que seja apresentado o respectivo BI aos motoristas.
Já o Metropolitano de Lisboa, para além das viagens gratuitas, irá proporcionar visitas ao Zoo, para grupos de crianças acompanhadas pelos pais, ou outros responsáveis.
30/05/2009
25/05/2009
Metro da Avenida encerrado
O Metro de Lisboa vai encerrar a Estação da Avenida a partir de Sábado dia 30 de Maio, até dia 7 de Junho.
Os motivos do encerramento prendem-se com a realização de pequenas intervenções nos espaços, de forma a torná-los mas acessiveis a pessoas com mobilidade reduzida.
As composições da Linha Azul mantêm os términos do percurso nas Estações de Santa Apolónia e Amadora Este, passando pela Avenida sem interrupção da marcha.
23/05/2009
Cinco meses de obras vão condicionar a ponte Luís I
A ponte de Luís I vai estar cinco meses em obras, condicionando a circulação do metro na Linha Amarela. Objectivo: reparar "algumas deficiências". A Metro garante que a segurança dos passageiros nunca esteve em causa.
A intervenção, a cargo da Normetro (consórcio responsável pela primeira fase da rede), começará depois de amanhã e prolonga-se até Outubro. Os principais constrangimentos vão fazer-se sentir durante a noite (nos dias úteis) e em período diurno (no fim-de-semana).
"Não estando nem nunca tendo estado minimamente em causa o respeito pelas apertadas regras de segurança a que está submetida a operação do metro, com a proximidade do limite do prazo de garantia da obra impõe-se a correcção imediata de algumas deficiências detectadas, cuja reparação cabe ao consórcio construtor Normetro, de modo a que a Metro do Porto possa aceitar fazer a recepção definitiva da empreitada", esclarece a empresa, em comunicado emitido ontem.
Recorde-se que, para receber o metro no tabuleiro superior, a centenária travessia entre Porto e Gaia foi alvo de uma profunda requalificação. A estrutura foi reforçada e quase um terço do material teve que ser substituído.
"O estado de degradação e de abandono da ponte ultrapassou tudo o que se esperava", explicava, em 2004, o então presidente da Comissão Executiva da Metro do Porto, Oliveira Marques.
Agora, a empreitada prende-se, por exemplo, com a substituição de algumas componentes de fixação dos carris, para evitar problemas futuros. "A execução dos trabalhos impede a circulação de veículos nos carris em intervenção, o que faz com que se tenha que reduzir a uma via a operação, no horário em que os mesmos decorrem", explica o comunicado.
A intervenção vai começar no extremo sul do tabuleiro superior da ponte (Gaia). Por ser uma "zona com menor densidade de moradores", os trabalhos decorrerão, de segunda a sexta-feira, entre as 21.30 e as 5.30 horas. Entre S. Bento e General Torres vai haver apenas uma via de circulação para as composições.
Numa segunda fase, a obra vai incidir no extremo Norte (Porto), zona onde há mais residentes, o que levou a empresa a determinar horários diferentes", de modo a "minimizar o incómodo". "Assim, nos dias úteis os trabalhos decorrerão sempre entre as 20.30 horas e a 1 hora, aos sábados entre as 15 e as 24 horas e aos domingos entre as 8 e as 16 horas", refere.
Nestes períodos, também haverá apenas uma via, obrigando os passageiros a fazer transbordo em S. Bento ou em General Torres. "Esta forma de operação obrigará naturalmente a um aumento de espaçamento temporal entre veículos", observa a Metro.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 23 Mai/09
A intervenção, a cargo da Normetro (consórcio responsável pela primeira fase da rede), começará depois de amanhã e prolonga-se até Outubro. Os principais constrangimentos vão fazer-se sentir durante a noite (nos dias úteis) e em período diurno (no fim-de-semana).
"Não estando nem nunca tendo estado minimamente em causa o respeito pelas apertadas regras de segurança a que está submetida a operação do metro, com a proximidade do limite do prazo de garantia da obra impõe-se a correcção imediata de algumas deficiências detectadas, cuja reparação cabe ao consórcio construtor Normetro, de modo a que a Metro do Porto possa aceitar fazer a recepção definitiva da empreitada", esclarece a empresa, em comunicado emitido ontem.
Recorde-se que, para receber o metro no tabuleiro superior, a centenária travessia entre Porto e Gaia foi alvo de uma profunda requalificação. A estrutura foi reforçada e quase um terço do material teve que ser substituído.
"O estado de degradação e de abandono da ponte ultrapassou tudo o que se esperava", explicava, em 2004, o então presidente da Comissão Executiva da Metro do Porto, Oliveira Marques.
Agora, a empreitada prende-se, por exemplo, com a substituição de algumas componentes de fixação dos carris, para evitar problemas futuros. "A execução dos trabalhos impede a circulação de veículos nos carris em intervenção, o que faz com que se tenha que reduzir a uma via a operação, no horário em que os mesmos decorrem", explica o comunicado.
A intervenção vai começar no extremo sul do tabuleiro superior da ponte (Gaia). Por ser uma "zona com menor densidade de moradores", os trabalhos decorrerão, de segunda a sexta-feira, entre as 21.30 e as 5.30 horas. Entre S. Bento e General Torres vai haver apenas uma via de circulação para as composições.
Numa segunda fase, a obra vai incidir no extremo Norte (Porto), zona onde há mais residentes, o que levou a empresa a determinar horários diferentes", de modo a "minimizar o incómodo". "Assim, nos dias úteis os trabalhos decorrerão sempre entre as 20.30 horas e a 1 hora, aos sábados entre as 15 e as 24 horas e aos domingos entre as 8 e as 16 horas", refere.
Nestes períodos, também haverá apenas uma via, obrigando os passageiros a fazer transbordo em S. Bento ou em General Torres. "Esta forma de operação obrigará naturalmente a um aumento de espaçamento temporal entre veículos", observa a Metro.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 23 Mai/09
22/05/2009
Linha de Leixões recebe comboios de passageiros
A linha ferroviária de Leixões, que até agora era exclusivamente dedicada ao transporte de mercadorias, vai passar a receber também comboios de passageiros. A notícia foi avançada pela sectretária de Estado dos Transportes à Lusa. Ana Paula Vitorino anunciou que "Numa primeira fase, já a partir de Setembro, o serviço [de passageiros] irá realizar-se na ligação entre Ermesinde e Leça do Balio, com paragem nas estações de São Gemil e São Mamede de Infesta”, ficando a ligação a Leixões para uma segunda fase.
O transporte de passageiros vai exigir a requalificação das infra-estruturas, ficando a obra a cargo da Refer. Hoje mesmo será assinado um contrato sobre estes protocolos entre a CP, a Refer - Rede Ferroviária Nacional, a Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL) e a Câmara Municipal de Matosinhos.
"O novo serviço de passageiros da CP irá contribuir para a sustentabilidade ambiental, facilitando a acessibilidade e a mobilidade numa área que, nos últimos anos, evidenciou um franco crescimento populacional e com um mercado potencial significativo", referiu a secretária de Estado dos Transportes à Lusa.
Inicialmente, circulará um comboio de passageiros a cada meia hora, em dias úteis e horas de ponta. Nos outros períodos a frequência será de uma hora. Adicionalmente a estação de Ermesinde, terá ligação às linhas de Braga, Douro e Guimarães, existindo ainda uma ligação à estação de Campanhã, no Porto. As estimativas apontam para o transporte de 2,9 milhões de passageiros por ano.
in: www.transportesemrevista.com de 22 Mai/09
O transporte de passageiros vai exigir a requalificação das infra-estruturas, ficando a obra a cargo da Refer. Hoje mesmo será assinado um contrato sobre estes protocolos entre a CP, a Refer - Rede Ferroviária Nacional, a Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL) e a Câmara Municipal de Matosinhos.
"O novo serviço de passageiros da CP irá contribuir para a sustentabilidade ambiental, facilitando a acessibilidade e a mobilidade numa área que, nos últimos anos, evidenciou um franco crescimento populacional e com um mercado potencial significativo", referiu a secretária de Estado dos Transportes à Lusa.
Inicialmente, circulará um comboio de passageiros a cada meia hora, em dias úteis e horas de ponta. Nos outros períodos a frequência será de uma hora. Adicionalmente a estação de Ermesinde, terá ligação às linhas de Braga, Douro e Guimarães, existindo ainda uma ligação à estação de Campanhã, no Porto. As estimativas apontam para o transporte de 2,9 milhões de passageiros por ano.
in: www.transportesemrevista.com de 22 Mai/09
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21/05/2009
Estudo analisa hipótese de base aérea de Monte Real abrir à aviação civil
Um estudo, que conta com o apoio do Governo e de algumas entidades públicas como a ANA, a Navegação Aérea de Portugal (NAV), o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) e a Força Aérea Portuguesa, vai analisar a hipótese de virmos a ter um aeroporto no centro do país.
O local é a base aérea de Monte Real, que nesta altura é apenas utilizado por aviões militares.
O presidente da associação que promove esta iniciativa, o Fórum Centro Portugal, Manuel Queiró lembra que a região é a única que não tem projectado qualquer aeroporto civil e defende que adaptar a base à aviação comercial não seria muito dispendioso.
«É uma iniciativa que se traduziria em custos reduzidos e em grandes benefícios. Não há neste momento ambiente no país para imaginar novas construções projectos e infraestruturas, pelo contrário uma adaptação de uma infraestrutura já existente é o mais adequado à actual situação económico-financeira», sublinhou.
Contactada pela TSF fonte oficial do Ministério dos Transportes e Obras Públicas refere que o Governo não se compromete com a abertura da base aérea de Monte Real à aviação civil.
O estudo, que vai ser apresentado em Leiria e que vai contar com a presença do secretário de Estado Paulo Campos, arranca já esta quinta-feira e deve demorar cerca de dez meses.
in: www.tsf.pt secção "Portugal" de 21 Mai/09
O local é a base aérea de Monte Real, que nesta altura é apenas utilizado por aviões militares.
