Estão instalados há vários meses no interface de transportes do Hospital de São João. A STCP instalou três painéis electrónicos neste interface para os passageiros estarem informados em tempo real sobre a chegada dos autocarros. Contudo, dos três painéis apenas um está em funcionamento, estando os outros dois desactivados há vários meses num dos locais com maior procura da cidade.
Sem se perspectivar a data para a sua entrada em funcionamento, nós perguntámos: porque razão a empresa fez este investimento, se não lhe dá uso?!
25/11/2010
Quase tudo pronto na linha F
São praticamente sete quilómetros a ligar o Estádio do Dragão a Fânzeres em Gondomar, e dez novas estações. A linha F do Metro do Porto irá abrir no final do ano.
Está praticamente tudo concluído ao longo destes sete quilómetros apesar de, a linha F ser mais extensa ao utilizar o tronco comum das linhas A, B, C e E entre o Dragão e a Sra. da Hora.

Por agora, decorrem os ensaios das composições, e a instalação das máquinas de venda e de validação de bilhetes, sinalética, painéis informativos, entre outros.A linha F (linha laranja) irá percorrer as zonas Andante C2, C1, C6, C9 e C8.
22/11/2010
Greve geral: empresas privadas e municipais poderão sofrer alterações
O dia da greve geral poderá originar algumas perturbações nos serviços de transportes.
É de conhecimento público que, Carris, STCP, Metro de Lisboa e Transtejo não terão serviços mínimos pelo que, o funcionamento destes serviços depende do número de trabalhadores que aderir à greve.
A CP e a Soflusa por seu turno, terão serviços minimos sobretudo em horas de ponta.
No que diz respeito às empresas municipais de transportes, e operadores privados, será difícil quantificar o nível de adesão dos trabalhadores à greve, e se os serviços serão afectados. Por isso, Transportes Urbanos de Braga, Coimbra, Transportes Sul do Tejo, Rodoviária de Lisboa, Transportes Colectivos do Barreiro, MoveAveiro, Vimeca, ou Scotturb, para citar alguns exemplos, é expectável que venham a suprimir alguns serviços em função da greve.
Por sua vez no sector aéreo serão cancelados os cinco voos diários da Air France entre Portugal e França, a Sata prevê reduzir fortemente as ligações para o Continente, e inter-ilhas. A Tap irá cancelar a maioria dos voos de médio curso, e ainda algumas ligações de longo curso.
É de conhecimento público que, Carris, STCP, Metro de Lisboa e Transtejo não terão serviços mínimos pelo que, o funcionamento destes serviços depende do número de trabalhadores que aderir à greve.
A CP e a Soflusa por seu turno, terão serviços minimos sobretudo em horas de ponta.
No que diz respeito às empresas municipais de transportes, e operadores privados, será difícil quantificar o nível de adesão dos trabalhadores à greve, e se os serviços serão afectados. Por isso, Transportes Urbanos de Braga, Coimbra, Transportes Sul do Tejo, Rodoviária de Lisboa, Transportes Colectivos do Barreiro, MoveAveiro, Vimeca, ou Scotturb, para citar alguns exemplos, é expectável que venham a suprimir alguns serviços em função da greve.
Por sua vez no sector aéreo serão cancelados os cinco voos diários da Air France entre Portugal e França, a Sata prevê reduzir fortemente as ligações para o Continente, e inter-ilhas. A Tap irá cancelar a maioria dos voos de médio curso, e ainda algumas ligações de longo curso.
21/11/2010
Greve geral: Carris, Metro Lisboa, Transtejo e STCP sem serviços minimos
Sem acordo dos trabalhadores em sede arbitral, O Tribunal não decretou serviços mínimos para o dia da greve geral na Carris, STCP, Transtejo e Metro de Lisboa.
Sem serviços mínimos fixados, o funcionamento destes operadores fica dependente da adesão ou não dos trabalhadores à greve geral do próximo dia 24.
O metro da capital pode mesmo encerrar. Na Carris, STCP, e Transtejo o número de ligações poderá ser fortemente afectado podendo em muitos casos não ser assegurado.Na Soflusa que faz a ligação entre a Praça do Comércio e o Barreiro estão asseguradas quinze ligações ao longo do dia.
Na CP também se prevêem fortes constrangimentos em todos os serviços, sem no entanto, se poder quantificar o números de ligações que irão ocorrer.
No Metro do Porto não estão previstos constrangimentos no dia da greve geral.
18/11/2010
Cimeira da Nato condiciona comboios da CP
A cimeira da Nato que se realiza em Lisboa amanhã e sábado irá condicionar os comboios da CP com partida e chegada a Lisboa.
A CP prevê atrasos nas ligações suburbanas dos serviços de Azambuja e Sintra. Algumas ligações do serviço regional, inter-cidades, Alfa Pendular, e internacionais poderão ser canceladas.
O quadro das alterações é o seguinte:
Reg.4424 Entroncamento (14h36)/Lisboa S.A. (16h11) 19-Nov Suprimidos entre Alverca e Lisboa S.A.
Reg. 4438 Entroncamento (21h44)/Lisboa S.A. (23h11) 19-Nov
Reg.4423 Lisboa S.A. (15h48)/Tomar (17h55) 19-Nov Suprimidos entre Lisboa S.A. e Alverca
Reg. 4437 Lisboa S.A. (22h48)/Tomar (00h44) 19-Nov
Reg.4402 Tomar (06h15)/Lisboa S.A. (08h11) 20-Nov Suprimido entre Alverca e Lisboa S.A.
Reg. 4407 Lisboa S.A. (07h48)/Tomar (09h49) 20-Nov Suprimido entre Lisboa S.A. e Alverca
•O comboio 4422 (Tomar 13h15 / Lisboa S.A. 15h11) de dia 20 de Novembro, terá o seu horário de partida antecipado em 10 minutos, em todas as estações.
info: www.cp.pt
A CP prevê atrasos nas ligações suburbanas dos serviços de Azambuja e Sintra. Algumas ligações do serviço regional, inter-cidades, Alfa Pendular, e internacionais poderão ser canceladas.
O quadro das alterações é o seguinte:
Reg.4424 Entroncamento (14h36)/Lisboa S.A. (16h11) 19-Nov Suprimidos entre Alverca e Lisboa S.A.
Reg. 4438 Entroncamento (21h44)/Lisboa S.A. (23h11) 19-Nov
Reg.4423 Lisboa S.A. (15h48)/Tomar (17h55) 19-Nov Suprimidos entre Lisboa S.A. e Alverca
Reg. 4437 Lisboa S.A. (22h48)/Tomar (00h44) 19-Nov
Reg.4402 Tomar (06h15)/Lisboa S.A. (08h11) 20-Nov Suprimido entre Alverca e Lisboa S.A.
Reg. 4407 Lisboa S.A. (07h48)/Tomar (09h49) 20-Nov Suprimido entre Lisboa S.A. e Alverca
•O comboio 4422 (Tomar 13h15 / Lisboa S.A. 15h11) de dia 20 de Novembro, terá o seu horário de partida antecipado em 10 minutos, em todas as estações.
info: www.cp.pt
17/11/2010
Carris adopta horários de Verão
Na próxima sexta-feira dia 19 de Novembro realiza-se em Lisboa a Cimeira da Nato. O Governo decretou para esse dia tolerância de ponto prevendo-se nesse dia, uma redução substancial nos transportes públicos.
Tendo em conta essa redução, a Carris vai adoptar para esse dia os horários de Verão, que podem ser consultados nas paragens.
Para além disso, antes, durante e depois da Cimeira prevêm-se alguns contragimentos, nomeadamente:
•A partir do início do dia 18 de Novembro e especialmente na manhã do dia 19:
- Cortes de circulação devido à deslocação das entidades entre o Aeroporto e os hotéis no Centro da Cidade: Afectadas as carreiras 25, 705, 745 781, junto à Rotunda da Encarnação, que aguardarão a passagem ou serão encurtadas invertendo a marcha; Cortes de circulação, de duração variável, afectando as carreiras que circulam ou cruzam os trajectos das comitivas;
•Deslocações de comitivas durante o início da tarde e da noite de 19 de Novembro e no início da manhã e princípio da tarde de 20 de Novembro:
- Interdição de circulação em algumas vias e paragens de duração variável em diversos locais do Centro da Cidade: Afectada a generalidade das carreiras que circulam no Marquês de Pombal, Av. da Liberdade, Av. Fontes Pereira de Melo, R. Joaquim António de Aguiar, Amoreiras, final da A5, Alcântara, etc., que aguardarão a passagem ou, se possível, serão desviadas por trajectos alternativos.
•A partir das 15:00 horas de 19 de Novembro até final do dia 20 de Novembro:
- Interdição de circulação na Av. D. João II, a partir da Estação Oriente, e da Alameda dos Oceanos, a partir da Rot. dos Vice-Reis, para norte: Encurtamento da carreira 708 à Estação Oriente (deixa de servir o Parque das Nações (Norte); Alteração do trajecto das carreiras 25, 44, 705, 759 e 782 entre Estação Oriente e Moscavide, via Av. Inf. D. Henrique.
•A partir das 12:00 horas do dia 20 de Novembro para realização de manifestações:
- Interdição de circulação no Marquês de Pombal, Av. da Liberdade, Restauradores e nos arruamentos que convergem nestes locais: Afectadas todas as carreiras que circulam, cruzam ou convergem nestes arruamentos, as quais terão os seus trajectos encurtados ou alterados; O perímetro de não circulação dos veículos da CARRIS poderá ser alargado.
•Outras perturbações poderão ainda ocorrer em resultado de ocorrências imprevistas ou não divulgadas.
in: www.carris.pt/noticias
Tendo em conta essa redução, a Carris vai adoptar para esse dia os horários de Verão, que podem ser consultados nas paragens.
Para além disso, antes, durante e depois da Cimeira prevêm-se alguns contragimentos, nomeadamente:
•A partir do início do dia 18 de Novembro e especialmente na manhã do dia 19:
- Cortes de circulação devido à deslocação das entidades entre o Aeroporto e os hotéis no Centro da Cidade: Afectadas as carreiras 25, 705, 745 781, junto à Rotunda da Encarnação, que aguardarão a passagem ou serão encurtadas invertendo a marcha; Cortes de circulação, de duração variável, afectando as carreiras que circulam ou cruzam os trajectos das comitivas;
•Deslocações de comitivas durante o início da tarde e da noite de 19 de Novembro e no início da manhã e princípio da tarde de 20 de Novembro:
- Interdição de circulação em algumas vias e paragens de duração variável em diversos locais do Centro da Cidade: Afectada a generalidade das carreiras que circulam no Marquês de Pombal, Av. da Liberdade, Av. Fontes Pereira de Melo, R. Joaquim António de Aguiar, Amoreiras, final da A5, Alcântara, etc., que aguardarão a passagem ou, se possível, serão desviadas por trajectos alternativos.
•A partir das 15:00 horas de 19 de Novembro até final do dia 20 de Novembro:
- Interdição de circulação na Av. D. João II, a partir da Estação Oriente, e da Alameda dos Oceanos, a partir da Rot. dos Vice-Reis, para norte: Encurtamento da carreira 708 à Estação Oriente (deixa de servir o Parque das Nações (Norte); Alteração do trajecto das carreiras 25, 44, 705, 759 e 782 entre Estação Oriente e Moscavide, via Av. Inf. D. Henrique.
•A partir das 12:00 horas do dia 20 de Novembro para realização de manifestações:
- Interdição de circulação no Marquês de Pombal, Av. da Liberdade, Restauradores e nos arruamentos que convergem nestes locais: Afectadas todas as carreiras que circulam, cruzam ou convergem nestes arruamentos, as quais terão os seus trajectos encurtados ou alterados; O perímetro de não circulação dos veículos da CARRIS poderá ser alargado.
•Outras perturbações poderão ainda ocorrer em resultado de ocorrências imprevistas ou não divulgadas.
in: www.carris.pt/noticias
15/11/2010
Inicio das obras Poceirão-Caia garantidas pelo ministro
O ministro das Obras Públicas António Mendonça garantiu hoje, o incio das obras entre o Poceirão e Caia em alta velocidade para o primeiro trimestre de 2011.
Apesar da empresa que gere a alta velocidade, a Rave, ser integrada na Refer, e o Governo ter admitido reavaliar as grandes obras públicas, o Governo pretende avançar com as obras do TGV. Para o ministro, "...reavaliar, não significa parar!", advertiu António Mendonça na Assembleia da República perante os deputados.
