►STCP: com informação em tempo real no Whatsapp. ►Viseu: Transportes públicos grátis para todos os residentes. ►SMTUC com horários em tempo real no Google Maps. ►Travessia fluvial do Douro entrou em funcionamento. ►Porto: transportes gratuitos para portadores do cartão Porto. ►Plataforma Navegante com informação em tempo real de todos os transportes da de Lisboa. ► STCP e UNIR com horários em tempo real no Google Maps. ► Navegante mobile já disponível na Carris Metropolitana.

17/09/2008

Obstáculos à circulação em Lisboa

Reportagem RTP sobre as dificuldades sentidas por utentes com mobilidade reduzida nos transportes públicos em Lisboa.

*Clique no título para aceder ao vídeo!

STCP lança "Porto Tram City Tour"


Chama-se "Porto Tram City Tour" e é uma linha de eléctricos turisticos que a STCP vai lançar a partir de segunda-feira entre a zona do Infante e da Batalha, num percurso de 9 quilómetros apróximadamente.
Destinado sobretudo para o transporte de turistas, cada bilhete custará 15€ válido para o dia inteiro. Cada viagem contará com textos e audio-guia sobre a zona histórica da cidade.

Plano de construção da segunda fase do Metro do Porto apresentada até ao fim do mês

Até ao fim do mês ficarão defenidas as linhas da segunda fase do metro do Porto. Quem garante é a secretária de Estado dos Transportes que admite, contudo, que a falta de dinheiro pode adiar linhas previstas. Quais? Não disse.

Ana Paula Vitorino afirmou que o arranque da expansão do metro está dependente da conclusão de "uma proposta global" concebida pelo Conselho de Administração da Metro do Porto, juntamente com o Instituto de Mobilidade dos Transportes Terrestres, a ser apresentada aos accionistas, ao Governo e à Junta Metropolitana do Porto (JMP).

Dado como certo que só serão incluídas "linhas prioritárias" nesta segunda fase de expansão da rede do metro do Porto, "servindo as pessoas que tenham maior necessidade de um melhor sistema de transportes", não é afastada a hipótese de não serem executadas todas as linhas previstas no protocolo assinado, em Maio de 2007, entre a JMP e Governo.

Aliás, a secretária de Estado dos Transportes , que falava, ontem, aos jornalistas à margem de uma iniciativa no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade, na Maia, foi peremptória quando lembrou que "só se podem lançar concursos públicos de obra com a declaração de impacto ambiental", explicando que "esse trabalho não estava feito".

Neste caso, Ana Paula Vitorino apontou como exemplo a linha da Boavista, que tinha estudo de impacto ambiental feito apenas para "metade da linha".

A secretária de Estado referiu ainda que, independentemente de ser preciso "fasear" a construção das linhas do metro - "Porque o país não tem dinheiro para tudo"-, o que se pretende fazer é idealizar a rede "numa lógica de crescimento futuro", antecipando que será deixada para uma terceira fase da expansão do metro "linhas que têm a ver com futuros crescimentos previsíveis para a Área Metropolitana do Porto". "Temos de ter um plano de expansão global que seja válido por 20 anos e ver, então, dessa rede toda qual a que deve avançar primeiro, qualquer que seja o modelo", concluiu.

Confrontado com um possível adiamento nas obras previstas do metro, que incluem as linhas da Boavista, de Gondomar, Trofa e Gaia (até Laborim), o presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto, disse, ao JN, estar "confiante". Em seu entender, há que esperar pelo anúncio, até ao final do mês, das linhas que ficam definidas para a segunda fase de expansão do metro do Porto. Guilherme Pinto escusou-se a comentar a possibilidade de serem deixadas para outra fase algumas das linhas acordadas no protocolo assinadoentre o Governo e a JMP, reiterando que não quer "antecipar conclusões".

Já o vice-presidente da Câmara de Gaia, Marco António Costa, considerou que a falta de dinheiro invocada pela secretária de Estado dos Transportes serve de "desculpa" para o faseamento da obra. "Se não existe orçamento para o metro do Porto, também não pode haver para o futuro aeroporto de Lisboa ou para o TGV", sublinhou, confirmando que existe "um desconforto nos autarcas por causa dos atrasos do metro".

in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 17 Set/08

16/09/2008

Lufthansa compra Brussels Airlines

A Lufthansa em comunicado, faz saber que adquiriu 45% do capital da congénere belga Brussels Airlines, ex- Sabena, reforçando assim, o seu posicionamento de lider no mercado europeu de aviação.
A partir de 2011, a operadora poderá exercer o direito de compra sobre os restantes 55%.
Ainda em cima da mesa, está o interesse pela sueca SAS.

Carris com mais carreiras certificadas


A Carris prepara a certificação de mais 18 carreiras, tendo em conta factores como a valorização da qualidade dos serviços prestados nomeadamente, o tempo da duração da viagem, o cumprimento do intervalo de passagem, a pontualidade, a informação e o apoio ao Cliente e a limpeza dos veículos, etc.
As carreiras certificadas são: a carreira n° 21, 22, 34, 49, 64, 74, 79, 701, 706, 711, 713, 714, 720, 727, 765, 768, 777 e 782, passando para um total de quarenta.

14/09/2008

Alitalia pode encerrar dentro de horas


A Alitalia pode deixar de voar nas próximas horas dada a falta de acordo entre a empresa e os sindicatos. Quem o diz é o administrador-delegado da companhia Rocco Sabelli, que admite a falta de dinheiro para manter os aparelhos no ar. Contudo, durante o dia de hoje, não se verificou qualquer atraso nas partidas e chegadas, nem o cancelamento de nenhum voo.
Tudavia, durante o dia de hoje os sindicatos reúniram com o governo, afim de chegar a um acordo para evitar o fecho da companhia.
Em causa estão os novos contratos colectivos de trabalho para pilotos, pessoal técnico e administrativo, e assistentes de bordo, no qual que é previsto a redução do número de dias de férias, o aumento do número de horas de trabalho, e a redução dos vencimentos, para além da anúnciada redução do número de trabalhadores em cerca de quatro mil.
Os sindicatos ameaçam com trinta mil pessoas nas ruas.
Maurizio Sacconi, ministro do Trabalho convocou os sindicatos para uma nova ronda de negociações para o dia de 18.

12/09/2008

Lufthansa interessada na sueca SAS

A companhia aérea alemã Lufthansa mostrou interesse na compra da companhia aérea sueca SAS.
Segundo a Reuters, a Lufthansa terá apresentado uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) à SAS, continuando agora as negociações.
Por agora nenhuma das partes comentam, desconhecendo-se por enquanto, os valores da operação.

11/09/2008

Ryanair continua a negociar base aérea no Porto


Tudo não passou de um mal entendido. Afinal, a Ryanair face às noticias que davam conta do seu abandono em projectar no Porto uma base aérea, veio comunicar que a abertura de uma base em Barcelona, não encontra relação alguma com um presumivel abandono em construír uma base no Sá Carneiro. Segundo o comunicado da empresa, as negociações com a ANA (entidade gestora do aeroporto), ainda decorrem.

TAP vai "concorrer" com as low-cost


Foi ontem no Porto, que a Ryanair lançou de uma megapromoção para a venda de três milhões de lugares a um euro, com todas as taxas incluídas para voos a realizar entre 24 de Setembro e 28 Março de 2009, em reservas efectuadas até 23 de Setembro.
A TAP contudo, está para apresentar uma promoção capaz de concorrer com os preços das companhias low-cost.
A oferta é válida para 35 destinos dentro do continente europeu, com tarifas a partir dos 64€ em reservas a afectuar entre 15 de Setembro e 31 de Outubro em viagens a realizar entre 1 de Outubro de 2008 e 31 de Maio de 2009, revelou um dos administradores da companhia portuguesa Luiz Mór.

Também a KLM lançou uma campanha de preços para 35 destinos europeus, a 109€ ida e volta, para bilhetes comprados até 17 Setembro em viagens a efectuar até 15 de Dezembro de 2008.

Avião da Ryanair aterra de emergência em Dublin

Um avião da Ryanair aterrou emergência em Dublin, tratando-se do terceiro caso em apênas duas semanas.
A aterragem efectuada por uma medida de precaução, deveu-se ao facto da cauda do aparelho ter tocado a pista na descolagem do voo com destino a Londres.
Com 148 passageiros a bordo nenhum sofreu qualquer tipo de problema.