O presidente da associação que promove esta iniciativa, o Fórum Centro Portugal, Manuel Queiró lembra que a região é a única que não tem projectado qualquer aeroporto civil e defende que adaptar a base à aviação comercial não seria muito dispendioso.
«É uma iniciativa que se traduziria em custos reduzidos e em grandes benefícios. Não há neste momento ambiente no país para imaginar novas construções projectos e infraestruturas, pelo contrário uma adaptação de uma infraestrutura já existente é o mais adequado à actual situação económico-financeira», sublinhou.
Contactada pela TSF fonte oficial do Ministério dos Transportes e Obras Públicas refere que o Governo não se compromete com a abertura da base aérea de Monte Real à aviação civil.
O estudo, que vai ser apresentado em Leiria e que vai contar com a presença do secretário de Estado Paulo Campos, arranca já esta quinta-feira e deve demorar cerca de dez meses.
in: www.tsf.pt secção "Portugal" de 21 Mai/09
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20/05/2009
Passagens de nível suprimidas em Cascais
As passagens de nível de S. Pedro e S. João do Estoril irão desaparecer, de acordo com o anúncio por parte da Refer e da Camara de Cascais.
São as últimas duas que restam na Linha de Cascais, mas que têm causado dezenas de vitimas.
Segundo a Refer, até Dezembro de 2010, num investimento na ordem dos 13 milhões de euros, a passagem pedonal de S. Pedro irá dar lugar a uma passagem subterrânea, o mesmo acontecendo para o atraverssamento de trânsito em S. João.
São as últimas duas que restam na Linha de Cascais, mas que têm causado dezenas de vitimas.
Segundo a Refer, até Dezembro de 2010, num investimento na ordem dos 13 milhões de euros, a passagem pedonal de S. Pedro irá dar lugar a uma passagem subterrânea, o mesmo acontecendo para o atraverssamento de trânsito em S. João.
18/05/2009
16/05/2009
Metro no Parque da Cidade sem túnel nem viaduto
Nem viaduto nem túnel. O metro deverá cruzar o Parque da Cidade do Porto à superfície, ocupando parte do terreno usado como pista de aviação pela Red Bull. Afinal, a linha do Campo Alegre será quase toda enterrada.
Os representantes da Câmara do Porto e da Metro na comissão de acompanhamento chegaram a um consenso, depois das críticas do Município e das juntas da Foz, de Nevogilde e de Lordelo do Ouro ao traçado à superfície entre a Boavista e as Condominhas. Agora, as composições seguirão enterradas à saída do Parque da Cidade e passam em túnel pela futura Via Nun'Álvares, pela Praça do Império e pela Rua de Diogo Botelho. Nesse troço, só vêem a luz do dia no Fluvial. A ribeira da Granja obriga a uma solução à superfície menos complexa e onerosa, que será estudada pela arquitecta Marisa Lavrador. A projectista do Parque da Pasteleira é chamada, pois o metro ocupará a bordadura daquele espaço.
O troço entre as Condominhas e S. Bento mantém-se inalterado (em túnel). Mas está projectado um viaduto entre as faculdades de Arquitectura e de Letras. O entendimento foi alcançado a 27 de Abril, como noticiou o jornal Público, e o relatório da comissão já foi enviado para a Metro.
Em aberto continua o atravessamento do Parque da Cidade. Por sugestão do Município, foi solicitado ao arquitecto Sidónio Pardal, autor do Parque, que estudasse a melhor solução, uma vez que a construção de um segundo viaduto, prevista inicialmente, desagrada às duas entidades. Há duas hipóteses: o enterramento ou a passagem do metro à cota do terreno do Parque da Cidade, a poucos metros do actual viaduto. Sidónio Pardal prefere a segunda.
"Estamos a fazer os estudos para ver a melhor forma de integrar o metro, do ponto de vista funcional, paisagístico e de custos. A possibilidade de enterramento é caríssima e, do ponto de vista paisagístico, é a menos interessante. Não se justifica. Para o Parque seria neutro e indiferente. Se for à superfície, as milhares de pessoas que usarão o metro terão uma paisagem bem mais interessante, em vez de passarem por um túnel escuro", defende, em declarações ao JN, o arquitecto, considerando que o metro do Porto é um "eléctrico rápido" que "convive bem com os peões". Sidónio Pardal crê que o espaço verde não será prejudicado pela opção do atravessamento à superfície.
"Não toca na alma do Parque. É um corredor periférico e exterior ao projecto original. Não há razão técnica, paisagística e urbanística para o enterramento. O metro é uma grande mais valia, pois permitirá que muita gente aceda rapidamente ao Parque", assinala. O arquitecto salvaguarda, no entanto, que a opção será política. E poderá estar para breve. O vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Lino Ferreira, sustenta que as soluções para o Parque deverão ser entregues na próxima semana à Empresa do Metro.
A decisão final cabe à Administração da empresa, embora, como reconheceu o presidente Ricardo Fonseca em entrevista ao JN, necessite do acordo da Autarquia. Em simultâneo, está a ser negociada a passagem do metro na Circunvalação com a Câmara de Matosinhos. A solução mais provável é o enterramento da linha na Rua de Brito Capelo, vencendo a Estrada da Circunvalação em túnel.
O projecto da linha, que será concretizado agora, vai ser enviado ao Governo no pacote global da segunda fase de desenvolvimento da rede do metro. A empresa ainda alimenta a expectativa de lançar o concurso até Setembro. Contactado pelo JN, o Ministério das Obras Públicas não deu resposta.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 16 Mai/09
Os representantes da Câmara do Porto e da Metro na comissão de acompanhamento chegaram a um consenso, depois das críticas do Município e das juntas da Foz, de Nevogilde e de Lordelo do Ouro ao traçado à superfície entre a Boavista e as Condominhas. Agora, as composições seguirão enterradas à saída do Parque da Cidade e passam em túnel pela futura Via Nun'Álvares, pela Praça do Império e pela Rua de Diogo Botelho. Nesse troço, só vêem a luz do dia no Fluvial. A ribeira da Granja obriga a uma solução à superfície menos complexa e onerosa, que será estudada pela arquitecta Marisa Lavrador. A projectista do Parque da Pasteleira é chamada, pois o metro ocupará a bordadura daquele espaço.
O troço entre as Condominhas e S. Bento mantém-se inalterado (em túnel). Mas está projectado um viaduto entre as faculdades de Arquitectura e de Letras. O entendimento foi alcançado a 27 de Abril, como noticiou o jornal Público, e o relatório da comissão já foi enviado para a Metro.
Em aberto continua o atravessamento do Parque da Cidade. Por sugestão do Município, foi solicitado ao arquitecto Sidónio Pardal, autor do Parque, que estudasse a melhor solução, uma vez que a construção de um segundo viaduto, prevista inicialmente, desagrada às duas entidades. Há duas hipóteses: o enterramento ou a passagem do metro à cota do terreno do Parque da Cidade, a poucos metros do actual viaduto. Sidónio Pardal prefere a segunda.
"Estamos a fazer os estudos para ver a melhor forma de integrar o metro, do ponto de vista funcional, paisagístico e de custos. A possibilidade de enterramento é caríssima e, do ponto de vista paisagístico, é a menos interessante. Não se justifica. Para o Parque seria neutro e indiferente. Se for à superfície, as milhares de pessoas que usarão o metro terão uma paisagem bem mais interessante, em vez de passarem por um túnel escuro", defende, em declarações ao JN, o arquitecto, considerando que o metro do Porto é um "eléctrico rápido" que "convive bem com os peões". Sidónio Pardal crê que o espaço verde não será prejudicado pela opção do atravessamento à superfície.
"Não toca na alma do Parque. É um corredor periférico e exterior ao projecto original. Não há razão técnica, paisagística e urbanística para o enterramento. O metro é uma grande mais valia, pois permitirá que muita gente aceda rapidamente ao Parque", assinala. O arquitecto salvaguarda, no entanto, que a opção será política. E poderá estar para breve. O vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Lino Ferreira, sustenta que as soluções para o Parque deverão ser entregues na próxima semana à Empresa do Metro.
A decisão final cabe à Administração da empresa, embora, como reconheceu o presidente Ricardo Fonseca em entrevista ao JN, necessite do acordo da Autarquia. Em simultâneo, está a ser negociada a passagem do metro na Circunvalação com a Câmara de Matosinhos. A solução mais provável é o enterramento da linha na Rua de Brito Capelo, vencendo a Estrada da Circunvalação em túnel.
O projecto da linha, que será concretizado agora, vai ser enviado ao Governo no pacote global da segunda fase de desenvolvimento da rede do metro. A empresa ainda alimenta a expectativa de lançar o concurso até Setembro. Contactado pelo JN, o Ministério das Obras Públicas não deu resposta.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 16 Mai/09
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15/05/2009
Transdev vai concorrer à concessão do Metro do Porto

A Transdev vai concorrer à concessão do Metro do Porto em parceria com a Efacec.
A operadora francesa é a actual concessionária do Metro, e concorre em parceria com a Valpi, a Gondomarense, e a Espirito Santo, para o periodo de concessão 2010/2015.
Da parceria faz parte ainda a Efacec, empresa responsável pelo Sistema de Apoio à Exploração da Metro.
A outra concorrente à exploração da Metro é o Grupo Barraqueiro em parceria com a francesa Keolis, e a inglesa Arriva.
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25% de desconto para aquisições on-line
Andar de Alfa Pendular pode ficar mais barato.
A partir de 25 de Maio quem adquirir bilhetes on-line, com uma antecedência mínima de sete dias terá um desconto de 25% no preço final do bilhetes, para viagens a efectuar de Segunda a Sábado.