Apesar da empresa que gere a alta velocidade, a Rave, ser integrada na Refer, e o Governo ter admitido reavaliar as grandes obras públicas, o Governo pretende avançar com as obras do TGV. Para o ministro, "...reavaliar, não significa parar!", advertiu António Mendonça na Assembleia da República perante os deputados.
tags
obras,
rave,
TGV,
troço Poceirão-Caia
12/11/2010
Segunda fase do Metro do Porto já não avança
O Metro do Porto previa enviar ao Governo até ao final do ano o dossier sobra a segunda fase de construção do metro afim, de obter da tutela a autorização necessária para o lançamento do concurso público internacional.
Devido às restrições orçamentais, e a ter em conta as palavras do Secretário de Estado dos Transportes Carlos Correia da Fonseca, que anúnciou a suspensão de todas as obras públicas para reavaliação das mesmas, a segunda fase deverá uma vez mais ficar na gaveta.
A segunda fase já por várias vezes adiada teria um custo estimado de 1200 milhões de euros para a construção da linha do Campo Alegre; Hospital de S. João/Matosinhos Sul; o prolongamento da actual linha amarela à Urbanização de Vila d'Este; e ainda levar o metro até à Trofa, uma obra incorporada no projecto da primeira fase mas, nunca concretizada.
Em relação ao prolongamento à Trofa, decorria um concurso público internacional lançado à quase um ano, numa obra orçada em 140 milhões de euros. Também este deverá ser anulado, já que foi perrogado por mais dois anos o contrato para assegurar o serviço de autocarro entre a Estação do ISMAI na Maia e a Trofa.
O anterior ministro chegou a admitir um concurso único cujo vencedor seria responsável pela construção de todas as linhas, incluindo a extenção à Trofa. Esse vencedor, pagaria toda a fase de construção, recebendo anualmente uma verba do Estado por esse investimento. No entanto, com a reavaliação de todas as parcerias público-privadas actuais e futuras, a segunda fase do metro deverá ser adiada.
Devido às restrições orçamentais, e a ter em conta as palavras do Secretário de Estado dos Transportes Carlos Correia da Fonseca, que anúnciou a suspensão de todas as obras públicas para reavaliação das mesmas, a segunda fase deverá uma vez mais ficar na gaveta.
A segunda fase já por várias vezes adiada teria um custo estimado de 1200 milhões de euros para a construção da linha do Campo Alegre; Hospital de S. João/Matosinhos Sul; o prolongamento da actual linha amarela à Urbanização de Vila d'Este; e ainda levar o metro até à Trofa, uma obra incorporada no projecto da primeira fase mas, nunca concretizada.
Em relação ao prolongamento à Trofa, decorria um concurso público internacional lançado à quase um ano, numa obra orçada em 140 milhões de euros. Também este deverá ser anulado, já que foi perrogado por mais dois anos o contrato para assegurar o serviço de autocarro entre a Estação do ISMAI na Maia e a Trofa.
O anterior ministro chegou a admitir um concurso único cujo vencedor seria responsável pela construção de todas as linhas, incluindo a extenção à Trofa. Esse vencedor, pagaria toda a fase de construção, recebendo anualmente uma verba do Estado por esse investimento. No entanto, com a reavaliação de todas as parcerias público-privadas actuais e futuras, a segunda fase do metro deverá ser adiada.
09/11/2010
Empresas de transportes do Estado podem vir a reduzir a oferta
A noticia avançada pelo "Público" dá conta que as empresas de transportes do Estado (Carris, STCP, metros, Transtejo e CP) podem vir a reduzir a oferta devido aos cortes orçamentais.
Segundo, o plano do Orçamento de Estado para 2011, o Governo pretende cortar 15% nas verbas para os operadores públicos. Neste caso, pode-se equacionar a redução da oferta naqueles casos em que a mesma se considere desadequada à procura.
O Estado prevê também limitar a 6% o limite de endividamento face a 2010, reduzir cargos administrativos e de chefia em 20%, e os salários destes em 5%.
Segundo, o plano do Orçamento de Estado para 2011, o Governo pretende cortar 15% nas verbas para os operadores públicos. Neste caso, pode-se equacionar a redução da oferta naqueles casos em que a mesma se considere desadequada à procura.
O Estado prevê também limitar a 6% o limite de endividamento face a 2010, reduzir cargos administrativos e de chefia em 20%, e os salários destes em 5%.
tags
carris,
CP,
Metro de Lisboa,
Metro do Porto,
Metro Sul do Tejo,
Soflusa,
stcp,
Transtejo
08/11/2010
União Europeia apoia projecto de autocarros a hidrogénio
A União Europeia vai apoiar o projecto «Clean Hydrogen in European Cities» que prevê introduzir vinte e cinco autocarros equipados com células a hidrogénio nas cidades de Oslo, Milão, Londres, Aarau e Bolzano.
A ideia passa por vir gradualmente a equipar as frotas de autocarro com células de combústivel movidas a hidrogénio, e dotar as empresas com infra-estruturas de abastecimento.
Actualmente, decorrem outras experiências em cidades como Berlim, Hamburgo, Colónia e Whistler no Canadá. Também a cidade do Porto recebeu esta experiência entre 2001 e 2006 na primeira fase do projecto.
Os novos veículos consomem menos cinquenta por cento de H2 que a geração anterior.
A ideia passa por vir gradualmente a equipar as frotas de autocarro com células de combústivel movidas a hidrogénio, e dotar as empresas com infra-estruturas de abastecimento.
Actualmente, decorrem outras experiências em cidades como Berlim, Hamburgo, Colónia e Whistler no Canadá. Também a cidade do Porto recebeu esta experiência entre 2001 e 2006 na primeira fase do projecto.
Os novos veículos consomem menos cinquenta por cento de H2 que a geração anterior.
Parar a alta velocidade obriga a fazer muitas contas
A lista é grande e dificilmente quantificável, pois mistura despesas com perda de receitas e não há histórico de indemnizações em projectos tão caros, mas o PÚBLICO encontrou um valor - 890 milhões - que, englobando despesas potenciais e receitas que ficam por obter, poderá aproximar-se do que seria a factura mais imediata a pagar pelo Estado português por causa da paragem total do projecto TGV.
Que aconteceria se o Estado desistisse de construir a linha Poceirão-Caia? Em primeiro lugar, perdia 247 milhões de euros de fundos comunitários. E arriscava-se a perder mais 450 milhões de fundos que, podendo ser transferidos para outras obras de modernização territorial, dificilmente encontrariam destino, pois teriam de ser projectos maduros, com estudo de impacto ambiental já realizado e concurso público prestes a arrancar. Até 2015, e com o investimento público parado, não seria fácil, mas não impossível.
Ameaça de indemnizações
Já o consórcio que ganhou, por 1359 milhões de euros, a construção do primeiro troço do TGV em Portugal começaria por exigir indemnização pelos custos incorridos (dinheiro já gasto), seguida da indemnização pelas expectativas frustradas do negócio. A primeira será relativamente fácil de calcular. O que já se sabe é que, apenas até à fase da proposta, o consórcio gastou cerca de 20 milhões de euros. E a proposta foi entregue há muitos meses. Os custos incorridos deverão ultrapassar os 60 milhões de euros - o equivalente a cerca de 5 por cento do projecto. Já a indemnização pelas expectativas frustradas é mais difícil de fazer, até porque não há histórico de rescisões de contrato em projectos desta dimensão.
Em causa poderiam estar valores entre os 70 e os 140 milhões de euros de indemnização, mas o processo arrastar-se-ia, com os custos inerentes, pelos tribunais. Por exemplo, o diferendo entre a Refer e a Teixeira Duarte pelo cancelamento da empreitada das obras no túnel do Rossio, em que ambas as empresas exigiram indemnização uma à outra, arrasta-se desde 2006. Acresce ainda o contrato de manutenção da linha (12 milhões/ano durante 36 anos) que teria de ser cancelado, podendo, neste caso, a indemnização chegar aos 27 milhões de euros.
E a Espanha?
Há ainda outras questões que se colocam pela primeira vez: como resolver o imbróglio dos acima mencionados 247 milhões de fundos comunitários, que resultaram de uma candidatura conjunta entre Portugal e Espanha? Poderá Espanha exigir ser ressarcida pela desistência do seu "sócio", uma vez que este dinheiro se destinava ao troço transfronteiriço Évora-Mérida?
E os custos de imagem para Portugal nas instâncias comunitárias? Poderia voltar a recandidatar-se mais tarde a novos fundos para o projecto com a mesma credibilidade?
Contra os opositores do TGV, a Rave esgrime um argumento financeiro tout court: nos quatro anos de construção da linha Poceirão-Caia, o Estado só despende 110 milhões de euros (o grosso do esforço financeiro é do consórcio), mas deverá receber 400 milhões de receitas geradas pelo projecto. Trata-se não só do IVA, mas também de receitas de IRC, IRS e até do facto de muitos desempregados deixarem de receber subsídio de desemprego e passarem a descontar.
A factura da PPP virá mais tarde, mas, nessa altura, diz a Rave, já haveria receitas do projecto porque os comboios estariam a circular.
A paragem da alta velocidade comprometeria ainda o projecto do eixo Sines-Badajoz. Aquela linha vocacionada para mercadorias circula paralela à linha de alta velocidade projectada entre Évora e Caia, fazendo ambas parte da mesma concessão. A sua construção beneficia, por isso, de economias de escala de grande dimensão. Sem TGV, esta linha ou não se faz ou fica com um custo acrescido. E, entretanto, o país já investiu 159 milhões de euros na variante de Alcácer e está a preparar o investimento na linha entre Vendas Novas e Évora. Projectos estes que não serão integralmente aproveitados se não houver continuidade da linha para Espanha.
----------------------------------------
Maioria dos projectos mantém-se na Europa
A França, pioneira do TGV, vai avançar com a linha Atlântica, rumo à fronteira de Hendaya, avançando pela primeira vez com uma parceria público-privada, que será testada no troço Tours-Bordéus. Até agora, as linhas tinham sido feitas através do método de empreitada. Em projecto está também a linha Poitiers-Limôges.
A Alemanha conta já com 1285 quilómetros de rede de alta velocidade, tem 378 em construção e planeia fazer mais 670 nos próximos anos.
Em Itália, está construído o "T" que liga Turim e Milão a Roma e Nápoles. Este país conta com 923 quilómetros de linhas de alta velocidade e planeia ainda unir Milão a Veneza (245 quilómetros) e Génova a Milão (150 quilómetros).
A Holanda, país mais pequeno que Portugal, já tem 120 quilómetros de linha exclusiva para o TGV, a Suíça 35 e o Reino Unido 113. Este último pretende chegar com a alta velocidade de Londres a Birmingham e Manchester.
A Espanha vai inaugurar em Dezembro a linha Madrid-Valência (432 quilómetros) e mantém em construção 1787 quilómetros de linha. O seu ambicioso projecto de construir mais 1700 quilómetros sofreu, contudo, uma paragem devido à crise orçamental. O mesmo aconteceu na Polónia, que tem previstas duas linhas que somam 712 quilómetros.
Iãnki Barron, director do Departamento de Alta Velocidade da UIC (União Internacional dos Caminhos-de-Ferro), diz que a maioria dos países apostou nestes investimentos como uma forma de combater a crise, estimulando a economia e criando emprego. As coisas mudaram, mas de forma moderada, quando os défices públicos começaram a disparar, defende este responsável. "Quando muito, há uma desaceleração de novos projectos, mas o que estava planeado está a avançar. Só em Portugal e na Polónia é que as coisas não estão claras", disse ao PÚBLICO.
No mundo, existem 42 mil quilómetros de linhas de alta velocidade, das quais cerca de 18 mil na Europa e 21 mil na Ásia.
in: publico.clix.pt secção "Economia" de 8 Nov/10
Que aconteceria se o Estado desistisse de construir a linha Poceirão-Caia? Em primeiro lugar, perdia 247 milhões de euros de fundos comunitários. E arriscava-se a perder mais 450 milhões de fundos que, podendo ser transferidos para outras obras de modernização territorial, dificilmente encontrariam destino, pois teriam de ser projectos maduros, com estudo de impacto ambiental já realizado e concurso público prestes a arrancar. Até 2015, e com o investimento público parado, não seria fácil, mas não impossível.