Ryanair desiste de base no Porto

O Porto não vai ter, para já, uma base da Ryanair. A companhia aérea alega falta de condições no momento em que o mercado é muito competitivo para instalar essa estrutura do Aeroporto Sá Carneiro. Mas vai para Barcelona.
Depois de meses de polémica com muitas vozes da região Norte a contestarem os obstáculos, colocados pela ANA - entidade gestora dos aeroportos nacionais -, à empresa irlandesa, o executivo de Marketing e Vendas para Portugal da Ryanair, Luís Fernandez-Mellado, explicou que o Porto não é opção neste momento. A garantia foi dada ontem de manhã numa conferência de Imprensa para a apresentação da campanha de Inverno daquela companhia de voos de baixo custo.
A razão para esta desistência prende-se com a inexistência de uma conjuntura atractiva para a criação da base no Sá Carneiro. "Neste momento, não estão reunidas as melhores condições para a Ryanair ter uma base no Porto. Estamos a atravessar uma fase muito competitiva e a situação da companhia é muito idêntica àquela que existia há um ano", esclareceu Luís Fernandez-Mellado. Curiosamente, foi há cerca de um ano que a empresa apresentou uma proposta à ANA para a instalação da base, na qual pedia tarifas mais baixas em troca da atracção de quatro milhões de passageiros ao longo de sete anos.
Apesar do mercado competitivo, a companhia irlandesa olha para Espanha. Luís Fernandez-Mellado adiantou que a Ryanair tem prevista a abertura de uma base num aeroporto, próximo de Barcelona, no início do próximo mês. Actualmente, a companhia opera no aeroporto de Girona. Ainda assim, não fecha a porta à colocação de uma estrutura semelhante no Sá Carneiro. No entanto, é uma hipótese a analisar no futuro ao longo prazo.
Findas as férias de Verão, volta a ser o projecto de base da Ryanair a espoletar a discussão sobre a gestão centralizada do Aeroporto de Pedras Rubras. Várias personalidades da região, ouvidas pelo JN, lamentam a oportunidade perdida. Rui Moreira, uma das vozes mais críticas da "falta de transparência" da gestão da ANA, não ficou surpreendido: "Era a crónica de uma morte anunciada".
Para o presidente da Associação Comercial do Porto, esta perda penalizará a região. "Era uma oportunidade que me parecia que podia estar perdida. Eu gostaria que tivesse sido agarrada. A ANA alega que as condições da Ryanair não eram economicamente viáveis. Mas, enquanto não houver transparência na gestão do aeroporto, tenho a maior das desconfianças sobre a capacidade da ANA de trazer negócio para o país", acusa Rui Moreira.
A Junta Metropolitana do Porto ainda espera por uma resposta do Governo aos estudos e às propostas, enviados no final de Julho. Este mês, voltar-se-á a ouvir a voz dos autarcas. Esta desistência da Ryanair é indicadora, na perspectiva de Rui Rio, de que a preocupação com uma gestão "subordinada à lógica centralista" do aeroporto do Porto tem sentido. Por isso, o presidente da Junta leva, de novo, o debate sobre a autonomização da liderança do Sá Carneiro à mesa metropolitana. A reunião está marcada para o dia 26.
O JN contactou o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, assim como a ANA, mas ambas as entidades recusaram fazer comentários à decisão empresarial da companhia de voos de baixo custo.

in: jn.sapo.pt secção "Porto" de 11 Set/08

09/09/2008

Novo record nos transportes públicos graças ao "Red Bull"


Cerca de 400 mil pessoas nos comboios urbanos do Porto nos dias 6 e 7, e cerca de 30 mil nos comboios Alfa Pendular e Intercidades, mais do que é habitual aos fins-de-semana. O Metro do Porto por seu turno, assinalou um acréscimo de 90 mil passageiros no conjunto dos dois dias, atingindo no Domingo cerca de 112 mil utentes, a maior afluência na história da empresa.
A STCP, embora ainda não tenha apresentado dados, reconhece que houve um aumento considerável na procura das linhas que circulavam para o local da prova.
Desta forma, é de assinalar a adesão ao transporte colectivo tal como era pedido pela organização da prova, e das forças de segurança, ao qual as empresas de transporte responderam com um aumento da oferta para os locais da prova, contribuindo deste modo, para a redução do tráfego automóvel.

Transportes. Concentração cria segundo maior grupo nacional

Concessões rodoviárias situam-se na Beira Litoral e Minho

A criação do segundo maior grupo de transporte público privado a operar em Portugal recebeu finalmente luz verde, nove meses depois de anunciado. A joint-venture entre a Transdev, empresa francesa que tem a operação do Metro do Porto, e um dos maiores grupos nacionais de transporte de passageiros, a Joalto, foi aprovada pela Autoridade da Concorrência.

No entanto, o novo grupo, que tem uma presença forte no Norte e Centro do país, terá de alienar a terceiros concessões em sete percursos na Beira Litoral e Minho: as linhas regulares de transporte rodoviário de passageiros Arco de Baulhe/Cabeceiras de Bastos, Anadia, Mogofores, Aveiro/Ílhavo, Coimbra/Penela, Coimbra/Condeixa-a-Nova e Vila Seca/Coimbra.

A passagem para outra entidade da exploração destes percursos interurbanos foi o compromisso assumido pelas duas empresas para resolverem os problemas de concorrência resultantes da sua associação que foram identificados pelo regulador. Esta proposta foi considerada suficiente e adequados para superar a posição dominante detectada naquelas linhas pela Autoridade da Concorrência que, na semana passada, se decidiu pela não oposição ao negócio. Ainda segundo a decisão da AdC, a Transdev e a Joalto não poderão proceder à recomenda destas concessões no prazo de cinco anos após a sua transmissão para terceiros.

O negócio vai dar origem a uma empresa comum, a JV Sociedade, que será detida pela Transdev Participações e por 11 accionistas individuais que detêm, de forma directa e indirecta, o capital da Joalto. Para além da operação do Metro do Porto, a Transdev controla a Rodoviária da Beira Litoral, a Rodoviária Entre Douro e Minho, a Caima Transportes, entre outros, com um total de 588 veículos. O Grupo Joalto é composto por 16 empresas de transporte rodoviário de passageiros, activas nas beiras e conta com uma frota de 782 veículos. Para além da compra de empresas locais ou regionais de transporte rodoviário, a Transdev também tem mostrado interesse em gerir as empresas públicas de transportes, em especial a Carris, caso o Governo decida avançar por essa via.

'Joint-venture' chumbada

Com cerca de 14% do mercado em número de veículos, segundo dados de 2007, o novo grupo ficará logo atrás da Barraqueiro.

Esta empresa, que controla os Transportes Sul do Tejo, tem a operação do comboio na Ponte 25 de Abril (Fertagus) e o Metro Sul do Tejo. A Barraqueiro tentou em 2004 constituir uma joint-venture para o transporte de passageiros nas travessias do Tejo com os britânicos da Arriva, que foi chumbada pela Concorrência, que na altura recusou a proposta de cedência de carreiras entre as duas margens de Lisboa. A contestação a este chumbo ainda está a ser analisada em tribunal. Entretanto, o grupo britânico Arriva comprou 30,5% da Barraqueiro.

08/09/2008

Obras obrigam a transbordo na Linha de Sintra

Obras na linha de comboio de Sintra vão obrigar a um transbordo dos passageiros entre as estações de Monte Abraão, Cacém e Meleças, nos dias úteis entre esta segunda-feira e 24 de Outubro, no horário nocturno.

Segundo comunicado da CP hoje enviado à Lusa, os comboios com saída da estação Roma-Areeiro às 21:55, 22:55 e 23:55 e as composições com partida de Meleças às 22:39 e 23:09 têm, respectivamente, fim e início na estação de Monte Abraão.

Os passageiros dos comboios com origem na estação Roma-Areeiro que queiram sair nas estações seguintes, nomeadamente em Meleças, terão de mudar de comboio na estação de Monte Abraão.

Durante o período das obras, os passageiros que partem ou se dirigem a Meleças terão à disposição um serviço rodoviário alternativo, com início e fim na estação do Cacém.