A CP pretende com esta medida, fidelizar clientes, tornando as viagens economicamente mais atractivas. Contudo, a empresa não reembolsará os clientes por eventuais desistências, ou alterações ao trajecto e datas de viagem.
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14/05/2009
CP já pode lançar concurso para material circulante
Os Ministérios das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e das Finanças, aprovaram, através de um despacho conjunto, o Concurso para a Aquisição de Material Circulante no horizonte 2009-2013 da CP – Caminhos de Ferros Portugueses, EPE. Para o período em questão serão adquiridas 74 unidades de material circulante, no valor de 370 milhões de euros. O plano de investimentos compreende 25 automotoras para serviço Regional no valor de 125 milhões de Euros; 36 Unidades Múltiplas Eléctricas Bi-Tensão para o serviço Urbano da Linha de Cascais no valor de 180 milhões de Euros; oito Unidades Múltiplas Eléctricas para Urbano do Porto no valor de 40 milhões de Euros; cinco Unidades Múltiplas Eléctricas para a Linha do Sado no valor de 25 milhões de Euros. Em opção está considerada ainda a aquisição de mais 28 unidades no valor total de 140 milhões de euros, incluindo oito Unidades Múltiplas Eléctricas para urbano do Porto no valor de 40 milhões de Euros (necessárias para fazer face à previsível evolução da procura naquela Região), 15 Unidades Múltiplas Eléctricas para o serviço urbano de Lisboa no valor de 75 milhões de Euros (face ao previsível crescimento da procura na Região de Lisboa, nomeadamente pela construção de novas infra-estruturas e aumento de capacidade das mesmas), cinco Unidades Múltiplas Diesel para serviço de Longo Curso num valor previsto de 25 milhões de Euros, para fazer face ao crescimento o serviço e à estratégia de substituição de unidades de locomotiva e carruagem, por automotoras.
in: www.transportesemrevista.com de 12 Mai/09
in: www.transportesemrevista.com de 12 Mai/09
Transtejo reforça ligações entre Lisboa e margem Sul
Prevendo-se uma grande afluência de pessoas para assistir à missa no Terreiro do Paço no âmbito das comemorações do aniversário do Cristo Rei, o Terminal do Terreiro do Paço estará encerrado entre as 14 e as 20 horas. Para dar resposta às necessidades de mobilidade e à maior procura de transportes nesses dias, a Transtejo decidiu desviar e reforçar as ligações entre a margem sul e o Cais do Sodré. Assim, estarão disponíveis mais frequências tanto com origem no Barreiro como em Cacilhas.
Paralelamente, a Transtejo, o Metro Sul do Tejo e a Fertagus associaram-se numa acção para este mesmo fim-de-semana, disponibilizando bilhetes de um dia com um número ilimitado de viagens em cada um dos operadores. Os bilhetes terão um custo de 3 euros e serão vendidos nos postos de qualquer um dos operadores.
in: www.transportesemrevista.com de 14 Mai/09
Paralelamente, a Transtejo, o Metro Sul do Tejo e a Fertagus associaram-se numa acção para este mesmo fim-de-semana, disponibilizando bilhetes de um dia com um número ilimitado de viagens em cada um dos operadores. Os bilhetes terão um custo de 3 euros e serão vendidos nos postos de qualquer um dos operadores.
in: www.transportesemrevista.com de 14 Mai/09
11/05/2009
RL e Odivelas lançam carreira urbana em linha azul
A Rodoviária de Lisboa e a Câmara Municipal de Odivelas estabeleceram um protocolo para a criação de uma carreira urbana de passageiros – linha azul – entre a estação de Odivelas do Metropolitano de Lisboa, o centro da cidade de Odivelas e o centro comercial Odivelas Parque. O serviço recebeu a denominação “Voltas” e tem como objectivo proporcionar a melhores condições de mobilidade no centro urbano da cidade, assim como de segurança e conforto, com a promoção da utilização do transporte público em detrimento do individual. Assente no conceito “Linha Azul”, o serviço consiste na implementação de uma espécie de táxi colectivo com itinerário fixo, onde em determinadas zonas do percurso existe uma linha azul pintada na faixa de rodagem, em que o utente, para entrar ou sair do autocarro, apenas necessita de manifestar essa intenção ao motorista. O novo serviço vem possibilitar uma maior cobertura da malha urbana (zona histórica e central de Odivelas), que não tem acesso por transportes públicos de passageiros convencionais, bem como servir a maioria dos serviços públicos aí localizados, reforçando, deste modo, as ligações existentes e proporcionar uma melhor acessibilidade aos equipamentos de utilização colectiva. O projecto “ Voltas” surgiu na sequência do projecto-piloto “Flexis Odivelas”, que a Câmara Municipal de Odivelas implementou em Janeiro de 2008, através de um Protocolo de Parceria entre a autarquia, a Rodoviária de Lisboa, a Mundicenter e o Feira Nova, no âmbito de uma candidatura ao Programa INTERREG IIIC Sul, Operação Quadro Regional MARE – Mobilidade e Acessibilidade Metropolitana nas Regiões do Sul da Europa, cujo objectivo consistia em definir, desenvolver e implementar um modelo piloto de serviços de transporte flexível, integrando o transporte público e privado, melhorando a mobilidade dos territórios.
in: www.transportesemrevista.com de 11 Mai/09
in: www.transportesemrevista.com de 11 Mai/09
Governo baixa taxas aeroportuárias

O Governo está a trabalhar num projecto de lei que visa baixar as taxas pagas nos aeroportos por passageiros e companhias aéreas.
A medida tem por base a actual conjuntura económica avessa ao sector, e que segundo o Secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, a redução das taxas têm por objectivo fomentar o tráfego e o turismo nacional.
10/05/2009
Vila d'Este pode ficar sem linhas da STCP
A urbanização de Vila d'Este, em Gaia, onde vivem cerca de 17 mil pessoas, corre o risco de ficar sem linhas da STCP. Uma operadora privada exige, em tribunal, que a empresa deixe de explorar as carreiras para Vilar de Andorinho.
Em causa estão as linhas 900 (ex-84) e 905 (ex-83), que servem aquela freguesia de Gaia. A Oliveira Fernandes e Ribeiro (que entretanto foi adquirida pela Valpi) entende que a STCP não tem título que legitime a exploração das carreiras e avançou para os tribunais. Além de uma acção principal, a operadora privada interpôs uma providência cautelar, exigindo a suspensão imediata da exploração das linhas da STCP até Vilar de Andorinho, que se sobrepõem a duas das suas carreiras.
O intento foi negado pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, para onde o processo foi remetido devido ao excesso de trabalho no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto. Após recurso, a recusa foi confirmada pelo Tribunal Central Administrativo do Norte, através da 1ª Secção do Contencioso Administrativo. O acórdão é de 23 do mês passado.
Conforme explicou a STCP, foi considerado que, existindo argumentos e teses opostas, tornou-se impossível, "em sede cautelar, formular um juízo de certeza sobre a existência ou não existência de legitimidade para a exploração dos percursos". A determinação dessa legitimidade está em curso na acção principal, ainda pendente no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto.
Caso seja dada razão à Oliveira Fernandes e Ribeiro, as duas carreiras da STCP que servem Vilar de Andorinho terão de ser suspensas: na totalidade ou apenas nos troços a partir Santo Ovídio (900) ou do Monte da Virgem (905), uma vez que a contestação da operadora privada centra-se, precisamente, na parte do percurso das linhas da STCP que passam na referida freguesia.
Aliás, no recurso apresentado após a rejeição da providência cautelar, a empresa restringe o pedido de suspensão das linhas 900 e 905 aos troços Santo Ovídio/Vilar de Andorinho e Monte da Virgem/Vila d'Este.
A operadora considera que a STCP estendeu as carreiras a Vilar de Andorinho e Vila d'Este sem possuir um título que o permitisse. Segundo este entendimento, o serviço estará a ser feito de forma ilegal. "O único título habilitante que [a STCP] logrou demonstrar foi aquele que aparentemente lhe permite explorar as carreiras entre Porto e Monte da Virgem e entre Porto e Santo Ovídio", contestou a Oliveira Fernandes e Ribeiro, perante o Tribunal Central Administrativo do Norte.
A STCP argumenta que as duas linhas em causa são exploradas há mais de meio século, mediante a autorização plasmada no decreto ministerial de 1 de Abril de 1953. Nessa altura, as carreiras eram designadas de J e H, tendo passado depois, a ser as linhas 83 e 84. Actualmente, são a 905 e a 900, na sequência da completa transformação da rede operada pela STCP há dois anos.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 10 Mai/09
Em causa estão as linhas 900 (ex-84) e 905 (ex-83), que servem aquela freguesia de Gaia. A Oliveira Fernandes e Ribeiro (que entretanto foi adquirida pela Valpi) entende que a STCP não tem título que legitime a exploração das carreiras e avançou para os tribunais. Além de uma acção principal, a operadora privada interpôs uma providência cautelar, exigindo a suspensão imediata da exploração das linhas da STCP até Vilar de Andorinho, que se sobrepõem a duas das suas carreiras.
O intento foi negado pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, para onde o processo foi remetido devido ao excesso de trabalho no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto. Após recurso, a recusa foi confirmada pelo Tribunal Central Administrativo do Norte, através da 1ª Secção do Contencioso Administrativo. O acórdão é de 23 do mês passado.
Conforme explicou a STCP, foi considerado que, existindo argumentos e teses opostas, tornou-se impossível, "em sede cautelar, formular um juízo de certeza sobre a existência ou não existência de legitimidade para a exploração dos percursos". A determinação dessa legitimidade está em curso na acção principal, ainda pendente no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto.
Caso seja dada razão à Oliveira Fernandes e Ribeiro, as duas carreiras da STCP que servem Vilar de Andorinho terão de ser suspensas: na totalidade ou apenas nos troços a partir Santo Ovídio (900) ou do Monte da Virgem (905), uma vez que a contestação da operadora privada centra-se, precisamente, na parte do percurso das linhas da STCP que passam na referida freguesia.
