A partir de 1 de Novembro a Air Berlin vai introduzir vôos diários de Lisboa e do Porto para Milão/Bérgamo e Copenhaga, com escala em Palma de Maiorca. Faro também vai ter uma ligação a estas cidades cinco vezes por semana. Tanto para Milão como para Copenhaga, os voos de Lisboa saem às 16:10 e do Porto às 16:15, chegando a Milão às 23:05 e a Copenhaga às 23.00 e 23:55, respectivamente. O regresso da capital dinamarquesa está previsto para as 10:25, chegando a Lisboa às 15:25 e ao Porto às 15:30. As saídas de Milão estão agendadas para as 11:20, com chegada a Lisboa ás 15:25 e ao Porto às 15:30. Refira-se também que, no âmbito da aquisição recente da companhia aérea alemã LTU pela Air Berlin, o voo directo entre Lisboa e Dusseldorf vai deixar de se efectuar a partir de 1 de Novembro, mantendo no entanto a Air Berlin os voos directos de Faro para Dusseldorf e Munique, e vai passar a voar diariamente para Bilbau (excepto às terças-feiras) e três vezes por semana para Basileia, ambas as ligações a partir de Novembro.
in: www.transportesemrevista.com - arquivo de passageiros
30/10/2007
Greve dos revisores da CP
Os revisores da CP das linhas de Cascais, Sintra e Azambuja iniciaram às 0 horas de hoje, e por um período de 24 horas, uma greve com vista a chamar a atenção da administração da empresa e do governo para a insegurança que se vive nestas linhas da unidade de suburbanos da Grande Lisboa.
Apesar, da recente introdução de câmaras de video-vigilância no interior dos veículos e nos cais das estações, e do crescente acompanhamento dos agentes da PSP a bordo dos combóios, o sindicato representativo destes funcionários alega que a introdução destas medidas veio atenuar os actos de vandalismo, e de agressões a revisores da CP, mas considera ainda insuficientes as medidas tomadas reivindicando maior acompanhamento por parte da polícia.
A CP por seu turno, veio defender-se dizendo que está a preparar em todas as suas estações torniquetes de acesso à semelhança do metropolitano de Lisboa, contudo, esta medida tem sofrido vários atrasos.
Os revisores pretendem deste modo, sensibilizar a população e a tutela para os perigos que correm no exercício da sua actividade, principalmente no período nocturno.
Prevêm-se alguns constragimentos, mas segundo responsáveis da CP, estas deverão ser menorizadas ao longo do dia.
27/10/2007
Linha até à Régua vai ser electrificada
A Secretária de Estado dos Transportes garantiu que a linha até à Régua será electrificada. A governante, garantiu que a linha do Douro será requalificada por fases. Para já, será o troço Caíde-Marco numa primeira fase com a electrificação, e posteriormente com a duplicação da linha.
Quanto à reactivação da Linha do Douro, Ana Paula Vitorino disse que o governo está aberto quanto à possibilidade de investir, embora, considere que as associações comerciais e agentes turisticos, deverão co-financiar o projecto, dado tratar-se de uma zona de interesse turistico, e não social.
Quanto à reactivação da Linha do Douro, Ana Paula Vitorino disse que o governo está aberto quanto à possibilidade de investir, embora, considere que as associações comerciais e agentes turisticos, deverão co-financiar o projecto, dado tratar-se de uma zona de interesse turistico, e não social.
Novos veículos do Metro do Porto podem vir a ser usados na futura linha de Gondomar
Os tram-train, veículos de metro mais rápidos e com mais lugares, poderão ser usados na linha de Gondomar. Os Flexity Swift, que a Metro do Porto comprou para utilizar, preferencialmente, nas linhas mais extensas (Póvoa e Trofa), também deverão circular na ligação até à Venda Nova (Rio Tinto), primeiro troço da Linha de Gondomar, cujo concurso público foi aprovado pela empresa na quarta-feira.
"No âmbito do projecto de execução, considerou-se que o material circulante teria características semelhantes ao eurotram, utilizado na primeira fase da Metro do Porto. Contudo, e para não prejudicar a possibilidade de utilização de um veículo com características um pouco distintas, nomeadamente os novos tram-train, definiu-se uma infra-estrutura com carácter mais 'universal', possibilitando uma maior flexibilidade na gestão da frota", informou o Ministério dos Transportes.
As grandes vantagens dos tram-train em relação aos actuais veículos são a velocidade (atinge os 100 quilómetros por hora, mais 20 que o eurotram) e a maior capacidade (100 lugares sentados, mais 20 do que o eurotram).
Fonte da Metro garantiu, ao JN, que os tram-train podem ser usados em todas as linhas da rede, mas acrescentou que os veículos, cujas primeiras unidades chegam no primeiro trimestre do próximo ano, foram adquiridos "preferencialmente" para as ligações à Póvoa de Varzim e à Trofa. Por 30 veículos, a Metro pagará 115 milhões de euros. Terá de investir ainda mais de oito milhões para adaptar o Parque de Manutenção e Oficinas da Guifões (Matosinhos) às novas composições.
A Linha de Gondomar só deverá estar em condições de funcionar no final de 2010 ou no início de 2011. Assim que o texto do concurso para a realização da obra seja publicado em Diário da República, os interessados terão 88 dias para apresentar propostas. O Ministério ambiciona que a empreitada avance no terreno nos primeiros meses do próximo ano. O prazo de execução é de 620 dias (mais de 20 meses).
Túnel com 980 metros
A linha até à Venda Nova, que custará 95 milhões de euros, inclui um túnel com 980 metros entre as imediações do Bairro de S. João de Deus (Porto) e a área junto às piscinas de Rio Tinto, passando sob a Circunvalação e o centro comercial Parque Nascente, e uma outra passagem subterrânea, com 144 metros, sob um rotunda e dois cruzamentos rodoviários, no Paço, na zona da Lourinha.
Os metros passarão de cinco em cinco minutos, mas a exploração poderá ser feita com intervalos de apenas 2,5 minutos, com um serviço parcial de término no Dragão ou na Lourinha. O Ministério garante que o traçado procura servir as zonas "mais densificadas" e estimular "as expansões urbanas previstas".
in: www.jn.pt secção: Porto de 27/Out. 07
"No âmbito do projecto de execução, considerou-se que o material circulante teria características semelhantes ao eurotram, utilizado na primeira fase da Metro do Porto. Contudo, e para não prejudicar a possibilidade de utilização de um veículo com características um pouco distintas, nomeadamente os novos tram-train, definiu-se uma infra-estrutura com carácter mais 'universal', possibilitando uma maior flexibilidade na gestão da frota", informou o Ministério dos Transportes.
As grandes vantagens dos tram-train em relação aos actuais veículos são a velocidade (atinge os 100 quilómetros por hora, mais 20 que o eurotram) e a maior capacidade (100 lugares sentados, mais 20 do que o eurotram).
Fonte da Metro garantiu, ao JN, que os tram-train podem ser usados em todas as linhas da rede, mas acrescentou que os veículos, cujas primeiras unidades chegam no primeiro trimestre do próximo ano, foram adquiridos "preferencialmente" para as ligações à Póvoa de Varzim e à Trofa. Por 30 veículos, a Metro pagará 115 milhões de euros. Terá de investir ainda mais de oito milhões para adaptar o Parque de Manutenção e Oficinas da Guifões (Matosinhos) às novas composições.
A Linha de Gondomar só deverá estar em condições de funcionar no final de 2010 ou no início de 2011. Assim que o texto do concurso para a realização da obra seja publicado em Diário da República, os interessados terão 88 dias para apresentar propostas. O Ministério ambiciona que a empreitada avance no terreno nos primeiros meses do próximo ano. O prazo de execução é de 620 dias (mais de 20 meses).
Túnel com 980 metros
A linha até à Venda Nova, que custará 95 milhões de euros, inclui um túnel com 980 metros entre as imediações do Bairro de S. João de Deus (Porto) e a área junto às piscinas de Rio Tinto, passando sob a Circunvalação e o centro comercial Parque Nascente, e uma outra passagem subterrânea, com 144 metros, sob um rotunda e dois cruzamentos rodoviários, no Paço, na zona da Lourinha.
Os metros passarão de cinco em cinco minutos, mas a exploração poderá ser feita com intervalos de apenas 2,5 minutos, com um serviço parcial de término no Dragão ou na Lourinha. O Ministério garante que o traçado procura servir as zonas "mais densificadas" e estimular "as expansões urbanas previstas".
in: www.jn.pt secção: Porto de 27/Out. 07
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26/10/2007
AEROPORTO NO SUL POUPA 3 MIL MILHÕES
A instalação do futuro aeroporto em Alcochete, a construção de uma nova ponte a ligar o Beato à península do Montijo e o redesenho da rede de alta velocidade, com um troço comum nas ligações ao Porto, Madrid e Algarve, permitirão poupar mais de três mil milhões de euros ao País, face aos custos da localização do aeroporto na Ota, da construção de uma ponte Chelas-Barreiro e da rede de alta velocidade aprovada pelo Governo. Esta é a principal conclusão do estudo desenvolvido pela Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), a que o DN teve acesso, e que já foi entregue ao Presidente da República e ao primeiro-ministro.
Só a construção do aeroporto em Alcochete representa uma poupança calculada em um milhão de euros. A Ota, nos cálculos do Governo, representa um investimento de 3,1 mil milhões de euros, enquanto em Alcochete não ultrapassará dois mil milhões de euros.
Nos próximos dias deverá ter lugar uma reunião entre José Sócrates e a CIP para se começar a discutir as conclusões do estudo, cujo dossier tem mais de 200 páginas. Em cima da mesa estará igualmente o modelo de negócio que, no caso da solução Ota, contemplava, como forma de financiamento, a privatização da ANA-Aeroportos de Portugal.
A proposta da indústria defende uma integração "perfeita" entre o novo aeroporto e a nova rede de TGV, bem como as ligações aos sistemas rodoviários e ferroviários, diz fonte ligada aos estudos.
A localização do futuro aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete, a pouco mais de 30km de Lisboa, numa zona plana, ocupada sobretudo por eucaliptos, e pertencente ao Estado, "oferece uma economia superior a mil milhões de euros por não requerer expropriações e poder beneficiar de maior grau de financiamento da União Europeia, por se localizar no distrito de Santarém", acrescenta a mesma fonte.
O Campo de Tiro de Alcochete ocupa uma área da ordem dos oito mil hectares, que não serão totalmente ocupados pela infra-estrutura. O espaço existente permite dimensionar o aeroporto, prevendo futuras expansões. Este é um ponto negativo na Ota, que ao fim de 40 anos fica esgotado. Alcochete pode receber duas pistas sem restrições de operação.
Os técnicos envolvidos no estudo fizeram o redesenho completo da rede de alta velocidade, no que respeita às entradas e saídas de Lisboa.
Assim, ao contrário da proposta defendida pelo Governo, a CIP propõe uma saída comum nas ligações em alta velocidade ao Porto, Algarve e Madrid, com partida da Gare do Oriente ou de uma nova estação, a erguer preferencialmente na zona Chelas/Olaias. Os comboios, revela o estudo, seguem numa linha comum até ao aeroporto, e é a partir da estação situada no aeroporto que a linha se divide em três e os comboios partem daí em direcção ao Porto, Madrid e Algarve.
O projecto de alta velocidade aprovado pelo Governo prevê a construção de duas linhas à saída de Lisboa. A ligação ao Porto segue pela margem norte, junto à actual linha ferroviária, enquanto a ligação a Madrid segue pela ponte prevista para a zona Chelas-Barreiro, em direcção ao Sul. As ligações ao Algarve não estão incluídas nos planos, continuando o comboio para Faro a circular pela Ponte 25 de Abril. No global, o projecto de alta velocidade apresentado pelo Governo está estimado em 7,1 mil milhões de euros, dos quais 4,5 mil milhões na linha de alta velocidade para o Porto e 2,4 mil milhões na ligação até à fronteira.