As obras na linha de Sintra, da responsabilidade da empresa gestora da Rede Ferroviária Nacional (REFER) destinam-se a quadruplicar a via entre os quilómetros 13,750 e 18,205.

in: www.jn.pt secção "Lisboa" de 8 Set/08

06/09/2008

Como ir para o "Red Bull Air Race" de transportes públicos


Para os espectadores da prova "Red Bull Air Race", que utilizem os transportes públicos para se deslocarem para o local da prova deverão utilizar a estação de General Torres, a mais próxima do evento, se viagarem nos comboios inter-cidades e Alfa Pendular.
Também poderão saír em Campanhã e trocar de comboio para Porto S. Bento (cerca de 7 minutos), e fazer o restante caminho a pé. Ou ainda, a partir de Campanhã apanhar o metro (linhas "A", "B", "C" e "E" com frequência de 3 minutos cada composição), saír na "Trindade" e trocar para a linha "D" com destino a S. Bento (cerca de 6 minutos frequência cada composição).
No entanto, amanhã Domingo, a linha "D" não fará a ligação entre as duas estações mais próximas da prova, ou seja, S. Bento e General Torres em Gaia, entre as 11:00h e as 17:30h, por motivos de segurança imposta pela organização da prova.
Os utentes deverão comprar um título ANDANTE" Z2, de preferência de ida e volta, para evitar filas, válido igualmente para os autocarros, e os comboios urbanos entre "General Torres", "Campanhã" e "S. Bento".

Transportes públicos ganham novos clientes

Há cada vez mais condutores a deixar o carro em casa e a utilizar transportes públicos. O sistema ferroviário registou, no primeiro semestre, o volume mais elevado de passageiros dos últimos seis anos e o metro ganhou clientes.

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, o tráfego total em comboios suburbanos e interurbanos atingiu 79,7 milhões de passageiros, no primeiro semestre. Este valor não só representa um crescimento de 1,4%, em termos homólogos, como é necessário recuar seis anos nos registos do INE para encontrar um volume total de passageiros mais elevado, até Junho (81,5 milhões, em 2002).

A crescente utilização de comboios nas deslocações dá-se em paralelo com uma maior captação de clientes por parte do metro, quer em Lisboa quer no Porto. Foi no sistema nortenho que se deu a maior subida. O metro do Porto transportou 25,5 milhões de passageiros, no primeiro semestre, mais 4,2% do que em igual período do ano passado, em que foram transportados cerca de 24,5 milhões de pessoas. O ganho de cerca de um milhão de passageiros significa, em termos médios, cerca de novos 5500 passageiros diários.

No metro de Lisboa, houve um crescimento de 0,8% no número de passageiros, que ascendeu a 91,9 milhões, mais 730 mil do que no semestre homólogo, aproximadamente. Em média, há quatro mil novos clientes diários. O INE aponta ainda para o aumento do transporte fluvial: os 15,6 milhões de passageiros registados nesta modalidade de transporte representam uma subida de 3,8%, face a 2007.

Na base do aumento da utilização de comboios, metros e ligações de barco estará a transferência de utilizadores de viaturas particulares para os transportes colectivos. O período a que reportam os dados do INE coincide com os meses em que o preço dos combustíveis bateu recordes sucessivos.

Os dados de tráfego rodoviário conhecidos até à data reforçam esta tese. A Brisa, que detém a principal fatia das auto-estradas nacionais, regista um decréscimo de 1,6% no tráfego total, no primeiro semestre. A Lusoponte, concessionária das duas travessias do rio Tejo, regista quebras de 0,5% na ponte 25 de Abril e 1,1% na Vasco da Gama, também nos primeiros seis meses do ano.

in: www.jn.pt secção "Sociedade" de 6 Set/08

Obras do aeroporto de Beja adjudicadas

As obras da 2.ª empreitada de construção do aeroporto de Beja, cujo início atrasou 10 meses, foram adjudicadas e vão começar "de imediato", disse o presidente da empresa gestora da infra-estrutura aeroportuária.

A empreitada foi adjudicada ao consórcio formado pela empresa Teodoro Gomes Alho e o grupo OPWAY, que resultou da fusão entre as empresas OPCA e SOPOL, esta à qual foi adjudicada a primeira empreitada, precisou o presidente da Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB), José Queirós.

Segundo o responsável, a segunda empreitada prevista para ter início em Novembro de 2007 e terminar no final do passado mês de Julho, vai começar "de imediato", dado que o empreiteiro já dispõe de estaleiro montado na zona desde a primeira empreitada.

Orçada em pouco mais de 9,5 milhões de euros, a empreitada, que deverá durar seis meses e meio, disse José Queirós, inclui a construção dos terminais (um de passageiros e outro de carga) e dos edifícios (de serviços, bombeiros, material de placa, portaria e inactivação de explosivos).

O atraso no início das obras, justificou o responsável, deveu-se a um impasse no concurso público, que durou sete meses e terminou no passado mês de Julho, quando o Conselho de Administração da EDAB decidiu adjudicar a segunda empreitada.

Após a comissão de avaliação ter chumbado, no final de 2007, todas as propostas do concurso público para a execução da segunda empreitada, "devido a respostas incompletas nos processos", lembrou José Queirós, a EDAB convidou as empresas concorrentes a enviar novas propostas e uma outra comissão de avaliação, através de negociações directas, "escolheu a proposta mais favorável".

A primeira empreitada, que arrancou em Abril de 2007, também sofreu atrasos e terminou no passado mês de Julho, três meses após o previsto, permitiu construir a placa de estacionamento, as áreas operacionais e as estradas de ligação às pistas da Base Aérea n/o 11 (BA11), num investimento de 10 milhões de euros.

A entrada em funcionamento do aeroporto de Beja estava prevista para o final deste ano, mas, devido ao atraso no arranque da segunda empreitada, José Queirós prefere não aludir a prazos.

Actualmente, a EDAB está a apreciar um recurso apresentado por um dos concorrentes do concurso público para a construção da estação de tratamento de águas residuais, uma obra orçada em 850 mil euros e que José Queirós estima que poderá ser adjudicada "até ao final deste mês".

in: www.jn.pt secção "Beja" de 6 Set/08

Aeroporto Sá Carneiro regista o maior crescimento de tráfego

Nos primeiros seis meses do ano, foram movimentados 13 millhões de passageiros nos aeroportos portugueses.

Considerando os aeroportos de maior dimensão, o INE assinala que o principal aumento de tráfego é verificado no Porto, em que o volume de passageiros é de 20,5%, passando a barreira dos dois milhões de passageiros movimentados em seis meses.

O aeroporto da Madeira ocupa o segundo lugar no crescimento da captação de passageiros, tendo registando uma subida de 5,1% no número de passageiros (1,2 milhões). Segue-se Lisboa, cujo tráfego aumentou 4,8%, situando-se nos 6,4 milhões.

O INE indica que, até Junho, passaram pelos aeroportos nacionais mais de 70 mil aeronaves comerciais, um crescimento de 3,4% face ao mesmo período do ano passado. O tráfego internacional de passageiros representou 81,3% do total, com o restante a pertencer a viajantes em tráfego nacional. Os passageiros do espaço Schengen constituem 54% do tráfego internacional, cerca de 27% veio da União Europeia não-Schengen e os restantes 19% de fora do espaço comunitário.

in: www.jn.pt secção "Porto" de 6 Set/08

05/09/2008

Negociações entre Alitalia e sindicatos díficeis


Estão díficeis as negociações entre o Conselho de Administração (CA) da Alitalia e os nove sindicatos representantivos dos trabalhadores. Em causa está a reestruturação da empresa, que culminará com a falência técnica da actual companhia, e o nascimento de uma nova formada por uma aliança de empresários italianos, e que provocará o despedimento de cerca de três mil trabalhadores, dos cerca de dezassete mil e quinhentos que actualmente estão ao serviço da Alitalia.
Cerca de catorze mil e quinhentos serão admitidos na nova companhia, que se chamará Companhia Aérea Italiana (CAI) e que poderá entrar em funcionamento com as novas cores já a 1 de Novembro. Os restantes três mil duzentos e cinquenta, segundo o ministro do Trabalho italiano Sacconi, serão dispensados,
Por seu turno, Rocco Sabelli administrador-delegado da CAI, fez saber que em 2009 a companhia terá cento e trinta e sete aparelhos, e em 2013: cento e cinquenta e oito, dos quais dezasseis destinados a ligações inter-continentais.
Nas ligações a Roma a partir de Milão, será usado o aeroporto de Linate.