Ameaça de indemnizações
Já o consórcio que ganhou, por 1359 milhões de euros, a construção do primeiro troço do TGV em Portugal começaria por exigir indemnização pelos custos incorridos (dinheiro já gasto), seguida da indemnização pelas expectativas frustradas do negócio. A primeira será relativamente fácil de calcular. O que já se sabe é que, apenas até à fase da proposta, o consórcio gastou cerca de 20 milhões de euros. E a proposta foi entregue há muitos meses. Os custos incorridos deverão ultrapassar os 60 milhões de euros - o equivalente a cerca de 5 por cento do projecto. Já a indemnização pelas expectativas frustradas é mais difícil de fazer, até porque não há histórico de rescisões de contrato em projectos desta dimensão.
Em causa poderiam estar valores entre os 70 e os 140 milhões de euros de indemnização, mas o processo arrastar-se-ia, com os custos inerentes, pelos tribunais. Por exemplo, o diferendo entre a Refer e a Teixeira Duarte pelo cancelamento da empreitada das obras no túnel do Rossio, em que ambas as empresas exigiram indemnização uma à outra, arrasta-se desde 2006. Acresce ainda o contrato de manutenção da linha (12 milhões/ano durante 36 anos) que teria de ser cancelado, podendo, neste caso, a indemnização chegar aos 27 milhões de euros.
E a Espanha?
Há ainda outras questões que se colocam pela primeira vez: como resolver o imbróglio dos acima mencionados 247 milhões de fundos comunitários, que resultaram de uma candidatura conjunta entre Portugal e Espanha? Poderá Espanha exigir ser ressarcida pela desistência do seu "sócio", uma vez que este dinheiro se destinava ao troço transfronteiriço Évora-Mérida?
E os custos de imagem para Portugal nas instâncias comunitárias? Poderia voltar a recandidatar-se mais tarde a novos fundos para o projecto com a mesma credibilidade?
Contra os opositores do TGV, a Rave esgrime um argumento financeiro tout court: nos quatro anos de construção da linha Poceirão-Caia, o Estado só despende 110 milhões de euros (o grosso do esforço financeiro é do consórcio), mas deverá receber 400 milhões de receitas geradas pelo projecto. Trata-se não só do IVA, mas também de receitas de IRC, IRS e até do facto de muitos desempregados deixarem de receber subsídio de desemprego e passarem a descontar.
A factura da PPP virá mais tarde, mas, nessa altura, diz a Rave, já haveria receitas do projecto porque os comboios estariam a circular.
A paragem da alta velocidade comprometeria ainda o projecto do eixo Sines-Badajoz. Aquela linha vocacionada para mercadorias circula paralela à linha de alta velocidade projectada entre Évora e Caia, fazendo ambas parte da mesma concessão. A sua construção beneficia, por isso, de economias de escala de grande dimensão. Sem TGV, esta linha ou não se faz ou fica com um custo acrescido. E, entretanto, o país já investiu 159 milhões de euros na variante de Alcácer e está a preparar o investimento na linha entre Vendas Novas e Évora. Projectos estes que não serão integralmente aproveitados se não houver continuidade da linha para Espanha.
----------------------------------------
Maioria dos projectos mantém-se na Europa
A França, pioneira do TGV, vai avançar com a linha Atlântica, rumo à fronteira de Hendaya, avançando pela primeira vez com uma parceria público-privada, que será testada no troço Tours-Bordéus. Até agora, as linhas tinham sido feitas através do método de empreitada. Em projecto está também a linha Poitiers-Limôges.
A Alemanha conta já com 1285 quilómetros de rede de alta velocidade, tem 378 em construção e planeia fazer mais 670 nos próximos anos.
Em Itália, está construído o "T" que liga Turim e Milão a Roma e Nápoles. Este país conta com 923 quilómetros de linhas de alta velocidade e planeia ainda unir Milão a Veneza (245 quilómetros) e Génova a Milão (150 quilómetros).
A Holanda, país mais pequeno que Portugal, já tem 120 quilómetros de linha exclusiva para o TGV, a Suíça 35 e o Reino Unido 113. Este último pretende chegar com a alta velocidade de Londres a Birmingham e Manchester.
A Espanha vai inaugurar em Dezembro a linha Madrid-Valência (432 quilómetros) e mantém em construção 1787 quilómetros de linha. O seu ambicioso projecto de construir mais 1700 quilómetros sofreu, contudo, uma paragem devido à crise orçamental. O mesmo aconteceu na Polónia, que tem previstas duas linhas que somam 712 quilómetros.
Iãnki Barron, director do Departamento de Alta Velocidade da UIC (União Internacional dos Caminhos-de-Ferro), diz que a maioria dos países apostou nestes investimentos como uma forma de combater a crise, estimulando a economia e criando emprego. As coisas mudaram, mas de forma moderada, quando os défices públicos começaram a disparar, defende este responsável. "Quando muito, há uma desaceleração de novos projectos, mas o que estava planeado está a avançar. Só em Portugal e na Polónia é que as coisas não estão claras", disse ao PÚBLICO.
No mundo, existem 42 mil quilómetros de linhas de alta velocidade, das quais cerca de 18 mil na Europa e 21 mil na Ásia.
in: publico.clix.pt secção "Economia" de 8 Nov/10
07/11/2010
Utente criou petição para exigir metro
"Atirei-me para a cabeça do touro". A declaração, aos 71 anos, de Henrique Cayolla não é suicida: embora transpire ânimo e vigor, este utente do metropolitano do Porto não tenciona ser forcado. Quer, antes, "abanar as pessoas" e contribuir para "defender o interesse comum".
O touro, esse, terá duas faces: "o povo que não está habituado a tomar iniciativas" e os governantes do país, a quem fará chegar a sua "Petição do metro para a Trofa", que criou sozinho e movido pelo espírito inconformado, interventivo e avesso à resignação.
Henrique Cayolla procura que "haja a consciência de que há poder, nomeadamente através da Internet, de as pessoas fazerem ver os seus direitos".
No caso, o da reposição de um meio de transporte - o comboio de via estreita que ligava a Trindade, no Porto, à Trofa, passado pela Maia - suprimido há quase uma década com a promessa da extensão da Linha Verde do metro até à Trofa.
Contemplada na primeira fase do metropolitano, a obra foi sendo protelada, mas os carris chegaram até ao ISMAI, na Maia. Houve promessas e atrasos incontáveis, um memorando de entendimento em 2007 e um compromisso firmado em território trofense, pela ex-secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, em vésperas das legislativas de 2009, com um convicto "vamos ter metro na Trofa já".
Finalmente, e passados mais de três meses do lançamento do concurso público, o procedimento foi cumprido. Neste ano, chegou-se à conclusão de que, afinal, não há dinheiro.
A empreitada foi retirada do plano de actividades da Metro do Porto. "O Governo tinha de assumir o compromisso. Não pode haver o pretexto de falta de verbas", diz Cayolla, que quer o maior número de assinaturas possível.
Alojado em http://www.peticaopublica.com/, o documento está na Internet desde o passado dia 31.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 7 Nov/10
O touro, esse, terá duas faces: "o povo que não está habituado a tomar iniciativas" e os governantes do país, a quem fará chegar a sua "Petição do metro para a Trofa", que criou sozinho e movido pelo espírito inconformado, interventivo e avesso à resignação.
Henrique Cayolla procura que "haja a consciência de que há poder, nomeadamente através da Internet, de as pessoas fazerem ver os seus direitos".
No caso, o da reposição de um meio de transporte - o comboio de via estreita que ligava a Trindade, no Porto, à Trofa, passado pela Maia - suprimido há quase uma década com a promessa da extensão da Linha Verde do metro até à Trofa.
Contemplada na primeira fase do metropolitano, a obra foi sendo protelada, mas os carris chegaram até ao ISMAI, na Maia. Houve promessas e atrasos incontáveis, um memorando de entendimento em 2007 e um compromisso firmado em território trofense, pela ex-secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, em vésperas das legislativas de 2009, com um convicto "vamos ter metro na Trofa já".
Finalmente, e passados mais de três meses do lançamento do concurso público, o procedimento foi cumprido. Neste ano, chegou-se à conclusão de que, afinal, não há dinheiro.
A empreitada foi retirada do plano de actividades da Metro do Porto. "O Governo tinha de assumir o compromisso. Não pode haver o pretexto de falta de verbas", diz Cayolla, que quer o maior número de assinaturas possível.
Alojado em http://www.peticaopublica.com/, o documento está na Internet desde o passado dia 31.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 7 Nov/10
05/11/2010
Ir ao futebol de metro, com o bilhete certo
No próximo domingo joga-se o clássico de futebol Porto X Benfica no Estádio do Dragão. Como habitualmente, o Metro do Porto irá reforçar as ligações aquele estádio com composições duplas antes e depois do jogo.
Para os adeptos vindos de fora, e que não conheçam o sistema de transportes do Porto, deixamos aqui algumas indicações.
Se por exemplo, chegar ao Norte pelo Aeroporto poderá apanhar o metro logo à saída. Para isso, basta adquirir um bilhete nas máquinas automáticas. Os bilhetes em questão têm um custo de 0.50€ e são recarregáveis, sem limite de tempo. Para além disso, deve carregar um título Z4 (1,50€) para poder viajar directamente até ao Dragão cuja viagem, está estimada em 41 minutos.
Da Casa da Música, Trindade, Estação de S. Bento, e Estação de Campanhã, basta adquirir um título Z2 (1€), e em poucos minutos estará no Estádio.
A partir de S. Bento pode apanhar o comboio até Campanhã e aqui mudar para o metro utilizando o mesmo título.
Do Aeroporto, o título adquirido tem validade de hora e meia, e pode ser utilizados tantas vezes quanto quiser no metro, autocarros e CP. Com o título Z2 a validade horária é de uma hora, utilizável igualmente em todos os transportes.
Para os adeptos vindos de fora, e que não conheçam o sistema de transportes do Porto, deixamos aqui algumas indicações.
Se por exemplo, chegar ao Norte pelo Aeroporto poderá apanhar o metro logo à saída. Para isso, basta adquirir um bilhete nas máquinas automáticas. Os bilhetes em questão têm um custo de 0.50€ e são recarregáveis, sem limite de tempo. Para além disso, deve carregar um título Z4 (1,50€) para poder viajar directamente até ao Dragão cuja viagem, está estimada em 41 minutos.
Da Casa da Música, Trindade, Estação de S. Bento, e Estação de Campanhã, basta adquirir um título Z2 (1€), e em poucos minutos estará no Estádio.
A partir de S. Bento pode apanhar o comboio até Campanhã e aqui mudar para o metro utilizando o mesmo título.
Do Aeroporto, o título adquirido tem validade de hora e meia, e pode ser utilizados tantas vezes quanto quiser no metro, autocarros e CP. Com o título Z2 a validade horária é de uma hora, utilizável igualmente em todos os transportes.
04/11/2010
Metro do Porto abre parque com 168 lugares
O Metro do Porto inaugurou um novo parque de estacionamento com capacidade para 168 lugares junto à estação de Pedras Rubras na linha vermelha. Nesta linha que liga o Estádio do Dragão à Póvoa de Varzim, existem actualmente 700 lugares disponíveis.
No total, a rede do metro oferece 3000 lugares gratuitos para quem viaja no metropolitano, estando também disponível a solução park&ride para utilizadores assíduos.
No total, a rede do metro oferece 3000 lugares gratuitos para quem viaja no metropolitano, estando também disponível a solução park&ride para utilizadores assíduos.
Governo suspende obras públicas em transportes na Grande Lisboa
Carlos Correia da Fonseca, Secretário de Estado dos Transportes garantiu ontem em visita às obras de prolongamento da linha vermelha ao Aeroporto que, os projectos anunciados para alargamento da rede de transportes da Grande Lisboa serão suspensos, ou reavaliados. Em causa estão algumas obras da Refer, e do alargamento do metropolitano como a extensão da linha azul ao Hospital Amadora-Sintra que criaria três novas estações, da linha amarela a Loures com cinco novas estações, e da expansão da linha vermelha até Sacavém com duas novas estações.
Apenas as obras actualmente em construção como o alargamento ao Aeroporto, ou da ligação da linha azul entre Amadora Este e a Reboleira serão feitas. No primeiro caso, estima-se que as obras estejam concluídas no último trimestre de 2011. A ligação à Reboleira estará concluída no primeiro trimestre de 2012.
Apenas as obras actualmente em construção como o alargamento ao Aeroporto, ou da ligação da linha azul entre Amadora Este e a Reboleira serão feitas. No primeiro caso, estima-se que as obras estejam concluídas no último trimestre de 2011. A ligação à Reboleira estará concluída no primeiro trimestre de 2012.