Aliás, no recurso apresentado após a rejeição da providência cautelar, a empresa restringe o pedido de suspensão das linhas 900 e 905 aos troços Santo Ovídio/Vilar de Andorinho e Monte da Virgem/Vila d'Este.
A operadora considera que a STCP estendeu as carreiras a Vilar de Andorinho e Vila d'Este sem possuir um título que o permitisse. Segundo este entendimento, o serviço estará a ser feito de forma ilegal. "O único título habilitante que [a STCP] logrou demonstrar foi aquele que aparentemente lhe permite explorar as carreiras entre Porto e Monte da Virgem e entre Porto e Santo Ovídio", contestou a Oliveira Fernandes e Ribeiro, perante o Tribunal Central Administrativo do Norte.
A STCP argumenta que as duas linhas em causa são exploradas há mais de meio século, mediante a autorização plasmada no decreto ministerial de 1 de Abril de 1953. Nessa altura, as carreiras eram designadas de J e H, tendo passado depois, a ser as linhas 83 e 84. Actualmente, são a 905 e a 900, na sequência da completa transformação da rede operada pela STCP há dois anos.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 10 Mai/09
07/05/2009
Opinião: O troleicarro ainda existe!
Há alguns anos atrás, a STCP tinha troleicarros. Eram sobretudo de dois andares, mas também os havia articulados.
Como funcionavam a electricidade, eram portanto, 0% poluentes.
Depois a STCP com o processo de renovação de frota, abandonou o modelo dos troleicarros. Uns foram cedidos gratuítamente a Coimbra, que é hoje a única cidade hibérica a dispôr deste meio de transporte, outros vendidos para Almaty no Cazaquistão.
No entanto, existem ainda hoje cidades, cujo modelo do troleicarro continua a fazer parte da paisagem urbana, e a responder às necessidades de mobilidade dos utentes.
A IpsisNet apresenta em vídeo alguns exemplos!
(Coimbra, Bolonha, Génova, Roma, Bucareste, Basileia, Genébra.)
*p.f. clique no título para seguir o link
Como funcionavam a electricidade, eram portanto, 0% poluentes.
Depois a STCP com o processo de renovação de frota, abandonou o modelo dos troleicarros. Uns foram cedidos gratuítamente a Coimbra, que é hoje a única cidade hibérica a dispôr deste meio de transporte, outros vendidos para Almaty no Cazaquistão.
No entanto, existem ainda hoje cidades, cujo modelo do troleicarro continua a fazer parte da paisagem urbana, e a responder às necessidades de mobilidade dos utentes.
A IpsisNet apresenta em vídeo alguns exemplos!
(Coimbra, Bolonha, Génova, Roma, Bucareste, Basileia, Genébra.)
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Rodoviária de Lisboa cria ligação ao Dolce Vita
A Rodoviária de Lisboa vai passar a servir o novo centro comercial Dolce Vita Tejo, na Amadora, com a criação da carreira 231, que fará a ligação entre o metro da Pontinha e Caneças, passando por Dolce Vita Tejo, Presa, A-da-Beja e Casal de Cambra, todos os dias entre as 9h. e as 24h. a partir de 9 de Maio.
06/05/2009
Clickair e Vueling em processo de fusão

As companhias espanholas de baixo custo ClickAir e Vueling iniciaram um processo de fusão, que se concluirá em Julho próximo.
Segundo Josep Pique administrador da Vueling, se as duas empresas continuassem individualmente "teriam um futuro muito mais complicado".
A Iberia, principal accionista da Vueling, partilhará códigos de voo com a nova Vueling e terá cerca de 45% das acções, no entanto, as duas operadoras (Iberia e Vueling) serão concorrentes no mercado de aviação.
A nova empresa irá operar com 35 aparelhos.
05/05/2009
Barraqueiro, Keolis, Arriva e Mota-Engil unem-se para o metro
O Grupo Barraqueiro, a Mota-Engil, a Keolis e a Arriva uniram-se para concorrer à exploração do sistema de metro do Porto. O consórcio, liderado pela empresa Barraqueiro, foi apresentado publicamente ontem. A proposta que vai ser apresentada ao concurso lançado pela Metro do Porto já está a ser trabalhada pela equipa técnica instalada num escritório na Rua do Campo Alegre, no Porto.
"É um consórcio com uma consistência muito grande", afirmou, ao JN, José Luís Catarino, responsável do grupo Barraqueiro, que acredita numa vitória no concurso. A actual operadora do metro do Porto, Transdev, também está na corrida. Recorde-se que o concurso já não se livra da polémica: pela primeira vez em 16 anos de Metro do Porto o Governo interferiu na composição de um júri, determinando a presença de três representantes da Administração Central (um deles passou a ser o presidente daquele organismo).
O grupo Barraqueiro, que explora o metro Sul do Tejo e a linha de comboio que passa na ponte de 25 de Abril, em Lisboa, reitera que o metro do Porto é o principal projecto da empresa para este ano. Nesse sentido, a constituição do consórcio foi estabelecida com "empresas líderes no sector". A Keolis (francesa) e a Arriva (inglesa) são duas operadores de transportes com experiência e presença em vários países. Por sua vez, a a Mota-Engil surge como mais valia na área da manutenção.
"A experiência e know-how das empresas que compõem o consórcio foram os principais requisitos tidos em conta pelo grupo Barraqueiro no momento de definição da parceria", sintetiza um comunicado emitido ontem.
O mesmo documento especifica que a proposta vai ter "associados alguns dos mais importantes operadores rodoviários da Área Metropolitana do Porto".
José Luís Catarino explicou que a ideia é estabelecer acordos de exploração que passem pelo reforço da intermodalidade e por rebatimentos das linhas rodoviárias nas principais estações.
"Na Fertagus, 30% da procura resulta dessa componente", explicou o responsável, evidenciando as vantagens da estratégia. Não foram especificados os operadores envolvidos, mas, por agora, serão apenas empresas privadas. José Luís Catarino admite, contudo, que a STCP também deverá ser envolvida no processo, caso a proposta do consórcio ganhe o concurso.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 5 Mai/09
"É um consórcio com uma consistência muito grande", afirmou, ao JN, José Luís Catarino, responsável do grupo Barraqueiro, que acredita numa vitória no concurso. A actual operadora do metro do Porto, Transdev, também está na corrida. Recorde-se que o concurso já não se livra da polémica: pela primeira vez em 16 anos de Metro do Porto o Governo interferiu na composição de um júri, determinando a presença de três representantes da Administração Central (um deles passou a ser o presidente daquele organismo).
O grupo Barraqueiro, que explora o metro Sul do Tejo e a linha de comboio que passa na ponte de 25 de Abril, em Lisboa, reitera que o metro do Porto é o principal projecto da empresa para este ano. Nesse sentido, a constituição do consórcio foi estabelecida com "empresas líderes no sector". A Keolis (francesa) e a Arriva (inglesa) são duas operadores de transportes com experiência e presença em vários países. Por sua vez, a a Mota-Engil surge como mais valia na área da manutenção.
"A experiência e know-how das empresas que compõem o consórcio foram os principais requisitos tidos em conta pelo grupo Barraqueiro no momento de definição da parceria", sintetiza um comunicado emitido ontem.
O mesmo documento especifica que a proposta vai ter "associados alguns dos mais importantes operadores rodoviários da Área Metropolitana do Porto".
José Luís Catarino explicou que a ideia é estabelecer acordos de exploração que passem pelo reforço da intermodalidade e por rebatimentos das linhas rodoviárias nas principais estações.
"Na Fertagus, 30% da procura resulta dessa componente", explicou o responsável, evidenciando as vantagens da estratégia. Não foram especificados os operadores envolvidos, mas, por agora, serão apenas empresas privadas. José Luís Catarino admite, contudo, que a STCP também deverá ser envolvida no processo, caso a proposta do consórcio ganhe o concurso.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 5 Mai/09
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01/05/2009
Operação especial para a Queima das Fitas do Porto

Metro e STCP montam operação especial para a Queima das Fitas da Invicta.
Entre 2 e 8 de Maio, o Metro funcionará 24 horas por dia em todas as linhas, com excepções das estações do Aeroporto e Boticas.
Já a STCP, colocará autocarros gratuitos que partirão da Areosa/Hospital de S. João, e da Av. dos Aliados em direcção ao Queimódromo, entre as 22h. e as 6h30 da manhã.
Estas medidas implementadas pelos operadores de transportes, à semelhança de outros anos, têm como objectivo, contribuir para a prevenção da segurança rodoviária.
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30/04/2009
Passageiros com mobilidade reduzida com serviço alargado
A partir de 1 de Maio as carreiras nr. 70 (Serafina/Espaço Monsanto) e 782 (Cais do Sodré/Mscavide) da Carris passam a ter exclusivamente, servidas por veículos com capacidade para o transporte de passageiros de mobilidade reduzida. A primeira, serve directamente o Centro de Saúde de Sete Rios, a segunda faz a ligação entre os interfaces do Terreiro do Paço, Cais Sodré, Estação do Oriente e de Santa Apolónia.
Protecção para passageiros de autocarro e barco
A Comissão Europeia pretende equiparar os direitos dos passageiros de autocarro aos direitos de um passageiro de avião. O projecto de regulamento deverá ser aprovado conjuntamente pelo Conselho e pelo Parlamento Europeu. Caso tal se verifique a Comissão Europeia quer que o regulamento respeitante aos autocarros seja aplicado em todos os países membros no prazo de um ano.