Terminal fluvial do T. do Paço será requalificado

As obras de remodelação do terminal fluvial do Terreiro do Paço deverão ter início no final do primeiro trimestre de 2009, anunciou à Transportes em Revista o presidente do Metropolitano de Lisboa, Joaquim Reis. A remodelação do terminal fluvial é um dos projectos que ficou a cargo do Metropolitano no âmbito da extensão da Linha Azul a Santa Apolónia. O presidente do Metro, que falou à margem de uma visita técnica à obras do Cais das Colunas, cuja reposição também ficou a cargo da empresa, referiu que em breve «será lançado o concurso de pré-qualificação». Do actual terminal só ficarão de pé as fachadas, uma vez que o futuro edifício será totalmente removido para poente, melhorando significativamente as condições para os passageiros da Soflusa que vêm do Barreiro, Montijo e Seixal. Joaquim Reis disse também que o custo da obra deverá situar-se entre os 30 e os 35 milhões de euros, devendo o novo terminal estar concluído em finais de 2011.

in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 4 Set/08

04/09/2008

Metro do Porto monta operação especial para o "Red Bull Air Race"


Nos próximos dias 6 e 7 de Setembro tem lugar na Ribeira do Porto e Gaia a segunda edição do "Red Bull Air Race World Series". O Metro do Porto tem montada uma operação especial, que começa já hoje com a sessão de treinos, e que se prolonga até ao dia da prova. Assim, até Domingo circularão no tronco comum, ou seja, entre o Estádio do Dragão e a Senhora da Hora, veículos com 3 minutos de frequência, e 6 minutos de frequência na Linha Amarela (D). Contudo, no dia da prova entre as 11:30h e as 17:00h, a linha Amarela estará encerrada entre as estações de S. Bento e de General Torres, por imperativos de segurança.

A todos os interessados em assistir ao evento, será proíbido levar o automóvel para os locais da prova.
Quem utilizar o comboio proveniente da linha do Norte, poderá saír na estação General Torres em Gaia e, andar 5 minutos a pé até ao local da prova dado que excepcionalmente, os comboios inter-cidades e Alfa Pendular farão uma paragem nesta estação. Também poderão saír em Campanhã e trocar de comboio para Porto S. Bento (cerca de 7 minutos), e fazer o restante caminho a pé. Ou ainda, a partir de Campanhã apanhar o metro (linhas "A", "B", "C" e "E"), saír na "Trindade" e trocar para a linha "D" com destino a S. Bento.
Os utentes deverão comprar um título ANDANTE" Z2, de preferência de ida e volta, válido igualmente para os autocarros, e os comboios urbanos entre "General Torres", "Campanhã" e "S. Bento".

03/09/2008

Câmara de Vila Real implementa plataformas “Bus” nas paragens

A Câmara Municipal de Vila Real está a implementar uma série de plataformas “bus” em várias paragens dos transportes urbanos (Corgobus). Estas plataformas permitem melhorar a acessibilidade das pessoas com mobilidade reduzida e também dos cidadãos em geral aos autocarros. Esta é apenas uma das medidas que estão a ser levadas a cabo pela autarquia transmontana, no sentido de tornar a sua cidade mais acessível a todos os habitantes e visitantes. Entretanto, a autarquia transmontana recebeu a Bandeira de Prata da Mobilidade, pela Rede de Cidades e Vilas com Mobilidade para Todos, criada pela Associação Portuguesa de Planeadores do Território (APPLA).

in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 3 Set/08

TUTomar adquirem dois novos autocarros

A Câmara Municipal de Tomar pretende criar um segundo circuito nos Transportes Ubanos de Tomar (TUTomar), tendo adquirido para o efeito duas novas viaturas. Segundo o jornal “Mirante” a intenção da autarquia tomarense passa por criar um segundo circuito, que fará o trajecto no sentido inverso ao que actualmente existe, que tem como objectivo "encurtar no tempo e na distância" os actuais percursos aos utilizadores dos TUTomar. Até Setembro de 2009 a autarquia pensa em implementar um terceiro circuito que transporte os cidadãos até às extremidades da cidade.

in: www.transportesemrevista.com/arquivo_passageiros de 3 Set/08

02/09/2008

Comissão de Trabalhadores não surpreendida com situação na Carris

A Comissão de Trabalhadores da Carris não está surpreendida com a situação financeira da empresa, cujas dívidas ascendem aos 25 milhões de euros, com resultados negativos de 23 milhões de euros em 2007.

Em declarações à TSF, a coordenadora desta comissão explicou que esta situação se arrasta por causa da falta de coragem política das administrações da Carris e por causa do facto de o Estado não pagar o que deve.

«Os sucessos Conselhos de Administração que são nomeados pelos sucessivos governos não têm tido a coragem política de exigir o pagamento das indemnizações compensatórias adequadas para a Carris», explicou Luísa Bota.

A coordenadora da comissão de trabalhadores da Carris adiantou ainda que a empresa não cumpre a lei ao não criar o fundo de pensões, o que faz com Luísa Bota pense que se está «perante uma acção concertada entre a falta de políticas de transportes dos governos e a subserviência dos membros dos sucessivos Conselhos de Administração».

A TSF já tentou um comentário da parte do Ministério dos Transportes a propósito desta situação, mas nem o ministro Mário Lino, nem a secretária de Estado Ana Paula Vitorino se mostraram disponíveis para comentar a questão.

in: www.tsf.pt secção "Economia" de 2 Set/08

Prejuízos na Carris ultrapassam valor de uma frota de mais de 3 mil autocarros

Na Carris, a situação financeira é cada vez mais preocupante. Os prejuízos reais ultrapassam o valor de uma frota de mais de três mil autocarros. Pelos números mais recentes esta empresa registou em 2007 prejuízos na ordem dos 23 milhões de euros.

Esta manhã, no Público, há um alerta do Revisor Oficial de Contas da Carris que avisa que pode estar em causa a manutenção da actividade da empresa, caso as dotações de Capital do Estado, suspensas há cinco anos, não sejam retomadas.

O desempenho económico da Carris continua negativo, apesar de ter havido uma recuperação nas contas de 2007, a empresa pública de transportes regista resultados negativos de cerca de 23 milhões de euros.

A dívida da empresa custa 25 mil euros por dia, só em juros, pelos empréstimos pedidos para conseguir manter a funcionar a actual frota.

Neste momento a transportadora tem 750 autocarros, 55 eléctricos e quatro elevadores. No entanto, com o passivo que a empresa acumulou até ao final do ano passado podia ser comprada uma frota de mais de três mil autocarros a diesel.

Se a opção fosse autocarros a gás natural que são bem mais caros seria possível comprar dois mil. A grandeza do passivo da Carris deve-se, ao que adianta o jornal Público, ao facto do Estado – o único accionista – ter desde há cinco anos suspenso as dotações de capital.

Ouvido pelo jornal, o oficial de contas da empresa diz que a continuidade das operações socialmente indispensáveis que a transportadora presta depende da manutenção do suporte financeiro do Estado, uma vez que os preços praticados não cobrem as despesas.

As contas de 2007 revelam uma situação financeira deficitária que nem as indemnizações compensatórias do Estado ou o facto de não ter havido compra de novos veículos conseguiram minorar. O mesmo já tinha acontecido em 2006.

De acordo com o Código das Sociedades Comerciais perante este cenário há três soluções possíveis: a redução do capital social para um montante não inferior ao capital próprio da sociedade – sendo que a Carris já perdeu todo o capital social - o reforço do capital pelos sócios ou a dissolução da empresa.

in: www.tsf.pt secção "Economia" de 2 Set/08

01/09/2008

Ma perché?!