O projecto defendido pela CIP contempla a ligação do novo aeroporto ao nó ferroviário do Poceirão e à respectiva plataforma logística. Os planos para a Ota não prevêem ligações directas às plataformas logísticas em estudo na região. Um ponto negativo na ligação pelo Sul ao Porto é o facto do tempo de viagem aumentar cerca de 15 minutos. Estudos do Governo estimam a viagem Lisboa- -Porto em alta velocidade em 1.15, com o desvio para Alcochete o tempo pode subir para 1.30. Em contraponto, a ligação ao Algarve, recorrendo à linha até Alcochete, vai representar uma poupança de tempo de 30 minutos, face às actuais três horas.
Estrangeiros estudaram ponte
A ligação ao aeroporto implica a construção de uma nova travessia sobre o rio Tejo, e que a CIP prevê exclusivamente ferroviária e com quatro vias, duas em bitola ibérica para os comboios suburbanos que já circulam na rede nacional, e duas em bitola europeia para servir o TGV.
A terceira travessia do Tejo pode ser construída em ponte ou em túnel imerso, defende a CIP. Qualquer destas soluções, com amarração prevista entre o Beato e a península do Montijo, são mais económicas que a ponte que o Governo quer construir entre Chelas e o Barreiro. A distância entre o Beato e o Montijo está fixada em 5,6 km, enquanto a distância entre Chelas-Barreiro é de 7,6 km. Os planos do Governo apontam para um investimento superior a 1,2 mil milhões de euros para a terceira travessia na parte ferroviária, dos quais 600 milhões para a alta velocidade. Até à data ainda não ficou definido se a ligação comportará um tabuleiro rodoviário.
A CIP confessa alguma "segurança" na proposta apresentada, baseando-se no facto de ter recorrido aos maiores especialistas em pontes. A solução em ponte entre o Beato e o Montijo foi estudada pelo mesmo especialista que desenvolveu os estudos iniciais da ponte Chelas/Barreiro.
Pelas contas da confederação esta solução "só no aspecto estrutural custa menos 40% do que a opção pelo Barreiro", refere a mesma fonte, que aponta como vantagem "de não obrigar praticamente a realojamentos", como sucede no caso da ponte Chelas--Barreiro.
A solução em túnel imerso entre o Beato e o Montijo foi estudada por especialistas ingleses, que estiveram envolvidos na concepção e construção do túnel de Oresund entre a Suécia e a Dinamarca. Segundo os estudos, esta solução, com maior incorpora-ção da indústria nacional, "tem um custo inferior à solução em ponte". O investimento numa ou noutra solução não ultrapassa os mil milhões de euros.
in: www.dn.pt de 26/Out. 07
Só a construção do aeroporto em Alcochete representa uma poupança calculada em um milhão de euros. A Ota, nos cálculos do Governo, representa um investimento de 3,1 mil milhões de euros, enquanto em Alcochete não ultrapassará dois mil milhões de euros.
Nos próximos dias deverá ter lugar uma reunião entre José Sócrates e a CIP para se começar a discutir as conclusões do estudo, cujo dossier tem mais de 200 páginas. Em cima da mesa estará igualmente o modelo de negócio que, no caso da solução Ota, contemplava, como forma de financiamento, a privatização da ANA-Aeroportos de Portugal.
A proposta da indústria defende uma integração "perfeita" entre o novo aeroporto e a nova rede de TGV, bem como as ligações aos sistemas rodoviários e ferroviários, diz fonte ligada aos estudos.
A localização do futuro aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete, a pouco mais de 30km de Lisboa, numa zona plana, ocupada sobretudo por eucaliptos, e pertencente ao Estado, "oferece uma economia superior a mil milhões de euros por não requerer expropriações e poder beneficiar de maior grau de financiamento da União Europeia, por se localizar no distrito de Santarém", acrescenta a mesma fonte.
O Campo de Tiro de Alcochete ocupa uma área da ordem dos oito mil hectares, que não serão totalmente ocupados pela infra-estrutura. O espaço existente permite dimensionar o aeroporto, prevendo futuras expansões. Este é um ponto negativo na Ota, que ao fim de 40 anos fica esgotado. Alcochete pode receber duas pistas sem restrições de operação.
Os técnicos envolvidos no estudo fizeram o redesenho completo da rede de alta velocidade, no que respeita às entradas e saídas de Lisboa.
Assim, ao contrário da proposta defendida pelo Governo, a CIP propõe uma saída comum nas ligações em alta velocidade ao Porto, Algarve e Madrid, com partida da Gare do Oriente ou de uma nova estação, a erguer preferencialmente na zona Chelas/Olaias. Os comboios, revela o estudo, seguem numa linha comum até ao aeroporto, e é a partir da estação situada no aeroporto que a linha se divide em três e os comboios partem daí em direcção ao Porto, Madrid e Algarve.
O projecto de alta velocidade aprovado pelo Governo prevê a construção de duas linhas à saída de Lisboa. A ligação ao Porto segue pela margem norte, junto à actual linha ferroviária, enquanto a ligação a Madrid segue pela ponte prevista para a zona Chelas-Barreiro, em direcção ao Sul. As ligações ao Algarve não estão incluídas nos planos, continuando o comboio para Faro a circular pela Ponte 25 de Abril. No global, o projecto de alta velocidade apresentado pelo Governo está estimado em 7,1 mil milhões de euros, dos quais 4,5 mil milhões na linha de alta velocidade para o Porto e 2,4 mil milhões na ligação até à fronteira.
O projecto defendido pela CIP contempla a ligação do novo aeroporto ao nó ferroviário do Poceirão e à respectiva plataforma logística. Os planos para a Ota não prevêem ligações directas às plataformas logísticas em estudo na região. Um ponto negativo na ligação pelo Sul ao Porto é o facto do tempo de viagem aumentar cerca de 15 minutos. Estudos do Governo estimam a viagem Lisboa- -Porto em alta velocidade em 1.15, com o desvio para Alcochete o tempo pode subir para 1.30. Em contraponto, a ligação ao Algarve, recorrendo à linha até Alcochete, vai representar uma poupança de tempo de 30 minutos, face às actuais três horas.
Estrangeiros estudaram ponte
A ligação ao aeroporto implica a construção de uma nova travessia sobre o rio Tejo, e que a CIP prevê exclusivamente ferroviária e com quatro vias, duas em bitola ibérica para os comboios suburbanos que já circulam na rede nacional, e duas em bitola europeia para servir o TGV.
A terceira travessia do Tejo pode ser construída em ponte ou em túnel imerso, defende a CIP. Qualquer destas soluções, com amarração prevista entre o Beato e a península do Montijo, são mais económicas que a ponte que o Governo quer construir entre Chelas e o Barreiro. A distância entre o Beato e o Montijo está fixada em 5,6 km, enquanto a distância entre Chelas-Barreiro é de 7,6 km. Os planos do Governo apontam para um investimento superior a 1,2 mil milhões de euros para a terceira travessia na parte ferroviária, dos quais 600 milhões para a alta velocidade. Até à data ainda não ficou definido se a ligação comportará um tabuleiro rodoviário.
A CIP confessa alguma "segurança" na proposta apresentada, baseando-se no facto de ter recorrido aos maiores especialistas em pontes. A solução em ponte entre o Beato e o Montijo foi estudada pelo mesmo especialista que desenvolveu os estudos iniciais da ponte Chelas/Barreiro.
Pelas contas da confederação esta solução "só no aspecto estrutural custa menos 40% do que a opção pelo Barreiro", refere a mesma fonte, que aponta como vantagem "de não obrigar praticamente a realojamentos", como sucede no caso da ponte Chelas--Barreiro.
A solução em túnel imerso entre o Beato e o Montijo foi estudada por especialistas ingleses, que estiveram envolvidos na concepção e construção do túnel de Oresund entre a Suécia e a Dinamarca. Segundo os estudos, esta solução, com maior incorpora-ção da indústria nacional, "tem um custo inferior à solução em ponte". O investimento numa ou noutra solução não ultrapassa os mil milhões de euros.
in: www.dn.pt de 26/Out. 07
24/10/2007
MIT estuda necessidade de novo aeroporto em Lisboa
Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) está a estudar a necessidade de construção de um novo aeroporto internacional para a área metropolitana de Lisboa. O estudo está a ser realizado ao abrigo de um programa de investigação assinado com o Governo português, devendo as conclusões preliminares ser apresentadas até Maio de 2008. Em declarações à Rádio Renascença, Chris Zegras, investigador do MIT, adiantou que o estudo não tem o objectivo de estudar localizações nem dar o aval à aprovação de uma qualquer decisão. O investigador adiantou que se trata de uma investigação meramente académica, estando tudo em aberto, inclusivamente a possibilidade de não construção de qualquer aeroporto, por não haver necessidade, seja devido às características da procura em Portugal e na União Europeia. Outras hipóteses equacionadas consistem na expansão da capacidade do aeroporto numa outra cidade mais pequena em Portugal ou mesmo a modificação da configuração do alinhamento do aeroporto da Portela, com a implementação de uma estratégia diferente de preços ou de rotas.
in: www.transportesemrevista.com de 24 Out./07
in: www.transportesemrevista.com de 24 Out./07
Ascensor da Glória completa 122 anos
Completa hoje 122 anos que o serviço prestado pelo Ascensor da Glória, actualmente propriedade da Carris, presta serviço aos utentes da capital entre os Restauradores e a Rua da Mesericórdia. Este serviço foi o segundo da capital, iniciado em 1885 pela então, Companhia de Ascensores Mecânicos de Lisboa.
Apesar da concorrência de outros meios de transporte, dados da Carris garantem que anualmente são transportados 1,2 milhões de pessoas.
22/10/2007
Grupo Arriva adopta solução tecnológica
O grupo Arriva do concelho de Guimarães, em parceria com a Optimus e com a AMI Informática dispõe actualmente ainda em fase de testes, de um projecto que possibilita a todos os seus passageiros aceder à internet, e ao e-mail através de tecnologia wi-fi em todos os veículos da empresa, como notícia hoje o Jornal de Noticias.
Desta forma, a viagem torna-se mais cómoda, permitindo consultar conteúdos enquanto se viaja, dado que é cada vez mais comum o transporte pessoal de PC ou de telemóveis com tecnologia wireless.
Desta forma, a viagem torna-se mais cómoda, permitindo consultar conteúdos enquanto se viaja, dado que é cada vez mais comum o transporte pessoal de PC ou de telemóveis com tecnologia wireless.
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19/10/2007
Metro Sul do do Tejo inaugura troço a 18 de Dezembro
A empresa Metro Sul do Tejo irá inaugurar a extenção entre a Cova da Piedade e a Universidade do Monte da Caparica a 18 de Dezembro.
Já a partir do próximo mês, os veículos iniciarão a fazer os primeiros testes. Contudo, a população sente-se insatisfeita, alegando que o metro não vai ter muita receptividade, e que as obras agora a decorrer têm sido muito desvantajosas para a população, sobretudo para os comerciantes das zonas envolvidas.
Por seu turno, a empresa Metro do Porto vai lançar um concurso para aferir a melhor solução a adoptar para uma futura extenção da actual linha C entre a estação do ISMAI, na Maia, e a futura estação da Trofa. Em causa, está a possibilidade de construír o ramal em via única ou em via dupla.
O projecto que a empresa agora lança, pretende concluír numa análise rigorosa custo/beneficio entre as duas soluções apresentadas, qual a que melhor se adapta às necessidades do presente, fazendo constar igualmente, qual a solução para uma futura duplicação da linha, caso se opte pela construção da via num só sentido.
Recorde-se que a extenção da actual linha C, será englobada na construção da segunda fase da rede do metro, a iniciar no primeiro semestre de 2009.
Já a partir do próximo mês, os veículos iniciarão a fazer os primeiros testes. Contudo, a população sente-se insatisfeita, alegando que o metro não vai ter muita receptividade, e que as obras agora a decorrer têm sido muito desvantajosas para a população, sobretudo para os comerciantes das zonas envolvidas.