A normativa prevê direito a indemnização em caso de atraso de mais de duas horas à chegada ou à partida do autocarro e obriga a empresa a propor serviços alternativos e em horários semelhantes ao passageiro, mesmo se for um serviço de outra empresa. Caso o passageiro não aceite, tem direito à reposição total do valor do bilhete. Se a empresa não apresentar uma alternativa equiparável, o passageiro tem direito a 150 por cento do valor do bilhete. Em caso de danos ou perda de bagagem, a normativa estipula uma indemnização que poderá atingir os 1.800 euros.
O seguro de viagem é outra das obrigações previstas pelo regulamento, com a empresa a ser obrigada a pagar um valor proporcional aos danos sofridos pelo passageiro. Em caso de morte, a indemnização poderá chegar aos 21.000 euros por passageiro. O regulamento exclui as empresas destas obrigações se a causa do acidente for alheia ao serviço. Da mesma forma, os deputados também pretendem que sejam excluídos desta legislação os transportes urbanos, suburbanos e regionais.
in: www.transportesemrevista.com de 30 Abr/09
A normativa prevê direito a indemnização em caso de atraso de mais de duas horas à chegada ou à partida do autocarro e obriga a empresa a propor serviços alternativos e em horários semelhantes ao passageiro, mesmo se for um serviço de outra empresa. Caso o passageiro não aceite, tem direito à reposição total do valor do bilhete. Se a empresa não apresentar uma alternativa equiparável, o passageiro tem direito a 150 por cento do valor do bilhete. Em caso de danos ou perda de bagagem, a normativa estipula uma indemnização que poderá atingir os 1.800 euros.
O seguro de viagem é outra das obrigações previstas pelo regulamento, com a empresa a ser obrigada a pagar um valor proporcional aos danos sofridos pelo passageiro. Em caso de morte, a indemnização poderá chegar aos 21.000 euros por passageiro. O regulamento exclui as empresas destas obrigações se a causa do acidente for alheia ao serviço. Da mesma forma, os deputados também pretendem que sejam excluídos desta legislação os transportes urbanos, suburbanos e regionais.
in: www.transportesemrevista.com de 30 Abr/09
23/04/2009
Transdev quer adjudicar Carris

A Transdev, grupo francês de transportes com operações em Portugal no sector rodoviário, e com operação do Metro do Porto, prepara-se para investir mais dinheiro em Portugal e criar cerca de 500 postos de trabalho.
Segundo Joel Leberton responsável da empresa, a Transdev irá concorrer para assegurar a operação do Metro do Porto no periodo 2010-2015, ligação ferroviária para a terceira travessia do Tejo, e ainda a operação da Carris, num investimento total a rondar os 11 milhões de euros.
22/04/2009
17/04/2009
STCP no vermelho
A STCP, de acordo com o relatório de contas de 2008 apresentado ontem, aumentou o passivo em 28,2 milhões de euros, para um total de 305 milhões.
Segundo a empresa, o aumento do passivo deve-se ao acréscimo da divida contraída, e ao aumento das taxas de juro.
Quanto ao número de passageiros transportados, a empresa teve um aumento de 2 milhões de passageiros face a 2007, tendo transportado 111 milhões de pessoas.
14/04/2009
Troleicarros terão aparência de metro
Com arranque programado para 2010, o metro ligeiro de superfície do concelho da Amadora é totalmente inovador. Os carris serão substituídos por rodas, como os troleicarros de Coimbra, mas o aspecto será o de um metro.
Veículos idênticos circulam já noutros países, mas em Portugal é a primeira vez que a ideia ganha forma. O impulsionador foi o vereador Gabriel Oliveira. "Será o transporte do futuro. A única diferença é que o metro ligeiro tem carril e este tem rodas", adiantou, ao JN, lembrando que o veículo eléctrico é capaz de vencer declives mais acentuados do que um comboio e em caso de acidente não fica restringido aos carris podendo seguir viagem.
"Esta solução é entre 10 a 15 vezes mais económica do que o metro ligeiro e não está dependente da topografia do terreno", realça Gabriel Oliveira, sem querer adiantar a forma de apresentação do metro da Amadora que, apesar de já escolhida, é por enquanto secreta.
A linha entre a estação do Metropolitano de Lisboa Amadora-Este e a futura estação da Reboleira, passando por Venda Nova, Falagueira, Mina, São Brás e Brandoa, não será custeada pela autarquia. O investimento entre os sete e os 11 milhões de euros será totalmente privado, nomeadamente do Dolce Vita Tejo, o novo centro comercial que irá abrir no dia 7 de Maio.
Em caso de sucesso, o metro prolongar-se-á aos concelhos de Odivelas e Loures, estando já prevista uma segunda fase de extensão ao centro da Amadora e ao Hospital Fernando da Fonseca.
A terceira etapa prevê a continuação da linha até Oeiras e Algés.
O plano merece o aplauso da Associação Portuguesa dos Entusiastas por Troleicarros. "Em Portugal, há um manifesto desconhecimento", lamenta Emídio Gardé, explicando que os autarcas preferem inaugurar sistemas de metro a autocarros com aspecto "velho".
O entusiasta dá o exemplo de Almada, onde o dinheiro gasto no metro Sul do Tejo (390 milhões de euros) daria para comprar o dobro dos veículos e implementar uma rede de tróleis de 250 quilómetros.
"Teríamos tróleis pelas linhas todas de Almada e para ir a Setúbal e vir", realça, frisando que a viagem também ficaria mais barata para o passageiro.
Questionada sobre o assunto, a Câmara Municipal de Almada disse, ao JN, que a hipótese de implantar no concelho uma rede de troleicarros não foi ainda ponderada.
in: jn.sapo.pt secção "Lisboa" de 14 Abr/08
Veículos idênticos circulam já noutros países, mas em Portugal é a primeira vez que a ideia ganha forma. O impulsionador foi o vereador Gabriel Oliveira. "Será o transporte do futuro. A única diferença é que o metro ligeiro tem carril e este tem rodas", adiantou, ao JN, lembrando que o veículo eléctrico é capaz de vencer declives mais acentuados do que um comboio e em caso de acidente não fica restringido aos carris podendo seguir viagem.
"Esta solução é entre 10 a 15 vezes mais económica do que o metro ligeiro e não está dependente da topografia do terreno", realça Gabriel Oliveira, sem querer adiantar a forma de apresentação do metro da Amadora que, apesar de já escolhida, é por enquanto secreta.
A linha entre a estação do Metropolitano de Lisboa Amadora-Este e a futura estação da Reboleira, passando por Venda Nova, Falagueira, Mina, São Brás e Brandoa, não será custeada pela autarquia. O investimento entre os sete e os 11 milhões de euros será totalmente privado, nomeadamente do Dolce Vita Tejo, o novo centro comercial que irá abrir no dia 7 de Maio.
Em caso de sucesso, o metro prolongar-se-á aos concelhos de Odivelas e Loures, estando já prevista uma segunda fase de extensão ao centro da Amadora e ao Hospital Fernando da Fonseca.
A terceira etapa prevê a continuação da linha até Oeiras e Algés.
O plano merece o aplauso da Associação Portuguesa dos Entusiastas por Troleicarros. "Em Portugal, há um manifesto desconhecimento", lamenta Emídio Gardé, explicando que os autarcas preferem inaugurar sistemas de metro a autocarros com aspecto "velho".
O entusiasta dá o exemplo de Almada, onde o dinheiro gasto no metro Sul do Tejo (390 milhões de euros) daria para comprar o dobro dos veículos e implementar uma rede de tróleis de 250 quilómetros.
"Teríamos tróleis pelas linhas todas de Almada e para ir a Setúbal e vir", realça, frisando que a viagem também ficaria mais barata para o passageiro.
Questionada sobre o assunto, a Câmara Municipal de Almada disse, ao JN, que a hipótese de implantar no concelho uma rede de troleicarros não foi ainda ponderada.
in: jn.sapo.pt secção "Lisboa" de 14 Abr/08
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12/04/2009
Madrid - ida e volta por 47 Euros
Desde o mês de Março que passou a ser possível adquirir bilhetes a partir de 23 euros e 45 cêntimos para a viagem ferroviária entre as capitais Ibéricas, no Trenhotel Lusitânia. Estes bilhetes, denominados Tarifa WEB - 60% de desconto - podem ser apenas adquiridos no site Venta On Line da Renfe-operadora e com uma antecedência de duas semanas. Se se comprar com uma semana de antecedência, será aplicada a Tarifa Estrella - 40% de desconto - pelo que a viagem poderá ficar por 35,10 EUR.
À excepção da Gran Clase, todas as classes do comboio Lusitânia oferecem esta gama de descontos. Além de Lisboa e Madrid, este comboio efectua as seguintes paragens intermédias: Oriente, Entroncamento, Abrantes, Marvão-Beirã, Valencia de Alcântara, San Vicente de Alcântara, Cáceres, Navalmoral de la Mata e Talavera de la Reina.
Por enquanto não é possível adquirir viagens com tarifas promocionais para os percursos intermédios. Mas comprando para o percurso completo acaba por compensar na grande maioria das deslocações.
Com estas novas tarifas, será possível passar uma jornada inteira em Madrid por apenas 46,90 EUR para os passageiros que entrem nas estações de Lisboa Santa Apolónia, Oriente, Entroncamento, Abrantes ou Marvão-Beirã.
Se o destino final for uma estação servida por comboios da unidade Renfe Larga Distancia (comboios de longo curso tanto AVE como convencionais), o passageiro poderá igualmente adquirir no site da Renfe-Operadora viagens com o mesmo tipo de descontos.
O Lusitânia Trenhotel tem saída de Lisboa Santa Apolónia diariamente pelas 22h30 e de Madrid Chamartín pelas 22h25 (hora local).
in: www.transportes-xxi.net/noticias/1325 de 12/Abr/08
À excepção da Gran Clase, todas as classes do comboio Lusitânia oferecem esta gama de descontos. Além de Lisboa e Madrid, este comboio efectua as seguintes paragens intermédias: Oriente, Entroncamento, Abrantes, Marvão-Beirã, Valencia de Alcântara, San Vicente de Alcântara, Cáceres, Navalmoral de la Mata e Talavera de la Reina.