02/11/2010
Portugal com novas rotas low-cost
As duas maiores companhias aéreas da Europa em vôos low-cost, easyJet e Ryanair, inauguraram novas rotas de Portugal para a Europa.
A Ryanair abriu novas ligações do Porto e de Faro para Londres (Gatwick) com cinco vôos semanais a partir da Invicta para o aeroporto inglês, e quatro a partir de Faro.
Barcelona, Valência, Bolonha, Bremen, Maastricht, Marraqueche, Munique e Rodez são outras das rotas introduzidas pela companhia irlandesa a partir do Porto.
Por seu turno, a easyJet abriu uma nova rota a partir de Lisboa em direcção a Barcelona, depois da introdução das ligações a Edimburgo e de Toulouse.
A easyJet, com a inauguração da base aérea na Portela promete mais rotas a partir daquele aeroporto, prevendo-se a abertura de dez novas rotas até ao final de 2011.
A Ryanair abriu novas ligações do Porto e de Faro para Londres (Gatwick) com cinco vôos semanais a partir da Invicta para o aeroporto inglês, e quatro a partir de Faro.
Barcelona, Valência, Bolonha, Bremen, Maastricht, Marraqueche, Munique e Rodez são outras das rotas introduzidas pela companhia irlandesa a partir do Porto.
Por seu turno, a easyJet abriu uma nova rota a partir de Lisboa em direcção a Barcelona, depois da introdução das ligações a Edimburgo e de Toulouse.
A easyJet, com a inauguração da base aérea na Portela promete mais rotas a partir daquele aeroporto, prevendo-se a abertura de dez novas rotas até ao final de 2011.
tags
aeroporto da Portela,
Barcelona,
Bolonha,
Bremen,
easyJet,
Edimburgo,
La Rochele,
low-cost,
Maastricht,
Marraqueche,
Munique,
novas rotas,
Rodez,
Roma,
Ryanair,
Toulouse,
Valência
01/11/2010
Rodoviária de Lisboa com novos horários
A partir de amanhã a Rodoviária de Lisboa vai implementar algumas mudanças nos horários das seguintes carreiras: 005, 202, 205, 210, 216 cujo percurso também altera, e das carreiras 226, 228, 231 e 238 (rede amarela).
Na rede azul muda o horário e o percurso da carreira 305, e os horários das carreiras 306 e 323.
Na rede verde as carreiras 334, 345, 346, 353, 359, 360 mudam o horário.
A partir de 6 de Novembro as carreiras 343, 361 e 362 também mudam o seu horário.
Na rede azul muda o horário e o percurso da carreira 305, e os horários das carreiras 306 e 323.
Na rede verde as carreiras 334, 345, 346, 353, 359, 360 mudam o horário.
A partir de 6 de Novembro as carreiras 343, 361 e 362 também mudam o seu horário.
Metro do Porto reforça ligação à Póvoa
Segundo dados fornecidos pela empresa Metro do Porto, nas duas últimas semanas o tráfego de passageiros da linha B que liga a Póvoa de Varzim ao Estádio do Dragão cresceu 11%.
O crescimento coincide com a introdução das portagens nas SCUT desde o passado dia 15 de Outubro. Por isso, a partir de amanhã a Metro introduz mais duas partidas a partir da Póvoa em direcção à Trindade no serviço expresso. As novas partidas efectuar-se-ão às 7h30 e 8h01.
Para já, não se prevê um reforço nas partidas em direcção à Póvoa. No entanto, a empresa garantiu que ajustará a sua oferta de acordo com os níveis de procura registados.
O crescimento coincide com a introdução das portagens nas SCUT desde o passado dia 15 de Outubro. Por isso, a partir de amanhã a Metro introduz mais duas partidas a partir da Póvoa em direcção à Trindade no serviço expresso. As novas partidas efectuar-se-ão às 7h30 e 8h01.
Para já, não se prevê um reforço nas partidas em direcção à Póvoa. No entanto, a empresa garantiu que ajustará a sua oferta de acordo com os níveis de procura registados.
tags
Metro do Porto,
Porto,
Póvoa de Varzim
31/10/2010
Transportes Sul do Tejo com novos horários
A Transportes Sul do Tejo (TST) tem novos horários nas suas ligações. A partir de amanhã, a carreira 326 (Barreiro-Palmela) muda de horário sendo que, a ligação a Setúbal até agora assegurado por esta carreira, passará a ser efectuado pela carreira 767.
Mudam de horário as carreiras 604 (Amoreiras-Mercado), 609 (Camolas-Casal das Figueiras), e 614 (Camolas-Casal das Figueiras).
De referir, que a carreira 439 (Palmela-Pinhal Novo) é suprimida. O percurso efectuado por esta carreira é desdobrado pelas carreiras 413 (Alcochete-Setúbal) e 767 (Palmela-Setúbal).
A partir de 2 de Novembro mudam os horários das carreiras 201 (Cabo Espichel-Sesimbra), 223 (Aldeia do Meco-Sesimbra), 259 (Casais da Serra-Vila de Azeitão Escola C+S), 302 (Baixa da Banheira-Fogueteiro), 313 (Moita-Quatro Marcos) e 436 (circular Montijo-Montijo).
No dia 2 de Novembro será lançada também a carreira Charneca de Caparica - Marquês de Pombal. A nova ligação a Lisboa da TST será identificada com o número 151 e passará pelas localidades de Botequim, Lazarim, Sobreda, A Índio, Forum, Centro Sul, e Portagem.
* saber mais em: http://www.tsuldotejo.pt/index.php?page=noticias&sub=22&codNoticia=13
Mudam de horário as carreiras 604 (Amoreiras-Mercado), 609 (Camolas-Casal das Figueiras), e 614 (Camolas-Casal das Figueiras).
De referir, que a carreira 439 (Palmela-Pinhal Novo) é suprimida. O percurso efectuado por esta carreira é desdobrado pelas carreiras 413 (Alcochete-Setúbal) e 767 (Palmela-Setúbal).
A partir de 2 de Novembro mudam os horários das carreiras 201 (Cabo Espichel-Sesimbra), 223 (Aldeia do Meco-Sesimbra), 259 (Casais da Serra-Vila de Azeitão Escola C+S), 302 (Baixa da Banheira-Fogueteiro), 313 (Moita-Quatro Marcos) e 436 (circular Montijo-Montijo).
No dia 2 de Novembro será lançada também a carreira Charneca de Caparica - Marquês de Pombal. A nova ligação a Lisboa da TST será identificada com o número 151 e passará pelas localidades de Botequim, Lazarim, Sobreda, A Índio, Forum, Centro Sul, e Portagem.
* saber mais em: http://www.tsuldotejo.pt/index.php?page=noticias&sub=22&codNoticia=13
30/10/2010
Serviços especiais dia 1 de Novembro
No dia 1 de Novembro as empresas rodoviárias de transportes das principais cidades, ajustam algumas das suas linhas para melhor servirem os cemitérios.
Assim, no Porto a STCP reforça as seguintes linhas: 55, 204, 207, 305, 400, 401, 505 e ZM
Em Braga, os Transportes Urbanos reforçam a linha 19 (Enguardas » Quinta da Capela » Enguardas) entre a Ponte S. João e o Cemitério de Monte D'Arcos) no dia 31 entre as 8h e as 12h e as 14h e as 17h, e no feriado de dia 1 entre as 8h45 e as 12h15 e entre as 13h45 e as 17h45.
Assim, no Porto a STCP reforça as seguintes linhas: 55, 204, 207, 305, 400, 401, 505 e ZM
Em Braga, os Transportes Urbanos reforçam a linha 19 (Enguardas » Quinta da Capela » Enguardas) entre a Ponte S. João e o Cemitério de Monte D'Arcos) no dia 31 entre as 8h e as 12h e as 14h e as 17h, e no feriado de dia 1 entre as 8h45 e as 12h15 e entre as 13h45 e as 17h45.
28/10/2010
Sintra vai criar sistema de transportes sustentáveis
Chama-se Ecomob – Sistema Integrado de Transportes Sustentáveis de Sintra, o projecto que a Câmara Municipal de Sintra concebeu e irá implementar até final do próximo ano, naquele concelho da Área Metropolitana de Lisboa. O projecto, que está a ser desenvolvido pela AMES – Agência Municipal de Energia de Sintra, tem como principal objectivo permitir o acesso aos principais pontos turísticos da vila, através de veículos eléctricos. Uma das principais medidas que irão ser levadas a cabo é a extensão da actual linha do eléctrico que faz a ligação entre a Praia das Maçãs e Sintra, à estação ferroviária da Portela. Esta estação, que actualmente é um dos principais interfaces de transportes do concelho, irá também acolher um parque de estacionamento onde os turistas poderão alugar automóveis eléctricos e bicicletas eléctricas. A autarquia irá adquirir 10 veículos desta tipologia e prevê criar mais três parques de estacionamento onde se poderá levantar ou deixar os automóveis, mais precisamente em Colares, Praia Grande e Praia das Maçãs. A criação de uma rede de mini-autocarros eléctricos, que sirva os principais pontos turísticos da vila, é outra das medidas a ser implementadas. Segundo Luis Fernandes, da AMES, o acesso a esta rede irá funcionar com um cartão único, que depois de adquirido e carregado, permitirá viajar no eléctrico ou no mini-autocarro, assim como aceder aos automóveis e bicicletas.
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 28 Out/10
tags
autocarros eléctricos,
comboios,
CP,
Sintra
27/10/2010
Transportes aumentam 5%
A partir de 1 de Janeiro andar de transportes públicos pode vir a custar mais 5%.
A proposta do Governo no Orçamento de Estado para 2011 prevê um aumento tarifário na ordem dos 5%, acima da inflação prevista, que é de 2,2%.
A actualização tarifária será aplicada a transportadores públicos e privados. O Governo pretende ainda baixar as indemnizações compensatórias às empresas, isto é, verbas atribuídas pelo Estado para cobrir a diferença entre despesas e receitas.
Também os passes para estudantes sub_18, e sub_23 deverão sofrer uma redução dos apoios do Estado.
A proposta do Governo no Orçamento de Estado para 2011 prevê um aumento tarifário na ordem dos 5%, acima da inflação prevista, que é de 2,2%.
A actualização tarifária será aplicada a transportadores públicos e privados. O Governo pretende ainda baixar as indemnizações compensatórias às empresas, isto é, verbas atribuídas pelo Estado para cobrir a diferença entre despesas e receitas.
Também os passes para estudantes sub_18, e sub_23 deverão sofrer uma redução dos apoios do Estado.
26/10/2010
Transtejo e Soflusa fundidas
No âmbito da proposta de Orçamento de Estado para 2011 as empresas de transporte que garantem a travessia no Tejo: a Transtejo e a Soflusa serão fundidas numa só.
Apesar, de ambas empresas terem a mesma administração, juridicamente têm estatutos diferentes, o que lhes garante independencia de uma em relação à outra.
Também a Carris e Metropolitano de Lisboa, e a STCP e o Metropolitano do Porto, de acordo com a proposta orçamental, deverão desenvolver sinergias ao nível administrativo e operação das empresas.
O Metro do Montego por seu turno, será extinguido, e a operação integrada na Refer, o mesmo sucedendo com a Rave (Rede de Alta Velocidade), que também será integrada na Refer.
A CP Lisboa e CP Porto serão concessionadas.
Apesar, de ambas empresas terem a mesma administração, juridicamente têm estatutos diferentes, o que lhes garante independencia de uma em relação à outra.
Também a Carris e Metropolitano de Lisboa, e a STCP e o Metropolitano do Porto, de acordo com a proposta orçamental, deverão desenvolver sinergias ao nível administrativo e operação das empresas.
O Metro do Montego por seu turno, será extinguido, e a operação integrada na Refer, o mesmo sucedendo com a Rave (Rede de Alta Velocidade), que também será integrada na Refer.
A CP Lisboa e CP Porto serão concessionadas.
21/10/2010
Gondomar com ligação directa ao Hospital Santo António
Já era uma reivindicação antiga dos moradores de Gondomar, ter uma ligação directa ao Hospital de Santo António.
A partir da próxima 2ª-feira dia 25, a linha 801 da STCP será prolongada à Cordoaria, possibilitando aos gondomarenses uma ligação directa àquela unidade hospitalar.
O percurso extendido a partir da Rua Fernandes Tomás, contorna o Bolhão descendo a Rua Sá da Bandeira até à Praça D. João I. Cruzando a Av. dos Aliados entra no Túnel de Ceuta até à parte nova do Hospital Santo António, dando seguimento até à Cordoaria onde se situa a paragem terminal.