Por seu turno, a empresa Metro do Porto vai lançar um concurso para aferir a melhor solução a adoptar para uma futura extenção da actual linha C entre a estação do ISMAI, na Maia, e a futura estação da Trofa. Em causa, está a possibilidade de construír o ramal em via única ou em via dupla.
O projecto que a empresa agora lança, pretende concluír numa análise rigorosa custo/beneficio entre as duas soluções apresentadas, qual a que melhor se adapta às necessidades do presente, fazendo constar igualmente, qual a solução para uma futura duplicação da linha, caso se opte pela construção da via num só sentido.
Recorde-se que a extenção da actual linha C, será englobada na construção da segunda fase da rede do metro, a iniciar no primeiro semestre de 2009.
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17/10/2007
Estudo da CIP aponta vantagens da manutenção da Portela
Citado pela agência Lusa, o responsável pela análise das acessibilidades no estudo patrocinado pela Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) e que aponta Alcochete como alternativa para a construção do novo aeroporto, disse que o «anexo» que acompanhará o estudo é um «apelo para que não se feche a Portela».
José Manuel Viegas alega que a manutenção do actual aeroporto de Lisboa, ainda que assente em moldes diferentes, «pode fazer parte de um modelo de negócio que pode ser atractivo para o candidato a concessionário».
Neste sentido, o responsável indicou que apresenta «algumas ideias» que têm como objectivo tornar o aeroporto da Portela num aeroporto de alta qualidade, destinado apenas a voos de curta duração, efectuados com aviões silenciosos, com uma «garantia de qualidade muito grande», e que, cinco anos depois da entrada em funcionamento da nova aerogare, tenha um tráfego máximo anual de cinco milhões de passageiros.
Viegas defende que esta mudança «pode custar mais, mas vai criar mais valor e os consumidores vão ficar mais satisfeitos», considerando que «através da diversidade as pessoas consomem mais».
A segunda fase do estudo, que além da componente de análise das acessibilidades inclui também um estudo ambiental e de estratégia, apresenta também uma propostas de «realinhamento» do eixo em que será construída a Terceira Travessia do Tejo (TTT), apontando «duas alternativas» no eixo Beato/Montijo.
Apesar de se escusar a revelar as duas alternativas, José Manuel Viegas adiantou que a sua proposta contempla uma ligação através de um túnel imerso.
A localização decidida pelo Governo para a TTT prevê a construção da nova ponte no eixo Chelas/Barreiro.
A segunda fase do estudo da CIP, elaborada por José Manuel Viegas, Augusto Mateus e Carlos Borrego, deverá ser entregue ao primeiro-ministro e ao Presidente da República no início da próxima semana.
in: www.tsf.pt - secção Economia de 17/Out.
José Manuel Viegas alega que a manutenção do actual aeroporto de Lisboa, ainda que assente em moldes diferentes, «pode fazer parte de um modelo de negócio que pode ser atractivo para o candidato a concessionário».
Neste sentido, o responsável indicou que apresenta «algumas ideias» que têm como objectivo tornar o aeroporto da Portela num aeroporto de alta qualidade, destinado apenas a voos de curta duração, efectuados com aviões silenciosos, com uma «garantia de qualidade muito grande», e que, cinco anos depois da entrada em funcionamento da nova aerogare, tenha um tráfego máximo anual de cinco milhões de passageiros.
Viegas defende que esta mudança «pode custar mais, mas vai criar mais valor e os consumidores vão ficar mais satisfeitos», considerando que «através da diversidade as pessoas consomem mais».
A segunda fase do estudo, que além da componente de análise das acessibilidades inclui também um estudo ambiental e de estratégia, apresenta também uma propostas de «realinhamento» do eixo em que será construída a Terceira Travessia do Tejo (TTT), apontando «duas alternativas» no eixo Beato/Montijo.
Apesar de se escusar a revelar as duas alternativas, José Manuel Viegas adiantou que a sua proposta contempla uma ligação através de um túnel imerso.
A localização decidida pelo Governo para a TTT prevê a construção da nova ponte no eixo Chelas/Barreiro.
A segunda fase do estudo da CIP, elaborada por José Manuel Viegas, Augusto Mateus e Carlos Borrego, deverá ser entregue ao primeiro-ministro e ao Presidente da República no início da próxima semana.
in: www.tsf.pt - secção Economia de 17/Out.
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Câmara dá parecer positivo à segunda fase da "Rede 7"
No âmbito da reestruturação da rede da Carris, a Câmara Municipal de Lisboa deu parecer positivo à proposta da empresa para a implementação da segunda fase da respectiva rede.
Recorde-se que o parecer da Camara não é vinculativo, mas obrigatório.
A Carris pretende alterar dez carreiras, encurtar quatro, prolongar duas, modificar o trajecto de três e suprir uma.
A segunda fase da rede entrará em vigôr em simultânio com a abertura das estações do metro da Praça do Comércio e Santa Apolónia, ou seja, a 22 de Dezembro.
Túnel do Rossio abre em Fevereiro
O ministro das Obras Públicas garantiu ontem a abertura do Túnel do Rossio fechado desde Outubro de 2004, para 16 de Fevereiro de 2008. Não obstante, os comerciantes das zonas envolventes à Estação do Rossio queixam-se dos enormes prejuízos causados com o encerramento prematuro do túnel. Também a Comissão de Utentes da Linha de Sintra, não acredita nas promessas do ministro, dado que a abertura do túnel já foi anunciada diversas vezes, sem se ter concretizado.
A tutela justifica-se com a decisão da Refer em ter rescindido o contrato com a costrutora Teixeira Duarte, por esta alegadamente não cumprir os prazos inicialmente acordados.
16/10/2007
Metro do Porto lança concurso internacional
A empresa Metro do Porto, de acordo com a edição de hoje do JN, vai lançar já amanhã um concurso público internacional, para o prolongamento da linha vermelha entre o Estádio do Dragão e a futura estação da Venda Nova em Gondomar.
Esta sequência surge depois de ser assinado um despacho conjunto entre o Ministério dos Transportes e das Finanças em finais de Setembro, a autorizar a empreitada com inicio previsto para os primeiros meses do próximo ano, num percurso de 6,3 Km e orçamentado em 85 milhões de euros.
Para os primeiros meses do ano, fica prometido o lançamento de um novo concurso público internacional para a extenção da actual linha amarela até Santo Ovídeo. Os custos das respectivas empreitadas, já se encontram inscritas nas verbas do PIDDAC para o próximo ano.
Esta sequência surge depois de ser assinado um despacho conjunto entre o Ministério dos Transportes e das Finanças em finais de Setembro, a autorizar a empreitada com inicio previsto para os primeiros meses do próximo ano, num percurso de 6,3 Km e orçamentado em 85 milhões de euros.
Para os primeiros meses do ano, fica prometido o lançamento de um novo concurso público internacional para a extenção da actual linha amarela até Santo Ovídeo. Os custos das respectivas empreitadas, já se encontram inscritas nas verbas do PIDDAC para o próximo ano.
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12/10/2007
Câmara encomenda estudo que pode travar o eléctrico
"A ideia é simpática e até romântica", o comentário do presidente da Câmara Municipal de Braga, Mesquita Machado, ao eventual projecto de reinstalação do eléctrico na cidade. O projecto, por enquanto, não passa de uma mera intenção que a autarquia bracarense faz depender de um estudo de mobilidade urbana, que está a ser elaborado pelos Transportes Urbanos de Braga (TUB), em colaboração com o Departamento de Sociologia da Universidade do Minho.
Nesse sentido, a autarquia assinou, em finais de Setembro, um contrato técnico-financeiro com a Direcção-Geral dos Transportes Terrestres (DGTT), tendo em vista a definição e a possibilidade de introdução de transportes alternativos na cidade de Braga.
Mesquita Machado recusa comprometer-se com o projecto do regresso do eléctrico a Braga, numa alusão crítica ao que classificou de "intenção de retirar dividendos político-partidários" dos vereadores do PSD que, esta semana, viram uma proposta sua transformada, agora, numa "recomendação", a qual contemplava o lançamento de um concurso público para a selecção da entidade executora de um estudo exaustivo de exequibilidade técnica e da viabilidade económica e financeira da reinstalação do eléctrico na cidade.
Projecto amadurecido
"Trata-se de um projecto de grande responsabilidade e que implica o seu amadurecimento", disse Mesquita Machado, que até equacionou, na oportunidade, a alternativa de utilização do eléctrico sem trilhos. "É uma alternativa de transporte já aplicada em várias cidades da Europa", acrescentou. Seja como for, os sociais-democratas manifestaram a sua perplexidade por a autarquia ter mantido em segredo o referido acordo com a DGTT, e sem que ele tenha sido dado ao conhecimento, em tempo oportuno, à Oposição.
Apesar deste assunto de o eléctrico ter sido uma iniciativa recente lançada no blogue "Avenida Central", subscrita por mais de 800 cidadãos bracarenses, o PSD chama a si a "paternidade" do projecto, já que, desde 1989, em sucessivas eleições autárquicas, os candidatos sociais-democratas defenderam, nos seus programas eleitorais, a viabilidade do projecto do eléctrico.
in: www.jn.pt secção: Norte de 12/Out.
Nesse sentido, a autarquia assinou, em finais de Setembro, um contrato técnico-financeiro com a Direcção-Geral dos Transportes Terrestres (DGTT), tendo em vista a definição e a possibilidade de introdução de transportes alternativos na cidade de Braga.
Mesquita Machado recusa comprometer-se com o projecto do regresso do eléctrico a Braga, numa alusão crítica ao que classificou de "intenção de retirar dividendos político-partidários" dos vereadores do PSD que, esta semana, viram uma proposta sua transformada, agora, numa "recomendação", a qual contemplava o lançamento de um concurso público para a selecção da entidade executora de um estudo exaustivo de exequibilidade técnica e da viabilidade económica e financeira da reinstalação do eléctrico na cidade.
Projecto amadurecido
"Trata-se de um projecto de grande responsabilidade e que implica o seu amadurecimento", disse Mesquita Machado, que até equacionou, na oportunidade, a alternativa de utilização do eléctrico sem trilhos. "É uma alternativa de transporte já aplicada em várias cidades da Europa", acrescentou. Seja como for, os sociais-democratas manifestaram a sua perplexidade por a autarquia ter mantido em segredo o referido acordo com a DGTT, e sem que ele tenha sido dado ao conhecimento, em tempo oportuno, à Oposição.
Apesar deste assunto de o eléctrico ter sido uma iniciativa recente lançada no blogue "Avenida Central", subscrita por mais de 800 cidadãos bracarenses, o PSD chama a si a "paternidade" do projecto, já que, desde 1989, em sucessivas eleições autárquicas, os candidatos sociais-democratas defenderam, nos seus programas eleitorais, a viabilidade do projecto do eléctrico.
in: www.jn.pt secção: Norte de 12/Out.
10/10/2007
Reinstalação do eléctrico de Braga pede concurso público
A ideia do regresso do eléctrico às ruas da cidade - tentativa lançada recentemente no blogue "Avenida Central", cujo primeiro subscritor foi Pedro Morgado - levou a coligação "Juntos por Braga" a apresentar uma proposta no Executivo municipal para o lançamento de um concurso público, tendo em vista a selecção da entidade executora de um estudo "exaustivo" da exequibilidade técnica e da viabilidade económica e financeira do projecto.
Os autarcas do PSD aplaudem a iniciativa, cuja petição, subscrita por mais de 800 cidadãos bracarenses, mereceu igualmente o aval de Mesquita Machado, sugerindo, para o efeito, que a Câmara de Braga constitua uma comissão de acompanhamento do estudo e que a mesma integre um especialista em mobilidade urbana da Universidade do Minho, um responsável pela operação de eléctricos em empresa nacional com experiência na exploração deste meio de transporte, um representante da Associação Comercial de Braga, outro da Associação Industrial do Minho, além da participação de um elemento da delegação de Braga da Ordem dos Engenheiros.