Si c'è ciascuno romano che ci legge allora, noi abbiamo alcune domande a fare!
Non siete voi sicuramente a rispondere, ma speriamo che stia in grado di vi fare rifletere!
-Perché a Roma ci sono solamente due linee di metropolitana?
-Perché a Roma il telefonino non funziona nella metropolitana?
-Perché a Roma non è possibile caricare il "metrobus card" in bancomat, e non sia anche possibile comprare abbonamenti su internet o posta?
-Perché le linee di autobus non hanno colori diffirenziate d'accordo con la distinazione per che sia più facile capire la stessa?
-Perché non c'è videosorveglianza negli autobus per garantire la sicurezza dei viggiatori?

Per gli italiani in generale:


-Perché in Italia quando ne comprate un biglieto di treno su internet o bancomat, avete bisogno di alzarlo nella biglieteria invece di andarne diretti al treno con il foglio o lo scontrino stampato? Perché non è possibile comprare un biglieto di treno per SMS ed andarne diretto al treno senza passare per la biglieteria?

In ciascuno paese d'Europa centrale, nord e Sud (Portogallo e Spagna inclusi), non funziona così!
Italiani: dovete cambiare!

J.A.


Perguntas aos romanos!


Se existe algum leitor romano que lê este blog então, temos algumas perguntas a fazer!
Não são vocês obviamente que terão de responder! Mas esperamos que vos faça reflectir!

-Porque é que em Roma existem únicamente duas linhas de metro?
-Porque é que em Roma o telemóvel não funciona no interior do metro?
-Porque é que em Roma não é possivel carregar o passe (metrebus card) no multibanco, ou comprá-lo nos correios, ou simplesmente através da internet?
-Porque é que as linhas de autocarros não têm cores diferenciadas de acordo com o destino?
-Porque não há video-vigilância nos autocarros para garantir a segurança dos utentes?

Para os italianos em geral:

Porque é que em Itália quando se compra um bilhete de comboio pela internet ou multibanco, há a necessidade de levantar o bilhete nas bilheteiras das estações, invês dos utentes irem directamente para o comboio com os dados impressos, ou com o recibo multibanco? Ou porque é que não é possivel comprar o bilhete por SMS e ir directamente para o comboio?
Em qualquer país da Europa central, do norte ou sul, não funciona assim!
Italianos: tereis de mudar!

J.A.

31/08/2008

Pilotos da Ryanair preocupados com segurança dos voos

Os pilotos da Ryanair denunciaram que a empresa está a limitar ao máximo a reserva de combustível necessária para qualquer emergência e mostraram-se preocupados com a situação. Com esta imposição, a companhia aérea poderá estar a violar normas comunitárias.

A companhia aérea de baixo custo Ryanair impôs aos pilotos que limitassem ao máximo a reserva de combustível necessária para qualquer emergência, com vista a reduzir custos, denunciaram os pilotos da empresa, mostrando-se preocupados com a situação.

Em Maio, os pilotos da empresa irlandesa receberam instruções para não ultrapassar os 300 quilos de combustível extra, uma quantidade que, no caso de um Boing 747, dá para pouco mais do que cinco minutos de voo.

Sem se identificarem, vários pilotos denunciaram a situação no site da empresa e frisaram que é difícil aguentar a pressão da empresa, por considerarem que esta redução põe em causa a segurança dos passageiros.

No entanto, acrescentam, quem ousa pedir mais do que os 300 quilos de combustível recebe uma carta da Ryanair a pedir justificações, em tom de ameaça.

Com esta medida, a empresa pode estar a violar as directivas europeias sobre o combustível a usar pelos aviões, segundo as quais cada avião deve ter um depósito de reserva equivalente a cinco por cento do combustível necessário para o voo, para responder, por exemplo, a um desvio.

Além disso, como medida de segurança extraordinária, o comandante deve pedir também uma quantidade adicional, calculada em função do estado do tempo, para enfrentar ventos ou uma tempestade.

Estas revelações surgiram depois de a Autoridade Britânica da Aviação Civil ter reconhecido que o número de emergências provocadas por falta de combustível nos aviões duplicaram nos últimos cinco anos.

Segundo os dados britânicos, no ano passado, 27 aviões aterraram de emergência em aeroportos ingleses e 18 enviaram pedidos de socorro.

in: www.tsf.pt secção "Vida" de 31 Ago/08

CP reforça comboios na linha do Douro

Clique no título para vêr o vídeo!

29/08/2008

Horários de Inverno na STCP a 8 de Setembro


A partir de 8 de Setembro, a STCP coloca em prática os horários de Inverno 2008/09. Entre 1 e 7 de Setembro estarão em vigor os horários de Verão praticados em Julho.
A excepção recai sobre as linhas 10, 55, 61, 64, 68, 69, 70 e 94 que já a partir de dia 1 terão os novos horários de Inverno.

Primeiros veículos tram-train da Metro do Porto começam a chegar

O primeiro dos 30 tram-train que vão reforçar a frota da Metro do Porto já está nas oficinas da empresa, em Guifões, Matosinhos. Construído na Áustria, o veículo viajou de barco e de camião. Os testes de circulação começam nos próximos dias.

A Metro mantém o secretismo em relação à composição. Não há fotografias nem imagens do Flexity Swift, que chegou a Portugal completamente camuflado, com um revestimento preto. Agora, está escondido no Parque de Manutenção e Oficinas de Guifões, à espera da estreia nos carris.

O veículo chegou já pronto. A construção foi efectuada na fábrica da Bombardier em Viena, na Áustria. Os mais de 2700 quilómetros de distância até Matosinhos foram vencidos através de camião e de barco. Segundo apurou o JN, entre a Áustria e a França o Flexity Swift foi transportado por via rodoviária, embarcando em território gaulês rumo a Portugal.

O navio atracou no porto de Setúbal e o novo veículo da Metro do Porto completou a etapa final da viagem até Guifões de novo por estrada, num serviço de transporte especial, dadas as suas dimensões. Cada tram-train pesa 70,8 toneladas - quase o dobro dos actuais veículos (eurotram) a circular na rede - e tem mais de 37 metros de comprimento.

Os testes de circulação da nova composição começam nos próximos dias, tendo em vista a sua futura entrada em operação comercial. Aliás, em Maio passado a empresa admitia que os veículos pudessem entar ao serviço com os novos horários de Inverno, em vigor a partir de segunda-feira. Uma situação que já não irá acontecer.

Os tram-train foram comprados pela Metro do Porto tendo em vista a sua utilização nas linhas mais longas - Póvoa e Trofa -, mas podem ser usados em toda a rede. Em comparação com os actuais veículos, os tram-train são mais rápidos (atingem os 100 quilómetros horas, contra os 80 quilómetros do eurotram), têm maior capacidade (cerca de 250 lugares) e são ligeiramente mais compridos. Por outro lado, em matéria de conforto, estão preparados para as viagens mais longas.

No total, a Metro vai receber 30 veículos Flexity Swift, cuja aquisição representa um investimento de 115 milhões de euros. As composições deverão chegar da Áustria ao ritmo de uma por mês.

Os primeiros veículos chegam prontos. Sensivelmente a partir da 10ª entrega, a montagem final começará a ser feita em Portugal, até porque alguns dos componentes são de produção nacional. Exemplos: assentos e partes da cabine.

Ainda não se conhece a imagem dos tram-train da Metro do Porto, mas sabe-se que o modelo será uma evolução dos veículos que já circulam, há alguns anos, em Saarbrucken (Alemanha) e Croydon (Inglaterra).

Os novos Flexity Swift permitem recuperar parte da energia consumida na frenagem. "Esta energia é devolvida à rede, podendo assim ser usada por outros veículos", explicara já a Empresa do Metro. "Prevê-se que, do total de energia consumida, 30% possa ser recuperada", acrescentara.

in: www.jn.pt secção "Porto" de 29 Ago/08

28/08/2008

Horários de Inverno na Metro do Porto


A 1 de Setembro a Metro do Porto coloca em vigor os horários de Inverno com significativas alterações.
A linha "A" entre o Estádio do Dragão e o Sr. de Matosinhos terá um reforço significativo no troço comum a todas linhas, com introdução de mais veículos duplos para aumentar a capacidade de transporte, em todos os periodos horários, sendo que a partir das 22:00h, os veículos circulam entre o Sr. de Matosinhos e a Trindade.
Na linha "B" entre o Estádio do Dragão e A Póvoa de Varzim, serão introduzidos novamente os horários expresso (um por hora), em cada sentido.
Na linha "C" (Estádio do Dragão/ISMAI) haverá um reforço da frequência de passagem na hora do almoço de um veículo em cada 15 minutos à semelhança das horas de ponta da manhã (7:00h/10:00h) e da tarde (17:00h/20:00h).
A linha "D" (Hospital S. João/D. João II), e a linha "E" (Estádio do Dragão/Aeroporto) manterão os actuais horários, ou seja, de uma passagem a cada 6 minutos nas horas de ponta na linha "D" e de 20 minutos na linha "E".