A partir da próxima 2ª-feira dia 25, a linha 801 da STCP será prolongada à Cordoaria, possibilitando aos gondomarenses uma ligação directa àquela unidade hospitalar.
O percurso extendido a partir da Rua Fernandes Tomás, contorna o Bolhão descendo a Rua Sá da Bandeira até à Praça D. João I. Cruzando a Av. dos Aliados entra no Túnel de Ceuta até à parte nova do Hospital Santo António, dando seguimento até à Cordoaria onde se situa a paragem terminal.
tags
extensão do percurso,
Gondomar,
linha 801,
Porto,
stcp
20/10/2010
Linha laranja inaugurada brevemente
A extensão da rede de metropolitano ligeiro até Fânzeres, Gondomar será inaugurada brevemente. Estima-se, assim escreve a imprensa, que por altura do Ano Novo seja possível viajar de metro até Gondomar.
Com as obras praticamente concluídas, a Metro irá fazer os primeiros testes com composições a circularem vazias nas primeiras semanas de Novembro e Dezembro.
Na prática são criados apenas sete quilómetros de rede entre o Estádio do Dragão e Fânzeres, e dez novas estações, mas esta extensão acrescentará à rede uma nova linha, a denominada linha laranja, ou linha F.
A linha F partirá de Fânzeres até ao Sr. de Matosinhos, num troço comum às linhas A, B, C, e E. A partir daqui, as composições podem ter outro destino como por exemplo a Maia, o Aeroporto, ou a Póvoa de Varzim.
Em horas de ponta a frequência será de quinze minutos.
Serão agora instaladas ao longo da linha as máquinas de validação e compra de bilhetes, painéis electrónicos, e sinalização.
Com as obras praticamente concluídas, a Metro irá fazer os primeiros testes com composições a circularem vazias nas primeiras semanas de Novembro e Dezembro.
Na prática são criados apenas sete quilómetros de rede entre o Estádio do Dragão e Fânzeres, e dez novas estações, mas esta extensão acrescentará à rede uma nova linha, a denominada linha laranja, ou linha F.
A linha F partirá de Fânzeres até ao Sr. de Matosinhos, num troço comum às linhas A, B, C, e E. A partir daqui, as composições podem ter outro destino como por exemplo a Maia, o Aeroporto, ou a Póvoa de Varzim.
Em horas de ponta a frequência será de quinze minutos.
Serão agora instaladas ao longo da linha as máquinas de validação e compra de bilhetes, painéis electrónicos, e sinalização.
19/10/2010
CP Porto e CP Lisboa concessionadas
De acordo com a proposta de Orçamento Geral do Estado, a CP terá a seu cargo a responsabilidade de efectuar um estudo sobre a viabilidade para a concessão das linhas suburbanas de Lisboa e Porto. Até Março do próximo ano, a empresa terá de apresentar as conclusões à Tutela sobre os moldes em que os dois serviços serão concessionados.
Sabe-se de algum tempo, que a Transdev estava interessada nestas concessões. Contudo, o processo terá de respeitar os trâmites legais, sendo o vencedor escolhido através de concurso público internacional.
Sabe-se de algum tempo, que a Transdev estava interessada nestas concessões. Contudo, o processo terá de respeitar os trâmites legais, sendo o vencedor escolhido através de concurso público internacional.
18/10/2010
easyJet vai abrir base aérea em Portugal
A companhia britânica de voos de baixo custo vai abrir a sua primeira base aérea em Portugal.
De acordo com o jornal "Público", a easyJet decidiu instalar uma base aérea no Aeroporto de Lisboa, com um investimento a rondar os 300 milhões de euros. Lisboa terá sido escolhida numa lista onde figuravam cinquenta e sete cidades como Barcelona e Amesterdão, devido ao seu potencial de crescimento.
A companhia promete criar cerca de dez novas rotas até ao final do próximo ano com a instalação desta base, e domiciliar na Portela sete aeronaves.
Apesar da easyJet operar em quatro aeroportos nacionais, é no Aeroporto de Lisboa que se centra a maior parte do seu investimento num total de dezasseis rotas, ameaçando a liderança da TAP.
Para além da companhia de bandeira, a easyJet é a primeira operadora aérea a instalar uma base no aeroporto da capital, depois da Ryanair há poucos dias ter anúnciado a intenção de instalar ali uma base até ao próximo Verão.
De acordo com o jornal "Público", a easyJet decidiu instalar uma base aérea no Aeroporto de Lisboa, com um investimento a rondar os 300 milhões de euros. Lisboa terá sido escolhida numa lista onde figuravam cinquenta e sete cidades como Barcelona e Amesterdão, devido ao seu potencial de crescimento.
A companhia promete criar cerca de dez novas rotas até ao final do próximo ano com a instalação desta base, e domiciliar na Portela sete aeronaves.
Apesar da easyJet operar em quatro aeroportos nacionais, é no Aeroporto de Lisboa que se centra a maior parte do seu investimento num total de dezasseis rotas, ameaçando a liderança da TAP.
Para além da companhia de bandeira, a easyJet é a primeira operadora aérea a instalar uma base no aeroporto da capital, depois da Ryanair há poucos dias ter anúnciado a intenção de instalar ali uma base até ao próximo Verão.
tags
aeroporto da Portela,
base aérea,
easyJet,
Lisboa,
low-cost,
novas rotas,
Ryanair,
TAP
16/10/2010
Metro do Porto lança serviço SMS segurança
O Metro do Porto lançou um serviço via telemóvel, que permite aos utentes denúnciar situações de perigo ou vandalismo.
Esta acção visa reforçar o sentimento de segurança em toda a rede, permitindo de forma célere corrigir situações através dos efectivos de segurança presentes nas estações.
Para proceder à denúncia via sms, o utente deverá escrever MP SOS mensagem que veve indicar a estação ou veículo onde se deu a ocorrência e enviar para o 4901. A mensagem tem um custo normal. No caso, da denúncia ser referente a um veículo, o utente deve indicar o número do veículo, que pode ser visto na parte dianteira e lateral, ex: MP071.
* brochura: metrodoporto.pt
Esta acção visa reforçar o sentimento de segurança em toda a rede, permitindo de forma célere corrigir situações através dos efectivos de segurança presentes nas estações.
Para proceder à denúncia via sms, o utente deverá escrever MP SOS mensagem que veve indicar a estação ou veículo onde se deu a ocorrência e enviar para o 4901. A mensagem tem um custo normal. No caso, da denúncia ser referente a um veículo, o utente deve indicar o número do veículo, que pode ser visto na parte dianteira e lateral, ex: MP071.
* brochura: metrodoporto.pt
11/10/2010
Gondomarense com três novas linhas
A empresa de transporte rodoviário Gondomarense iniciou a operação de três novas linhas em Gondomar.
O serviço é assegurado por mini-bus entre a freguesia de Rio Tinto e o centro do concelho.
A linha 81 liga Baguim do Monte ao Parque Nascente passando pela Escola E. B. 2/3 e funciona todos os dias da semana. vêr horário: (http://www.gondomarense.pt/horarios-2006/HORARIOS-PDF/NOVOS/81-BAGUIM-RIO%20TINTO.pdf)
A linha 82 liga Fânzeres ao Centro de Saúde, e funciona de 2ª a 6ª. vêr horários: (http://www.gondomarense.pt/horarios-2006/HORARIOS-PDF/NOVOS/82-FANZERES-SOUTO.pdf)
A linha 83 também funciona de 2ª a 6ª, será uma linha circular a partir de Valbom passando pela Junta de Freguesia, Escola E. B. 2/3, e pelas piscinas. vêr horário: (http://www.gondomarense.pt/horarios-2006/HORARIOS-PDF/NOVOS/83-VALBOM-CIRCULACAO.pdf)
O título de viagem pode ser adquirido a bordo, e tem um custo de 0.85€ para uma zona, e de 1.15€ para duas zonas. Menores de doze anos, e maiores de sessenta e cinco pagam apênas metade do bilhete.
Brevemente, segundo a Junta de Freguesia de Rio Tinto, estas linhas estarão integradas no sistema intermodal Andante.
O serviço é assegurado por mini-bus entre a freguesia de Rio Tinto e o centro do concelho.
A linha 81 liga Baguim do Monte ao Parque Nascente passando pela Escola E. B. 2/3 e funciona todos os dias da semana. vêr horário: (http://www.gondomarense.pt/horarios-2006/HORARIOS-PDF/NOVOS/81-BAGUIM-RIO%20TINTO.pdf)
A linha 82 liga Fânzeres ao Centro de Saúde, e funciona de 2ª a 6ª. vêr horários: (http://www.gondomarense.pt/horarios-2006/HORARIOS-PDF/NOVOS/82-FANZERES-SOUTO.pdf)
A linha 83 também funciona de 2ª a 6ª, será uma linha circular a partir de Valbom passando pela Junta de Freguesia, Escola E. B. 2/3, e pelas piscinas. vêr horário: (http://www.gondomarense.pt/horarios-2006/HORARIOS-PDF/NOVOS/83-VALBOM-CIRCULACAO.pdf)
O título de viagem pode ser adquirido a bordo, e tem um custo de 0.85€ para uma zona, e de 1.15€ para duas zonas. Menores de doze anos, e maiores de sessenta e cinco pagam apênas metade do bilhete.
Brevemente, segundo a Junta de Freguesia de Rio Tinto, estas linhas estarão integradas no sistema intermodal Andante.
tags
andante,
Baguim,
Fânzeres,
Gondomar,
Gondomarense,
novas rotas,
Rio Tinto,
Valbom
10/10/2010
Opinião: Más práticas!
Portugal é cada vez mais um país vocacionado para o turismo, e ainda bem! Os turistas, usam os transportes públicos para se moverem na cidade, e conhecerem os principais pontos de interesse histórico e cultural, o que é óptimo!
Para se moverem na cidade, turistas e utentes habituais precisam de uma boa rede de transportes colectivos. Mas, necessitam também de uma boa informação acerca dos mesmos.
Hoje, domingo dia 10 de Outubro, verificamos que o eléctrico 1 e 18 da STCP não estavam a operar, pelo menos de acordo com o horário afixado nas paragens, sem que existisse qualquer informação a avisar sobre possíveis alterações, ou cancelamentos destes serviços. Pior ainda, para quem nos visita e quer experimentar o serviço de eléctricos, não dispõe de qualquer informação sobre os mesmos.
Outro mau exemplo que testemunhamos, verificou-se na linha 500 da STCP quer no sentido Loios-Matosinhos, quer no sentido inverso. Um percurso que percorre a beira rio, e a zona marítima do Porto e Matosinhos e neste sentido, com forte procura por parte dos passageiros, estava a ser operada por veículos standard, em vez dos autocarros articulados.
A consequência deste mau planeamento, originou que os autocarros em circulação estivessem sobrelotados, provocando desconforto aos passageiros, e dores de cabeça a quem ficou na paragem por não conseguir entrar no autocarro.
E nós perguntamos à STCP: porque estavam a circular nesta linha autocarros standard, e estavam na recolha os veículos articulados?
J.A.
Para se moverem na cidade, turistas e utentes habituais precisam de uma boa rede de transportes colectivos. Mas, necessitam também de uma boa informação acerca dos mesmos.
Hoje, domingo dia 10 de Outubro, verificamos que o eléctrico 1 e 18 da STCP não estavam a operar, pelo menos de acordo com o horário afixado nas paragens, sem que existisse qualquer informação a avisar sobre possíveis alterações, ou cancelamentos destes serviços. Pior ainda, para quem nos visita e quer experimentar o serviço de eléctricos, não dispõe de qualquer informação sobre os mesmos.
Outro mau exemplo que testemunhamos, verificou-se na linha 500 da STCP quer no sentido Loios-Matosinhos, quer no sentido inverso. Um percurso que percorre a beira rio, e a zona marítima do Porto e Matosinhos e neste sentido, com forte procura por parte dos passageiros, estava a ser operada por veículos standard, em vez dos autocarros articulados.
A consequência deste mau planeamento, originou que os autocarros em circulação estivessem sobrelotados, provocando desconforto aos passageiros, e dores de cabeça a quem ficou na paragem por não conseguir entrar no autocarro.
E nós perguntamos à STCP: porque estavam a circular nesta linha autocarros standard, e estavam na recolha os veículos articulados?