Por enquanto não é possível adquirir viagens com tarifas promocionais para os percursos intermédios. Mas comprando para o percurso completo acaba por compensar na grande maioria das deslocações.
Com estas novas tarifas, será possível passar uma jornada inteira em Madrid por apenas 46,90 EUR para os passageiros que entrem nas estações de Lisboa Santa Apolónia, Oriente, Entroncamento, Abrantes ou Marvão-Beirã.
Se o destino final for uma estação servida por comboios da unidade Renfe Larga Distancia (comboios de longo curso tanto AVE como convencionais), o passageiro poderá igualmente adquirir no site da Renfe-Operadora viagens com o mesmo tipo de descontos.
O Lusitânia Trenhotel tem saída de Lisboa Santa Apolónia diariamente pelas 22h30 e de Madrid Chamartín pelas 22h25 (hora local).
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10/04/2009
04/04/2009
Ryanair com novas rotas a partir de Faro
A Ryanair lançou duas novas rotas a partir do aeroporto de Faro.
Bornemouth no Reino Unido, e Bremen na Alemanha, reforçam a oferta de voos da companhia de baixo custo irlandesa, a partir do Algarve.
Através do portal da operadora, é possivel adquirir bilhetes para estes novos destinos, a partir dos cinco euros, incluíndo taxas.
Bornemouth no Reino Unido, e Bremen na Alemanha, reforçam a oferta de voos da companhia de baixo custo irlandesa, a partir do Algarve.
Através do portal da operadora, é possivel adquirir bilhetes para estes novos destinos, a partir dos cinco euros, incluíndo taxas.
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01/04/2009
Primeiro-ministro prepara-se para suspender traçado de alta velocidade
De acordo com o site transportesemrevista.com, o primeiro-ministro prepara-se para anúnciar a suspensão do traçado de alta velocidade Porto/Lisboa, e Lisboa/Madrid.
O governo terá consultado especialistas estrangeiros, e concluído, que o novo aeroporto de Lisboa deveria ser servido directamento pela alta velocidade. Até ao momento estava previsto a construção de um shuttle entre a estação do tgv e o aeroporto.
O governo terá consultado especialistas estrangeiros, e concluído, que o novo aeroporto de Lisboa deveria ser servido directamento pela alta velocidade. Até ao momento estava previsto a construção de um shuttle entre a estação do tgv e o aeroporto.
31/03/2009
Corgobus e SMTUC com novos veículos
A Corgobus, concessionária dos transportes urbanos de Bragança, vai receber três novos veículos no valor de 478.000 euros. Uma aposta da autarquia de Bragança na renovação da frota, e na conquista de mais passaeiros para o transporte público.
Por seu turno, os transportes de Coimbra (SMTUC) encomendaram à empresa polaca Solaris, a compra de um troleicarro com o intuito de renovar a actual frota de quinze troleis, que circulam na cidade dos estudantes.
A empresa, pretende renovar por completo a sua frota de troleis, vindo a adquirir um a dois veículos por ano.
Este modelo da Solaris, será entregue até ao final do ano.
Por seu turno, os transportes de Coimbra (SMTUC) encomendaram à empresa polaca Solaris, a compra de um troleicarro com o intuito de renovar a actual frota de quinze troleis, que circulam na cidade dos estudantes.
A empresa, pretende renovar por completo a sua frota de troleis, vindo a adquirir um a dois veículos por ano.
Este modelo da Solaris, será entregue até ao final do ano.
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30/03/2009
20/03/2009
60 mil bilhetes grátis
O Metro do Porto oferece 60 mil bilhetes ida e volta para utilizar este fim-de-semana na linha vermelha (Estádio do Dragão/Póvoa de Varzim).
A iniciativa tem por base dar a conhecer os novos horários da linha vermelha, que entraram em vigor no passado dia 16 de Março.
A empresa, enviou por correio 60 mil vouchers para habitantes entre as zonas de Maia, Matosinhos, Vila do Conde e Póvoa de Varzim, que poderão troca-los por bilhetes durante o fim-de-semana em algumas estações da linha vermelha, como a da Póvoa de Varzim, Portas Fronhas, Vila do Conde, Varziela, Mindelo ou Pedras Rubras entre as 13h e as 20h.
A iniciativa tem por base dar a conhecer os novos horários da linha vermelha, que entraram em vigor no passado dia 16 de Março.
A empresa, enviou por correio 60 mil vouchers para habitantes entre as zonas de Maia, Matosinhos, Vila do Conde e Póvoa de Varzim, que poderão troca-los por bilhetes durante o fim-de-semana em algumas estações da linha vermelha, como a da Póvoa de Varzim, Portas Fronhas, Vila do Conde, Varziela, Mindelo ou Pedras Rubras entre as 13h e as 20h.
12/03/2009
Serviço "Expresso" duplicado na linha B
A partir do próximo dia 16 de Março entram em vigor os novos horários da Linha B do Metro do Porto, que liga a Póvoa de Varzim à Estação da Trindade no Porto.
Os novos horários, são fruto da entrada em operação dos novos veículos, modelo "tram-train" com capacidade para atingirem os 100 km's horários. Assim sendo, passará a haver dois veículos "Expresso" por hora, com paragens nas estações da Póvoa, Vila do Conde, Portas Fronhas, da Varziela, Mindelo, Pedras Rubras, até à Estação da Trindade, num total de 45 minutos.
Haverão, mais dois veículos por hora, com paragem em todas as estações.
O serviço "Expresso", e "normal" terá partida a cada 30 minutos, fazendo com que haja um serviço de metro a cada 15 minutos nas estações abrangidas pelo serviço "Expresso", e "normal".
Estas alterações na Linha "B" obrigarão à alteração horária nas linhas "A", "C" e "E".
Na linha "D" mantêm-se os actuais horários.
Os novos horários, são fruto da entrada em operação dos novos veículos, modelo "tram-train" com capacidade para atingirem os 100 km's horários. Assim sendo, passará a haver dois veículos "Expresso" por hora, com paragens nas estações da Póvoa, Vila do Conde, Portas Fronhas, da Varziela, Mindelo, Pedras Rubras, até à Estação da Trindade, num total de 45 minutos.
Haverão, mais dois veículos por hora, com paragem em todas as estações.
O serviço "Expresso", e "normal" terá partida a cada 30 minutos, fazendo com que haja um serviço de metro a cada 15 minutos nas estações abrangidas pelo serviço "Expresso", e "normal".
Estas alterações na Linha "B" obrigarão à alteração horária nas linhas "A", "C" e "E".
Na linha "D" mantêm-se os actuais horários.
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02/03/2009
Elevador dos Guindais parado
O Elevador dos Guindais, que liga a zona da Ribeira junto ao tabuleiro inferior da Ponte D. Luíz, à zona da Batalha, estará encerrado entre 3 e 5 de Março, para trabalhos de manutenção que decorrem a cada ano. A suspensão do serviço, coincide com periodos de menor procura, de forma a minimizar o impacto da paragem.
12/02/2009
Linha do Minho vai ser modernizada
A empreitada geral de via e construção civil para modernização da Linha do Minho entre S. Romão e Lousado (variante da Trofa) foi consignada numa cerimónia que com a presença da secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino. A construção da variante da Trofa pretende colmatar uma lacuna na modernização da Linha do Minho na zona da Trofa, acabando com o estrangulamento ferroviário na rede principal actualmente existente no atravessamento em via única. Permitindo ainda melhorar a regularidade serviços das Linhas do Minho e de Guimarães e do Ramal de Braga, diminuir os tempos de percurso e aumentar a oferta de comboios. Esta melhoria das condições operacionais da Linha do Minho é ainda indispensável para garantir a concretização da 1.ª Fase da Ligação de Alta Velocidade Porto/Vigo, permitindo cumprir o tempo de percurso fixado para essa nova ligação.
in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 12 Fev/08
in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 12 Fev/08
11/02/2009
easyJet lança novas rotas

A easyJet vai lançar 13 novas rotas a partir do Verão de 2009, entre as quais, a ligação Faro-Paris.
As rotas lançadas terão como destino cidades de sol, negócios, e city breakers.
A companhia opera em 416 rotas, entre 110 aeroportos, distribuídos por 27 países diferentes.
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STCP obtém certificação de qualidade

A STCP obteve a certificação em Qualidade, Ambiente e Segurança e Saúde no Trabalho.
A partir de agora, a empresa obriga-se a respeitar uma série de normas, na qual estará sujeita a um controlo periódico para avaliação de todos os requesitos. As auditorias, determinarão quais os ajustes a introduzir, para uma melhoria da qualidade do serviço prestado.
O próximo passo, será o da certificação individual das linhas.
31/01/2009
Metro com decisão até Setembro
Se é pela Boavista ou pelo Campo Alegre, ainda não se sabe. Certo é que a ligação de metro entre S. Bento e Matosinhos-Sul arranca na segunda fase de expansão do Metro do Porto e vai ser levada a concurso até Setembro deste ano.
A linha vai ser integrada num pacote para concurso único com três linhas cujo traçado é consensual: Santo Ovídio - Vila D´Este; a segunda linha de Gondomar, que vai até Campanhã passando por Valbom; e a linha de S. Mamede, entre Vasco da Gama e a Asprela.
No caso da linha ocidental, será um grupo de trabalho, com representantes da Metro do Porto e da Câmara do Porto, a orientar os estudos necessários para decidir o essencial: por onde passa a linha que vai ligar Matosinhos Sul à estação de S. Bento, se é pelo Campo Alegre ou pela Boavista, em que pontos circulará à superfície ou enterrada. Jorge Morgado, da Metro do Porto, e o vereador Lino Ferreira, da Autarquia, vão liderar a equipa de seis pessoas.