27/08/2008

Metro de Lisboa chega à Reboleira em 2011



A linha azul do Metropolitano de Lisboa chega à Reboleira em 2011.
As obras para a construção da nova estação custarão cerca de 58 milhões de euros, e terá pouco mais de 700 metros. Contudo, permitirá ligar a actual estação de Amadora-Este à linha de Sintra.
Desta forma, os utentes da linha de Sintra usufruirão de uma estação multimodal, o que lhes permitirá chegar ao Marquês de Pombal em 19 minutos, e a Santa Apolónia em 27 minutos, e ligarem directamente aos comboios Inter-Cidades e Alfa Pendular.

Novo título "4_18" a partir de Setembro


Depois de anúnciado pelo Primeiro-ministro no último Debate da Nação, entra oficialmente em vigor a 1 de Setembro em todo o país, o passe escolar com 50% de desconto para estudantes entre os 4 e os 18 anos. Para tal, basta comprovar a situação escolar do aluno com um comprovativo autorgado pelo estabelecimento de ensino junto de cada operadora.

No caso especifico da assinatura ANDANTE na região do Porto, os interessados deverão dirigir-se a um dos postos de atendimento ANDANTE, postos STCP ou CP, ou à loja da mobilidade na estaçao de S. Bento, e comprar o novo cartão ANDANTE com 50% de desconto, ou no caso do interessado ser actualmente portador de um cartão ANDANTE gold, trocá-lo gratuítamente por um ANDANTE 4_18.

Em Lisboa, os portadores do cartão Lisboa Viva também o poderão trocar gratuítamente por um 4_18. No caso em que os interessados não possuam o Lisboa Viva, podem requerê-lo junto de um dos postos de atendimento dos operadores da região de Lisboa, a metade do preço.

* consulte a página oficial do título "4_18" clicando no título!

26/08/2008

Nova Alitalia prestes a nascer


Está para nascer a nova Alitalia!
Depois de falhadas as negociações com o grupo AirFrance-KLM para a venda da companhia de bandeira italiana, um grupo de 16 empresários na maíoria talianos, estarão para dar vida a uma nova empresa, mas também a francesa Benneton que poderá vir a deter a maíoria do capital.
O investimento poderá ascender a cerca de 100 milhões de euros divido entre os vários accionistas.
Nos próximos dias a nova companhia será convertida em sociedade por acções, com um novo conselho de administração.
Certo é que, serão despedidos entre cinco mil e sete mil funcionários.

Descontos da CP para o "Red Bull Air Race World Series"


A próxima edição do "Red Bull Air Races Word Series" a realizar no Porto e Gaia nos dias 6 e 7 de Setembro, levará à Ribeira milhares de visitantes. A CP está a proporcionar a todos os interessados um desconto de 25% na compra até 31 de Agosto, de um ou mais bilhetes ida e volta, nos comboios inter-cidades e Alfa Pendular.
Para o efeito, os comboios irão parar a título excepcional na estação General Torres em Gaia, a 5 minutos a pé do evento.
Desta forma, a CP quer contribuír para a utilização do transporte colectivo, e consequente diminuíção do tráfico automóvel que possa surgir por causa do evento.

Avião da Ryanair aterra de emergência em França


Um avião da companhia irlandesa Ryanair aterrou esta noite (cerca das 22:30h) de emergência em Limoges (França) numa ligação que se fazia entre Bristol e Barcelona-Girona, depois de ter perdido cerca de oito mil metros de altitude em cinco minutos.
O aparelho transportava 168 passageiros, e 7 membros da tripulação, sendo que 27 destes passageiros encontram-se com problemas nos timpanos provocado pela aterragem de emergência.
A companhia diz que aterrou por uma questão de precaução.

25/08/2008

2 preços para o mesmo percurso

Uma viagem de metro entre o "S. João" (Porto) e Modivas Centro (Vila do Conde) custa 1,20 euros. Uma viagem entre Modivas Centro e o S. João custa 1,45 euros. Confuso? A própria Metro admite que há uma incongruência. Que origina multas.

Muitos passageiros são "enganados" pelo facto de o mesmo percurso obrigar a comprar títulos diferentes: Z3 para ir do S. João para Modivas Centro e Z4 para o percurso inverso. E várias pessoas queixam-se do que dizem ser "erros" e "injustiças" por parte dos serviços de fiscalização. São multados, com base numa "incongruência" admitida pela Metro.

É o caso de Márcio Pereira, que pretendia deslocar-se da estação Hospital de S.João até Modivas Centro. Ao consultar a tabela informativa junto à máquina de venda bilhetes, para confirmar o número de zonas com que seria preciso carregar o seu andante (título temporário), o utente verificou que seria necessário comprar uma viagem de três zonas (Z3).

Como é aconselhado pela Metro para evitar filas, carregou o seu andante com duas viagens: uma para ida e outra para volta. Para sua surpresa, foi multado na viagem de regresso ao Porto.

Afinal, apesar de o percurso ser exactamente o mesmo, a ida corresponde a três zonas, enquanto que a volta corresponde a quatro zonas: paga-se menos do Porto para Vila do Conde do que na viagem contrária. No entanto, muitos passageiros, principalmente os ocasionais, desconhecem este facto, que, como salienta Márcio, não "está devidamente explicado na tabela de zonas".

"Acabei por ser interpelado por um revisor", explicou. Márcio foi multado em 95 euros, sem que o revisor lhe conseguisse explicar, ao certo, o motivo da infracção.

Considerando a situação "esquisita", Márcio tentou esclarecer os factos. "Logicamente, queria saber porque razão estava a ser multado", disse. Porém, nem na Loja do Andante conseguiram explicar o problema, acrescentou.

Contactada pelo JN, a Metro tentou esclarecer a situação. Na utilização dos andantes ocasionais (de cor azul), "alguns percursos com origem ou destino na estação Hospital S. João obrigam ao carregamento de títulos diferentes conforme o sentido de viagem". Isso não acontece nos títulos de assinatura mensal (passes), nos quais é cobrada a taxa máxima.

O sistema de contagem de zonas faz-se a partir do local de embarque, ou seja, "não é uma contagem linear". O número de coroas (conjunto de zonas adjacentes à estação de partida) não é, por isso, igual em todos os locais.

"A Metro do Porto reconhece esta incongruência do sistema e está a trabalhar na sua efectiva resolução, no sentido de que todas as deslocações entre as estações da rede obriguem à validação do mesmo título qualquer que seja o sentido da deslocação".

Está também a ser estudada a possibilidade de reembolsar os utentes que já tenham pago uma multa por este motivo e de retirar multas existentes.

in: www.jn.pt secção "Porto" de 25 Ago/08

23/08/2008

Avião da easyJet aterra de emergência em Nice


Um avião da easyJet com 130 passageiros a bordo que hoje fazia a ligação entre Londres e Cagliari na Sardenha (Itália), com partida de Londres às 7:10h, fez uma aterragem de emergência no aeroporto de Nice. Segundo os bombeiros que ocorreram ao local, tratou-se de um problema eléctrico, que provocou a saída de algum fumo.
O porta-voz do aeroporto de Nice veio esclarecer que o avião não irá descolar enquanto o problema não estiver totalmente resolvido.
Duas hospedeiras tiveram mesmo de serem transportadas para o hospital por intoxicação provocada pela libertação de fumo no interior da cabine.
Entretanto, os passageiros aguardam um outro aparelho para completarem a ligação.