Nesta proposta, Ricardo Rio, líder da Oposição, defende que o projecto do eléctrico de Braga possa vir a ser implementado numa óptica de parceria "pública-pública" ou "pública-privada". Neste âmbito, recomenda à autarquia bracarense o início de contactos junto de potenciais parceiros públicos ou privados.
Recorde-se que o eléctrico chegou a Braga em 1914, desaparecendo na década 60, substituído pelos troleicarros. O eléctrico circulou em duas linhas desde Monte de Arcos até ao Parque da Ponte e outra do Elevador do Bom Jesus à estação da antiga CP.
in: www.jn.pt secção: Norte de 10/Out.
Os autarcas do PSD aplaudem a iniciativa, cuja petição, subscrita por mais de 800 cidadãos bracarenses, mereceu igualmente o aval de Mesquita Machado, sugerindo, para o efeito, que a Câmara de Braga constitua uma comissão de acompanhamento do estudo e que a mesma integre um especialista em mobilidade urbana da Universidade do Minho, um responsável pela operação de eléctricos em empresa nacional com experiência na exploração deste meio de transporte, um representante da Associação Comercial de Braga, outro da Associação Industrial do Minho, além da participação de um elemento da delegação de Braga da Ordem dos Engenheiros.
Nesta proposta, Ricardo Rio, líder da Oposição, defende que o projecto do eléctrico de Braga possa vir a ser implementado numa óptica de parceria "pública-pública" ou "pública-privada". Neste âmbito, recomenda à autarquia bracarense o início de contactos junto de potenciais parceiros públicos ou privados.
Recorde-se que o eléctrico chegou a Braga em 1914, desaparecendo na década 60, substituído pelos troleicarros. O eléctrico circulou em duas linhas desde Monte de Arcos até ao Parque da Ponte e outra do Elevador do Bom Jesus à estação da antiga CP.
in: www.jn.pt secção: Norte de 10/Out.
09/10/2007
Arranque das Autoridades Metropolitanas de Transportes em 2008
O ministro com a tutela dos transportes, Mário Lino, anunciou o arranque das Autoridades de Transportes de Lisboa e Porto para o inicio de 2008.
Para o governante, as autoridades de transportes serão tuteladas pela administração central, que ficará igualmente responsável pelo seu financiamento. Recorde-se, que o Orçamento de Estado para 2007 previa uma atribuição de 680 mil euros a cada umas das Autoridades de Transportes, que receberão para além desta verba, mais um milhão de euros do PIDDAC.
Motoristas recusam conduzir autocarros sem vistoria
A falta de vistorias em mais de duas dezenas de autocarros levou, ontem, uma dezena de motoristas da Caetano Cascão Linhares, Herdeiros, com sede na Póvoa de Varzim, a recusarem-se a sair para a estrada. José Ferreira, motorista da transportadora poveira e delegado sindical do Sindicato dos Transportes Rodoviários do Norte (STRN), explicou ao JN que, apesar dos salários em atraso - Junho, Agosto e Setembro e o subsídios de férias -, foi sobretudo a falta de condições de segurança nos autocarros que fez parar os motoristas. "Há 25 autocarros sem vistorias e pelo menos um, a fazer a zona de Esposende, que não tem vistoria há três anos. Alguns estão mesmo em mau estado. Não há condições de segurança nem para nós, nem para os passageiros. Foi uma medida sensata e responsável", explicou o sindicalista, no final do plenário que, ontem, entre as seis e as oito horas reuniu, na garagem da transportadora, cerca de meia centena de trabalhadores.
Salários em atraso
No final, ainda assim, reconhece o sindicalista, muitos optaram por sair para a estrada, temendo pelo posto de trabalho. José Ferreira afirmou que as carreiras de Esposende, Viana, Braga, Barcelos, Santo Tirso e Trofa, que transportam diariamente milhares de pessoas, foram as mais afectadas pela paralisação que, garante, irá manter-se "até que as vistorias sejam feitas".
José Ferreira garante, ainda, que os trabalhadores há muito que vinham avisando a administração, que "nada fez", e acusa a actual gerência de "ter perdido o controlo" da Linhares. As dívidas continuam a subir e os salários em atraso vão-se acumulando "Em Maio houve trabalhadores que accionaram o fundo de garantia salarial para receber os salários - uma vez que se trata de uma empresa que presta serviço público.
O Junho está por pagar a cerca de 40 motoristas. O Julho foi pago na semana passada. O Agosto, o Setembro e o subsídio de férias não foram pagos a nenhum funcionário", explicou.
O STRN teme agora pelo futuro da Linhares, que diz estar em negociações para venda à Transdev. José Ferreira teme que, com o negócio, haja despedimentos, mas ainda assim admite que a empresa "não pode continuar como está", há meses a pagar salários "às pinguinhas" e "sem condições de segurança" na frota.
Linhares atravessa crise
A administração da Linhares admite que há "15% da frota" - composta por cerca de 100 autocarros - sem vistoria, mas garante que, "na maioria dos casos", são inspecções que deviam ter sido feitas em Setembro. Embora admitindo as dificuldades financeiras da empresa, fonte da administração garantiu ao JN que as vistorias "têm vindo a fazer-se" e "de forma alguma está em causa a segurança de motoristas e passageiros". A situação, assegurou, decorre da aplicação da nova lei, que obriga os veículos de transporte de passageiros a fazer inspecções periódicas de seis em seis meses. Desta forma, a Linhares viu concentradas em Maio e Outubro as vistorias da frota. Quanto à questão salarial, a Linhares garante que, apesar de "algum atraso", os trabalhadores sempre receberam todos os salários e afasta a hipótese de fecho. A Linhares está há 80 anos na Póvoa, emprega mais de 140 trabalhadores (80 dos quais motoristas) e tem cerca de 50 carreiras nos concelhos da Póvoa, Esposende, Viana, Braga, Barcelos, Santo Tirso e Trofa. A transportadora tem vindo a atravessar um período de crise, que se acentuou com a entrada na cidade de um novo operador - a Litoral Norte, que tem, desde o início do Verão, quatro carreiras urbanas - e está, agora, a negociar a venda da empresa.
in: www.jn.pt secção: Porto de 9/Out.
Salários em atraso
No final, ainda assim, reconhece o sindicalista, muitos optaram por sair para a estrada, temendo pelo posto de trabalho. José Ferreira afirmou que as carreiras de Esposende, Viana, Braga, Barcelos, Santo Tirso e Trofa, que transportam diariamente milhares de pessoas, foram as mais afectadas pela paralisação que, garante, irá manter-se "até que as vistorias sejam feitas".
José Ferreira garante, ainda, que os trabalhadores há muito que vinham avisando a administração, que "nada fez", e acusa a actual gerência de "ter perdido o controlo" da Linhares. As dívidas continuam a subir e os salários em atraso vão-se acumulando "Em Maio houve trabalhadores que accionaram o fundo de garantia salarial para receber os salários - uma vez que se trata de uma empresa que presta serviço público.
O Junho está por pagar a cerca de 40 motoristas. O Julho foi pago na semana passada. O Agosto, o Setembro e o subsídio de férias não foram pagos a nenhum funcionário", explicou.
O STRN teme agora pelo futuro da Linhares, que diz estar em negociações para venda à Transdev. José Ferreira teme que, com o negócio, haja despedimentos, mas ainda assim admite que a empresa "não pode continuar como está", há meses a pagar salários "às pinguinhas" e "sem condições de segurança" na frota.
Linhares atravessa crise
A administração da Linhares admite que há "15% da frota" - composta por cerca de 100 autocarros - sem vistoria, mas garante que, "na maioria dos casos", são inspecções que deviam ter sido feitas em Setembro. Embora admitindo as dificuldades financeiras da empresa, fonte da administração garantiu ao JN que as vistorias "têm vindo a fazer-se" e "de forma alguma está em causa a segurança de motoristas e passageiros". A situação, assegurou, decorre da aplicação da nova lei, que obriga os veículos de transporte de passageiros a fazer inspecções periódicas de seis em seis meses. Desta forma, a Linhares viu concentradas em Maio e Outubro as vistorias da frota. Quanto à questão salarial, a Linhares garante que, apesar de "algum atraso", os trabalhadores sempre receberam todos os salários e afasta a hipótese de fecho. A Linhares está há 80 anos na Póvoa, emprega mais de 140 trabalhadores (80 dos quais motoristas) e tem cerca de 50 carreiras nos concelhos da Póvoa, Esposende, Viana, Braga, Barcelos, Santo Tirso e Trofa. A transportadora tem vindo a atravessar um período de crise, que se acentuou com a entrada na cidade de um novo operador - a Litoral Norte, que tem, desde o início do Verão, quatro carreiras urbanas - e está, agora, a negociar a venda da empresa.
in: www.jn.pt secção: Porto de 9/Out.
08/10/2007
Metro inaugura estações em Dezembro

Segundo a edição on-line da TSF, as estações do Terreiro do Paço e de Santa Apolónia
da linha azul do Metro de Lisboa serão inauguradas a 22 do próximo mês de Dezembro. Quem o revelou, foi o próprio ministro das Obras Públicas em visita esta manhã aos estaleiros das obras da estação do Terreiro do Paço. Segundo o responsável, as obras das duas estações estão quase prontas, faltando mesmo afinar alguns elementos de segurança.
Dez anos depois do inicio das obras da estação do Terreiro do Paço, as obras estão práticamente concluídas pelo dobro do inicialmente previsto, ou seja, o preço final ficou em cerca de 300 milhões de euros.
06/10/2007
Linha 22 do eléctrico transporta 5 mil
A nova linha de eléctricos da STCP, a linha 22 que liga o Carmo à Batalha num percurso de 2,3 km, transportou na primeira semana aproximadamente 5000 passageiros, uma média diária superior a 600 passageiros.
No regresso à Baixa, o eléctrico tem sido muito procurado por turistas, e por todos os portuenses que na sua infância utilizavam aquele serviço para se deslocarem na cidade, recordando com emoção esses tempos.
Actualmente, o 22 circula diáriamente entre as 10:00 e as 19:00 horas, com intervalos de 30 minutos. O tarifário utilizado, pode ser o monomodal (utilizado únicamente na STCP), ou intermodal «ANDANTE».
No regresso à Baixa, o eléctrico tem sido muito procurado por turistas, e por todos os portuenses que na sua infância utilizavam aquele serviço para se deslocarem na cidade, recordando com emoção esses tempos.
Actualmente, o 22 circula diáriamente entre as 10:00 e as 19:00 horas, com intervalos de 30 minutos. O tarifário utilizado, pode ser o monomodal (utilizado únicamente na STCP), ou intermodal «ANDANTE».
03/10/2007
Táxis mais caros
Já a partir do próximo dia 15 andar de táxi vai sair mais caro.
O preço por quilómetro percorrido vai passar de 40 para 42 cêntimos, e de 10,24 para 11,99 euros por cada hora de espera. Contudo permanecem inalterados as bandeiradas do serviço urbano e do serviço ao quilómetro, o preço unitário dos impulsos, o preço do serviço à hora e os preços dos suplementos (bagagem, transporte de animais e chamada via telefone).
Breves
SMTUC (Coimbra)introduz mini-autocarro com capacidade para nove lugares, e quatro cadeiras de rodas para clientes com mobilidade reduzida, facilitando-lhes desta forma, a mobilidade dentro da cidade.
Lagos vai contar a partir de Março do próximo ano com um novo serviço de transportes.
Trata-se da introdução de sete linhas a cargo de uma empresa privada, que receberá por parte da autarquia local cerca de um milhão de euros anuais, para um período de concessão de sete anos, recebendo em contrapartida, receitas de bilhética e de publicidade.
CorgoBus, concessionária dos transportes de Vila Real, tem um grau de satisfação por parte dos clientes de 80%, segundo dados de um inquérito encomendado pela empresa. O que os utentes mais destacam, é a pontualidade das carreiras de autocarros, e o conforto dos veículos.
Lagos vai contar a partir de Março do próximo ano com um novo serviço de transportes.