J.A.
tags
eléctrico 1,
eléctrico 18,
eléctricos,
linha 500,
Matosinhos,
Porto,
stcp
30/09/2010
SMTUC disponibiliza carreiras especiais para o concerto dos U2
Linhas especiais dos Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) para o concerto dos U2 nos dias 2 e 3 de Outubro.
brochura: www.smtuc.pt
28/09/2010
Ryanair quer operar em Lisboa no próximo Verão
A companhia líder na Europa em voos de baixo custo quer operar no Aeroporto de Lisboa. A intenção foi manifestada por Daniel de Carvalho director de comunicações da Ryanair para a Europa numa conferência de imprensa ontem no Porto.
Segundo o responsável, a Ryanair prevê instalar uma base aérea no Aeroporto da Portela para competir directamente com a TAP.
Uma das razões para que a companhia ainda não operasse em Lisboa, devia-se ao facto deste aeroporto, devido aos seus constrangimentos em termos de capacidade, não garantir o "turnaround" da operadora (tempo de permanência no solo entre a chegada e a partida de um avião que a Ryanair fixa em 25 minutos).
A Ryanair quer por isso, utilizar o terminal de voos domésticos da Portela que permitiria cumprir o "turnaround". A operadora encontra-se por enquanto a negociar com a ANA.
A instalação de uma base na Portela, seria a terceira em Portugal, depois do Porto e Faro. Nestes dois aeroportos a Ryanair transporta cerca de 3,3 milhões de passageiros/ano.
A partir de Novembro, a Ryanair vai inaugurar mais 7 rotas a partir da Invicta, e domiciliar mais um avião naquele aeroporto, num investimento de cerca de 58 milhões de euros.
Segundo o responsável, a Ryanair prevê instalar uma base aérea no Aeroporto da Portela para competir directamente com a TAP.
Uma das razões para que a companhia ainda não operasse em Lisboa, devia-se ao facto deste aeroporto, devido aos seus constrangimentos em termos de capacidade, não garantir o "turnaround" da operadora (tempo de permanência no solo entre a chegada e a partida de um avião que a Ryanair fixa em 25 minutos).
A Ryanair quer por isso, utilizar o terminal de voos domésticos da Portela que permitiria cumprir o "turnaround". A operadora encontra-se por enquanto a negociar com a ANA.
A instalação de uma base na Portela, seria a terceira em Portugal, depois do Porto e Faro. Nestes dois aeroportos a Ryanair transporta cerca de 3,3 milhões de passageiros/ano.
A partir de Novembro, a Ryanair vai inaugurar mais 7 rotas a partir da Invicta, e domiciliar mais um avião naquele aeroporto, num investimento de cerca de 58 milhões de euros.
27/09/2010
CP já não vai comprar comboios novos
A CP decidiu excluir os quatro concorrentes – Alstom, Bombardier, CAF e Siemens – ao concurso para aquisição de novos comboios por alegadamente ter detectado deficiências nas propostas apresentadas pelos candidatos, segundo avança o jornal “Público”. As inconformidades nas propostas apresentadas evitam o pagamento de indemnizações aos concorrentes, o que sucederia em caso de suspensão de um concurso que previa a aquisição de 49 automotoras eléctricas – a maioria para a Linha de Cascais – e 25 composições diesel para o Serviço Regional da CP.
Lançado em Maio de 2009, o concurso implicava um investimento superior a 300 milhões de euros. A solução passa agora pela reabilitação de material circulante obsoleto, que conta com quase 40 anos. O aluguer de automotoras diesel à Renfe, por 5,35 milhões de euros por ano, constitui uma forma de ultrapassar a falta de material circulante novo para a CP Regional. Mais complicada é a situação na Linha de Cascais. As previsões indicam que os comboios só conseguem aguentar, em condições, mais dois a quatro anos.
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 27 Set/10
Lançado em Maio de 2009, o concurso implicava um investimento superior a 300 milhões de euros. A solução passa agora pela reabilitação de material circulante obsoleto, que conta com quase 40 anos. O aluguer de automotoras diesel à Renfe, por 5,35 milhões de euros por ano, constitui uma forma de ultrapassar a falta de material circulante novo para a CP Regional. Mais complicada é a situação na Linha de Cascais. As previsões indicam que os comboios só conseguem aguentar, em condições, mais dois a quatro anos.
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 27 Set/10
24/09/2010
Em breve será possivel usar o telemóvel para validar o bilhete
Importando uma prática existente no Japão, mas pioneira na Europa, a OTLIS, agrupamento complementar de impresas que gere o tarifário multimodal da região de Lisboa, prepara-se para implementar um sistema de validação de bilhetes através do telemóvel.
Estudos efectuados através de um grupo restrito de clientes no Metropolitano de Lisboa, confirmou o sucesso desta nova tecnologia.
Através do telemóvel será possivel entrar nos transportes e validar o bilhete, substituindo os tradicionais bilhetes.
Na prática, o cliente carrega no telemóvel o título de transporte como faz actualmente com o cartão «Lisboa Viva» e «Viva Viagem» sendo que, no futuro o poderá fazer em áreas especificas com acesso à internet sem que seja necessária a deslocação a um ponto de venda.
O título fica guardado no cartão SIM do telemóvel, e não interfere com o saldo de telecomunicações existente. Mesmo que o aparelho esteja desligado, basta aproximar o telemóvel ao validador para confirmar a viagem.
Está previsto ainda para este ano disponibilizar esta funcionalidade a utentes do Metropolitano de Lisboa, e em 2011 à Carris e CP. No futuro, todos os operadores da Área Metropolitana de Lisboa estarão em condições de oferecer este serviço.
Será possivel ainda, usar o cartão de crédito ou de débito para realizar as mesmas operações.
Estudos efectuados através de um grupo restrito de clientes no Metropolitano de Lisboa, confirmou o sucesso desta nova tecnologia.
Através do telemóvel será possivel entrar nos transportes e validar o bilhete, substituindo os tradicionais bilhetes.
Na prática, o cliente carrega no telemóvel o título de transporte como faz actualmente com o cartão «Lisboa Viva» e «Viva Viagem» sendo que, no futuro o poderá fazer em áreas especificas com acesso à internet sem que seja necessária a deslocação a um ponto de venda.
O título fica guardado no cartão SIM do telemóvel, e não interfere com o saldo de telecomunicações existente. Mesmo que o aparelho esteja desligado, basta aproximar o telemóvel ao validador para confirmar a viagem.
Está previsto ainda para este ano disponibilizar esta funcionalidade a utentes do Metropolitano de Lisboa, e em 2011 à Carris e CP. No futuro, todos os operadores da Área Metropolitana de Lisboa estarão em condições de oferecer este serviço.
Será possivel ainda, usar o cartão de crédito ou de débito para realizar as mesmas operações.
Câmara de Lisboa quer nova rede de eléctricos
A Câmara Municipal de Lisboa diz querer uma nova rede rápida de metropolitano ligeiro de superfície para servir zonas da capital que actualmente não dispõem de sistema de transporte. O objectivo está consubstanciado no Plano Director Municipal (PDM), apresentado no dia 23 de Setembro.
A autarquia pretende que a nova rede de metropolitano ligeiro de superfície estabeleça a ligação entre Algés e Praça da Figueira, Cais Sodré – Parque das Nações, Falagueira – Santa Apolónia e Alta de Lisboa – Entrecampos.
O novo PDM propõe ainda a criação de um anel na rede do Metropolitano de Lisboa, fundindo as linhas Verde e Amarelo. Outra ideia avançada pelo vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, consiste na reconversão da Segunda Circular numa alameda urbana para retirar veículos da cidade. Para o efeito estão a ser efectuados estudos por um organismo norte-americano.
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 24 Set/10
A autarquia pretende que a nova rede de metropolitano ligeiro de superfície estabeleça a ligação entre Algés e Praça da Figueira, Cais Sodré – Parque das Nações, Falagueira – Santa Apolónia e Alta de Lisboa – Entrecampos.
O novo PDM propõe ainda a criação de um anel na rede do Metropolitano de Lisboa, fundindo as linhas Verde e Amarelo. Outra ideia avançada pelo vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, consiste na reconversão da Segunda Circular numa alameda urbana para retirar veículos da cidade. Para o efeito estão a ser efectuados estudos por um organismo norte-americano.
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 24 Set/10
23/09/2010
Projecto "park&ride" chega a Lisboa
O anúncio foi feito por António Costa presidente da Câmara Municipal de Lisboa ontem, nas comemorações do "Dia Europeu Sem Carros".
O projecto "park and ride" prevê que a partir do próximo ano com um único bilhete os automobilistas possam deixar o automóvel em mais de cinco mil lugares de estacionamento, e possam viajar na cidade de transportes públicos.
A parceria envolve a Emel, a Empark, a Carris, metropolitano, Transtejo e a OTLIS e prevê um tarifário atractivo para os utilizadores do serviço.
O projecto "park and ride" há muitos anos que existe em várias cidades europeias. Em Portugal foi introduzido no Porto e nas cidades vizinhas com a construção do metro. As estações do metro nos principais eixos disponibilizam parques de estacionamento geridos pela metro, e com um único título, o automobilista pode deixar o seu carro em total segurança nos parques do metro e viajar tranquilamente pela rede com tarifários atractivos.
O projecto "park and ride" prevê que a partir do próximo ano com um único bilhete os automobilistas possam deixar o automóvel em mais de cinco mil lugares de estacionamento, e possam viajar na cidade de transportes públicos.
A parceria envolve a Emel, a Empark, a Carris, metropolitano, Transtejo e a OTLIS e prevê um tarifário atractivo para os utilizadores do serviço.
O projecto "park and ride" há muitos anos que existe em várias cidades europeias. Em Portugal foi introduzido no Porto e nas cidades vizinhas com a construção do metro. As estações do metro nos principais eixos disponibilizam parques de estacionamento geridos pela metro, e com um único título, o automobilista pode deixar o seu carro em total segurança nos parques do metro e viajar tranquilamente pela rede com tarifários atractivos.
22/09/2010
Odivelas e Oeiras na mira do futuro MetroBus
O MetroBus, um veículo rodoviário eléctrico, vai ligar a Amadora a Lisboa a partir de 2013 e terá capacidade para transportar mais de 2500 passageiros em hora de ponta. O presidente da Câmara da Amadora quer, no futuro, alargar o projecto a Odivelas e Algés (Oeiras).
O novo meio de transporte é um metro de superfície semelhante a um eléctrico, mas que, em vez de circular sobre carris, desloca-se nas estradas com pneus de borracha.
Durante a apresentação do projecto, ontem, o presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, considerou que este é um projecto “amigo do ambiente” que vai melhorar a mobilidade no município e que não requer grandes investimentos nas transformações das vias, uma vez que vai percorrer as estradas já existentes.
“Permite utilizar as vias existentes, com algumas adaptações, permite utilizar corredores próprios, e não é preciso fazer outras obras [túneis e viadutos] que realmente encarecem este país. Essa é uma grande vantagem”, disse.
Numa segunda fase do MetroBus está previsto um segundo troço, fazendo a ligação entre o Dolce Vita Tejo e Odivelas, num investimento estimado de cerca de 12 milhões de euros. Raposo admite que gostaria de ver o projecto estendido a Loures e Algés.
Já o secretário de Estado dos Transportes, Carlos Correia da Fonseca, defendeu que este é um projecto que deve servir de ?bandeira? a outros municípios.
“É a maneira de não andarmos a mandar dinheiro pela janela fora. Porque fazer um comboio para andar a transportar 100 passageiros por dia, como acontece em muitas situações, é brincar com o dinheiro dos contribuintes e é aumentar o endividamento das empresas”, sublinhou.
in: jn.sapo.pt secção "Lisboa"
“Temos neste momento o projecto do metro do Mondego e cada veiculo que lá vamos meter custa três milhões de euros. Para transportar quantas pessoas? É óbvio que aquela gente precisa de ter um modo de transportes estruturantes, e vai ter, mas tem que ser adequado às necessidades reais da procura”, rematou.
O novo meio de transporte é um metro de superfície semelhante a um eléctrico, mas que, em vez de circular sobre carris, desloca-se nas estradas com pneus de borracha.
Durante a apresentação do projecto, ontem, o presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, considerou que este é um projecto “amigo do ambiente” que vai melhorar a mobilidade no município e que não requer grandes investimentos nas transformações das vias, uma vez que vai percorrer as estradas já existentes.
“Permite utilizar as vias existentes, com algumas adaptações, permite utilizar corredores próprios, e não é preciso fazer outras obras [túneis e viadutos] que realmente encarecem este país. Essa é uma grande vantagem”, disse.