Linha do Tua: único telemóvel a bordo não funciona por falta de rede

As composições da Linha do Tua circulam sem qualquer tipo de comunicação, levando apenas a bordo um telemóvel que não funciona durante grande parte do percurso por falta de rede, disse à Lusa o presidente do Metro de Mirandela, José Silvano. A falta de comunicações obrigou ontem algumas das vítimas do descarrilamento, que fez uma vítima mortal, a percorrerem centenas de metros para pedirem socorro.
Não existe rede móvel no local do acidente- na zona da Brunheda - assim como ao longo de grande parte do percurso da linha do Tua, e "da carruagem não seria possível contactar porque não tem sistema de comunicações, referiu José Silvano.
Segundo o presidente do Metro de Mirandela, que faz o percurso ao serviço da CP, o único meio de comunicação disponível na linha está reduzido às estações, onde existe ligação à Internet.
José Silvano explicou que o maquinista acciona um dispositivo ao passar em cada estação que dá indicação à central em Mirandela, de que está a cumprir o percurso.
Se num acidente como o de ontem ninguém tivesse condições para procurar socorro, só seria detectado quando falhasse a comunicação na passagem em alguma das estação e a central accionasse meios para averiguar a situação.
Questionado pela Lusa sobre a razão de nunca terem sido criadas condições de comunicação, o presidente do Metro de Mirandela disse que o serviço naquele percurso é da responsabilidade da CP.
A linha é, porém, propriedade da REFER.

Quatro acidentes em um ano e meio


O acidente provocou um morto – uma mulher – e 43 feridos, entre os 47 ocupantes da carruagem, a maioria turistas, que seguia de Mirandela para o Tua.
A carruagem descarrilou próximo da estação da Brunheda, numa zona onde já ocorreram quatro acidentes em um ano e meio, que provocaram quatro mortos.
O mais grave ocorreu em Fevereiro de 2007, em que morreram três ferroviários.
A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paulo Vitorino, manifestou estranheza com a sucessão de acidentes num curto espaço de tempo numa linha com 120 anos, uma reacção que tem sido reiterada por defensores da ferrovia, como o Movimento Cívico pela Linha do Tua e o Partido Ecologista "Os Verdes".
Os defensores daquela que é a considerada das vias estreitas mais belas do mundo e o presidente do Metro de Mirandela, estranham também que não tenham sido divulgadas as conclusões dos inquéritos aos restantes acidentes, com a excepção do primeiro, que terá sido provocado por causas naturais - um desabamento de pedras e terras.
O ministro dos Transportes, Mário Lino, anunciou para terça-feira a divulgação dos resultados preliminares do inquérito que ordenou ao último acidente para apurar o que levou a carruagem a tombar sobre a ribanceira contrária ao leito do rio.
A Linha do Tua está temporária e parcialmente encerrada até que sejam conhecidos os relatórios das autoridades competentes sobre as causas do acidente.
A circulação mantém-se no percurso de 15 quilómetros entre Mirandela e o Cachão, que está concessionado directamente ao Metro de Mirandela, ao contrário do restante percurso até ao Tua que é responsabilidade da CP e o Metro faz apenas o transporte ao serviço daquela empresa ferroviária.

in: publico.clix.pt secção "última hora" de 23 Ago/08

Anacom autoriza uso de telemóveis nos aviões

Ligação de aviões com satélites vai impedir que as frequências dos telemóveis interfiram com as emissões terrestres, tornando seguro falar e atender chamadas durante o voo. Custos ainda não estão contabilizados. Limitação das ligações continua quando o avião está abaixo dos três mil metros.

Há anos que se falava nisso, mas só a partir de agora vai ser possível falar ao telemóvel enquanto se viaja de avião. A Autoridade Nacional das Comunicações (Anacom) tomou finamente a decisão que permite a prestação de serviços de comunicações móveis a bordo de aeronaves, depois de, no passado mês de Abril, a Comissão Europeia ter anunciado uma decisão nesse sentido.

A questão é simples: já existe tecnologia que permite que as frequências usadas nos telemóveis não interfiram com as das comunicações entre a tripulação do avião e as au- toridades aeroportuárias, nomeadamente os controladores aéreos. Os aviões vão ter de passar a ser equipados com um sistema que estabelece a ligação através de satélite e que impede a conexão com os emissores terrestres. Ao mesmo tempo, assegura a qualidade das transmissões.

Continuará a ser proibido ligar o telemóvel a menos de 3000 metros de altitude, pelo que a fase de descolagem e de aterragem estão interditas. Um avião comercial de médio ou longo curso voa normalmente acima dos 10 mil metros.

A Anacom não cobra qualquer pagamento de taxa de utilização de espectro pela utilização das frequências, mas o serviço deverá ser pago pelos passageiros. Aliás, já em Abril, a comissária europeia para o sector, Viviane Redding, tinha avisado que o serviço não avançaria se fosse demasiado dispendioso. Previsões feitas por analistas referem que o preço, em mercado concorrencial, poderá rondar os 2 euros por minuto. Contudo, a comissária que lançou o aviso não explicitou o que, na sua opinião, seria um preço excessivo.

A TAP foi, em 2005, uma das primeiras companhias a testar o novo sistema, na altura disponibilizado pela empresa OnAir, uma joint-venture entre a SITA e a Airbus que, segundo a Reuters, esteve envolvida na consulta pública efectuada pela Anacom antes de autorizar o novo serviço. Na altura, durante três meses, um número limitado de Airbus da companhia nacional testaram a nova tecnologia, que terá demorado mais do que o previsto a ser posta em prática.

O DN não conseguiu apurar a partir de quando é que vai ser efectivamente possível falar ao telemóvel em viagem de avião. No entanto, na altura dos testes, Fernando Pinto, que já então era administrador da TAP, mostrou-se entusiasmado com a nova possibilidade técnica que, na sua opinião, "adiciona mais qualidade ao tempo que os clientes passam a viajar".

Para já, o serviço está limitado às companhias que aderirem, dentro do espaço europeu, e apenas nos aviões que tenham incorporada a ligação com satélite. A nova tecnologia inclui capacidade de roaming, ou seja, ligações com redes diferentes da do país de origem.

Para que o serviço de comunicações móveis a bordo de aeronaves (MCA) seja possível, a Anacom afirmou, em comunicado, que vai alterar o quadro nacional de atribuição de frequências entre os 1710-1785 megahertz (MHz) e os 1805-1880 MHz.

in: www.dn.pt secção "Economia" de 23 Ago/08

18/08/2008

Clientes da Carris satisfeitos



É apênas 1%, mas a Carris quebra a tendência de perda de clientes verificado nos últimos 20 anos. Este aumento significa uma viragem na relação que os utentes têm com a Carris, evidênciado pelo grau de satisfação registado em 65%.
O que explica esta mudança segundo o presidente da empresa Silva Rodrigues, é a constante melhoria do serviço praticado pela Carris, com a introdução de novos autocarros, a videovigilância, ou acesso a pessoas com mobilidade reduzida.
Em Setembro serão introduzidos mais 40 autocarros e, está a ser preparada igualmente, a certificação de mais 12 carreiras.

17/08/2008

Novas embarcações para Porto Santo

O "Lobo Marinho", o "mini-paquete" de luxo que liga a Madeira e o Porto Santo, provoca enchentes no Verão e faz esquecer tempos da travessia em barcos que levavam passageiros arrumados sobre mercadorias.

Com 112 metros de fora-a-fora e 20 de largura capacidade para 1.150 passageiros e cerca de 150 viaturas, este "ferry-boat" foi a primeira embarcação para transporte de passageiros construída nos últimos anos em Portugal, nos estaleiros de Viana do Castelo.

Representou um investimento de 35 milhões de euros por parte da Porto Santo Line, a empresa concessionária da linha regional, e faz a ligação inter-ilhas em cerca de duas horas e meia.

O projecto foi idealizado depois de um "acumular de experiências" com outros navios ao longo de vários anos e veio impulsionar o desenvolvimento económico do Porto Santo, a segunda ilha habitada do arquipélago da Madeira, que tem como "ex-libris" a praia de areia amarela com cerca de nove quilómetros de extensão.

A envergadura e condições de extrema comodidade do Lobo Marinho quase apagaram da memória histórias do tempo em que as viagens se faziam em barcos à vela e a remos e, depois nos barcos "carreireiros".

(...)

As viagens duravam quase toda a noite e os passageiros "iam sentados na carga, sem condições sanitárias, nem coletes de salva-vidas suficientes" , salientou Vítor Caíres, apontando que várias vezes, para chegarem sãos e salvos durante uma tempestade, "as mercadorias eram todas mandadas borda fora".