Trata-se da introdução de sete linhas a cargo de uma empresa privada, que receberá por parte da autarquia local cerca de um milhão de euros anuais, para um período de concessão de sete anos, recebendo em contrapartida, receitas de bilhética e de publicidade.
CorgoBus, concessionária dos transportes de Vila Real, tem um grau de satisfação por parte dos clientes de 80%, segundo dados de um inquérito encomendado pela empresa. O que os utentes mais destacam, é a pontualidade das carreiras de autocarros, e o conforto dos veículos.
01/10/2007
Aprovada extenção do metro até Gondomar
O governo, através de um despacho conjunto do Ministério das Obras Publicas e das Finanças, assinou um despacho a autorizar a empresa Metro do Porto, a lançar um concurso publico internacional para o prolongamento do Metro do Porto entre o Estadio do Dragão, e a futura estação de Venda Nova em Gondomar, num percurso de 6,3 km de extensão, e 85 milhoes de euros de custo.
Em aberto fica a possibilidade de ser construida para Gondomar uma segunda linha de metro, e prolongar a rede entre Venda Nova e o centro do concelho.
Em aberto fica a possibilidade de ser construida para Gondomar uma segunda linha de metro, e prolongar a rede entre Venda Nova e o centro do concelho.
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28/09/2007
Freeport sem informações de autocarros
Quem vai ao Freeport de Alcochete, e espera por um autocarro da operadora Transportes Sul do Tejo (TST), não tem acesso a qualquer tipo de informação das carreiras que por ali passam.
Infelizmente, a concessionária daquelas carreiras, a TST, cuja responsabilidade lhe incumbe, a de prestar todo o tipo de informações aos passageiros, desde horários, às carreiras que servem aquela zona, às paragens existentes ao longo do percurso, preçários, etc, não tem o mínimo de respeito por todos os seus clientes que utilizam as suas carreiras para aceder áquele shopping, e dali voltarem às suas casas.
Queixam-se as operadoras que têm gastos excessivos face às receitas, mas não referem que recebem indemnizações compensatórias do Ministério dos Transportes. Queixam-se as operadoras que determinadas carreiras dão prejuízo, não diz a TST, que as carreiras que servem o Freeport dão lucro. A título de exemplo um bilhete Lisboa/Freeport custa 2.70 euros, só ida. Ida e volta: 5.40 euros, será que dá prejuízo?
Há que ter um pouco mais de respeito por aqueles que permitem que a empresa obtenha lucros, dado que é uma operadora privada.
J.A.
Carris altera mais 10 carreiras
A segunda fase da renovação da rede da Carris, que deverá ocorrer no fim do ano e coincidir com a entrada em funcionamento do prolongamento da Linha Azul do Metropolitano até Santa Apolónia, vai implicar alterações em dez carreiras que servem a cidade de Lisboa. A carreira 90 - que faz a ligação entre Santa Apolónia e a Estação de Entrecampos - será eliminada, ao mesmo tempo que o percurso de quatro carreiras será encurtado, duas serão prolongadas e três vão sofrer alterações de trajecto.
Estas mudanças foram apresentadas quarta-feira, na reunião pública da Câmara de Lisboa pelo presidente do conselho de administração da Carris, Silva Rodrigues. A proposta tem de ser ainda submetida à apreciação do Governo e deverá ser discutida pela Câmara numa próxima reunião, para que se possa pronunciar sobre as alterações.
Na reunião, a vereadora da CDU, Rita Magrinho, considerou que "fazer do eixo central desta reestruturação o prolongamento da rede do Metropolitano é esquecer uma boa parte da população de Lisboa". A autarca considera que "o metro não é um transporte amigável" para muitas pessoas e lembrou que a maior parte da rede "não tem acesso para pessoas com mobilidade reduzida". A primeira fase da "Rede 7", que entrou em vigor em Setembro de 2006 e implicou a supressão de oito carreiras, recebeu parecer negativo da Câmara de Lisboa, foi alvo da condenação pela Assembleia Municipal e pela Federação dos Transportes Urbanos (FESTRU).
As quatro carreiras cujo percurso vai ser encurtado no âmbito desta reestruturação são a 2, 9, 44 e 746, as que serão prolongadas são a 6 e a 81 e as cujo percurso será alterado são a 713, 745 e 782. No âmbito destas alterações, a Carris propõe-se ainda melhorar a frequência de autocarros em cinco carreiras Praça da Figueira-Outurela (714), Cais do Sodré-Odivelas (36), Cais do Sodré-Portas de Benfica (58), Martim Moniz-Cemitério da Ajuda (60) e Rua da Alfândega-Prazeres (25E).
in: www.jn.pt - secção: Pais de 28/Set.
Estas mudanças foram apresentadas quarta-feira, na reunião pública da Câmara de Lisboa pelo presidente do conselho de administração da Carris, Silva Rodrigues. A proposta tem de ser ainda submetida à apreciação do Governo e deverá ser discutida pela Câmara numa próxima reunião, para que se possa pronunciar sobre as alterações.
Na reunião, a vereadora da CDU, Rita Magrinho, considerou que "fazer do eixo central desta reestruturação o prolongamento da rede do Metropolitano é esquecer uma boa parte da população de Lisboa". A autarca considera que "o metro não é um transporte amigável" para muitas pessoas e lembrou que a maior parte da rede "não tem acesso para pessoas com mobilidade reduzida". A primeira fase da "Rede 7", que entrou em vigor em Setembro de 2006 e implicou a supressão de oito carreiras, recebeu parecer negativo da Câmara de Lisboa, foi alvo da condenação pela Assembleia Municipal e pela Federação dos Transportes Urbanos (FESTRU).
As quatro carreiras cujo percurso vai ser encurtado no âmbito desta reestruturação são a 2, 9, 44 e 746, as que serão prolongadas são a 6 e a 81 e as cujo percurso será alterado são a 713, 745 e 782. No âmbito destas alterações, a Carris propõe-se ainda melhorar a frequência de autocarros em cinco carreiras Praça da Figueira-Outurela (714), Cais do Sodré-Odivelas (36), Cais do Sodré-Portas de Benfica (58), Martim Moniz-Cemitério da Ajuda (60) e Rua da Alfândega-Prazeres (25E).
in: www.jn.pt - secção: Pais de 28/Set.
27/09/2007
Secretária de estado diz que ligação Porto-Vigo em TGV não é sustentável
Ana Paula Vitorino, que discursava durante uma audição na comissão parlamentar de Obras Públicas, Transportes e Comunicações, afirmou que a ligação de alta velocidade Porto-Vigo «é a única que não é sustentável do ponto de vista financeiro».
De qualquer forma, o Governo entende que se deve fazer «uma aposta estratégica» nesta linha, que vai avançar com características técnicas inferiores.
A secretária de Estado explicou que a velocidade para este trajecto, que deverá estar operacional em 2013, passou dos 350 para os 250 quilómetros por hora e ficou definido que seria uma linha mista, ou seja, vai ser permitida a circulação de comboios para mercadorias, de modo a beneficiar «o tecido económico do Norte do país».
A responsável adiantou que para «garantir o limiar de sustentabilidade», numa primeira fase, será aproveitada a linha que já existe entre o Porto e Braga com alteração do troço da Trofa.
Quanto ao projecto total o Governo mantém que é sustentável e que não foge do rigor das contas do país.
«Os benefícios quer sociais, quer económicos, quer financeiros e ambientais deste projecto ultrapassam largamente os custos que o país vai ter a este nível. Sob todos os pontos de vista é um projecto sustentável, também o é do ponto de vista financeiro», acrescentou.
Questionada pelos deputados, Ana Paula Vitorino garantiu que vai haver ligação do TGV ao aeroporto Sá Carneiro, no Porto, embora possa não ter concretização até 2013.
A secretária de Estado dos Transportes disse ainda que caso o novo aeroporto de Lisboa não se localize na Ota, a estação de alta velocidade nesta localidade será «pura e simplesmente eliminada» da linha Lisboa-Porto.
Depois destes esclarecimentos de Ana Paula Vitorino, o deputado do PSD, Fernando Santos Pereira, já criticou o Executivo, porque considera que o Governo se prepara para fazer o mesmo que já tinha feito com as auto-estradas sem custo para os utilizadores (SCUTS), ou seja, no final é o contribuinte que vai suportar os encargos financeiros.
«O Governo pretende lançar o transporte de alta velocidade utilizando o mesmo sistema de financiamento das SCUTS, que custam 700 milhões de euros por ano aos contribuintes portugueses. Foi perguntado à senhora secretária de Estado qual seria o valor dessas rendas para o transporte de alta velocidade, o prazo que elas teriam, qual seria o risco assumido pelos privados, nada disso foi respondido», disse.
Fernando Santos Pereira considera assim que para «o transporte de alta velocidade, não foi desmentido pelo Governo, vai ser utilizado o mesmo sistema das SCUTS e isso deixa o PSD bastante preocupado».
in: www.tsf.pt secção economia de 27/Set.
De qualquer forma, o Governo entende que se deve fazer «uma aposta estratégica» nesta linha, que vai avançar com características técnicas inferiores.
A secretária de Estado explicou que a velocidade para este trajecto, que deverá estar operacional em 2013, passou dos 350 para os 250 quilómetros por hora e ficou definido que seria uma linha mista, ou seja, vai ser permitida a circulação de comboios para mercadorias, de modo a beneficiar «o tecido económico do Norte do país».
A responsável adiantou que para «garantir o limiar de sustentabilidade», numa primeira fase, será aproveitada a linha que já existe entre o Porto e Braga com alteração do troço da Trofa.
Quanto ao projecto total o Governo mantém que é sustentável e que não foge do rigor das contas do país.
«Os benefícios quer sociais, quer económicos, quer financeiros e ambientais deste projecto ultrapassam largamente os custos que o país vai ter a este nível. Sob todos os pontos de vista é um projecto sustentável, também o é do ponto de vista financeiro», acrescentou.
Questionada pelos deputados, Ana Paula Vitorino garantiu que vai haver ligação do TGV ao aeroporto Sá Carneiro, no Porto, embora possa não ter concretização até 2013.
A secretária de Estado dos Transportes disse ainda que caso o novo aeroporto de Lisboa não se localize na Ota, a estação de alta velocidade nesta localidade será «pura e simplesmente eliminada» da linha Lisboa-Porto.
Depois destes esclarecimentos de Ana Paula Vitorino, o deputado do PSD, Fernando Santos Pereira, já criticou o Executivo, porque considera que o Governo se prepara para fazer o mesmo que já tinha feito com as auto-estradas sem custo para os utilizadores (SCUTS), ou seja, no final é o contribuinte que vai suportar os encargos financeiros.
«O Governo pretende lançar o transporte de alta velocidade utilizando o mesmo sistema de financiamento das SCUTS, que custam 700 milhões de euros por ano aos contribuintes portugueses. Foi perguntado à senhora secretária de Estado qual seria o valor dessas rendas para o transporte de alta velocidade, o prazo que elas teriam, qual seria o risco assumido pelos privados, nada disso foi respondido», disse.
Fernando Santos Pereira considera assim que para «o transporte de alta velocidade, não foi desmentido pelo Governo, vai ser utilizado o mesmo sistema das SCUTS e isso deixa o PSD bastante preocupado».
in: www.tsf.pt secção economia de 27/Set.
24/09/2007
Novo título de transporte em Novembro
A 1 de Novembro entra em vigôr de forma experimental o novo título de transporte intermodal válido inicialmente na Carris e Metropolitano, sendo posteriormente alargado à Transtejo e restantes operadores públicos.
O bilhete permite utilizar de forma indiferênciada os operadores públicos, dado que o bilhete é o mesmo.
A forma de utilização passa por carregar o bilhete com um montante mínimo de 75 cêntimos e o máximo de 10 euros, ou seja, funcionará como uma espécie de porta-moedas electrónico, segundo as palavras da secretária de estado dos transportes Ana Paula Vitorino.
Será possível consultar o saldo do cartão nos validadores, e nas máquinas de venda automáticas do metro.
O bilhete permite utilizar de forma indiferênciada os operadores públicos, dado que o bilhete é o mesmo.