Numa segunda fase do MetroBus está previsto um segundo troço, fazendo a ligação entre o Dolce Vita Tejo e Odivelas, num investimento estimado de cerca de 12 milhões de euros. Raposo admite que gostaria de ver o projecto estendido a Loures e Algés.
Já o secretário de Estado dos Transportes, Carlos Correia da Fonseca, defendeu que este é um projecto que deve servir de ?bandeira? a outros municípios.
“É a maneira de não andarmos a mandar dinheiro pela janela fora. Porque fazer um comboio para andar a transportar 100 passageiros por dia, como acontece em muitas situações, é brincar com o dinheiro dos contribuintes e é aumentar o endividamento das empresas”, sublinhou.
in: jn.sapo.pt secção "Lisboa"
“Temos neste momento o projecto do metro do Mondego e cada veiculo que lá vamos meter custa três milhões de euros. Para transportar quantas pessoas? É óbvio que aquela gente precisa de ter um modo de transportes estruturantes, e vai ter, mas tem que ser adequado às necessidades reais da procura”, rematou.
Novos autocarros da Carris apresentados hoje
A Carris apresenta hoje entre as 10h e as 17h junto à Gare do Oriente 30 novos autocarros articulados.
Os veículos recepcionados durante o ano de 2010, integrando a política de renovação da frota da empresa, vêm equipados com espaço para acomodação de cadeira de rodas, e rampa de acesso.
Pela primeira vez, a Carris vai disponibilizar internet wireless grátis nos seus autocarros, num projecto experimental a bordo destas 30 novas unidades, e que irão servir as carreiras 36 e 745.
O investimento da empresa fixa-se na ordem dos 11 milhões de euros.
Os veículos recepcionados durante o ano de 2010, integrando a política de renovação da frota da empresa, vêm equipados com espaço para acomodação de cadeira de rodas, e rampa de acesso.
Pela primeira vez, a Carris vai disponibilizar internet wireless grátis nos seus autocarros, num projecto experimental a bordo destas 30 novas unidades, e que irão servir as carreiras 36 e 745.
O investimento da empresa fixa-se na ordem dos 11 milhões de euros.
20/09/2010
Linha do Norte: Mais de 30 casas demolidas e seis apeadeiros deslocados
O projecto de renovação da Linha do Norte entre Ovar e Vila Nova de Gaia implica a demolição de dezenas de casas (pelo menos 120 pessoas serão afectadas), de quatro armazéns industriais e a mudança de localização de cinco apeadeiros e uma estação.
A esmagadora maioria das casas a expropriar (32) e fica em Ovar. Naquele concelho, também irão abaixo quatro armazéns. Já em Espinho deverão ser derrubadas quatro habitações, e (parcialmente) duas estufas.
"Com base no número de habitações afectadas e na sua localização, procedeu-se à estimativa do número de residentes, tendo-se contabilizado 120 pessoas. O número de habitantes residentes e as suas características, em cada uma das habitações afectadas, deverá ser aferido em fase de projecto de execução", lê-se no estudo de impacto ambiental solicitado pela Refer à empresa Gibb.
O documento está em discussão pública até ao dia 5 de Novembro e admite que "serão efectuados estudos complementares no sentido de verificar a possibilidade de evitar algumas demolições de edificações habitadas".
A obra em 35 quilómetros de ferrovia é profunda, mas não se prevê que seja preciso interromper a circulação. Admite-se, contudo, aumento nos tempos de viagem, complicações no trânsito na envolvente à linha e mais dificuldades no acesso às estações e apeadeiros. Até porque a empreitada (ainda em fase de estudo prévio) prevê mudanças na localização de várias plataformas.
Os apeadeiros de Carvalheira /Maceda e de Coimbrões vão mudar 100 metros para Norte; os de Miramar e de Francelos deslocam-se para Sul 150 e 100 metros, respectivamente; e o de Cortegaça também se move para Sul, mas apenas 90 metros. Mais significativa será a mudança do apeadeiro de Silvalde, que passará a ser uma estação, mas 500 metros a Sul da actual localização.
As plataformas de Ovar, da Granja e de Valadares também serão alvo de requalificação generalizada. Aliás, todas as estações integradas no troço deverão passar a ter características que fomentem a intermodalidade: lugares de estacionamento para tomada e largada de passageiros, para táxis e bicicletas; paragens de autocarro; e novos esquemas de circulação rodoviária na envolvente.
No caso de Ovar, prevê-se a construção de um novo terminal de mercadorias, que permitirá "retirar o actual movimento de mercadorias da estação, libertando espaço para o tecido urbano".
O estudo indica que todas as passagens de nível entre Gaia e Ovar serão eliminadas, sendo que algumas já foram extintas entretanto. Entre Ovar e Silvalde serão construídas duas novas vias ao lado da via dupla existente.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 20 Set/10
A esmagadora maioria das casas a expropriar (32) e fica em Ovar. Naquele concelho, também irão abaixo quatro armazéns. Já em Espinho deverão ser derrubadas quatro habitações, e (parcialmente) duas estufas.
"Com base no número de habitações afectadas e na sua localização, procedeu-se à estimativa do número de residentes, tendo-se contabilizado 120 pessoas. O número de habitantes residentes e as suas características, em cada uma das habitações afectadas, deverá ser aferido em fase de projecto de execução", lê-se no estudo de impacto ambiental solicitado pela Refer à empresa Gibb.
O documento está em discussão pública até ao dia 5 de Novembro e admite que "serão efectuados estudos complementares no sentido de verificar a possibilidade de evitar algumas demolições de edificações habitadas".
A obra em 35 quilómetros de ferrovia é profunda, mas não se prevê que seja preciso interromper a circulação. Admite-se, contudo, aumento nos tempos de viagem, complicações no trânsito na envolvente à linha e mais dificuldades no acesso às estações e apeadeiros. Até porque a empreitada (ainda em fase de estudo prévio) prevê mudanças na localização de várias plataformas.
Os apeadeiros de Carvalheira /Maceda e de Coimbrões vão mudar 100 metros para Norte; os de Miramar e de Francelos deslocam-se para Sul 150 e 100 metros, respectivamente; e o de Cortegaça também se move para Sul, mas apenas 90 metros. Mais significativa será a mudança do apeadeiro de Silvalde, que passará a ser uma estação, mas 500 metros a Sul da actual localização.
As plataformas de Ovar, da Granja e de Valadares também serão alvo de requalificação generalizada. Aliás, todas as estações integradas no troço deverão passar a ter características que fomentem a intermodalidade: lugares de estacionamento para tomada e largada de passageiros, para táxis e bicicletas; paragens de autocarro; e novos esquemas de circulação rodoviária na envolvente.
No caso de Ovar, prevê-se a construção de um novo terminal de mercadorias, que permitirá "retirar o actual movimento de mercadorias da estação, libertando espaço para o tecido urbano".
O estudo indica que todas as passagens de nível entre Gaia e Ovar serão eliminadas, sendo que algumas já foram extintas entretanto. Entre Ovar e Silvalde serão construídas duas novas vias ao lado da via dupla existente.
in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 20 Set/10
O transporte adaptado a pessoas com mobilidade reduzida
Pode-se colocar a pergunta: "Estará hoje o transporte público adaptado às exigências de passageiros com mobilidade reduzida?" Se analisarmos as condições oferecidas pelos diversos operadores de transporte concluímos que Portugal está no bom caminho embora, muita coisa precise de ser feita.
Uma directiva comunitária transposta para a legislação nacional, obriga que a aquisição de novos autocarros obedeçam a determinados requesitos como por exemplo: ter piso rebaixado, espaço para cadeira de rodas e rampa de acesso manual ou automática.
Neste campo, as operadoras de Lisboa e Porto: Carris e STCP, têm desenvolvidos os maiores esforços para adaptar as suas estruturas de transporte a cidadãos de mobilidade reduzida. Mais de 70% da frota de um e de outro operador têm piso rebaixado e espaço para cadeira de rodas sendo que, na STCP mais de 60% da frota tem rampa de acesso automática.
Neste campo, as operadoras podem igualmente desenvolver soluções que facilitem a orientação de cidadãos portadores de deficiência.
A STCP em 2005 inverteu o sentido de espera nas paragens, ou seja, as pessoas passaram a formar a fila de frente para o veículo, sendo que, a porta da rectaguarda passa a estar livre para a saída de passageiros sem atropelos com as pessoas que aguardam o autocarro, e facilitadora para passageiros de mobilidade reduzida que precisem de usar as rampas de acesso para a entrada ou saída do autocarro.
Em 2007 a STCP celebrou com a ACAPO um projecto inovador. Denominado "Acessibilidade para todos" a STCP passou a disponibilizar em todas as paragens informação em brille do código smsbus. Assim, passou a ser possivel a deficientes visuais enviar um sms para saber a chegada do autocarro, e ao receber a mensagem com informação, esta é convertida em voz através de uma aplicação instalada no telemóvel.
A informação em brille inclui informação sobre origem e destino das linhas de autocarro, percurso e se determinada linha tem autocarros adaptados a pessoas com deficiência.
Em simultâneo, sempre que os autocarros da STCP chegam a uma paragem, é emitido um aviso sonoro para o exterior do veículo informando os utentes sobre a linha e o destino.
Também instalado há vários anos no interior dos autocarros da STCP, é o aviso de "próxima paragem" através de informação visual e sonora.
Recentemente a STCP foi premiada ao vencer a primeira edição do Prémio "Acessibilidade aos Transportes", atribuído pelo Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres. A operadora garante que até ao final de 2010 terá 100% da frota com piso rebaixado e 66% com rampa de acesso automática.
A Carris por seu turno, irá apresentar este mês um conjunto de iniciativas integradas no 138º aniversário da empresa, que decorre em simultâneo com as comemorações da Semana Europeia da Mobilidade, dirigidas a cidadãos especificos. As paragens da empresa terão informação em brille à semelhança do que fez a STCP, permitindo a utentes com deficiência visual aceder ao serviço de mensagens escritas.
A impresa vai disponibilizar ainda, cd's com informação áudio dos percursos, paragens e interfaces.
O site da Carris vai ser adaptado, permitindo aos cidadãos com necessidades especiais aceder a conteúdos web.
No dia 22 na Gare do Oriente serão apresentados trinta novos autocarros articulados que cumprindo as normas legislativas actuais, dispôem de rampa de acesso, espaço para cadeira de rodas e piso rebaixado.
Também o transporte ferroviário se vai adaptando a estas necessidades. Os metropolitanos têm apostado na melhoria das condições de acesso a passageiros de mobilidade reduzida. As composições são modernas e dispôem de espaço apropriado para o transporte de pessoas em cadeira de rodas, sendo que a este nível, o Metro do Porto desenvolveu um projecto único a nível mundial. O "Nave" em parceria com a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto permite que através de uma aplicação de telemóvel, os utentes possam ser conduzidos pelas estações, incluindo zonas de compra e validação de bilhetes, até à entrada das composições, sem necessidade de ajuda humana.
Nos comboios a situação não é tão animadora. Nos principais eixos como os comboios de longo curso, os suburbanos de Lisboa e Porto, alguns comboios regionais, e a Fertagus, as composições estão preparadas para oferecer a passageiros com necessidades especiais espaço para acomudação de cadeira de rodas, informação sonora, etc. Contudo, nem sempre as estações estão preparadas para acolher utentes com necessidades especiais seja pela falta de acessos para a condução de cadeira de rodas, plataformas que não estão ao nível da entrada para os comboios, falta de informação em brille para cidadãos invisuais, e de informação sonora.
Em muitas outras localidades infelizmente, o cenário é ainda um pouco cinzento. Muitas empresas operam com uma frota antiga e portanto, não preparada para estas situações, embora o cenário a pouco e pouco vá mudando.
Uma directiva comunitária transposta para a legislação nacional, obriga que a aquisição de novos autocarros obedeçam a determinados requesitos como por exemplo: ter piso rebaixado, espaço para cadeira de rodas e rampa de acesso manual ou automática.
Neste campo, as operadoras de Lisboa e Porto: Carris e STCP, têm desenvolvidos os maiores esforços para adaptar as suas estruturas de transporte a cidadãos de mobilidade reduzida. Mais de 70% da frota de um e de outro operador têm piso rebaixado e espaço para cadeira de rodas sendo que, na STCP mais de 60% da frota tem rampa de acesso automática.
Neste campo, as operadoras podem igualmente desenvolver soluções que facilitem a orientação de cidadãos portadores de deficiência.