O anúncio foi feito ontem por Rui Rio, no final da reunião da Junta Metropolitana do Porto (JMP) e, embora o autarca não se revelasse particularmente vitorioso - já que teve que abdicar de grande parte do memorando de entendimento pelo qual tanto se tem batido - foi claro quanto à satisfação pela calendarização conseguida.
"O Conselho de Administração [da Metro] tinha instruções para chumbar o memorando e ia passar a outra proposta [do ministro Mário Lino], mas com o Conselho de Administração partido, sem nenhum efeito prático", disse.
Daí que a JMP tivesse cedido para evitar um impasse: "Pondo uma pedra em cima da polémica, já disse vinte vezes que não cumprem [o memorando], o que é preciso é andar para a frente. Se é Boavista ou se é Campo Alegre, se é enterrado ou à superfície, se é enterrado total ou parcialmente, tudo isto são questões em aberto para quem não quer fazer o mais lógico, que é a Boavista".
Rio explicou que, enquanto administrador da Metro, votou a favor, "não por estar de acordo, mas para que o projecto do metro possa andar na medida do possível". Setembro é a data limite para o lançamento do concurso para a subconcessão da construção/manutenção pesada das quatro linhas da segunda fase da expansão do metro e, embora acreditando que a Metro do Porto definiu o prazo com "boa fé", Rui Rio deixou escapar não se surpreender se houver incumprimento.
"Acho que o Conselho de Administração da Metro está mesmo empenhado em cumprir. O que não me admirava era que, no âmbito das eleições de 2009, viessem ruídos partidários baralhar isto", afirmou.
O ponto da situação é, então, o seguinte: a primeira linha de Gondomar já foi adjudicada em Dezembro ao consórcio Somague/Soares da Costa/Mota Engil/Mon-te Adriano/Efacec no valor de 97, 5 milhões de euros; a linha da Trofa, em via dupla, será adjudicada em Fevereiro com arranque da obra em Março; e, em Setembro, entram em concurso as restantes linhas. A intenção é encurtar a execução da segunda fase, com fim previsto para 2018.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 31 Jan/09
A linha vai ser integrada num pacote para concurso único com três linhas cujo traçado é consensual: Santo Ovídio - Vila D´Este; a segunda linha de Gondomar, que vai até Campanhã passando por Valbom; e a linha de S. Mamede, entre Vasco da Gama e a Asprela.
No caso da linha ocidental, será um grupo de trabalho, com representantes da Metro do Porto e da Câmara do Porto, a orientar os estudos necessários para decidir o essencial: por onde passa a linha que vai ligar Matosinhos Sul à estação de S. Bento, se é pelo Campo Alegre ou pela Boavista, em que pontos circulará à superfície ou enterrada. Jorge Morgado, da Metro do Porto, e o vereador Lino Ferreira, da Autarquia, vão liderar a equipa de seis pessoas.
O anúncio foi feito ontem por Rui Rio, no final da reunião da Junta Metropolitana do Porto (JMP) e, embora o autarca não se revelasse particularmente vitorioso - já que teve que abdicar de grande parte do memorando de entendimento pelo qual tanto se tem batido - foi claro quanto à satisfação pela calendarização conseguida.
"O Conselho de Administração [da Metro] tinha instruções para chumbar o memorando e ia passar a outra proposta [do ministro Mário Lino], mas com o Conselho de Administração partido, sem nenhum efeito prático", disse.
Daí que a JMP tivesse cedido para evitar um impasse: "Pondo uma pedra em cima da polémica, já disse vinte vezes que não cumprem [o memorando], o que é preciso é andar para a frente. Se é Boavista ou se é Campo Alegre, se é enterrado ou à superfície, se é enterrado total ou parcialmente, tudo isto são questões em aberto para quem não quer fazer o mais lógico, que é a Boavista".
Rio explicou que, enquanto administrador da Metro, votou a favor, "não por estar de acordo, mas para que o projecto do metro possa andar na medida do possível". Setembro é a data limite para o lançamento do concurso para a subconcessão da construção/manutenção pesada das quatro linhas da segunda fase da expansão do metro e, embora acreditando que a Metro do Porto definiu o prazo com "boa fé", Rui Rio deixou escapar não se surpreender se houver incumprimento.
"Acho que o Conselho de Administração da Metro está mesmo empenhado em cumprir. O que não me admirava era que, no âmbito das eleições de 2009, viessem ruídos partidários baralhar isto", afirmou.
O ponto da situação é, então, o seguinte: a primeira linha de Gondomar já foi adjudicada em Dezembro ao consórcio Somague/Soares da Costa/Mota Engil/Mon-te Adriano/Efacec no valor de 97, 5 milhões de euros; a linha da Trofa, em via dupla, será adjudicada em Fevereiro com arranque da obra em Março; e, em Setembro, entram em concurso as restantes linhas. A intenção é encurtar a execução da segunda fase, com fim previsto para 2018.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 31 Jan/09
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30/01/2009
Concessões para salvar Moveaveiro
A Moveaveiro - Empresa Municipal de Mobilidade de Aveiro, irá ser objecto de concessão, que implicará um investimento de 1,34 milhões de euros. O Plano Anual de Actividades e Orçamento de 2009, aprovado pela administração, prevê a concessão independente do Transporte Público de Passageiros’ (MoveBus)’, ‘Transporte Fluvial de Passageiros’ (MoveRia), ‘Estacionamento Onerosos de Superfície’ (MovePark) e ‘Transporte Ciclável Público de Aveiro’ (MoveBuga). O objectivo é fazer face ao passivo da Moveaveiro que ascendeu a 4,35 milhões de euros em 2008, um aumento de 188 mil euros do que no ano anterior. As previsões para 2009 apontam para valores ainda deficitários. Entre as novidades destaque para a recuperação dos táxis da ria com 37 mil euros inscritos no programa de investimentos. O passivo da Moveaveiro atinge os 4,3 milhões mas a empresa pretende receber cerca de 3,5 milhões, o valor pago pela concessão e os subsídios do Instituto de Mobilidade dos Transportes Terrestres (IMTT) para a compra de duas viaturas para transportes de deficientes e “50 por cento do valor do equipamento para a bilhética, deduzidos da correspondente reposição do exercício, bem como a reposição da parte referente ao valor da concessão por 10 anos, ou seja, 233 mil euros.” O orçamento estima uma previsão de quatro meses de remunerações com uma actualização de 2,9 por cento e a “reorganização derivada das concessões”. Os valores para 2009 baseiam-se na manutenção dos níveis de actividade do ano passado “acrescidos do valor estimado para os novos parques de estacionamento em parceria com a REFER”. Como proveitos suplementares, o orçamento refere que o aumento previsto “resulta das concessões, nomeadamente da MovePark, de 50 mil euros por mês e reposição da parte referente ao valor da concessão por 10 anos, ou seja 233.333 euros”. A Moveaveiro assegura actualmente o transporte em autocarros, incluindo escolar, no ferry e lanchas entre S. Jacinto e o Forte da Barra, serviço de Bugas, exploração e gestão de estacionamento, turismo e publicidade.
in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros.com de 27 Jan/09
in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros.com de 27 Jan/09
Faro com mais duas rotas da Ryanair
A Ryanair vai inaugurar duas novas rotas a partir do Aeroporto de Faro, para Bremen na Alemanha, e Bournemouth no Reino Unido.
Com data prevista de 31 de Março, para o arranque das novas rotas, a Ryanair passa a dispor de onze rotas a partir do Algarve com destino para a Europa.
Com data prevista de 31 de Março, para o arranque das novas rotas, a Ryanair passa a dispor de onze rotas a partir do Algarve com destino para a Europa.
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16/01/2009
AirFrance compra 25% da CAI
O grupo franco-holandês AirFrance-KLM comprou 25% da CAI (ex-Alitalia) por cerca de 300 milhões de euros.
O restante capital, está disperso por um grupo de empresários italianos, que salvou a Alitalia da falência.
O restante capital, está disperso por um grupo de empresários italianos, que salvou a Alitalia da falência.
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12/01/2009
CP abre concurso para novos comboios
A CP recebeu recentemente autorização do Governo para renovar o seu parque de material circulante, obtendo permissão para comprar 74 novas locomotivas e carruagens de passageiros. Os novos comboios destinam-se às redes suburbanas de Lisboa e do Porto e do serviço regional, num investimento de cerca de 370 milhões de euros. Segundo declarações de Ana Paula Vitorino, secretária de Estado dos Transportes, ao Diário Económico, “na Linha de Cascais, serão investidos 180 milhões de euros, para a aquisição de 36 unidades, enquanto na linha do Sado, o investimento é de 25 milhões de euros para cinco unidades. O serviço urbano do Porto receberá oito unidades, cujo investimento é de 40 milhões de euros. Para o serviço regional irão 25 unidades, no valor de 125 milhões de euros". A razão da metade do investimento ser direccionada para a renovação da linha de Cascais, prende-se com o facto de alguns comboios já terem mais de meio século de existência, pois “ são comboios decentes em qualquer parte do mundo, têm ar condicionado, música, informações na hora (...) o grande problema é a manutenção, que além de ser muito cara, se depara com a falta de peças" declarou Francisco Cardoso dos Reis, presidente da CP, ao mesmo diário. No que respeita ao serviço regional, as unidades a adquirir serão automotoras a “diesel”, com possibilidade de posterior adaptação a alimentação eléctrica, sendo que estas unidades serão especialmente dirigidas aos serviços regionais das linhas do Algarve, Douro e Oeste. O concurso será dividido em dois lotes para os comboios suburbanos e regionais, havendo a possibilidade dos interessados concorrer a um ou aos dois lotes simultaneamente.
in: wwww.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 12 Jan/09
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Bragança com novas ligações aéreas
A partir de hoje a carreira aérea regional Bragança/Vila Real/Lisboa tem uma nova operadora. A Aero Vip vai passar a assegurar as ligações até 2011 e em cada ano vai receber mais de dois milhões de euros de subsídio do Governo.