A forma de utilização passa por carregar o bilhete com um montante mínimo de 75 cêntimos e o máximo de 10 euros, ou seja, funcionará como uma espécie de porta-moedas electrónico, segundo as palavras da secretária de estado dos transportes Ana Paula Vitorino.
Será possível consultar o saldo do cartão nos validadores, e nas máquinas de venda automáticas do metro.
23/09/2007
Regresso do eléctrico tráz enchente
O regresso do eléctrico a baixa do Porto trouxe uma verdadeira multidão de pessoas para ver o percurso 22 que liga Carmo ao elevador dos Guindais.
Muitos por curiosidade, outros para matar saudades dos tempos em que o eléctrico transportava as pessoas entre a foz e a baixa.
Ontem, dia em que era gratuito andar no eléctrico, acorreu uma verdadeira multidão de pessoas, para viajar naquele que foi em tempos o principal meio de transporte da cidade.
Os veículos circularam a abarrotar, ao ponto de muitos passageiros não terem tido a oportunidade de experimentar o novo percurso. Espera-se no entanto, o regresso à normalidade nos próximos dias.
Muitos por curiosidade, outros para matar saudades dos tempos em que o eléctrico transportava as pessoas entre a foz e a baixa.
Ontem, dia em que era gratuito andar no eléctrico, acorreu uma verdadeira multidão de pessoas, para viajar naquele que foi em tempos o principal meio de transporte da cidade.
Os veículos circularam a abarrotar, ao ponto de muitos passageiros não terem tido a oportunidade de experimentar o novo percurso. Espera-se no entanto, o regresso à normalidade nos próximos dias.
22/09/2007
Serviço "Rodinhas" melhora mobilidade em Loures
Frota de dois autocarros faz sucesso entre a Portela e Moscavide
O Rodinhas é um autocarro que já conquistou utentes certos. Chega a horas, pára a meio do percurso para apanhar passageiros, tem ar condicionado e o bilhete custa 30 cêntimos. Circula em Loures, entre a Portela e Moscavide (estação da CP).
Este serviço de transportes é um caso de estudo em matéria de mobilidade. Um projecto experimental que começou em Agosto de 2007 e manter-se-á a funcionar neste regime até Março de 2008. Financiado através do Interreg, um programa da União Europeia, o Rodinhas em pouco mais de um mês já conseguiu uma média invejável de passageiros transportados por dia: 803.
Com um circuito de ida e volta (parcialmente assinalado com uma linha azul no pavimento) de 4,6 quilómetros para cumprir e uma frequência de 15 em 15 minutos, este mini autocarro tanto percorre as ruas estreitas e congestionadas da parte mais antiga de Moscavide, como passa pelas avenidas largas da populosa freguesia da Portela. Quando vê um braço estendido, uns metros à sua frente, o motorista Nélson Santos abranda. Pára e sobem para o interior do veículo, senhoras de meia idade, idosos, mães transportando bebés de colo, passageiros que vêm da estação de comboio e se dirigem à Portela, aproveitando esta útil ligação. "É um autocarro amigável. Sobretudo para as pessoas que têm mobilidade reduzida. Também é útil para a população idosa que já predomina nestas duas freguesias de Loures", refere João Cunha, do conselho de Administração da Rodoviária de Lisboa, entidade que em parceria com a Câmara Municipal de Loures desenvolve esta experiência que tudo indica "vai continuar", conforme disse ao DN João Pedro Domingos, vereador com o pelouro da Mobilidade naquela autarquia.
" Era bom que não acabasse. É uma ideia muito boa e quando as coisas são boas temos medo que acabem depressa", manifestou Lurdes Medeiros, moradora na Portela, que utiliza regularmente o Rodinhas. "Este serviço tira-nos do isolamento da Portela, servida com três carreiras da Carris, todas com tempos de espera longos", prosseguiu . O Rodinhas implicou um investimento municipal, nesta fase, de onze mil euros.
in: www.dn.pt secção cidades de 22/Set.
O Rodinhas é um autocarro que já conquistou utentes certos. Chega a horas, pára a meio do percurso para apanhar passageiros, tem ar condicionado e o bilhete custa 30 cêntimos. Circula em Loures, entre a Portela e Moscavide (estação da CP).
Este serviço de transportes é um caso de estudo em matéria de mobilidade. Um projecto experimental que começou em Agosto de 2007 e manter-se-á a funcionar neste regime até Março de 2008. Financiado através do Interreg, um programa da União Europeia, o Rodinhas em pouco mais de um mês já conseguiu uma média invejável de passageiros transportados por dia: 803.
Com um circuito de ida e volta (parcialmente assinalado com uma linha azul no pavimento) de 4,6 quilómetros para cumprir e uma frequência de 15 em 15 minutos, este mini autocarro tanto percorre as ruas estreitas e congestionadas da parte mais antiga de Moscavide, como passa pelas avenidas largas da populosa freguesia da Portela. Quando vê um braço estendido, uns metros à sua frente, o motorista Nélson Santos abranda. Pára e sobem para o interior do veículo, senhoras de meia idade, idosos, mães transportando bebés de colo, passageiros que vêm da estação de comboio e se dirigem à Portela, aproveitando esta útil ligação. "É um autocarro amigável. Sobretudo para as pessoas que têm mobilidade reduzida. Também é útil para a população idosa que já predomina nestas duas freguesias de Loures", refere João Cunha, do conselho de Administração da Rodoviária de Lisboa, entidade que em parceria com a Câmara Municipal de Loures desenvolve esta experiência que tudo indica "vai continuar", conforme disse ao DN João Pedro Domingos, vereador com o pelouro da Mobilidade naquela autarquia.
" Era bom que não acabasse. É uma ideia muito boa e quando as coisas são boas temos medo que acabem depressa", manifestou Lurdes Medeiros, moradora na Portela, que utiliza regularmente o Rodinhas. "Este serviço tira-nos do isolamento da Portela, servida com três carreiras da Carris, todas com tempos de espera longos", prosseguiu . O Rodinhas implicou um investimento municipal, nesta fase, de onze mil euros.
in: www.dn.pt secção cidades de 22/Set.
Concurso para metro até Rio Tinto ainda este mês
O governo vai lançar ainda este mês um concurso público internacional para o prolongamento da linha vermelha (B) do Metro do Porto até à futura estação de Venda Nova em Rio Tinto, passando por Contumil, S. João de Deus, Rio Tinto, Parque Nascente, Quinta das Freiras e Lourinhã.
Trata-se da primeira ligação do metro até Gondomar, à muito esperada por habitantes e autarcas.
21/09/2007
Voltam os eléctricos à Baixa
Mais logo a partir das 18:30h.e após cerimónia presidida pela secretária de estado dos Transportes Ana Paula Vitorino, os eléctricos da STCP construídos entre as décadas de 20 e 40 do séc. XX voltam a circular nas ruas da baixa do Porto.
Um investimento que rondou os 700 mil euros, no processo de remodulação das viaturas, constitui apenas um pequeno montante comparado com os 11 milhões de euros já gastos pela companhia desde 1996.
Amanhã Sábado a viagem será gratuita para todos os interessados.
Transportes causam polémica
A Junta Metropolitana de Lisboa (JML) vai solicitar reuniões à secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino e ao secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita. O motivo é a posição negativa da JML relativamente ao projecto que visa alterar o regime jurídico das Autoridades Metropolitanas de Transportes e o regime jurídico das Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, explicou ontem o presidente da JML, Carlos Carvalho, após uma reunião daquele órgão.
"A JML tem uma posição unânime, critica, sobre este projecto. No geral temos profundas reservas relativamente a algumas propostas", sublinhou Carlos Carvalho, referindo-se, nomeadamente, à Autoridade Metropolitana de Transportes. Ressalvou, no entanto, "a grande importância que tem a criação desta autoridade". "Achamos que os municípios devem ter peso e uma capacidade maior de intervenção, assim como também a JML", reforçou, revelando ter sido informado do avanço da criação deste órgão, sem avançar datas da conclusão do projecto.
A posição negativa da JML relativamente ao regime jurídico das Áreas Metropolitanas não é nova. No princípio deste ano, aquele órgão já havia recusado a primeira versão do anteprojecto e reunido com Eduardo Cabrita. Ontem, em cima da mesa, esteve a segunda versão, que a JML continua a rejeitar.
"A nossa posição, também unânime, é de discordância, relativamente a esta matéria. Não encontrámos diferenças significativas entre as duas versões", disse. "Na nova proposta, a presidência deixa de ser rotativa (um dos pontos contestados na primeira versão do documento) e volta a ser eleita, tal como o é agora", explicou. Mas, isso é insuficiente. Consideramos que JML deveria ter competências reforçadas nos problemas metropolitanos. Hoje pode dizer-se que não tem nenhum", lamentou.
in: www.jn.pt secção: País 21/Set.
"A JML tem uma posição unânime, critica, sobre este projecto. No geral temos profundas reservas relativamente a algumas propostas", sublinhou Carlos Carvalho, referindo-se, nomeadamente, à Autoridade Metropolitana de Transportes. Ressalvou, no entanto, "a grande importância que tem a criação desta autoridade". "Achamos que os municípios devem ter peso e uma capacidade maior de intervenção, assim como também a JML", reforçou, revelando ter sido informado do avanço da criação deste órgão, sem avançar datas da conclusão do projecto.
A posição negativa da JML relativamente ao regime jurídico das Áreas Metropolitanas não é nova. No princípio deste ano, aquele órgão já havia recusado a primeira versão do anteprojecto e reunido com Eduardo Cabrita. Ontem, em cima da mesa, esteve a segunda versão, que a JML continua a rejeitar.
"A nossa posição, também unânime, é de discordância, relativamente a esta matéria. Não encontrámos diferenças significativas entre as duas versões", disse. "Na nova proposta, a presidência deixa de ser rotativa (um dos pontos contestados na primeira versão do documento) e volta a ser eleita, tal como o é agora", explicou. Mas, isso é insuficiente. Consideramos que JML deveria ter competências reforçadas nos problemas metropolitanos. Hoje pode dizer-se que não tem nenhum", lamentou.
in: www.jn.pt secção: País 21/Set.
19/09/2007
Breves
A Secretaria de Estado dos Transportes está a desenvolver uma campanha de sensibilização, que inclui anúncios publicitários nos media, outdoors e indoors, e publicidade a bordo dos veículos. A ideia é simples, ou seja, passa por chamar a atenção para as vantagens da utilização do transporte público.
A campanha desenvolver-se-á em quatro fases, custando cerca de 300 mil euros só a implementação da primeira.
Cerca de noventa e duas empresas de transporte entregaram a sua candidatura junto da DGTTF, ao apoio concedido pelo estado à renovação de frota de passageiros no valor de 4 milhões de euros. Contudo, as candidaturas superam o valor concedido pelo Estado, pelo que muitas ficarão de fora. Os resultados serão conhecidos no final de Outubro.
Transportes públicos estão a atrair mais passageiros
Utentes do metro do Porto subiram 293,8 por cento
A utilização dos transportes públicos está a aumentar depois de ter passado as últimas duas décadas a diminuir. Em termos globais, o transporte colectivo está a ganhar clientes e só não tem mais adeptos, porque "as empresas privadas do sector se preocupam mais com a vertente económica do que com a social, cortando carreiras pouco rentáveis", acusa a Federação dos Sindicatos de Transportes Rodoviários e Urbanos (Festru).
O Metro do Porto (MP) é um caso de sucesso. Subiu de 9,8 milhões de clientes em 2004 para 38,6 milhões em 2006 (mais 293,8%). "Mesmo depois de toda a rede concluída, a procura continua a crescer", disse ao DN fonte da empresa, que tem uma média de 180 mil clientes em cada dia útil.
Pelo contrário, no primeiro trimestre deste ano, a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto registou 55 milhões de validações, reflectindo uma média de 9,2 milhões por mês e uma diminuição de 10% em relação ao primeiro trimestre de 2006. A empresa calcula o impacto negativo do MP em apenas 15%, contra os esperados 30%.