A procura pelo Porto Santo começou a aumentar e os anos foram a época dos catamarans, o Alizur Amarillo, o Independência e o Pátria (com lotação para 400 pessoas). Na década de 1990 surgem os "ferry boats", começando com o "Lusitânia Expresso", o "Lady of Mann" e, em 1996, o Lobo Marinho I.

Em 1995, a Porto Santo Line ganhou o concurso para explorar a linha Madeira-Porto Santo e apostou num navio construído de raiz para satisfazer as necessidades das ilhas, começando o moderno "Lobo Marinho II" a operar em 2003. Actualmente, entre os serviços de bordo, os passageiros têm sala de cinema, vários restaurantes e bares, salões de jogos e multimédia, lojas, zona de solários e sala para crianças.

Em 2007, o Lobo Marinho transportou um total de 348 mil passageiros, contribuindo nos meses de Verão para um aumento na população do Porto Santo, na ordem das cinco mil pessoas.

in: www.jn.pt secção "Funchal/Porto Santo" de 17 Ago/08

15/08/2008

Habitantes da Lousa com poucos autocarros aos fins-de-semana

Cada vez que os habitantes de Lousa, em Loures, querem apanhar um autocarro com destino a Lisboa debatem-se com uma longa espera. Aos domingos e feriados, esta pode ser mesmo superior a uma hora.

O olhar nervoso de Carlos Máximo, 59 anos, saltita entre o relógio e a curva atrás da qual se esconde a estrada que vem da região Oeste. De vez em quando, suspira, sem conseguir conter o desabafo: "Nunca mais!".

Quando trabalha de semana, Carlos Máximo não tem grandes problemas ao nível dos transportes públicos. Mas aos domingos e feriados, o caso muda de figura. "É desesperante", desabafa. "Já perdi a conta das vezes que chego atrasado. O que vale é que o meu chefe é boa pessoa", acrescenta.

Para o vendedor, trabalhar fora dos dias úteis é sinónimo de ir para a paragem meia hora mais cedo do que o habitual e fazer figas para que o autocarro não demore muito. "Como não tenho carro, não tenho outra hipótese", lamenta.

Joana Costa tem automóvel mas faz todos os possíveis por não o usar. Ecologista empedernida, deu sempre prioridade aos transportes colectivos. Com a subida do preço dos combustíveis, praticamente não pega no carro.

A professora do ensino básico, de 32 anos, diz ficar "revoltada" com o "mau serviço" que as empresas de transportes públicos prestam na zona de Lousa. "Percebo que um autocarro que não ande sempre cheio não deve dar muito lucro às empresas, mas é para isso que elas recebem compensações do Estado", afirma .

A freguesia de Lousa é servida pelas empresas de transportes Isidoro Duarte e Grupo Barraqueiro. Segundo o horário disponibilizado no sítio da Isidoro Duarte na Internet, a certas horas do dia de domingos e feriados, os autocarros do grupo passam de hora a hora.

António Quintela, da Barraqueiro Oeste, explica que também nesta empresa "a oferta aos domingos e feriados é muito reduzida" em relação aos dias de semana, e admite que os tempos entre autocarros chegam a ultrapassar uma hora.

"É um ciclo vicioso. A procura é baixa, pomos menos autocarros e o número de passageiros ainda baixa mais. Mas, com o preço do gasóleo, não podemos ter autocarros vazios a circular".

O responsável afiança, no entanto, que não houve nenhuma alteração na oferta e que, recentemente, não tem havido queixas dos clientes em relação à escassez de carreiras.

Quanto ao cumprimento dos horários, outro dos pontos problemáticos, segundo alguns dos utentes com quem o JN falou, António Quintela garante que a empresa tudo faz para o assegurar e que esse objectivo só não é cumprido quando há problemas de circulação.

"Às vezes o problema é o trânsito, sobretudo na cidade de Loures, que está sempre em obras", avança o responsável pela transportadora.

in: www.jn.pt secção "Lisboa" de 15 Ago/08

Obras para as novas linhas do Metro do Porto adiadas

O Governo vai lançar no próximo mês o concurso público internacional para a exploração da rede de metro do Porto. A construção de novas linhas fica adiada, não existindo data definida para que sejam lançadas as obras.

A execução das empreitadas será alvo de um concurso próprio, englobando todas as linhas da segunda fase (excluindo a linha de Gondomar até Rio Tinto e a extensão da Linha Amarela até Santo Ovídio, cujos concursos já foram lançados). Contudo, ainda não há qualquer prazo definido para que novas obras avancem, sendo certo que não serão cumprido as datas previstas, segundo as quais os concursos de execução avançariam ainda este ano. Só no próximo mês haverá uma proposta para expansão da rede, que está a ser ultimada pela Empresa do Metro, mas que ainda será objecto de discussão, disse, ao JN, a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino

Uma coisa é certa: quando as futuras linhas ficarem concluídas, serão geridas pela empresa que tiver ganho a concessão da rede, explicou a secretária de Estado.

Outra certeza: o memorando de entendimento assinado pela Junta Metropolitana do Porto e pelo Governo, a 21 de Maio de 2007, na presença do primeiro-ministro, José Sócrates, não foi cumprido. O documento estabelecia que o concurso para a construção e exploração da segunda fase do metro do Porto deveria ser lançado até Janeiro deste ano e que, caso isso não acontecesse no prazo de seis meses, então deveriam ser lançados os concursos para as linhas da Boavista e da Trofa. Nada disso foi feito.

O atraso no lançamento do concurso para a exploração da rede obrigará mesmo o Governo a prolongar a actual concessão à Normetro. Sete meses não chegam para lançar um concurso, escolher um vencedor e proceder à adjudicação. O próprio contrato estabelecido com a Normetro contempla a possibilidade de prorrogação por um ano. Uma decisão que pode ser tomada unilateralmente pela Metro do Porto.

Em declarações ao JN, Ana Paula Vitorino reitera que da parte do Governo não há qualquer atraso. Explicação: o memorando foi assinado no pressuposto de que os projectos para as linhas estavam prontos e, afinal, segundo a governante, isso não corresponde à verdade. Em causa, explicou, está a falta de declaração de impacto ambiental. Mesmo no caso da Linha da Boavista, em que o anterior Conselho de Administração da Metro assegurava estar tudo pronto, o estudo ambiental já não terá validade, uma vez que foram introduzidas alterações substanciais ao projecto, referiu.

Ana Paula Vitorino explicou que o actual Conselho de Administração está "a fazer um trabalho seríssimo" de análise das linhas que deverão avançar na segunda fase, estudando, entre outros factores, os custos e a procura expectável em cada cenário possível. "A expansão não é só para termos mais linhas de metro, é para servirmos mais pessoas", observou.

O trabalho está a ser acompanhado pelo Instituto da Mobilidade e Transportes Terrestres, que terá de dar parecer favorável à expansão. A secretária de Estado acredita que a proposta da Metro estará pronta no próximo mês, para discussão com a Junta Metropolitana e com a Comissão de Coordenação do Norte.

in: www.jn.pt secção "Nacional" de 15 Ago/08

14/08/2008

STCP voltará a ter autocarros de 2 pisos

17 anos depois a STCP quer voltar a colocar ao serviço autocarros de dois pisos.
A necessidade surge com o constante aumento da procura. Em média a STCP tem 8 mil novos clientes mensais: 3 mil que compram assinatura, e 5 mil que viajam com bilhetes ocasionais. Dada a crescente procura, a transportadora do Porto lançou um concurso público internacional para a aquisição de vinte e cinco novos autocarros: quinze deles articulados, e dez de dois andares.
A STCP deu prioridade absoluta à aquisição de veículos com grande capacidade no transporte de passageiros, a colocar ao serviço em linhas que registem maior procura. Os dez autocarros de dois andares, surgem da necessidade de circular em linhas muito procuradas, mas cujos autocarros articulados, dado o seu comprimento, têm dificuldade em circular.
As novas viaturas entrarão ao serviço ainda durante o primeiro semestre de 2009, e serão movidos a diesel ou com motor hibrido, cujos gastos e emissões para a atmofesfera tenham valores muito próximos dos veículos a gás natural, da qual a operadora possui uma das maiores frotas a nível europeu (255 viaturas).
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