No entanto, a empresa de aviação assegura que não terá condições financeiras para garantir voos se estiver mais de seis meses sem receber a compensação por parte do Estado.
Problemas semelhantes já se registaram com anteriores operadoras, como foi o caso da Aerocondor que durante vários anos assegurou a ligação aérea.
No início de 2008, a empresa começou a deixar de realizar os voos diariamente, alegadamente por dificuldades financeiras. O Governo retirou-lhe a concessão e desde Maio que as viagens eram feitas pela Aeronorte, a empresa que terminou a prestação do serviço na passada sexta-feira. Esta firma assegurou a carreira aérea regional durante cerca de oito meses e ainda não recebeu o subsídio correspondente que é de um 1,2 milhões de euros.
A nova operadora diz que se estiver mais de um semestre sem receber, não poderá continuar a assegurar a ligação. "É lógico que nós não estamos preparados para estar à espera mais tempo do que aquilo que está publicado no caderno de encargos", avisa o presidente do conselho de administração da Aerovip. "Nós temos 90 dias para apresentar um relatório que depois é apreciado pelas entidades competentes e depois há mais 90 dias para fazer a liquidação dos primeiros três meses" explica Pedro Leal, salientando que esperar "mais do que isso é insuportável porque estamos a falar em seis meses".
Esta é a primeira vez que a Aerovip faz linhas regulares e o presidente do conselho de administração mostra-se confiante que vão conseguir atingir, no primeiro ano de voos, os 75% de taxa de ocupação. "Sabemos que temos possibilidades de encher o avião" afirma Pedro Leal. "No caderno de encargos a ocupação [prevista] é de 55%, mas nós vamos tentar atingir mais", acrescenta o responsável.
A Aerovip vai operar com os aviões Dornier que adquiriu à Aerocondor e que apesar de terem 19 lugares. Os preço dos bilhetes mantêm-se nos 122 euros para ida e volta Bragança/Lisboa e os horários também não se alteram.
in: dn.sapo.pt secção "cidades" de 12 Jan/09
No entanto, a empresa de aviação assegura que não terá condições financeiras para garantir voos se estiver mais de seis meses sem receber a compensação por parte do Estado.
Problemas semelhantes já se registaram com anteriores operadoras, como foi o caso da Aerocondor que durante vários anos assegurou a ligação aérea.
No início de 2008, a empresa começou a deixar de realizar os voos diariamente, alegadamente por dificuldades financeiras. O Governo retirou-lhe a concessão e desde Maio que as viagens eram feitas pela Aeronorte, a empresa que terminou a prestação do serviço na passada sexta-feira. Esta firma assegurou a carreira aérea regional durante cerca de oito meses e ainda não recebeu o subsídio correspondente que é de um 1,2 milhões de euros.
A nova operadora diz que se estiver mais de um semestre sem receber, não poderá continuar a assegurar a ligação. "É lógico que nós não estamos preparados para estar à espera mais tempo do que aquilo que está publicado no caderno de encargos", avisa o presidente do conselho de administração da Aerovip. "Nós temos 90 dias para apresentar um relatório que depois é apreciado pelas entidades competentes e depois há mais 90 dias para fazer a liquidação dos primeiros três meses" explica Pedro Leal, salientando que esperar "mais do que isso é insuportável porque estamos a falar em seis meses".
Esta é a primeira vez que a Aerovip faz linhas regulares e o presidente do conselho de administração mostra-se confiante que vão conseguir atingir, no primeiro ano de voos, os 75% de taxa de ocupação. "Sabemos que temos possibilidades de encher o avião" afirma Pedro Leal. "No caderno de encargos a ocupação [prevista] é de 55%, mas nós vamos tentar atingir mais", acrescenta o responsável.
A Aerovip vai operar com os aviões Dornier que adquiriu à Aerocondor e que apesar de terem 19 lugares. Os preço dos bilhetes mantêm-se nos 122 euros para ida e volta Bragança/Lisboa e os horários também não se alteram.
in: dn.sapo.pt secção "cidades" de 12 Jan/09
10/01/2009
Opinião: Os bons ensinamentos suíços!
A 2 de Fevereiro de 2008 fazia-mos referimento às boas práticas levadas a cabo pelos transportes públicos de Genébra. Na altura, na postagem colocada on-line dava-mos como exemplo, para além da excelente rede de transportes assegurada por uma frota moderna de autocarros e eléctricos, da estruturação da rede que permite responder com eficácia às necessidades dos utentes, e o facto de estes serem assiduos, rápidos, seguros, etc.
Fazia-mos referimento sobretudo, ao facto de os visitantes da cidade serem "brindados" com um bilhete válido para viajar na cidade durante o periodo de estadia, válido ainda para a viagem até ao aeroporto.
Pois bem! Tal descrição não podia estar mais de acordo com o exemplo vindo de outras cidades helvéticas. A exemplo Basileia: cidade fronteiriça com Freiburgo (Alemanha) e com Mulhouse (França), cujo aeroporto situado em área francesa serve as três cidades de forma eficiênte!
Também em Basileia, existe uma excelente rede de transportes composta sobretudo por eléctricos modernos. E os seus visitantes, recebem no hotel, hostel, (...), um bilhete para viajar gratuitamente na cidade durante a permanência. Uma verdadeira excepção a nivel internacional este exemplo suíço!
Mas o verdadeiro exemplo vem da forma como se exerce o controlo tarifário. O exemplo destacado serve práticamente toda a confederação helvética. Não existem validadores a bordo das viaturas. O passageiro pode entrar por qualquer uma das portas existentes, e sentar-se livremente. O motorista concentra-se únicamente na condução o que reforça a sua atenção, e consequentemente a segurança dos passageiros e a diminuição do tempo de viagem.
Nas paragens existem máquinas de compra de bilhetes, sem que haja o perigo de serem vandalizadas como aconteceria se fosse em Portugal!
No capitulo da fiscalização, diverge muito de países como Portugal ou Itália. Enquanto nestes, os fiscais são obrigados a vestirem farda e a identificarem-se, na Suíça não funciona assim! Por cá quando um passageiro viaja sem bilhete, está sempre atento quando aparecem os fiscais. Estes como estão identificados, permite que um passageiro sem bilhete na maíoria das vezes escape à multa, porque sai do veículo quando entram os fiscais.
Na Suíça, os controladores não se identificam: estão vestidos à paisana. Podem entrar em qualquer paragem como qualquer outro passageiro, começar a fazer o controlo dos bilhetes quando o veículo fecha as portas, o que evita a "fuga" dos passageiros sem bilhete.
Por outro lado, o controlador entra sozinho, mas dentro da viatura viaja um outro também à paisana para intervir no que for preciso.
Em Portugal ou na Itália, ou mesmo noutros países tal prática seria impossível. Quantos considerariam "um atentado às liberdades e garantias das pessoas ..."?! Quantos achariam "uma prática inconstitucional ..."?! Quantas assossiações para "defenderem os direitos dos utentes" surgiríam?
O nível de evulução de um povo vê-se pelas suas práticas que è reflexo da sua cultura!
Os bons ensinamentos suíços servem-nos a todos!
J.A.
Fazia-mos referimento sobretudo, ao facto de os visitantes da cidade serem "brindados" com um bilhete válido para viajar na cidade durante o periodo de estadia, válido ainda para a viagem até ao aeroporto.
Pois bem! Tal descrição não podia estar mais de acordo com o exemplo vindo de outras cidades helvéticas. A exemplo Basileia: cidade fronteiriça com Freiburgo (Alemanha) e com Mulhouse (França), cujo aeroporto situado em área francesa serve as três cidades de forma eficiênte!
Também em Basileia, existe uma excelente rede de transportes composta sobretudo por eléctricos modernos. E os seus visitantes, recebem no hotel, hostel, (...), um bilhete para viajar gratuitamente na cidade durante a permanência. Uma verdadeira excepção a nivel internacional este exemplo suíço!
Mas o verdadeiro exemplo vem da forma como se exerce o controlo tarifário. O exemplo destacado serve práticamente toda a confederação helvética. Não existem validadores a bordo das viaturas. O passageiro pode entrar por qualquer uma das portas existentes, e sentar-se livremente. O motorista concentra-se únicamente na condução o que reforça a sua atenção, e consequentemente a segurança dos passageiros e a diminuição do tempo de viagem.
Nas paragens existem máquinas de compra de bilhetes, sem que haja o perigo de serem vandalizadas como aconteceria se fosse em Portugal!
No capitulo da fiscalização, diverge muito de países como Portugal ou Itália. Enquanto nestes, os fiscais são obrigados a vestirem farda e a identificarem-se, na Suíça não funciona assim! Por cá quando um passageiro viaja sem bilhete, está sempre atento quando aparecem os fiscais. Estes como estão identificados, permite que um passageiro sem bilhete na maíoria das vezes escape à multa, porque sai do veículo quando entram os fiscais.
Na Suíça, os controladores não se identificam: estão vestidos à paisana. Podem entrar em qualquer paragem como qualquer outro passageiro, começar a fazer o controlo dos bilhetes quando o veículo fecha as portas, o que evita a "fuga" dos passageiros sem bilhete.
Por outro lado, o controlador entra sozinho, mas dentro da viatura viaja um outro também à paisana para intervir no que for preciso.
Em Portugal ou na Itália, ou mesmo noutros países tal prática seria impossível. Quantos considerariam "um atentado às liberdades e garantias das pessoas ..."?! Quantos achariam "uma prática inconstitucional ..."?! Quantas assossiações para "defenderem os direitos dos utentes" surgiríam?
O nível de evulução de um povo vê-se pelas suas práticas que è reflexo da sua cultura!
Os bons ensinamentos suíços servem-nos a todos!
J.A.
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