Outro grande "salto" positivo regista-se no denominado "comboio da Ponte 25 de Abril", da Fertagus, que quase duplicou de 11,6 milhões de passageiros no ano 2000 para 21,4 milhões em 2006 (mais 84,4%).
Com acréscimos significativos também está o Metropolitano de Lisboa, que subiu de 179,7 milhões de utentes em 2004 para 185,4 milhões em 2005 (mais 3,17%).
Dados fornecidos ao DN pela CP referem que o número de utilizadores também está a aumentar, tendo sido transportadas em 2006, na rede ferroviária nacional, 135,2 milhões de pessoas. Adianta que os maiores crescimentos se registaram nas linhas urbanas do Porto, onde viajaram 18 milhões de passageiros em 2006, ou seja, mais 1,5 milhões do que no ano anterior (mais 9%). A rede urbana de Lisboa serviu 97 milhões de pessoas em 2006, o que significa mais um milhão de utentes do que em 2005.
A mesma fonte salienta que "em 2005 começou o processo de recuperação de utentes da CP, que nas últimas duas décadas tinha estado sempre a perder clientes".
Em recuperação entrou "há cerca de dois meses" a Carris, que opera em Lisboa com uma considerável rede de autocarros, eléctricos e elevadores, referiu ao DN fonte da empresa.
Explicou que "a tendência decrescente da última década já começou a ser invertida. A empresa está a ganhar clientes". Especificou que nos primeiros oito meses deste ano a Carris transportou 155,6 milhões de pessoas, enquanto em igual período de 2006 registou 155,2 milhões". Para trás, o historial da Carris é "negro", com a empresa a baixar de 300,4 milhões de utentes em 2002 para 234,8 milhões em 2006 (menos 21,8%).
Em descida vertiginosa estão os barcos da Transtejo/Soflusa - unem as margens do Tejo - que reduziram os 43217 passageiros do ano 2000 para 29691 em 2005 (menos 31,3%).
Questionado pelo DN sobre porque motivo os transportes públicos (TP) não são mais utilizados pelos portugueses, Vítor Pereira, dirigente da Festru, considera que os TP "não oferecem qualidade nem quantidade suficiente para que as pessoas abdiquem do seu transporte individual".
"As empresas retiram carreiras e alteram horários, aumentam significativamente o tarifário e deixam ficar muitas populações isoladas sem TP. Em alguns locais, é preciso recorrer a táxis para os alunos irem à escola e depois voltarem", denuncia o sindicalista. Adianta que, "muitas vezes, só há uma carreira de manhã para ir e outra ao fim da tarde para voltar".
Critica o Estado, "porque atribui concessões às empresas de TP, mas depois não as fiscaliza eficazmente para as obrigar a cumprir o que ficou estabelecido no contrato".
in: www.dn.pt secção "cidades" - 19 de SET.
STCP com acesso a deficientes
A STCP assinou ontem um protocolo com a ACAPO que pretende juntas sinergias e criar condições para o acesso dos cidadãos portadores de deficiência. Para ajudar os invisuais, serão criados, dentro em breve, mecanismos sonoros de aviso de identificação de carreiras.
José Sá Reis
O ano de 2007 é tido, pelas organizações internacionais, como o ano da igualdade de oportunidades para todos e a pensar nisso a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) assinou ontem um protocolo com a ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal) para facilitar o acesso das pessoas com menores capacidades motoras ao transporte público, facilitando, deste modo, a integração destas na sociedade, podendo usufruir das potencialidades ao dispor dos restantes cidadãos.
O programa, denominado “Acessibilidades para todos”, visa, nesta primeira fase, a disponibilização de autocarros, “já a circularem, com uma entrada mais baixa e com vocalização dos locais de paragem do autocarro”. Tudo para facilitar o acesso destes cidadãos aos transportes públicos.
Segundo Rui Saraiva, elemento da Administração da STCP, “grande parte dos autocarros que circula nas ruas do Porto estão já adaptados com estas novas características”. Actualmente, cerca de 80 por cento da frota dos autocarros públicos tem já piso rebaixado e “70 por cento tem acesso condigno a cadeiras de rodas”. “Apenas nove das 81 linhas que compõem o actual traçado não dispõe destas novas valências”, refere Saraiva, “estando devidamente identificado o veículo com o dístico alusivo a cada condição”.
Sinais sonoros
A preocupação das duas entidades que, com este acordo, passam a trabalhar juntas na identificação de falhas nos serviços passa por instalar “nas paragens de autocarro avisos sonoros de aproximação de um autocarro, identificando qual a linha e qual o serviço prestado”. Até porque, revela Saraiva em conversa com os jornalistas à margem da assinatura do protocolo, que decorreu na entrada da Reitoria da Universidade do Porto, reservada para o efeito, “a chegada de um autocarro é perceptível mas é muito difícil perceber qual a linha que serve o autocarro. Não esqueçamos que, para um deficiente visual - para o qual grande parte destas medidas trazem uma melhoria substancial -, qualquer barulho de um automóvel pesado, como um camião, é igual. Há mesmo casos de algumas pessoas que fazem paragem a todos eles, sem saber o que pretende”, relata o administrador. E acrescenta: “O processo de identificação dos pontos críticos a corrigir foi feito com a ajuda de alguns elementos da ACAPO e do provedor do deficiente da Área Metropolitana do Porto”.
Informação em braille
Esta assinatura surge integrada na Semana Europeia da Mobilidade, iniciativa que pretende alertar para a mobilidade dentro das grandes cidades, que une várias cidades nesse propósito.
Outra das novidades declaradas na manhã de ontem prende-se com a disponibilização de informação das linhas da STCP em linguagem braille, como a sua origem e destino, o caminho percorrido e se determinada linha possui equipamentos para acesso facilitado dos deficientes.
Para José Esteves Correia, presidente da ACAPO, “os deficientes do Grande Porto estão de parabéns”, já que a STCP, o Metro do Porto e tidas as autarquias da área “estão sensibilizadas para as limitações das pessoas portadoras de deficiência”. E deixa um recado à empresa congénere em Lisboa, a Carris, instando-a a “copiar o modelo que está a ser posto em prática na cidade do Porto”.
O Clube Português de Utilizadores de Cão-Guia marcou presença e o seu presidente, João Fernandes, destacou que “este é o primeiro dia de uma colaboração futura”, destacando a importância dos cães no acompanhamento destes cidadãos, “coisa que deve ser facilitada pelos motoristas”.
in: www.oprimeirodejaneiro.pt 19/Set.
José Sá Reis
O ano de 2007 é tido, pelas organizações internacionais, como o ano da igualdade de oportunidades para todos e a pensar nisso a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) assinou ontem um protocolo com a ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal) para facilitar o acesso das pessoas com menores capacidades motoras ao transporte público, facilitando, deste modo, a integração destas na sociedade, podendo usufruir das potencialidades ao dispor dos restantes cidadãos.
O programa, denominado “Acessibilidades para todos”, visa, nesta primeira fase, a disponibilização de autocarros, “já a circularem, com uma entrada mais baixa e com vocalização dos locais de paragem do autocarro”. Tudo para facilitar o acesso destes cidadãos aos transportes públicos.
Segundo Rui Saraiva, elemento da Administração da STCP, “grande parte dos autocarros que circula nas ruas do Porto estão já adaptados com estas novas características”. Actualmente, cerca de 80 por cento da frota dos autocarros públicos tem já piso rebaixado e “70 por cento tem acesso condigno a cadeiras de rodas”. “Apenas nove das 81 linhas que compõem o actual traçado não dispõe destas novas valências”, refere Saraiva, “estando devidamente identificado o veículo com o dístico alusivo a cada condição”.
Sinais sonoros
A preocupação das duas entidades que, com este acordo, passam a trabalhar juntas na identificação de falhas nos serviços passa por instalar “nas paragens de autocarro avisos sonoros de aproximação de um autocarro, identificando qual a linha e qual o serviço prestado”. Até porque, revela Saraiva em conversa com os jornalistas à margem da assinatura do protocolo, que decorreu na entrada da Reitoria da Universidade do Porto, reservada para o efeito, “a chegada de um autocarro é perceptível mas é muito difícil perceber qual a linha que serve o autocarro. Não esqueçamos que, para um deficiente visual - para o qual grande parte destas medidas trazem uma melhoria substancial -, qualquer barulho de um automóvel pesado, como um camião, é igual. Há mesmo casos de algumas pessoas que fazem paragem a todos eles, sem saber o que pretende”, relata o administrador. E acrescenta: “O processo de identificação dos pontos críticos a corrigir foi feito com a ajuda de alguns elementos da ACAPO e do provedor do deficiente da Área Metropolitana do Porto”.
Informação em braille
Esta assinatura surge integrada na Semana Europeia da Mobilidade, iniciativa que pretende alertar para a mobilidade dentro das grandes cidades, que une várias cidades nesse propósito.
Outra das novidades declaradas na manhã de ontem prende-se com a disponibilização de informação das linhas da STCP em linguagem braille, como a sua origem e destino, o caminho percorrido e se determinada linha possui equipamentos para acesso facilitado dos deficientes.
Para José Esteves Correia, presidente da ACAPO, “os deficientes do Grande Porto estão de parabéns”, já que a STCP, o Metro do Porto e tidas as autarquias da área “estão sensibilizadas para as limitações das pessoas portadoras de deficiência”. E deixa um recado à empresa congénere em Lisboa, a Carris, instando-a a “copiar o modelo que está a ser posto em prática na cidade do Porto”.
O Clube Português de Utilizadores de Cão-Guia marcou presença e o seu presidente, João Fernandes, destacou que “este é o primeiro dia de uma colaboração futura”, destacando a importância dos cães no acompanhamento destes cidadãos, “coisa que deve ser facilitada pelos motoristas”.
in: www.oprimeirodejaneiro.pt 19/Set.
Rio Tinto vence luta pelo autocarro 803
A partir de amanhã, o Centro de Saúde de Rio Tinto, com cerca de 40 mil utentes, vai finalmente ser servido por uma carreira de transportes públicos: a linha 803 da STCP. Esta é uma velha luta da população que desde a abertura em 2005 daquela unidade de saúde, luta por um acesso directo à rede da STCP. Enquadrado na Semana Europeia da Mobilidade, aquela sociedade transportadora vai assinar, hoje, um protocolo de cooperação com a Administração Regional de Saúde do Norte, (ARS).
Para além de alguns reajustes na rede de autocarros, que passará a servir diversas unidades de saúde, como a de Rio Tinto, a ARS irá divulgar as linhas da STCP. Em contrapartida, os autocarros serão um dos espaços de difusão de campanhas para a saúde pública.
Desde 2005 que os utentes daquela freguesia têm tentado encontrar uma solução, "mas as propostas não tem agradado a todos e só agora foi encontrada uma solução conjunta", disse fonte ligada ao processo.
Traçado alterado
A linha 803 (Boavista/Venda Nova) passará, a partir de amanhã, no centro de saúde, podendo ser uma mais valia para os cerca de 40 mil utentes (aquela unidade de saúde é uma das principais da freguesia e inclui ainda duas unidades familiares).
Já em Janeiro, com a reestruturação da rede da STCP, aquela freguesia viu a oferta ser duplicada, ficando abrangida pela antiga linha 55 ( Bolhão/Baguim) e pela nova 803, mas nenhuma servia o centro de saúde, "apesar dos esforços contínuos". A alteração gerou fortes contestações, uma vez que a freguesia é uma das localidades periféricas do Porto mais dependente da oferta da STCP.
A extinção da carreira 53 e a sua substituição pela 803 determinou que os habitantes façam transbordo na Areosa e junto ao Hospital de S. João,onde podem também optar pela rede de metro e aceder à baixa do Porto. Mas o traçado nunca foi alterado de forma a contemplar o centro de saúde. É agora.
in: www.jn.pt secção: Porto 19/SET.