A STCP em 2005 inverteu o sentido de espera nas paragens, ou seja, as pessoas passaram a formar a fila de frente para o veículo, sendo que, a porta da rectaguarda passa a estar livre para a saída de passageiros sem atropelos com as pessoas que aguardam o autocarro, e facilitadora para passageiros de mobilidade reduzida que precisem de usar as rampas de acesso para a entrada ou saída do autocarro.
Em 2007 a STCP celebrou com a ACAPO um projecto inovador. Denominado "Acessibilidade para todos" a STCP passou a disponibilizar em todas as paragens informação em brille do código smsbus. Assim, passou a ser possivel a deficientes visuais enviar um sms para saber a chegada do autocarro, e ao receber a mensagem com informação, esta é convertida em voz através de uma aplicação instalada no telemóvel.
A informação em brille inclui informação sobre origem e destino das linhas de autocarro, percurso e se determinada linha tem autocarros adaptados a pessoas com deficiência.
Em simultâneo, sempre que os autocarros da STCP chegam a uma paragem, é emitido um aviso sonoro para o exterior do veículo informando os utentes sobre a linha e o destino.
Também instalado há vários anos no interior dos autocarros da STCP, é o aviso de "próxima paragem" através de informação visual e sonora.
Recentemente a STCP foi premiada ao vencer a primeira edição do Prémio "Acessibilidade aos Transportes", atribuído pelo Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres. A operadora garante que até ao final de 2010 terá 100% da frota com piso rebaixado e 66% com rampa de acesso automática.
A Carris por seu turno, irá apresentar este mês um conjunto de iniciativas integradas no 138º aniversário da empresa, que decorre em simultâneo com as comemorações da Semana Europeia da Mobilidade, dirigidas a cidadãos especificos. As paragens da empresa terão informação em brille à semelhança do que fez a STCP, permitindo a utentes com deficiência visual aceder ao serviço de mensagens escritas.
A impresa vai disponibilizar ainda, cd's com informação áudio dos percursos, paragens e interfaces.
O site da Carris vai ser adaptado, permitindo aos cidadãos com necessidades especiais aceder a conteúdos web.
No dia 22 na Gare do Oriente serão apresentados trinta novos autocarros articulados que cumprindo as normas legislativas actuais, dispôem de rampa de acesso, espaço para cadeira de rodas e piso rebaixado.
Também o transporte ferroviário se vai adaptando a estas necessidades. Os metropolitanos têm apostado na melhoria das condições de acesso a passageiros de mobilidade reduzida. As composições são modernas e dispôem de espaço apropriado para o transporte de pessoas em cadeira de rodas, sendo que a este nível, o Metro do Porto desenvolveu um projecto único a nível mundial. O "Nave" em parceria com a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto permite que através de uma aplicação de telemóvel, os utentes possam ser conduzidos pelas estações, incluindo zonas de compra e validação de bilhetes, até à entrada das composições, sem necessidade de ajuda humana.
Nos comboios a situação não é tão animadora. Nos principais eixos como os comboios de longo curso, os suburbanos de Lisboa e Porto, alguns comboios regionais, e a Fertagus, as composições estão preparadas para oferecer a passageiros com necessidades especiais espaço para acomudação de cadeira de rodas, informação sonora, etc. Contudo, nem sempre as estações estão preparadas para acolher utentes com necessidades especiais seja pela falta de acessos para a condução de cadeira de rodas, plataformas que não estão ao nível da entrada para os comboios, falta de informação em brille para cidadãos invisuais, e de informação sonora.
Em muitas outras localidades infelizmente, o cenário é ainda um pouco cinzento. Muitas empresas operam com uma frota antiga e portanto, não preparada para estas situações, embora o cenário a pouco e pouco vá mudando.
tags
boas práticas,
carris,
comboios,
CP,
Fertagus,
Metro de Lisboa,
Metro do Porto,
Nave,
smsbus,
stcp
17/09/2010
Nova Loja da Mobilidade e novos ecrâs de informação ao passageiro
No dia 21 de Setembro e integrada nas comemorações da Semana Europeia da Mobilidade será inaugurada uma nova Loja da Mobilidade na Alameda Professor Hernâni Monteiro junto ao Hospital S. João e o serviço de partilha automóvel carpooling.
Em simultâneo será inaugurado os sistemas de informação em tempo real dos transportes públicos em ecrãs LCD instalados nas salas de espera do Hospital S. João e da Faculdade de Medicina à semelhança do serviço «GOBUS» recentemente inaugurado nas estações de metro de Campanhã, S. Bento, Trindade e Casa da Música e que permite saber os horários, percursos, tempos de espera e localização das paragens de autocarros que passam ali próximo. Contudo, este serviço apresenta algumas particularidades. É possivel consultar informações relativas a destinos, trajectos e horários de vários operadores de transporte como a STCP, Metro do Porto, Valpi, Arriva, Transdev, Auto Viação Minho, Auto Viação Tâmega, a Joalto Douro, Tanscovizela, entre outras, representando uma solução integradora dos diferentes operadores de transporte da zona norte.
Em simultâneo será inaugurado os sistemas de informação em tempo real dos transportes públicos em ecrãs LCD instalados nas salas de espera do Hospital S. João e da Faculdade de Medicina à semelhança do serviço «GOBUS» recentemente inaugurado nas estações de metro de Campanhã, S. Bento, Trindade e Casa da Música e que permite saber os horários, percursos, tempos de espera e localização das paragens de autocarros que passam ali próximo. Contudo, este serviço apresenta algumas particularidades. É possivel consultar informações relativas a destinos, trajectos e horários de vários operadores de transporte como a STCP, Metro do Porto, Valpi, Arriva, Transdev, Auto Viação Minho, Auto Viação Tâmega, a Joalto Douro, Tanscovizela, entre outras, representando uma solução integradora dos diferentes operadores de transporte da zona norte.
Carris transfere paragens na baixa
A partir das 16h de hoje a paragem da Carris situada na Rua de Alfândega que serve as carreiras 28, 92, 706, 709, 711, 735, 745, 759, 781, 782, 794, 206 e 210 será desactivada passando, as carreiras referidas a serem servidas nas paragens topo norte da Praça do Comércio conforme se apresenta na imagem.
*imagem: carris.pt/noticias
RL e TST têm novo sistema de informação ao cliente
A Rodoviária de Lisboa (RL) e a Transportes Sul do Tejo (TST) apresentaram, hoje, um sistema de informação em tempo real para os seus clientes que, entre outras utilidades, apresenta um sistema auditivo para invisuais, permite a leitura de cartões e títulos nas paragens e funciona a energia solar. A cerimónia de apresentação teve lugar nas instalações da RL, em Bucelas, e contou com a participação do secretário de Estado dos Transportes, Carlos Correia da Fonseca, que teve a oportunidade de verificar no local como funciona esta tecnologia considerada pioneira em Portugal.
Esta tecnologia resulta do upgrade realizado pelas duas empresas ao seu sistema de Informação ao Cliente em Tempo Real e apresenta novas funcionalidades, como a inclusão de informação sonora e visual a bordo das viaturas, com indicações relativas ao percurso e conteúdos informativos e de entretenimento e a implementação de uma nova geração de painéis de informação nas paragens, que permite a leitura de cartões e títulos sem contacto e cuja alimentação é assegurada por painéis solares. No sentido de promover a inclusão de pessoas com menos capacidade de acesso à informação, este sistema dispõe de um sistema sonoro que dá a informação contida no painel (previsões de chegada e respectivos destinos) e que é accionado através de um dispositivo portátil fornecido pelas empresas aos seus clientes. Para Corrêa de Sampaio, presidente da RL e administrador da TST «a adopção deste sistema tecnológico, pioneiro em Portugal, é mais um exemplo da aposta da Rodoviária de Lisboa numa melhoria constante dos seus serviços, que tem como objectivo facilitar a vida aos seus utilizadores. Para além disso, o sistema auditivo para invisuais - dentro e fora das viaturas - e o uso de energia solar vêm reforçar a nossa aposta no desenvolvimento social e ambiental».
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 16 Set/10
Esta tecnologia resulta do upgrade realizado pelas duas empresas ao seu sistema de Informação ao Cliente em Tempo Real e apresenta novas funcionalidades, como a inclusão de informação sonora e visual a bordo das viaturas, com indicações relativas ao percurso e conteúdos informativos e de entretenimento e a implementação de uma nova geração de painéis de informação nas paragens, que permite a leitura de cartões e títulos sem contacto e cuja alimentação é assegurada por painéis solares. No sentido de promover a inclusão de pessoas com menos capacidade de acesso à informação, este sistema dispõe de um sistema sonoro que dá a informação contida no painel (previsões de chegada e respectivos destinos) e que é accionado através de um dispositivo portátil fornecido pelas empresas aos seus clientes. Para Corrêa de Sampaio, presidente da RL e administrador da TST «a adopção deste sistema tecnológico, pioneiro em Portugal, é mais um exemplo da aposta da Rodoviária de Lisboa numa melhoria constante dos seus serviços, que tem como objectivo facilitar a vida aos seus utilizadores. Para além disso, o sistema auditivo para invisuais - dentro e fora das viaturas - e o uso de energia solar vêm reforçar a nossa aposta no desenvolvimento social e ambiental».
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 16 Set/10
AMTL cria marca “Transportes de Lisboa”
O Ministério das Obras Públicas Transportes e Comunicações e a Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa anunciaram que irá ser criada a marca “Transportes de Lisboa”, que irá ser comum a todos os operadores da capital. Esta foi apenas uma das iniciativas anunciadas pelo vereador da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Nunes da Silva, durante a cerimónia de apresentação da Semana da Mobilidade em Lisboa. A nova marca “procura transmitir o conceito de uma unidade que é criada para servir o cliente. Mais de que um conjunto de operadores, pretende-se comunicar um verdadeiro sistema intermodal ao serviço dos utilizadores” revelou Nunes da Silva. A marca terá uma imagem e logótipo que será adoptado por todas as entidades em conjunto com a sua própria marca. Para o responsável, este será o ponto de partida para o desenvolvimento futuro de instrumentos de difusão e informação ao público integrados, designadamente a criação de mapas de rede conjuntos, de um “call center” que preste informação sobre todos os modos de transporte e bilhética, entre outros.
Para além desta iniciativa, foram ainda anunciadas outras medidas como o lançamento de uma campanha de comunicação do sistema de transportes de Lisboa; o relançamento do site Transporlis, sistema de informação multimodal da AML; lançamento do concurso para a criação do Portal Lisboa Viva, que permitirá efectuar o carregamento de títulos de transporte, requisição do cartão Lisboa Viva, entre outros; alargamento do título “Zapping” a outros operadores, como a CP, Fertagus, Metro do Sul do Tejo e Transportes Colectivos do Barreiro (TCB); criação de um novo título de transportes para Famílias; e integração dos títulos de transporte com o estacionamento e modos suaves.
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 16 Set/10
Para além desta iniciativa, foram ainda anunciadas outras medidas como o lançamento de uma campanha de comunicação do sistema de transportes de Lisboa; o relançamento do site Transporlis, sistema de informação multimodal da AML; lançamento do concurso para a criação do Portal Lisboa Viva, que permitirá efectuar o carregamento de títulos de transporte, requisição do cartão Lisboa Viva, entre outros; alargamento do título “Zapping” a outros operadores, como a CP, Fertagus, Metro do Sul do Tejo e Transportes Colectivos do Barreiro (TCB); criação de um novo título de transportes para Famílias; e integração dos títulos de transporte com o estacionamento e modos suaves.
in: http://www.transportesemrevista.com/ de 16 Set/10
15/09/2010
Fertagus oferece viagens a utilizadores de bicicleta
No âmbito das comemorações da Semana Europeia da Mobilidade que começa amanhã e termina no próximo dia 22, a Fertagus decidiu oferecer viagens a quem se apresentar de bicicleta.
Esta iniciativa é válida em toda a rede, sem restrições de horários.
Para além de outras iniciativas levadas a cabo nas estações, a empresa irá oferecer títulos de viagem por lixo reciclado, e disponibilizar nas estações horários em braille.
Esta iniciativa é válida em toda a rede, sem restrições de horários.
Para além de outras iniciativas levadas a cabo nas estações, a empresa irá oferecer títulos de viagem por lixo reciclado, e disponibilizar nas estações horários em braille.
Subscrever:
Comentários (Atom)
Custom Search





.jpg)