17/09/2007
Câmara de Vagos cria rede de transportes
Câmara de Vagos pretende constituir rede de transportes em colaboração com as IPSS do concelho, destinada essencialmente ao transporte de idosos e de crianças. Para tal, a edilidade prevê adquirir autocarros com adaptação ao transporte de cidadãos com dificuldades de mobilidade.
Cada viatura custará 150 mil euros, e a Câmara suportará metade do encargo, enquanto que a instituição que receber a viatura pagará os restantes 50%.
Cada viatura custará 150 mil euros, e a Câmara suportará metade do encargo, enquanto que a instituição que receber a viatura pagará os restantes 50%.
I Festival do táxi
Decorre em Lisboa o primeiro Festival do táxi até ao próximo dia 23 de Setembro. A iniciativa organizada pelo especialista em transportes José Viegas, pretende analisar o futuro do sector na sociedade portuguesa, bem como soluções tecnológicas, a adoptar no futuro.
Para o organizador do evento, Portugal deveria adoptar à semelhança de outros países a moto-táxi, que segundo o próprio torna-se numa solução barata, e eficáz nos tempos que correm.
Para os representantes dos táxistas, o sector atravessa uma grave crise, com o número de clientes a diminuir de ano para ano. Por outro lado, culpam a insuficiência de corredores "BUS", que permitiriam aumentar a velocidade comercial, e o limite de velocidade dos radares de Lisboa, factores que constituem segundo os próprios, um entrave ao desenvolvimento do transporte efectuado por táxis.
Câmara apoia regresso dos eléctricos
A petição sugerindo o regresso dos eléctricos à cidade de Braga e que leva já mais de 400 assinaturas, ganhou um dos mais importantes apoios o presidente da câmara, que considera a proposta "interessante" e a ideia digna de "amadurecimento". Mesquita Machado mostrou-se "disponível" para reunir com o autor da petição, Pedro Morgado, até porque "apreciou a proposta deste grupo de cidadãos" que se insere naquilo que "a câmara quer fazer com o orçamento participativo".
Fazendo história e recordando que é dos tempos dos eléctricos, "numa altura em que nos púnhamos de lado nas ruas para eles passarem", o autarca quer "estudos para saber se a proposta, exequível, é viável também financeiramente". Com este apoio que Pedro Morgado considera "importante", parte-se para a discussão do modelo pode vir a ser adoptado.
O presidente da câmara de Braga simpatiza com o existente numa cidade alemã. "Há uns anos fui com um vereador à cidade de Wupperthal para estudarmos uma ideia para o metro. Lá chamam-lhe 'o avião dos pobres' porque lá o metro é no ar, sobre o rio que atravessa toda a cidade. Esta pode ser uma ideia a estudar e a equacionar até porque nós também temos um rio que atravessa a cidade toda", compara Mesquita Machado. Para muitos, a ideia de um monocarril é uma proposta radical, " mas ainda assim merecedora de ser estudada".
Da parte dos peticionários, a ideia mais consensual é o modelo da cidade francesa de Bordéus, onde foi criado o "Tramway" com três linhas de eléctrico que cobrem a maioria das principais zonas da cidade e arredores e cruzam-se no centro da cidade. O presidente da câmara de então, Alain Juppé, criou zonas reservadas, nas avenidas ou em vias públicas para o eléctrico. Em média a cada oito minutos passa um eléctrico onde diariamente são transportadas mais de 110 mil passageiros.
O elétrico tem-se tornado opção em cidades europeias da Alemanha, Bélgica, Holanda, Espanha, Itália e França para fazer face ao estrangulamento de trânsito nos centros urbanos.
in: www.jn.pt secção: Porto 17/Set.
Fazendo história e recordando que é dos tempos dos eléctricos, "numa altura em que nos púnhamos de lado nas ruas para eles passarem", o autarca quer "estudos para saber se a proposta, exequível, é viável também financeiramente". Com este apoio que Pedro Morgado considera "importante", parte-se para a discussão do modelo pode vir a ser adoptado.
O presidente da câmara de Braga simpatiza com o existente numa cidade alemã. "Há uns anos fui com um vereador à cidade de Wupperthal para estudarmos uma ideia para o metro. Lá chamam-lhe 'o avião dos pobres' porque lá o metro é no ar, sobre o rio que atravessa toda a cidade. Esta pode ser uma ideia a estudar e a equacionar até porque nós também temos um rio que atravessa a cidade toda", compara Mesquita Machado. Para muitos, a ideia de um monocarril é uma proposta radical, " mas ainda assim merecedora de ser estudada".
Da parte dos peticionários, a ideia mais consensual é o modelo da cidade francesa de Bordéus, onde foi criado o "Tramway" com três linhas de eléctrico que cobrem a maioria das principais zonas da cidade e arredores e cruzam-se no centro da cidade. O presidente da câmara de então, Alain Juppé, criou zonas reservadas, nas avenidas ou em vias públicas para o eléctrico. Em média a cada oito minutos passa um eléctrico onde diariamente são transportadas mais de 110 mil passageiros.
O elétrico tem-se tornado opção em cidades europeias da Alemanha, Bélgica, Holanda, Espanha, Itália e França para fazer face ao estrangulamento de trânsito nos centros urbanos.
in: www.jn.pt secção: Porto 17/Set.
15/09/2007
Eléctricos da STCP fazem testes no regresso à baixa
Os eléctricos da STCP já circulam na baixa, no entanto, o se funcionamento encontra-se em fase de testes, abrindo ao público já na próxima 6ª-feira.
Ligar Massarelos ao elevador dos Guindais, passando pela Av. Aliados e pela Praça da Batalha, é este o percurso da linha 18 que fáz actualmente a circulação entre Massarelos e o Carmo numa extensão de 2,3 km, desde que reabriu em 2005.
A nova ligação significa um regresso 30 anos depois, e 112 após a primeira ligação. Embora, os veículos sejam antigos bem ao gosto dos turistas, os carris que acabaram de ser instaladas nas ruas da baixa, são bem modernos, não necessitando de manutenção futura.
Será portanto, em plena celebração da Semana da Mobilidade, que os velhos eléctricos, na cidade que os viu nascer em Portugal, prometem fazer as delicias dos turistas que passam, e um viagem no tempo de todos aqueles que cresceram com ele.
Ligar Massarelos ao elevador dos Guindais, passando pela Av. Aliados e pela Praça da Batalha, é este o percurso da linha 18 que fáz actualmente a circulação entre Massarelos e o Carmo numa extensão de 2,3 km, desde que reabriu em 2005.
A nova ligação significa um regresso 30 anos depois, e 112 após a primeira ligação. Embora, os veículos sejam antigos bem ao gosto dos turistas, os carris que acabaram de ser instaladas nas ruas da baixa, são bem modernos, não necessitando de manutenção futura.
Será portanto, em plena celebração da Semana da Mobilidade, que os velhos eléctricos, na cidade que os viu nascer em Portugal, prometem fazer as delicias dos turistas que passam, e um viagem no tempo de todos aqueles que cresceram com ele.
Carris celebra 135 anos de existência
A Carris celebra a 18 de Setembro 135 anos de existência. A empresa lisboeta, fundada curiosamente no Rio de Janeiro, assinalará a data com a distribuição de pastéis de nata à população, por volta das 10 horas da manhã.
Inserida ainda nas comemorações do aniversário da Carris e em simultâneo com a da Semana da Mobilidade, será reaberto ao público o ascensor da Glória.
No complexo de Miraflores, será presidida pela Secretária de Estado dos Transportes Ana Paula Vitorino, uma cerimónia onde serão entregues diplomas a funcionários e serão apresentadas viaturas adaptadas ao transporte de bicicletas durante os fins-de-semana.
Serão ainda, apresentadas quatro novas carreiras, adaptadas ao transporte de cadeira de rodas.
Ascensor da glória reabre ao público
É já na próxima terça-feira dia 18, dia em que a Carris comemora os seus 135 anos de existência, que o ascensor da glória reabre ao público, depois de estar encerrado ao público desde 16 de Abril do ano passado, em consequência das obras de requalificação do túnel do Rossio.
A empresa pública rodoviária da capital foi ressarcida pela Refer, pela paragem do ascensor, dado que o túnel está situado a poucos centímetros abaixo do traçado do ascensor.
A Carris aproveitou a paragem do veículo para fazer a revisão periódica, revisão que deveria acontecer somente no final do ano mas que foi antecipada para não obrigar a uma nova paragem.
Fica de fora no entanto, a instalação de videovigilância em todos os ascensores da empresa para prevenir eventuais actos de vandalismo, visto que a Comissão Nacional de Protecção de Dados ainda não deu resposta à solicitação da Carris.
A empresa pública rodoviária da capital foi ressarcida pela Refer, pela paragem do ascensor, dado que o túnel está situado a poucos centímetros abaixo do traçado do ascensor.
A Carris aproveitou a paragem do veículo para fazer a revisão periódica, revisão que deveria acontecer somente no final do ano mas que foi antecipada para não obrigar a uma nova paragem.
Fica de fora no entanto, a instalação de videovigilância em todos os ascensores da empresa para prevenir eventuais actos de vandalismo, visto que a Comissão Nacional de Protecção de Dados ainda não deu resposta à solicitação da Carris.
Táxis obrigados a usar distico de vidiovigilância
A Portaria 1164-A/2007, de 12 de Setembro, acaba de aprovar o modelo de aviso para os táxis que instalem sistemas de videovigilância, sinalizando que neles se procede à captação e á gravação de imagens por razões de segurança, identificando o responsável pelo tratamento de dados e o respectivo contacto. O dístico terá de ser cor vermelha, possuir dimensões de 12,5 cm x 5,4 cm, e conter o seguinte aviso «Para sua segurança este táxi está equipado com sistema de videovilância de captação e gravação de imagens». Deve também ser colocado em local bem visível, em conformidade com a Lei 33/2007, de 13 de Agosto, que regulamenta a instalação e utilização de sistemas de videovigilância em táxis, fixando as finalidades autorizadas, os requisitos mínimos, as características dos equipamentos e o regime aplicável à sua homologação, instalação e fiscalização.
in: www.transportesemrevista.com/secção passageiros
in: www.transportesemrevista.com/secção passageiros
12/09/2007
Novos veículos no serviço «BusCas»
A Câmara Municipal de Cascais através da concessionária Scotturb que assegura o serviço na zona central de Cascais, o denominado «BusCas», vai substituir os actuais mini-autocarros, por três novos veículos standard, o que trará maior número de lugares para passageiros, com rampa de acesso a deficientes e ar condicionado.
O valor gasto na aquisição destes veículos ronda os 400 mil euros, que a Câmara prevê ser um investimento na melhoria da mobilidade dos cidadãos do concelho.
11/09/2007
Proibido fumar dentro dos táxis
A lei 27/2007 de 14 de Agosto estabelece que a partir de 1 de Janeiro de 2008 passa a ser proibido fumar dentro dos táxis.
A medida contempla igualmente, outros modos de transporte como teleféricos, transportes rodo e ferroviários, ascensores, etc.
Os utentes dos serviços de transportes apanhados a fumar incorrem numa coima que varia entre os 50 e os 750 euros. No caso dos táxistas, se estes fumarem enquanto transportam clientes, podem pagar uma multa entre os 50 e os 1000 euros.
10/09/2007
Prolongamento do metro até Santo Ovídio obriga a construção de túnel rodoviário

O prolongamento da linha amarela (D), do Metro do Porto implicará a construção de um túnel rodoviário por baixo da rotunda de Santo Ovídio.
As obras que arrancarão nos primeiros meses de 2008, permitirão a construção de um túnel de aproximadamente 275 metros, que permitem o fluxo de trânsito sem constrangimentos.
A extensão a construir para lá de Santo Ovídio será de 150 metros, permitirá futuro prolongamento até Laborim, e no imediato, a inversão das composições, para o regresso ao Porto.
O prolongamento da linha do metro até Santo Ovídio, não obriga contudo, à demolição da rotunda. No entanto, esta será alvo de uma remodelação, bem como as artérias adjacentes, de forma a permitir, não só a construção da estação, como dos acessos à mesma.
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